Fronteiras Invisíveis do Futebol #95 – História de Portugal Pt.1

A temporada 2026 do Fronteiras Invisíveis do Futebol, o podcast de História que você ama, é um oferecimento exclusivo @petlovebrasil!

Nesse retorno do Fronteiras Invisíveis do Futebol, continuamos navegando pela História de Portugal. Retomamos da União Ibérica, em 1580, e vamos até a Revolução dos Cravos e a entrada do país na União Europeia, com muita informação, cultura e leveza, além da História do futebol doméstico português e da coluna O Livro, com nosso Ubiratan Leal. Compartilhe e divulgue nosso retorno!

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Em breve

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13 Comentários

  • Pablo Magaton Mendes
    Avatar de Pablo Magaton Mendes

    Boa tarde, Filipe e Matias.

    Eu tenho muito que agradecer o retorno do Fronteiras Invisíveis do Futebol. Apesar de ser ouvinte do Xadrez Verbal há quase uma década, foi a partir da pandemia que comecei a ouvir e maratonar o Fronteiras Invisíveis do Futebol. Sou professor de História, assim como vocês, e o período em casa foi muito difícil para mim por várias circunstâncias, tanto em nível financeiro, físico, familiar e psicológico. Uma das minhas maiores alegrias ao longo do período de quarentena era ouvir o Fronteiras Invisíveis do Futebol. Vocês me ajudaram muito a suportar aquele período.

    Hoje vivo uma fase bem melhor. Estou casado, trabalhando muito mais profundamente na minha profissão e cuidando da minha mente após descobrir depois dos 30 anos que estou no transtorno do espectro autista.

    Ouvir novamente o Fronteiras Invisíveis do Futebol, além de me informar e ter um ótimo podcast para ouvir enquanto dirijo a caminho do trabalho em paralelo ao Xadrez Verbal, é ter uma sensação de paz que me faz lembrar a mudança de vida e em algo bom que me ajudou a superar um período difícil.

    Parabéns pelo trabalho e obrigado por essa companhia que vocês sempre me fazem.

  • Guilherme Ramos Barcelos
    Avatar de Guilherme Ramos Barcelos

    o Rei Diniz botava o time todo pro ataque e deixava a defesa desprotegida ??

    É muito bom voltar a ouvir um fronteiras inédito!!!

  • Avatar de olucasconrado

    Feliz demais com a volta de um dos meus podcasts favoritos da vida! E logo com um episódio que eu sempre quis ouvir!

    Gostei muito de vocês terem tirado uma dúvida que sempre tive. Como navegadores experientes, como portugueses, chegaram “acidentalmente” na Bahia? Não fazia sentido um povo que navegava tão bem confundir leste com oeste. Agora está explicado.

    Mas uma dúvida continua. Se a historiografia já sabia que a chegada não foi acidental, por que até recentemente isso era ensinado?

  • Avatar de luisfellin

    Que bom que voltaram! Quanto a essa informação que o Filipe apresentou sobre as relações entre sapiens e neandertais, saiu recentemente um livro ficional muito interessante com essa temática: “Os Imortais”, de Paulliny Tort.

  • Joshué Nunes Fusinato
    Avatar de Joshué Nunes Fusinato

    Que nnotícia maravilhosa! Estou no meio da minha segunda ou terceira maratona dos episódios antigos, tinha acabado de ouvir o episódio do Chile, quando chegou o episódio novo no feed!

    Torcendo muito pra que esse retorno seja mais longo que apenas uma temporada. Obrigado Pet Love! Nem tenho pet, mas vou comprar alguma coisa com vocês.

