Xadrez Verbal Podcast #185 – EUA, Venezuela e eleições na Espanha

Recebemos nosso amigo Gustavo Rebello para comentar das novidades no estado da Flórida, um dos locais que pode decidir uma eleição nos EUA, além de um breve giro pelas notícias do país. Vamos até a Espanha, onde o PSOE de Pedro Sánchez conseguiu uma grande vitória eleitoral; passamos pelos números e pelos ganhadores e perdedores. Também giramos pela Europa, da beluga ao norte até o Cazaquistão. E claro, vamos até a vizinha Venezuela, onde Guaidó e Maduro travaram mais um embate nas ruas. Os atores envolvidos, o que aconteceu e as conclusões que podemos ter você ouve aqui. Além disso tudo, nós giramos pelo mundo, a semana na História, Economia com a professora Vivian Almeida, peões da semana e dicas culturais fecham mais um podcast do Xadrez Verbal!

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Dicas do Sétimo Selo e links

Site da Editora Contexto

Documentário Walk with Me: The Trials of Damon J. Keith

Documentário Império dos Sonhos: A História da Trilogia Star Wars

Filme Os Donos da Rua

Filme Estrada Sem Lei

Coluna A Esquerda Espanhola vai para o Centro enquanto a Direita vai para a Extremidade

Coluna A Democracia Opera Milagres, de Clóvis Rossi

Fronteiras Invisíveis do Futebol #20 – África do Sul

Xadrez Verbal #97 – Acordo do Clima, Brasil e a nova rota chinesa

Xadrez Verbal #102 – G-20, América Latina e relações Rússia-China

Xadrez Verbal #105 – China na África, EUA e Venezuela

Xadrez Verbal #177 – Eleições na Estônia, EUA e América Latina

Músicas de Encerramento:

Playlist das músicas de encerramento do Xadrez Verbal no Spotify

Canal do Xadrez Verbal no Telegram

Minutagem dos blocos, cortesia dos financiadores do Xadrez Verbal

  • 00:22:15 – Giro de notícias #1
  • 00:41:10 – Coluna Aberta: Giro pelos EUA
  • 01:04:10 – Efemérides: A Semana na História
  • 01:09:55 – Match: Eleições Espanholas
  • 02:02:20 – Xeque: Venezuela
  • 02:50:25 – Gambito da Dama: Juros do FED
  • 02:59:30 – Giro de notícias #2
  • 03:11:24 – Peões da Semana
  • 03:13:05 – Sétimo Selo
  • 03:20:20 – Música de Encerramento #1 – Eu Só Peço a Deus
  • 03:24:58 – Música de Encerramento #2 – Concierto en la Llanura

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, que está no Apoia-se

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
Como sempre, comentários são bem vindos. Leitor, não esqueça de visitar o canal do XadrezVerbal no Youtube e se inscrever.

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98 Comentários

  • Boa noite Filipe e Mateus, meu nome é Lucas Forti e sou aluno do terceiro semestre de História da FFLCH. Queria dizer que esse cisma entre UFF e a USP ainda é presente. Por exemplo, quando era calouro (2018) o professor de Brasil Colonial I colocou esse debate (eufemismo) na avaliação final. Do mais, o trabalho de vocês é muito bom e didático.

      • Gabriela Pedroso

        Olá, pessoal! Acompanho o podcast desde o famoso programa do Trump e acho sensacional. Sou formada em artes cênicas e por incrível que pareça o xadrez verbal influenciou minha pesquisa, que parece tomar rumos para a formação do discurso político na atualidade (“parece” porque estou aqui, me preparando para o mestrado nesses tempos nebulosos).
        Estou aqui pra agradecer por tudo o que vocês adicionam à minha vida e pra fazer um apelo, de que as pessoas se envolvam o máximo possível na luta pela educação superior e pela pesquisa, que luta e faz tanto por esse país. Um grande abraço.

  • EDUARDO OLIVEIRA SANTOS

    (CtrlC+CtrlV do twitter)
    Ainda não consegui usar o @XadrezVerbal para paquerar, mas nesse último domingo, pegando Uber pra ir assistir Vingadores (abraço Matias), me veio muito a calhar para conversar com o motorista e não ficar no silêncio, principalmente falando do Odebrechtquistao nos nossos vizinhos.

  • Sou estudante do curso de Historia da UFJF (Juiz de Fora) atualmente fazendo intercambio na Universidade de Estudos Internacionais de Kanda, no Japao, inclusive estou usando um teclado nao portugues e por isso nao consigo acentuar as palavras, me perdoem. Desde o inicio do ano acompanho o Xadrez Verbal e sempre fico de fazer um comentario, mas acabo esquecendo. Entao, desta vez, ca estou escrevendo. Queria comentar a questao do seppuku e harakiri. Como todo mundo sabe, e um ritual de suicidio que consiste em cortar a barriga. Antigamente apenas se cortava a barriga e agonizava, posteriormente passaram a incluir uma segunda pessoa, que e aquela que corta a cabeca de quem faz o ritual, para dar a ela uma morte mais rapida enquanto realiza o ato de se cortar. Acontece que ambas as palavras tem o mesmo significado, a diferenca se deve ao fato da escrtia japonesa ser uma mistura da lingua japonesa com aquilo que os japoneses captaram da lingua chinesa antiga, ou seja, e possivel falar de algo de varias formas diferentes. Nesse exemplo especifico, os ideogramas usados sao 切 e 腹 (cortar e abdomen, respectivamente). Juntando os dois forma-se seppuku ou cortar a barriga, note-se que e usada a leitura chinesa. No entanto, se voce escrever estes ideogramas na ordem contraria forma-se harakiri, com a leitura japonesa (acrecenta-se uma “letra” de um dos sistemas de escrita fonogramaticos, propriamente japoneses, ao final, que se le RI, o famoso り). O exemplo ficou grande, mas achei interessante pra falar sobre a lingua japonesa. Pra deixar o comentario um pouco mais longo queria falar sobre a questao da Familia Imperial. O Japao ja teve 8 imperatrizes que reinaram no pais e era relativamente comum que mulheres tivessem cargos de poder nos chamados “periodo classico” e “periodo medieval”, ainda que no ultimo pode-se observar um crescimento do patriarcalismo na sociedade. Em 1889, na Era Meiji, ficou proibido que mulheres ascendessem ao trono. Naquela epoca de “formacao do Estado nacional” o Japao recebia muita influencia da Inglaterra e posteriormente da Prussia/Alemanha, inclusive professores alemaes vieram ao Japao ensinar modelos historiograficos aos historiadores japoneses que faziam parte dos institutos de pesquisa, algo bem pareceido com o IHGB. A ideia de um Estado patriarcalista, forte, que represente os homens que morrem na guerra pelo pais esta ligada a essa medida e a crescente nocao de que mulheres tinham que ficar em casa cozinhando para o marido. Hoje, entre todos os paises do “mundo industrializado” o Japao e o que tem menos mulheres no mercado de trabalho. Mas acredito que como os tempos sao outros, em caso de nescesidade de mudanca nas regras de sucessao isso possa acontecer. No mais, queria dizer que o trabalho de voces e muito bom, ouco o podcast, lavando louca, cozinhando, arrumando a casa, jogando e estudando kanji e tambem queria dizer que e sensacional conversar sobre politica internacional com os diversos alunos da universidade que eu estudo aqui no Japao, que vem de diversos paises; de Finlandia ate Vietna, Indonesia ate Mexico e por ai vai, sem falar nos proprios japoneses e as crushes, e gracas ao Xadrez Verbal, o assunto nunca falta. Quase me esqueci, queria tambem demonstrar meu descontentamento com o Matias pela falta de insercao no meio cultural “nerd” e que ele e um 馬鹿 por comparar Lobo Solitario com Dragon Ball Z.

