Xadrez Verbal Podcast #460 – Lula encontra Trump
Programa com duas participações especiais! Lula se encontrou com Trump na Casa Branca e recebemos Guilherme Casarões para analisar o encontro. Diego Kerber nos explica sobre o uso de sistemas de código aberto por governos. E, claro, passamos pelo Oriente Médio e pela nossa quebrada latino-americana. Giramos pelo mundo, a semana na História, Economia com a professora Vivian Almeida, peões da semana e dicas culturais fecham mais um programa da sua revista de política internacional em formato podcastal!
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Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.
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Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
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Olá Filipe e Matias! Sou de Florianópolis e gostei de ouvir a efeméride do centenário da Ponte Hercílio Luz. Como nasci em 91, minha juventude inteira só conheci a ponte como cartão-postal mesmo, já que ela foi fechada em 89 para uma reforma que durou 30 anos. Ela reabriu no final de 2019, quando eu morava em São Paulo, e, com a pandemia que veio no ano seguinte, demorei quase um ano para poder passear nela pela primeira vez.
Quanto à polêmica do nome da cidade, sou partidário de voltarmos não para Desterro, que é um nome que remete à época em que ser mandado para cá era uma punição, mas sim para o nome indígena original de Meiembipe. Mas infelizmente sou minoria nessa causa.
Mandem por gentileza um abraço para meu tio e ouvinte de vocês, o Nilton Branco, que frequentemente comenta aqui também. Abraços também para os dois, para a Fernanda, para a Vivian, para o Guilherme e o Diego.
E antes que eu me esqueça: SAUDAÇÕES AVAIANAS!!
Nosso Careca do Adrena, o Diego, tinha que virar figurinha recorrente no Xadrez Verbal. Cada vez mais a tecnologia anda fazendo parte da geopolítica global e ele é um cara muito massa e muito didático. Abraços paro o Filipe e Matias e, em especial, para o Diego. Bom demais ouvi-lo por aqui!
Gostei da participação do Diego falando sobre Linux e endosso o apelo dele para as pessoas experimentarem.
Pra quem tem receio de instalar Linux porque usa programas de Windows para o trabalho ou estudo, não precisa se preocupar com isso, tem como separar uma parte do HD do computador para instalá-lo, e quando você liga o computador pode escolher se você vai entrar com Windows ou Linux (dualboot).
Eu não manjo de computação, fiz isso há uns anos com tutoriais do youtube e uso IA pra tirar dúvidas; dá pra se virar muito bem.
Recomendo fortemente o canal Tecnologia e Classe (TeClas) no youtube para esses temas de software livre com política internacional, é muito bom.
Por fim, quero mandar um abraço para o Kauê e para o David, velhos amigos de faculdade e mestrado que sempre ouvem o Xadrez Verbal até o final!
Olá Felipe e Matias! Vou colocar aqui a linha de ônibus 461 – Jardim Ouro Cola via Bunge, da cidade de Maringá -PR, que peguei durante o período que estava fazendo estágio, há uns quatro anos atrás. Como era uma das poucas linhas que ia até o Parque Industrial, sempre estava lotada (não sei como está hoje em dia). Além disso, o trajeto atravessa a linha férrea que passa pela cidade, então quando o trem estava passando, o trânsito ficava parado por um tempo.
Saudações alviverdes ao Filipe e um salve para o pessoal de Engenharia Química da Universidade Estadual de Maringá (UEM).
Comentário tardio sobre esquemas táticos com o número do podcast. No Brasileirão-16, tivemos o “magnânimo” 4-6-0 de Dorival Junior pelo Santos contra o Corinthians em Itaquera, em uma evidente tentativa de segurar o empate. Obviamente, não deu certo: 1×0 Corinthians, gol de Giovanni Augusto.
Prezado Philipe Figueiredo, bom momento.
Sou um ouvinte assíduo do Xadrez Verbal e do Fronteiras Invisíveis do Futebol. Gostaria de fazer apenas um comentário sobre o último programa (08/05), especificamente sobre a coluna especial do jornalista Diego Kerber a respeito de código aberto.
Do ponto de vista técnico, não tenho observações a fazer. No entanto, acredito que a coluna deixou de explorar de forma mais aprofundada as motivações políticas por trás do tema. A análise menciona que a substituição de tecnologias proprietárias de empresas americanas por soluções de código aberto é uma política francesa, mas esse movimento não é exclusivo da França — trata-se, na verdade, de uma diretriz mais ampla da União Europeia.