  • Rafael da Costa Mendonça
    Avatar de Rafael da Costa Mendonça

    Muito feliz pelo retorno do melhor podcast. Só para entender melhor: no início do Reino de Portugal a coroa girava em torno de Guimarães e Porto, e posteriormente a cidade de Lisboa foi conquistada. Mas quando e porquê passou a ser a capital? No futebol Eusébio é o maior, papai Cris não faz nada pela seleção, ganhou Euro do Banco…rsrsrs zoeira

  • Avatar de Thiago Bezerra

    Thiago Bezerra

    Curiosidade dos Tugas: a seleção portuguesa de futebol não tem um mascote oficial, porém, a seleção portuguesa de rugby union é conhecida como Os Lobos. O apelido faz referência ao lobo ibérico. Escolhido por ser um animal que caça em alcateia, que resiste em terrenos difíceis e que luta com determinação mesmo sendo menor em número — características que traduzem bem a identidade de uma seleção que historicamente compete como azarona diante de gigantes do rugby mundial. Lembrando que os Lobos se classificaram para a copa do mundo de rugby XV de 2027, realizando sua 3° dispusta em mundiais.

  • Felipe Cardoso Barbosa
    Avatar de Felipe Cardoso Barbosa

    Muito bom !!!! Poder ouvir esse episódio enquanto viajo entre Porto e Guimarães (cidade onde vivo) fez me sentir muito conectado com a história. Parabéns pelo trabalho.

  • Avatar de mateusnagime

    Eba!!!! Muito feliz com a volta do programa. Estou aproveitando para ouvir os episódios antigos que ainda não conhecia! E fiquei curioso sobre a Carsughi Mania, “a melhor comunidade do facebook” e as várias piadas com lançamentos cubanos feitos pelo Filipe hahaha

    Sobre Portugal e cinema: queria muito indicar “Diamantino”, uma ficção científica que faz paródia ao culto à celebridade e o protagonista é claramente inspirado no Cristiano Ronaldo (ou na imagem dele). Dirigida por Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt, e protagonizado por Carloto Cotta (que faria “Elite”).

    Sobre o “Magalhães”, vale citar que é o primeiro projeto internacional do diretor filipino Lav Diaz, conhecido por filmes de seis horas ou mais… mas esse com Gael Garcia Bernal é curtinho, apenas 2h43min rs e o filme é em várias línguas, mas o Gael fala portuguÊs. O filme estreou em Cannes, mas justamente por conta da duração ainda estou enrolando para ver!

  • Avatar de Cassio Ramos Ribeiro

    A verdadeira história não é essa segundo a documentação primária que dispomos. É uma grande pena que ela seja contada com um viés político, o que perpetua o preconceito. A escravidão no Brasil seguia as leis portuguesas que determinavam que qualquer prisioneiro capturado em batalha de uma guerra contra qualquer povo que não fosse católico, poderia ser escravizado. Assim qualquer não católico preso na extensão do império português que chegava até a Oceania poderia se tornar cativo. Dessa forma, nossa primeira remessa de escravizados trazidos para o nosso país , era composta por pessoas da índia e sudaneses. Já no começo do século XVI, tivemos a captura de escravos europeus protestantes. Temos até a obra de ” Anthony Knivet” , escravo inglês branco, que nos deixou sua autobiografia que pode ser baixada na internet gratuitamente. Ao contrário do que se pensa, ser negro não tornava alguém escravizavel. Apenas 3 grupos dentre todos os povos dentro do universo português tinham valor de mercado: os sudaneses, por serem alfabetizados e cultos, os negros, e aí negro significa oriundo da bacia do rio Negro, por serem proveniêntes de grandes cidades e eram usados como escravos domesticos e os bantos, que eram agricutores e adaptaveis ao calor do nordeste brasileiro. Os demais grupos de pessoas pretas não eram vendáveis. Por essa razão, os americanos compravam escravos portugueses e não das colônias inglesas. A visão europeia do negro no século XVI era a que vemos na obra de shaksperare ” Otelo”, um general rico, poderoso e culto. A generalização do termo “Negro” para todos que possuíam a pele preta, só veio no começo do século XIX quando grupos de colonos europeus preconceituosos chegarm ao Brasil. Na verdade, até então, ser negro era pertencer a um grupo que possuía a cor parda semelhante ao nosso índio que era chamado de “Negro da Terra”. 

  • Avatar de Cassio Ramos Ribeiro

    A combinação ” Azul e Branco” para os portugueses, se deve ao fato de que a primeira bandeira de Portugal era azul e branca.

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