  • A NRA precisa emitir uma nota sempre que um criminoso cometer um crime? Às vezes eu penso como um pai de família consegue ser tão infantil por causa de ideologia, td programa é um comentário bobinho e infantil sobre qqr assuntos irrelevantes contra políticos que não são de esquerda, e aquela passada de pano geral para esquerda. Tá tendo semana que eu vejo no feed e penso “ahh essa semana tô sem tempo pra ironias infantis”.
    Faltou uma defesa no programa a liberdade de expressão.

    • O programa por si só é uma defesa da liberdade de expressão. Um abraço

      • De fato o programa defende a liberdade de expressão, ao menos dos apresentadores, e não há nenhum mal nisso, visto que os “donos” são vocês e dar o “play” é opcional e liberdade individual, entretanto, gostaria somente de acrescentar, ainda que descrente que surtira efeito, o fato de nunca se menciona quantas vidas são salvas por armas bem utilizadas e adquiridas legalmente, quando elaborei minha monografia defendendo a posse e em alguns casos o porte de arma, ficou evidente atravez dos dados que encontrei que a proibição da aquisição de armas de fogo não reduz o crime, muito pelo contrario, mas, somente se mencionam crimes cometidos, sendo que muitas vezes ou na maioria das vezes de acordo com o pais, são praticados com armas ilegais, assim passando uma falsa impressão de que armas por si são um mal. Efeito similar acontece com a aviação civil, em que qualquer fato ainda que corriqueiro ou situação que nem chegam a isso, são super exploradas pela mídia passando a falsa impressão de insegurança sendo que a aviação civil é o meio de transporte mais seguro existente.
        Cabe deixar aqui outro ponto ainda que clichê que o fato do elevado numero de mortes causadas por veículos, aplicando-se o argumentos utilizados sobre armas, ninguém poderia dirigir, visto que a taxa de mortes decorrentes de tal meio de transporte são estarrecedoras. Utilizando referido argumento exposto acima a melhor solução seria cassar a CNH de dos motoristas e proibir utilização de veículos automotores?
        Como já exposto defendo a posse e em alguns casos o porte de armas de fogo, entretanto, ressalto que creio ser fundamental o controle sobre a aquisição destas, desde testes físicos e mentais, até limitar o calibre e armas passiveis de compra.
        Ainda que muito resumido deixo este comentário na esperança que alguém o leia, forte abraço, ainda que ache que role clubismo e que este cresce, sou fã do programa e escuto há 3 (três) anos.

        • Cara, se você realmente me escuta tem três anos, não redigiria esse comentário cheio de clichês e insinuações. Um abraço

          • Gostaria de esclarecer que de fato acompanho a três anos, não concordar com alguma opinião não é impeditivo para não gostar do programa, visto que em minha ótica as noticias possuem caráter imparcial, sendo os comentários opinativos,e estes, ambos temos o direito e dever de contestar, ressalto ainda que não sou “obrigado” a mudar meus conceitos por simplesmente e unicamente escutar o podcast, além disso, não ouvir a opinião contraria e entender o que este deseja dizer é o que leva a sociedade a ruína, escutar a outra parte e buscar conhecer suas fontes é evoluir, e tal processo creio ser de grande serventia, nessa lógica já li muitas de suas recomendações.
            Sobre o clichê eu mesmo disso isso, pelos seguintes motivos, o primeiro é que se trata de um comentário não a defesa de uma tese, e o segundo clichês são fatos de conhecimento geral ou óbvios, o que não implica que sejam falsos, no contexto apresentado servem para simplificar a opinião que desejava ser explanada. Assim o comentário possui o objetivo de instigar a busca de conhecimento de quem o lesse sobre o assunto, para que apartir deste momento elaborar opinião, independente de qual seja ela precisa ser embasada.
            No que concerne as insinuações não redigi com este objetivo, creio ter sido muito claro e objetivo no que pretendia, o único ponto ao qual se pode cair alguma duvida é este “…gostaria somente de acrescentar, ainda que descrente que surtira efeito…”, entretanto gostaria de esclarecer que o se deseja expressar é que poucas pessoas tomarão conhecimento deste comentário, não se dirigindo a você pois sei que é ativo aqui.
            Reitero meu abraço, certo que o comentário pretérito foi esclarecido.

          • Cara, eu não pedi pra você concordar com tudo o que eu digo, eu disse que, se escutasse tem três anos, não falaria as coisas que disse. É como dizer que acompanha por três anos um gastrônomo e fazer insinuações sobre o uso de um tempero que ele repetidamente disse que simplesmente não usa (uma pequena analogia, por favor, sem preciosismos). Ou, como eu brinco nas redes sociais, ligar na Pepsi pra reclamar que a Coca-cola tá em falta no seu bairro.

        • Olá Navarrete, eu li seu comentário e o achei interessante, embora eu não seja fã, muito menos defensor de armas de fogo. Eu não sei qual a política é correta/adequada
          neste tema complexo e seu comentário me fez pensar. Obrigado.

          Pra mim você deixa implícito um incômodo com um possível viés dos hosts do programa (se minha leitura faz algum sentido, digo que às vezes sou acometido de percepção similar).
          Essa sua provocação, categorizada pelo Filipe como “insinuação cheia de clichês” é respondida com um comentário que dá a entender, que o Filipe nega existência de tal viés. Ou,
          sendo mais preciso, que não há um viés que influencie sobremaneira na forma como os dados factuais são tratados nos programas, ou como conclusões objetivas sobre tais fatos são
          obtidas.