A França acabou ganhando maior destaque na notícia por conta do tamanho de sua economia e do impacto direto que essas decisões têm sobre grandes empresas americanas. No entanto, processos semelhantes vêm ocorrendo em outros países europeus, como o estado de Schleswig-Holstein, na Alemanhã[i], o governo dinamarquês[ii] e até mesmo o Tribunal Penal Internacional[iii]
Essa é uma tendência, que ganhou ainda mais urgência nos últimos anos em razão dos diferentes crimes cometidos por meio das redes sociais[iv] e do compartilhamento de dados entre empresas de tecnologia e o governo dos Estados Unidos[v]
A China, motivada pela crise envolvendo a Huawei[vi], adotou uma postura ainda mais radical. O país passou a incentivar fortemente o desenvolvimento de tecnologias próprias — mesmo quando alternativas já existem — como forma de evitar qualquer tipo de constrangimento ou dependência externa. Isso vale inclusive para tecnologias de código aberto, como demonstrado no episódio em que Linus Torvalds restringiu a colaboração de desenvolvedores russos ao kernel do Linux em decorrência da guerra na Ucrania[vii].
No caso chinês, esse esforço se traduz na construção de um ecossistema tecnológico completo, que vai desde a comunicação com o hardware[viii] até o desenvolvimento de um sistema operacional 100% nacional para smartphones[ix].
[i] “Estamos fartos do Teams”: estado da Alemanha vai abandonar apps da Microsoft; entenda
[ii] Dinamarca quer trocar Windows e Office pelo Linux e LibreOffice
[iii] Tribunal Penal Internacional abandona Microsoft Office e adota OpenDesk em nome da soberania digital
[iv] Meta é condenada a pagar US$ 375 milhões por exploração sexual infantil
[v] CLOUD Act
[vi] “Risco à segurança nacional”: EUA vetam vendas de equipamentos das chinesas Huawei e ZTE
[vii] Comunidade russa de Linux pode ser criada após Linus Torvards “banir” desenvolvedores
[viii] China Launches First Independent Firmware Standard Called UBIOS To Replace UEFI
[ix] HarmonyOS
oi Filipe! Agradecer por mias um programa recheado de notícias!
Deixa eu te pedir um favor: manda um alô e um parábens para o maior torcedor do Dragão Operário de Aracaju (não do estado que ele se insere kkkk), o Arthur Préa! Aniversário dele hoje (segunda-feira dia 11)!
Abração pra vocês!
por algum motivo, meu nome saiu errado ai, é Bruno Tôp kkkkk (ainda não tinha login aqui)
Trabalho com cibersegurança e Gostei da seção com o Diego Kerber, porém acho que faltou falar explicitamente de diferenças de segurança e privacidade ao utilizar sistemas operacionais de código aberto x de código fechado. No contexto de guerras cibernéticas, temos muitos spywares (softwares de espionagem) desenvolvidos para Windows, pois é o que a maioria das pessoas utilizam e a troca para Linux pode beneficiar o governo francês nesse ponto. É claro que existem também malwares para Linux, mas quando uma vulnerabilidade surge, a própria comunidade corre para criar uma correção, enquanto para o Windows é necessário esperar uma atualização da Microsoft. Sem falar na coleta de dados dos usuários que os softwares de código fechado realizam, como essa notícia mostrou: Microsoft fires head of Israeli subsidiary and other managers over surveillance of Palestinians
Boa tarde! Primeiro, novamente parabéns pelos programas. Ouço vocês há muito tempo e acho algo único esse trabalho de vocês.Ouço vocês há mais de 6 anos, porque essa é a idade do meu filho mais velho, o Chico e sei que ouço antes de ele nascer. E ele é muito adorador de dinossauros, sabe tudo, só pega livros de dinossauro na escola, enfim… Nunca achei que ia ouvir “era mesozóica” de uma criança de 4 anos!E aí, lendo o excelente livro Novo Guia Completo dos Dinossauros do Brasil, do professor Luis Anelli – que ele pegou na biblioteca da escola pela terceira vez, li sobre um espinossauro encontrado no Cariri Ceará. E que estava na Alemanha… E ouço dele “alemães idiotas” e perguntei por que? E ele disse “ué, eles roubaram o fóssil da gente”. Conversamos, e usei um bom tanto do que aprendi com vocês sobre o assunto… E uns 15 dias depois me deparo com a notícia da repatriação e lembrei de novo de vocês! (E mostrei pra ele, que disse que tinham que devolver o outro que ainda está lá 😅).Enfim, muito obrigado por todas as horas juntosUm grande abraço, e se puderem, mandem um abraço pro Chico e pra Anna, que não puvem vocês passivamente, mas que recebem do podcast por intermédio meu e da Emyly, minha companheira (mandem um beijo pra ela e falem pra ela voltar a ouvir vocês, ja que o programa – dessa vez – tem menos de 3 horas).