          Ao meu ver, é notório que o Filipe faz um grande esforço para se resguardar de críticas desta natureza. Programa após programa, ele responde a comentários/críticas como as
          suas com dados objetivos, exemplos claros. Quando alguém o acusa de algo como: “citar os crimes do lado X, mas não do lado Y”, ele demonstra, com exemplar destreza, que os crimes
          do lado Y foram citados e que não há soberania da virtude em uma posição política diante de crimes contra a humanidade. Vez após vez, ele claramente omite sua opinião ou visão pessoal (percebo isso tanto aqui,
          quanto no NC, quando ele participa deste), exceto em situações quando há um imperativo moral de se posicionar, como em casos relacionados a racismo, violência ou intolerâncias diversas.
          As omissões, quando ocorrem, me parecem sábias em sua maioria. Evitam atritos desnecessários, e que a discussão se perca em um mar de inutilidades.

          Dito isso, eu concordo com o Filipe quando ele proclama que o têmpero do viés não faz parte do cardapio servido por ele neste programa. Me parece justo dizer que o Filipe é
          intelectualmente honesto e que suas visões pessoais são destacadas da apresentação de fatos objetivos e colocadas à parte de forma igualmente clara, às vezes espirituosa, outras vezes
          jocosa, porém, deixando os ouvintes cientes de onde termina o fato e onde começa sua interpretação pessoal.

          São nestes momentos de reflexão pessoal do Filipe que percebemos sua cosmovisão e seu viés (natural a todos), e como é parte de nossa natureza humana, quando não concordamos,
          queremos provocar a contradição (isto quando se tratam de pessoas civilizadas, como me parece no seu caso Navarrete, pois pessoas menos cultas como eu, já partem para a agressão) ou mesmo o conflito.
          Possivelmente não concordo em totalidade com as visões do Filipe. Mesmo porque sou pouco culto para entender grande parte delas.

          Termino dizendo que entendo sua visão e talvez até compartilhe do seu incômodo em muitos casos. Se interpretei mal seu comentário, tenha a nobreza de me desculpar.
          Digo também que entendo e concordo com o Filipe, que mostra seu valor a cada edição com extrema competência. E concluo dizendo que o que me incomoda mesmo é o Mathias
          (essa é a grafia correta do nome? Tenho preguiça de procurar.) que nem de longe mostra a honestidade, clareza e agudez de racicíonio do Filipe, e que é o elo fraco da dupla em
          todas as dimensões relevantes.

          Bsos de Luz

  • Felipe, qual a relação iPhone caro e dentistas?

    • Não sou ele mas tudo bem se eu responder? É uma relação muito maluca e talvez não muito intuitiva, mas que existe.

      Rola que em países onde a prestação de serviço costuma ser mais barata, o preço de alguns bens de consumo (como IPhones) costuma ser mais alto. Já em outros países que tem valores bem altos para prestação de serviço esses mesmos bens costumam ser mais baratos. Não que um IPhone seja tão barato quanto uma paçoca, mas não tem um preço super inflado como acontece aqui no Brasil.

      Não é uma relação de causalidade, mas ambas as coisas rolam mais ou menos pelo mesmo motivo: a forma como a sociedade se organiza. Aqui no Brasil a gente tem a cultura de ser servido por alguém que vale menos, se essa pessoa vale menos ela não precisa receber bem e não pode ter as mesmas coisas que a gente. Então um IPhone super caro serve pra dizer que eu posso pagar por isso e você não, então eu sou melhor que você.

      (Dentistas não entram exatamente nessa categoria, mas porque aqui eles se encaixam na turma de profissionais da saúde. Acabam ficando na elite que deve ser servida)

      Em alguns outros países, tipo sei lá, Suécia, servir alguém é algo muito menos inferiorizado, e esses serviços são vistos
      como qualquer outro trabalho. Portanto a prestação de serviço é bem remunerada, e quem trabalha com isso pode comprar coisas legais também. Não que os salários sejam os mesmos, mas a estratificação social é menos drástica.
      Agora, se a dentista, a manicure, a vendedora e a médica cobrarem alto pelo serviço, vão ter grana para comprar um IPhone também. Se todo mundo pode ter um IPhone, então ele não mais é um símbolo de status, não tem motivo pro preço ser tão inflado como aqui.

      No caso específico dos dentistas tem ainda um agravante para a diferença de preço: nós consideramos ir ao dentista uma questão de saúde, mas em outros países é uma questão estética. Ou seja, não precisa mesmo ser barato já que não é fundamental.

      Enfim, foi mal pelo textão, e eu não tenho ideia se isso passou pela cabeça dele quando fez o comentário, mas acho essa questão bem interessante.

  • Vocês ressuscitaram o professor Ciro Flamarion Cardoso? Ao que me consta ele morreu em 2013.

  • Meus queridos, por favor, me tirem uma dúvida. A Revolução dos Cravos foi de fato um revolução ou golpe? Lhes pergunto isso, pois não foram os militares que encabeçaram o movimento?
    Abraços!

  • Olá, meu nome é Leonardo e sou professor de Inglês em Florianópolis. Apesar do comentário sobre o Cazaquistão, vale ressaltar que apesar da piada sobre todo mundo ter virado analfabeto de um dia para o outro, o país está entre 10 países com maior índice de “literacy” no mundo (em números mais ou menos atualizados). E valendo da oportunidade, vou comentar também que Florianópolis é a capital com a menor taxa de analfabetismo do Brasil segundo IBGE. Fiquei curioso quantos políticos brasileiros seriam reprovados em um teste de Português se aqui tivesse algo parecido! Quero agradecer o programa porque, graças a vocês, minha casa está sempre um brinco e várias vezes vocês me acompanham quando vou visitar minha mãe em Monte Sião/MG em quase 1000 km de estrada. Mande um abraço a minha companheira de escola, a Beatriz, que é a única pessoa que conheço que tem uma rotina podcasteira como a minha e diga que ela canta muito bem.

    (Estou postando de novo com alterações porque não vi o comentário sendo publicado)

  • Vocês comentaram do barco da cientologia, e na verdade a cientologia tem uma organização marítima muito antes das outras organizações de doidos, chama Sea Org, e foi criada pelo próprio Ron L. Hubbard (fundador da igreja) e é bem importante na hierarquia deles. Enfim, se alguém começou a moda foi eles não os terraplanistas.

  • Larissa Fernandes

    na parte factual sobre a Venezuela, esqueceram do fato que militares e Guiado na ponte que dá acesso a base área estavam com armas pesadas. não estavam com flores ou cartazes, eram armas de grosso calibre.

    • Precisa mesmo especificar que militares estavam armados?

      • Larrisa Fernandes

        Se precisa ou não vai de cada um, fiquem a vontade, podcast é de vocês. Não comentei/questionei se é preciso ou não informar.

        O fato é que estavam bem armados, tinha metralhadoras e caixa de balas, aquilo foi um belo all in (usando a metáfora do carteado) que poderia ter custo de muitas fichas. Não era uma simples pistola ou fuzil de mão.

  • Belo podcast, cheguei aqui por um colega meu da Etec Guaracy Silveira, fiquei impressionado com a qualidade da produção de vocês, e me questionei se vocês não tem planejamentos para a expansão deste trabalho?

  • “Mourão tem o zap de td mundo”, vc pegou essa informação aonde? Mas tá um lambe botas esse programa, antes parecia que era proibido falar do Brasil, agora td semana critica.

  • Um forte abraço a vocês, sou estudante de engenharia mecânica, e enquanto estudo os conteúdos da semana ao chegar em casa após o estágio (pois é faço parte da parcela que trabalha e estuda) adoro ouvir os podcasts, pois me lembram o quão boa eram as aulas de história e geopolítica na época da escola, bate uma saudade das matérias de humanas.

    Desejo sucesso 😉

  • Meu nome é André Luiz, sou aluno de biomedicina na USP e um grande apreciador do doce de leite, essa entidade açucarada. Queria dizer que ouço todos os programas, desde o primeiro e vim aqui pedir meus biscoitos por esse meu feito. Obrigado pelos programas e pela torrente de informações e conhecimento que os senhores nos proporcionam e queria deixar aqui meu protesto: Nota 3 em humor? Depois da ADEBRA (Adevogados do Brasil) eu acho que os senhores mereciam um WO automático em cima dos outros podcasts. Um abraço e um beijo no cotovelo de vocês!

    • Fhelipeh e Mahthias (os “h”s são propositais)
      Meu nome é RodolFFo, estudante😭, professor 🤪 e pitaqueiro profissional, embora não reconhecidos, dou pitacos, como poucos.
      História e agora Ciências Sociais são as graduaçõe com as quais esse que vos fala, idiotamente quer ganhar dinheiro.
      Estudo atualmente no IFG Goiás.
      Mande um Salve para o Roberto Maceda, consegui, com muito custo, converte-lo a ouvir podcast, e tão logo ele abandona o curso =(
      Que ele ouça e volte a estudar, sinto falta de alguém para comentar os episódios do Xadrez Verbal.
      Ouço solitariamente há pelo menos 3 anos…. Preciso de algum amigo para conversar sobre podcast…

  • Filipe, Matias, queria complementar a questão dos Democratas vs William Barr: o partido Democrata está em pânico desde que saiu o relatório Mueller. Os membros do partido ficaram sem munição pra atacar o governo Trump, que justamente ganhou força e segue ganhando popularidade como o XV relatou corretamente a época do relatório. O objetivo Democrata agora é estender a briga Mueller vs Barr o máximo que puderem, com o intuito de deslegitimar o procurador geral. Por quê? Porque há uma articulação em andamento para que se investigue os investigadores do caso Russiagate, o que incluiria no bolo o ex-diretor do FBI, James Comey, os agentes Lisa Page e Peter Strzok, Hillary Clinton, Obama e PRINCIPALMENTE o candidato a presidente favorito do establishment Democrata, Joe Biden. Se por um lado o comportamento e respostas do Barr são questionáveis pela Nancy Pelosi, por outro não há nada impedindo que o Barr reverta a “caça as bruxas”, até porque parte do povo Americano está indignado com os custos da investigação que não deu em nada e espera algum tipo de compensação. Qualquer tentativa de barrar Wiliam pode ser vista justamente como aquilo que acusam Trump: abuso de poder e obstrução de justiça. A alternativa mais viável as Democratas seria partir para o processo de impeachment, porém sem apoio Republicano correm o risco de uma nova derrota acachapante. Portanto fica aqui a sugestão que o partido Democrata mude de estratégia, faça uma auto-avaliação, e quem sabe até consiga passar alguma legislação em comum acordo com os Republicanos a fim de ter algo para 2020, porque neste momento a pior coisa que pode acontecer com o partido é justamente aquilo tudo que eles contavam que fosse acontecer com o presidente Trump (pelo qual não tenho menor simpatia que fique claro). Abraços

    • Olá a todos,

      Sou Marcos de Londrina-pr, formado em Sistema de informações pela Puc-pr e pôs graduado em análise de projetos pela Universidade Estadual de Londrina.
      Gostaria de saber se é uma tendência mundial a movimentação política para a direita e se sim, qual seria o possível motivo?
      Outra coisa, o que se resolve primeiro, o ciclo de eleições eternos na Espanha ou o Brexit?

      Parabéns pelo podcast e se puder manda um abraço para minha esposa, Bruna Fernandes….quem sabe assim ela começa a escutar o podcast (estou tentando….rs)

      Abraços

  • Bom dia boa tarde boa noite

    Filipe sobre o Gabriel o pensador não é um álbum é uma música chamada brazuca do álbum nadegas a declarar

    Abraço

    Robson L. Barcelos
    Vila velha ES

    • Alexandre Ferreira

      Olá Filipe e Matias, sou Alexandre, tenho 23 anos, sou Polícia Militar no Estado de SP, escuto vocês a cerca de 2 anos graças a indicação de um professor no curso de direito, escuto em blocos no caminho de ida e volta da faculdade que dura aproximadamente 30 minutos. Agradeço muito pelo programa sensacional e que o programa sempre tenha esse tamanho, para poder escutar a semana.

  • Oi Filipe, Matias, sou o @sergiovds, podcaster desde 2005, e um engenheiro já sexagenário que tem a mania de ouvir muitos podcasts; o XV ouço desde o princípio. Parabéns! Venho apenas para complementar a info sobre a troca de vocabulário do Cazaquistão.
    Quem quiser ouça oo leia o episódio 20 da 1ª temporada “O Cazaquistão decidiu trocar o alfabeto” do meu podcast Ex Libris. Links:
    iPhone: bit.ly/exlibrisRSS
    Android: bit.ly/RSSGoogle
    Spotify: bit.ly/ELSpotify
    Youtube: youtu.be/65rdKcDsuX0
    RSS: bit.ly/2xjbUN6

    TRANSCRIÇÃO medium.com/@sergiovds ou idigitais.com/2019/1184

    Abraços e sigam em assim. Belo trabalho informativo sobre política.

  • Caros Filipe e Matias,
    Essa questão dos Yazidi ficou na minha cabeça. Vocês conhecem o podcast Caliphate, do New York Times? A jornalista Rukmini Callimachi faz um trabalho muito legal de investigação sobre o Daesh e o episódio 9 (partes 1 e 2) trata da questão das meninas Yazidi. A Rukmini entrevista uma menina que foi levada com 13 anos e foi mantida como escrava sexual por 3 anos. Pela explicação do podcast, já era parte da sociedade essa proibição de se relacionar com externos e isso era usado como forma de chantagem para as mulheres se renderem a sua situação, do tipo “não adianta querer voltar para o seu povo, porque você se relacionou com um Muçulmano e você não vai ser aceita”. É surreal pensar que depois de tudo que essas meninas passaram, elas ainda sofrem rejeição do seu próprio povo.
    Enfim, vai ser legal se, como você disse, vocês fizerem um bloco sobre questões relacionadas em outra oportunidade.
    No mais, obrigada pelo trabalho excelente de sempre.
    Abraços de Gotemburgo, na Suécia.

  • Filipe, sou estudante de história da UFF, meu tio é formado e mestre em história pela UFF, inclusive ele teve aula com o Ciro Flamarion Cardoso (eu não tive essa sorte, ele morreu em 2013 e é reverenciado na universidade) e eu nunca tinha ouvido falar dessa rivalidade, tudo que eu sei é que o curso da UFF é o melhor curso de história da América Latina e que com esse novo corte eu não sei se vou me formar

  • Fhelipeh e Mahthias (os “h”s são propositais)
    Meu nome é RodolFFo, estudante😭, professor 🤪 e pitaqueiro profissional, embora não reconhecidos, dou pitacos, como poucos.
    História e agora Ciências Sociais são as graduaçõe com as quais esse que vos fala, idiotamente quer ganhar dinheiro.
    Estudo atualmente no IFG Goiás.
    Mande um Salve para o Roberto Maceda, consegui, com muito custo, converte-lo a ouvir podcast, e tão logo ele abandona o curso =(
    Que ele ouça e volte a estudar, sinto falta de alguém para comentar os episódios do Xadrez Verbal.
    Ouço solitariamente há pelo menos 3 anos…. Preciso de algum amigo para conversar sobre podcast…

  • Igor Coura de Mendonça

    Eu estou ouvindo o programa de 19/abril. Uma curiosidade: no livro Unified Growth Theory, o autor Oded Galor divide o “ocidente” em “western” e “western offshoots”: este último para designar os países que “derivaram” ou tiveram suas raízes institucionais e econômicas afetadas pela influência do oeste europeu. No caso ele lista os países EUA, Canadá, Japão, Nova Zelândia e Austrália, porque ele ainda separa os países em desenvolvimento dos desenvolvidos.

    A divisão seria algo como: oeste europeu, derivados do oeste, leste europeu (incluindo Rússia), oriente médio (incluindo norte africano), leste (incluindo Índia, China e os demais países da Oceania), América latina e África subsaariana.

    Essa divisão dele é muito útil para quem estuda transição demográfica e crescimento econômico, por causa das similaridades dentre os países desses grupos.

    Mas enfim, o interessente é a sugestão de falar “western and western offshoots”, tipo “o Ocidente e seus derivados”.

    E fala pro Matias que nós atleticanos respeitamos sim a Florida Cup sãopaulina!! hehe

    Abraço

  • Sobre o banimento de “extremistas de direita” Isso já acontece direto com todos os influenciadores. A exemplo do próprio Olavo que vive banido.
    Sobre a Infowars e alt-right sinceramente fiquei decepcionado, chamar todo mundo de nazista, sério, eu pensava que fossem mais a fundo do que isso. A Infowars assim como boa parte do conservador médio americano/republicano é declaradamente pró-Israel e sionista como o próprio Bannon. Milo Yiannopoulos é declaradamente um sionista e etnicamente judeu, como o cara pode ser neo-nazi? Ele na verdade é declarado inimigo e anti-islã como o próprio Paul Joseph Watson que também vai nessa mesma cosmovisão. Isso sim você pode dizer.
    Esperava esse argumento de chamar os outro de nazista do baixo-clero da esquerda e não de vocês.

  • Filipe e Matias, parabéns pelo programa! Ouço a quase dois anos e gosto muito!

    Nesse ultimo quando vocês falam de jogador de futebol poder agredir em alguns casos(racismo, por exemplo) vocês estão dando uma opinião parecida com a desse cara:

    Sobre a musica de encerramento, adoro Beth Carvalho, e não conhecia essa. Muito obrigado por isso!

    • Sério mesmo que você tá comparando uma reação de alguém que sofre racismo, ou seja, uma violência por ser quem ela é, por ter nascido daquela maneira, não como consequência de ter cometido algum crime ou qualquer ação, com a eventual violência desproporcional de um agente do Estado? Sério?

      • Certo, mas meu ponto é: sim eles não são um poder estatal, okay, você está coberto de razão, mas também não são pobres coitados. E podem usar sua imagem pública, essa enorme exposição, pra fazer muito mais do que com os próprios punhos. Por exemplo, como fez o Daniel Alves quando o lançaram pra ele uma banana em campo; o deboche dele correu o mundo.

  • Filipe e Matias, meus parabéns pelo programa, segue sendo um dos mais relevantes no país! Também sou podcaster lá no Curta Ficção e sou filho da Maria Dantas, a brasileira eleita na Espanha que vocês mencionaram e convidaram pra participar. Se tiverem interesse posso fazer essa ponte. Um abraço 🙂

  • Boa tarde,

    Sou Pedro Vitor, formado em história pela UFRJ, ouço semanalmente vocês enquanto vou para academia ou estou no transporte público. Também sou apaixonado pelo fronteiras, pois estudo o futebol argentino, mais precisamente, a construção de identidades durante a transição da era amadora para a professional.
    Queria apontar a canelada que você deu ao mandar cumprimentos ao professor Ciro Flamarion que faleceu em 2013.
    Também gostaria de dizer que a rivalidade entre as escolas de história de Riio e Sp é forte na UFRJ devido ao ART (laboratório antigo regime nos trópicos). Fiz a disciplina de Brasil colonial com um professor que fez questão de pontuar como a galera de sp ainda está preso na década de 80 ao manter como base argumentativa interpretações “marxistas radicais”. Ou seja, a galera aqui do ART faz questão de sempre que pode cutucar a galera de SP.
    Por último, gostaria que vcs mandassem um salve para minha irmã Elisa Menezes que ouve vcs rigorosamente toda semana enquanto trabalha em seu ateliê, inclusive, ela criou seu próprio podcast semanal chamado “Ciladacast”. Foi ela quem me apresentou essa maravilha e o fronteira invisíveis, estou viciado em todos os dois.

  • Olá.Parabéns pelo trabalho de vocês e gostaria de agradecer pela inspiração. Foi depois de ouvindo vcs desde o começo do ano que eu tomei coragem e criei um podcast com um amigo para falar dos jogos da rodada do brasileirão que são menos comentados na TV brasileira (o nome do nosso programa é Escanteio Curto – estamos no spotify). Não sei se pode fazer jabá (se puder, ótimo; se não, perdão), mas gostaríamos de agradecer pela inspiração. Valeu e um abraço.

  • Olá meus caros Matias Pinto e Filipe Figueiredo (o homem por trás do tabuleiro).
    Amo o programa de vocês, que me faz companhia nesse novo mundo que estou (estou morando fora do meu estado, longe de família, amigos e etc). Vocês me fazem muita companhia com o Xadrez Verbal e com o Fronteiras Invisíveis do Futebol. Vocês tornam os meus finais de semanas que passo sozinho um pouco menos solitário e muito mais alegre. Mas vocês têm que se controlar, pelo o amor de Deus. Vocês tem que parar de ficar sugerindo isso para os seus ouvintes:
    “ain, chega na crush e fala isso”,
    “chega na @ e fala aquilo”,
    porque tem uns babacas que nem eu que são muito influenciáveis, e acabam achando isso uma boa ideia. Estou com uma queda enorme por uma moça do meu Campus e considerei a ideia de chegar para ela e falar aquela curiosidade sobre o arquipélago espanhol chamado Ilhas Canárias (aquele sobre o pássaro e o cão). Mas, como pensei bem antes de chegar na @ e falar isso, cheguei em um colega meu e tentei falar essa curiosidade. No meio da minha fala, ele virou para o lado e começou a falar outra coisa com outra pessoa, me ignorando *totalmente*. Passei muita vergonha! Mas, graças a Deus, não cheguei diretamente na @ e mandei essa. Poxa, imaginem o que aconteceria se eu tivesse chegado nela e mandado essa cantada horrível ? kkkkkkkkk! Ia passar uma vergonha do tamanho da Rússia.

    Brincadeiras à parte, se vocês puderem mandar um abraço para um ser chamado José Hamilton de lá de Antônio Gonçalves, na Bahia, ficaria muito agradecido, tenho certeza que ele amaria vocês, mas ele tem medo do tamanho do programa. Se puder, depois dessa mancada sobre as Ilhas Canárias, mandar alguém da UTFPR de Ponta Grossa vir falar comigo sobre Política Internacional, ficaria agradecido, pois ouço o programa de vocês e não tenho com quem comentar (sou um calouro de BBC com sotaque de baiano), vocês são demais, obrigado por existirem ❤

  • Olá, amigos, meu nome é Oscar, sou aluno de mestrado em Gestão Ambiental do IFPE, campus Recife. Sou ouvinte recente do programa e já virei fã. Ouço ele às segundas-feiras durante o expediente de trabalho na multinacional canadense pela qual trabalho atualmente. Sobre o programa do qual vocês comentaram sobre comida coreana, há um restaurante aqui, em minha cidade, chamado Burgogui, cujo prato principal é o homônimo do restaurante que é uma alface “so fucking hard” apimentada. Os donos são um casal, cada um de uma Coreia (Norte e sul). No domingo, no caso ontem, durante a missa, o padre da paróquia de São Paulo apóstolo, no bairro de Jardim São Paulo, falou sobre a perseguição que os cristãos sofrem no mundo e citou o caso do Sri Lanka, faltou pouco pra levantar a mão na amissa e gritar “há controvérsias! O ataque foi uma retaliação do ataque à mesquita na Nova Zelândia. Aproveite e cite também a perseguição do LRA no centro da África às demais religiões” hahahahahahahaha. Mandem um abraço pros alunos do nosso mestrado, estamos precisando nesse momento apreensivo da educação e do meio ambiente em nosso país. Um forte abraço!

  • Aproveitando o ensejo, há uma proposta no site “Ideia Legislativa”, do senado federal, de minha autoria, que regulamenta a profissão de pesquisador acadêmico em nosso país. Se puderem divulgá-la (e deixarem o vosso apoio lá) entre os ouvintes, ficarei muito feliz por isso:

    https://www12.senado.leg.br/ecidadania/visualizacaoideia?id=122499

  • Felipe, Ouvi o podcast Café da Manhã da folha de são Paulo nesta segunda feira dia 06/05 e em 20 minutos tentaram vender a ideia que alegar interesse dos EUA no petróleo da Venezuela é uma visão atrasada que não passa de uma teoria da conspiração.
    É claro e óbvio que há também o interesse eleitoral na Flórida como foi citado no programa, mas jogar esse interesse do petróleo na conta da teoria da conspiração só nos leva a crer que: ou até o ex diretor do FBI, Andrew McCabe, é conspiracionista ou já temos esse episódio como grande candidato a Menino Neymar da semana.

    Obs.: Universidade Estadual da Bahia existe mas infelizmente não se chama UEBA, ela se chama UNEB. Rsrsrsrs

    • Leandro, ouça os programas anteriores, eu não disse que isso é teoria da conspiração, eu disse que o interesse no petróleo não é só o que explica. Além disso, se trata mais de afastar a China do petróleo venezuelano.

      • Olá Filipe. Eu não disse que foi o Xadrez, quem afirmou ser uma teoria da conspiração foi o podcast Café da Manhã da folha de são Paulo e exatamente por isso a minha dúvida.
        É claro que o petróleo por si só não explica mas, a folha está correta em afirmar isso como uma teoria da conspiração ou foi uma abordagem sensacionalista feita por eles?

        Sobre os interesses eleitorais de Trump, não há dúvidas. Vocês sempre trabalhei abordam isso com muita clareza.

  • Willyan Oliveira da Silva

    Nobres camaradas Matias e Filipe, me chamo Willyan e sou acadêmico de geografia na UFMS (Universidade Federal do Mato Grosso do Sul), ouço Xadrez Verbal (XV) a cerca de 01 ano e gostaria de parabenizá-los pelo excelente trabalho desempenhado por vocês. O XV é a minha companhia diária durante as intermináveis filas do Restaurante Universitário.
    Gostaria também que mandassem um abraço ao meu colega de sala, Fernando Menezes, que me iniciou nessa rotina viciante de ouvir os podcasts.
    Sugiro inclusive que vocês façam um programa do Fronteiras Invisíveis do Futebol sobre o Mato Grosso do Sul, principalmente neste momento onde o glorioso e tradicional Operário voltou a disputar competições nacionais após um longo e doloroso hiato.

    Para finalizar, vocês comentaram durante o Giro de Notícias sobre o fenômeno meteorológico que assolou a India e Bangladesh. Na verdade, o que o ocorreu lá foi uma “tempestade ciclônica severa”, basicamente tem o mesmo processo de formação e as mesmas características, contudo a diferença de nomenclatura ocorre conforme a localização geográfica de onde acontece o evento.

    Referência: http://www.dca.iag.usp.br/material/ricamarg/ACA0430/Aula05_CA_CiclonesTropicais.pdf

  • Salve, Filipe e Matias!
    Meu nome é Gabriel Rezende. Sou de São Paulo (sp). Escuto o Xadrez há um ano mais ou menos graças à minha namorada, Camila Medeiros. Ela é ouvinte desde o início e já a vi convencer uma galera a escutar o trabalho de vocês. Ela é a maior fã. Tenho certeza disso.

    Descobri no último programa que o Xadrez faz aniversário no mesmo dia que a Camila,ou seja, 8/05. Então vocês podem mandar os parabéns pra ela durante a leitura dos comentários na edição desta semana? Ela vai ficar super feliz. Ela realmente gosta muito de vocês.

    Vocês fazem um trabalho incrível. Parabéns pelos 4 anos e que venham muito mais!

  • Olá, Felipe achei que vcs iriam falar da eleições locais aqui no Reino Unido, na qual que o grande ganhador foram os partios pro-europa/anti-brexit, o LibDems ganhou mais de 600 postos. O Conservador perdeu mais de 1000, o Trabalhador 60+ e o Ukip perdeu 31.

    https://www.theguardian.com/politics/ng-interactive/2019/may/02/local-elections-2019-live-results-for-english-councils

  • Boa tarde.
    Me chamo Lucas Faria, moro há 4 anos em Portugal, na cidade do Barreiro, expulso pela especulação imobiliária de Lisboa há alguns meses.
    Vim para cá acompanhando minha companheira que veio fazer mestrado em direito na Universidade de Lisboa. Notei que o ambiente universitário, ao menos na FDUL ainda é muito arcaico, uma cátedra fechada onde não é incomum o estudante querer falar com o professor ser considerado uma ofensa. Apesar de ser paga, a Universidade pública daqui ainda é ocupada em sua maioria por jovens portugueses de famílias tradicionais e mais ricas onde o comportamento hierárquico e até “escroto” é normal, sobretudo nessas tunas, que são grupos que andam com vestes próprias (de onde tiraram as vestes do Harry Potter) onde se praticam trotes abusivos (eufemismo) nos calouros o ano inteiro.
    Sobre a questão do “zuca” eu nunca vi qualquer tipo de tom pejorativo, sendo o diminutivo de brasileiro/brazuca, da mesma forma que nunca vi nem ouvi falar de português se ofendendo por ser chamado de Tuga, termo muitas vezes assumido por eles mesmos.
    Talvez haja algum contexto histórico referente aos termos que eu desconheça, mas penso que não haja mesmo esse tom pejorativo.
    Grande abraço! Obrigado pelo trabalho!

  • Eu estou em processo de vestibular (pelo segundo ano), Pretendo fazer economia na USP e acompanho o podcast desde janeiro por recomendações dos professores e vem me ajudando muito com questões de atualidades, história e geografia, queria agradecer, vcs estao fazendo parte desse meu processo bem difícil

  • Eduardo Cormanich

    Grande Filipe e Mathias!
    Queria deixar meu comentário sobre a atuação dos bravos bombeiros de Minas Gerais em terras africanas. Exatamente hoje, dia 07/05, retornaram após 40 dias, uma equipe de 20 bombeiros militares que também haviam atuado no crime(desastre?) de Brumadinho.
    A experiência que esses militares tiveram com o ocorrido em Brumadinho os capacitou e os preparou psicologicamente para atuarem no cenário moçambicano, no qual atuaram nas mais variadas frentes: desde distribuição de água e mantimentos às crianças, até ensinando técnicas básicas de atendimento de primeiros socorros e como combater incêndios.
    Seria uma grande honra que você pudesse enviar um grande salve a todos os bombeiros de Minas Gerais, e a todos os bombeiros que, cotidianamente, se doam em prol da vida de pessoas que eles nem mesmo conhecem.
    Grande abraço e obrigado, como sempre, pelo ótimo trabalho.

    Ah,.., aqui vai um link com algumas informações:

    https://www.otempo.com.br/cidades/ap%C3%B3s-miss%C3%A3o-em-mo%C3%A7ambique-bombeiros-voltam-para-bh-e-nova-equipe-embarca-1.2177792

    https://noticias.r7.com/minas-gerais/apos-40-dias-bombeiros-de-minas-voltam-de-missao-em-mocambique-06052019

  • Não lembro de ter visto o Filipe respondendo a tantos comentários, vou assistir esse programa que deve estar bom.
    Eu comecei a apoiar o projeto no padrim, mas ainda não recebi nenhum e-mail de vocês.

  • Rafael de Carvalho Oliveira

    Queria deixar um comentário referente ao termo BRASUCA, BRAZUKA e seus derivados.

    Morei um ano em Portugal, tenho família lá e muitos amigos, boa parte deles me chamam de BRAZUKA, mas como um apelido normal (aqui no Brasil me chamam de Portuga, por exemplo).

    Acho que a palavra não tem conotação negativa, claro, que depende da forma que for usada na frase, mas no geral remetem a uma coisa boa, a cultura brasileira é muito forte por lá, com escritores, cantores e diversos artistas fazendo muito sucesso, mas também sempre tem aqueles 10% de preconceituosos, onde já tive a infelicidade de conhecer uns 02 desses.

    Nesse um ano fiquei escutando vocês lá do Conselho de Arouca (do famoso ponto turístico PASSADIÇOS DO PAIVA) no Distrito de Aveiro, há 30km.da cidade do Porto.

    Abraços e parabéns pelo trabalho, de um sofrido torcedor da Portuguesa de Desportos

  • Tenho família nas Ilhas Canárias e fiquei emocionado com a menção ao arquipélago. Viva o Tenerife e o Las Palmas. Em tempo, meu avó e alguns dos irmão vieram para La Plata nos anos 50. Não é Uruguai, mas é quase. (Georgraficamente! Que uruguaios e argentinos não leiam isso). Abraços!

  • Olá, pessoal! Adoro o programa, mas deixem-me consertar um erro de português de vocês – presente principalmente nesse último cast – que é muito ruim de escutar, embora eu entenda perfeitamente de onde ele vem.

    No inglês, o nome dos EUA sempre faz concordância no SINGULAR: “The United States HAS…”

    Porém, no português, a concordância é no PLURAL: “Os Estados Unidos fizeram…”

    De acordo com Celso Cunha (Nova Gramática do Português Contemporâneo), nesse caso, a ocorrência da concordância no plural ou no singular depende da utilização do artigo, contudo o artigo “os” antes de Estados Unidos é imprescindível, o que torna a conjugação verbal no plural obrigatória.

    Portanto, nada de “Os EUA fez…”, como no inglês. Não se trata de uma opção válida.

    Abraços e bom trabalho!
    Adoro o podcast!

  • Olá Filipe e Matias! Sou ouvinte recente e gosto muito do podcast. No início do programa, durante os comentários, vocês mencionam a Fundação Calouste Gulbenkian, é um museu de arte em Lisboa, tem obras incríveis, desde a antiguidade clássica, porcelana chinesa, tapeçarias até estátuas do Roudin e pinturas de Rembrandt. Abraços!

  • Padrino é o título do filme ”o poderoso chefão” em espanhol. A principio pensei que vocês estavam zoando mas depois vi que era realmente o nome do cara kkkkkk
    Abraço
    Igor – PE

  • Gabriel Gualberto

    Sobre a eleição na Espanha, é interessante o fato de que uma coalizão atualmente entre todos os partidos Republicanos, da direita e esquerda, provavelmente conseguiria mais de 2/3 no Senado e no Congresso, o que seria suficiente para colocar novamente uma faixa roxa na bandeira espanhola. A questão é se haverá movimentação popular suficiente nos próximos tempos, e se o PSOE ira comprar essa briga em um momento que eles estão tão confortáveis. Que reviravolta seria se no momento que todos esperavam um fortalecimento do franquismo uma Terceira Republicada fosse proclamada.

  • Olá! Sou Matheus, falo de São Paulo-SP, e não vi se já comentaram por aqui, mas cabe ressaltar (especialmente pra caso o papo esteja dando certo com xs crushes) que, como citado, as ilhas canárias têm seu nome de cães, as aves canárias têm seu nome das ilhas, o termo tem relação com o Uruguai enquanto apelida a seleção brasileira e dá nome a seu mascote pistola, e, apesar disso, a ave-símbolo do Brasil é, desde 2002 (em decreto assinado pelo tucano FHC), o Sabiá Laranjeira, por sua presença disseminada no território e cultura nacionais.

  • Dica cultural: já que a novela do Brexit ainda está em hiatus, venho aqui recomendar um filme que, demonstrando a maravilhosa capacidade criativa dos idealizadores, carrega o título de “Brexit”. De qualquer jeito, vale a pena só pela ver o Doutor Estranho interpretando o Dominic Cummings.

  • Bruno Leonardo Amorim

    Olá, rapazes.
    Faz um tempo que não comento por puro desleixo, mas voltei a criar vergonha na cara.
    Primeiramente, eu ia justamente comentar sobre a diferença entre seppuku e harakiri ser apenas em questão de pronúncia, mas o Petrus Lucchesi acima acabou fazendo um comentário mais elaborado, fazendo com que se eu apresentasse aqui meus conhecimentos de otaku soaria repetitivo.
    Queria dizer que esta semana estou iniciando no curso de História da Universidade Federal de Alagoas, no campus Maceió, e, que fique claro, não os culpo por isso. Entrei nessa “cova” chamada História por culpa da Paradox e da Creative Assembly que me despertaram para esse interesse que era latente dentro de mim até eu jogar Rome Total War I há uns 8 anos atrás e só cresceu a cada novo jogo, mas devo admitir que vocês fizeram um bom trabalho como “coveiros”.
    No fim, escuto vocês a quase um ano e continuo a admirar o trabalho de vocês, e até voltar com um comentário mais construtivo no futuro, continuarei a me aproveitar do conhecimento que vocês compartilham.

  • Caros, me chamo Athos Juliano, sou economista, perito econômico financeiro. Primeiramente agradecer por me proporcionar um treino de inglês, pois quando o novo prefeito de Istambul tomou posse conversei com uma turca pelo Instagram que no início do ano fez intercâmbio e se hospedou na casa da minha vizinha. E em segundo, deixar minha objeção a música em homenagem a Madrinha do samba e da torcida do BOTAFOGO, pois ela compôs uma música em homenagem ao Glorioso Alvinegro e outras são cantadas pela torcida tanto em apoio como também em crítica ao time. Saudações alvinegras (Botafoguense e do Carijó da Avenida o Corumbaense).

  • O presidente Jair tem razão pelo medo da volta da Kirchner ao poder, ainda mais agora que o BR conseguiu um negócio lucrativo com a venda de abacates para Argentina, imagina se ela resolve acabar com essa parceria, seria um rombo enorme no orçamento da União . ~ironia~
    Agora, a parte do Xeque com a abordagem da Venezuela, fico muito boa!!! 😀
    E a sensação é bem essa, é tanta guerra de informações e fake news que a gente nem sabe o que, de fato, está acontecendo.
    Ah e o filme “Estrada sem lei” é muito bom mesmo, as paisagens do filme são lindas!

  • Apenas para registrar um obrigado pro pessoal do Xadrez Verbal. Sou analista do Banco Central e ouvir os podcasts semanais é um auxílio interessante ao proporcionar, em certos aspectos, um melhor entendimento dos movimentos financeiros e econômicos entre os países. Gde abraço.

  • Alexandre Bandeira de Andrade

    Olá! Sou aluno de Direito da UERJ e estou realizando um intercâmbio acadêmico na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa. Acompanhei todo episódio da placa que fazia referência em atirar pedras nos “zucas”.
    Os alunos que colocaram a placa, de fato, pertencem a um coletivo que realiza sátira sobre os acontecimentos da faculdade. Esse grupo surgiu após o 25 de abril como uma resposta aos anos de censura.
    A placa ficou exposta pouco tempo, pois assim que a direção da faculdade constatou o ocorrido a placa foi removida. Contudo, a essa altura, um protesto dos alunos brasileiros já havia se mobilizado em frente a faculdade. Com o passar da tarde, estudantes brasileiros de outros cursos se juntaram com os alunos da FDUL. Foram 2 dias de protestos.
    O grupo de sátira queria ironizar a quantidade de alunos brasileiros no mestrado. Segundo um jornal local, 22% dos alunos da faculdade são brasileiros, porém após as últimas avaliações para o ingresso no mestrado, o número de brasileiros chegaram a quase 60%. Como se já era de imaginar, muitos portugueses não ficaram contentes, reclamando que o método de avaliação atual beneficiam os alunos brasileiros, tendo em vista que o CR é um dos critérios de avaliação. Segundo mtos alunos portugueses, as universidades brasileiras são menos rígidas e, por isso, mais fáceis de obter um bom CR. Eles falam isso sem ter nunca pisado em uma instituição brasileira.😑🤦🏾‍♂️
    Ao longo da semana, vi mtas pessoas passando pano para a “piada”, dizendo que uma brincadeira não deveria ser levada tão a sério. Inclusive, a professora da cadeira de Direito da União Europeia.
    Os portugueses também se assustaram com a repercussão do infeliz episódio, que rendeu até mesmo um pedido de explicações do embaixador brasileiro em Portugal para a Universidade.
    Obs: eles realmente não tem dimensão do tamanho do Brasil.
    Sobre os convênios, muitas universidades brasileiras, como a UERJ, possuem convênios com universidades estrangeiras que funcionam através da reciprocidade. Logo, o aluno que vem estudar fora através desse programa não paga propina (mensalidade).
    Contudo, nunca tive a oportunidade de estudar com um aluno estrangeiro no meu curso. Aqui na FDUL, uma turma de Direitos Fundamentais foi aberta exclusivamente para atender alunos intercambistas brasileiros.
    Uma pena ter acontecido esse episódio, mas pior ainda foi ver que muita gente passou pano.

    Forte abraço!

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