Xadrez Verbal Podcast #469 – Crise em Ceuta
Retornamos do recesso e o mundo não acabou! Vamos até Ceuta, no norte da África, te contar tudo o que você precisa saber sobre a crise migratória, Marrocos e Espanha. Damos uma volta pela nossa quebrada latino-americana e te atualizamos sobre o Oriente Médio. Giramos pelo mundo, a semana na História, economia com a professora Vivian Almeida, peões da semana e dicas culturais fecham mais um programa da sua revista de política internacional em formato podcastal!
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Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.
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Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
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Me senti contemplado, pois tenho o hábito de ouvir o programa durante o meu curso de costura
Montei o bonde da vacina no meu trabalho já somos em 4, vacina marcada para terça.
Programa bem recheado após o hiato de julho, tá absolutamente tudo lá (eu ia deixar um comentário sobre os jogadores da seleção da Espanha com outras bandeiras enroladas na cintura como Catalunha, Palestina, etc mas isso ficou pelo caminho no final das contas). Parabéns mais uma vez pelo seu livro, passei rapidinho na Livraria Janela e deixei meu livro para você colocar dedicatória ao final. Por sorte meu casaco rubronegro permaneceu na minha mochila mas ao menos consegui te cumprimentar rapidamente na hora de sair – faltou só o comentário clubista de que o Palmeiras por pouco não ganhou um departamento de remo na raia da USP há uns poucos anos (o mecenas do remo corintiano é palmeirense). Próxima meta, encontrar com o Matias quando o clube dele vier ao maraca na próxima vez.Grande abraço e parabéns mais uma vez
Vou iniciar uma petição na Avaaz para que o Filipe troque escaramuça por arranca rabo
Oi, queridos membros do Xadrez Verbal! Tudo bom?
Ando meio corrida, mas vim aqui passar para desejar tudo de bom, e mandar um beijão para vocês.
Graças a vocês, decidi estudar para a CACD!
Passando aqui só pra perguntar se vocês estão cientes que o episódio não foi upado no Orelo e pra saber se vão continuar usando a tal plataforma (se não, eu vou ter que migrar de plataforma).
Pois é, eu também costumo escutar pela o Orelo, mas esse episódio e o passado não foram upados por lá.
olá amigos do xv! Eu estava conversando com um finlandês que mora na Austrália e nós acabamos entrando no assunto da Carélia, território entre a Finlândia e a Rússia que já foi tantas vezes mencionado no podcast. Internamente, eu estava me segurando para não extravasar a quinta série que habita em mim, mas não mencionei pra o meu novo amigo Finlandês sobre similaridade fonética entre a região do país natal dele e o órgão fálico. E como não lembrar das inúmeras piadinhas do xv em momentos como esse? Hahaha um abraço da Austrália, amo o trabalho de vcs e escuto semanalmente desde 2017!
mark de Soldi
Bons Crepúsculos, Rapazes
Foi muito bom ouvir o Canto Alegretense no final do episódio. Sou paulistano, moro em Porto Alegre desde 2017 e hoje me considero um porto-alegrense naturalizado.
E me espanto com o quanto de vocabulário local já incorporei.
Na Restinga, onde moro, há logradouros com o nome da família Fagundes. Devem ser todos parentes.
Aliás, o Neto Fagundes apresenta o Galpão Crioulo na RBS, retransmissora local da Globo. O programa está disponível no GloboPlay, na área de produções locais.
Saudações, Filipe e Matias!Aqui quem fala é o Gustavo Pereira. Sou estudante, natural de Pacajá e um orgulhoso paraense. Quero começar deixando um agradecimento gigante pelo trabalho de vocês. O conteúdo que vocês produzem é de altíssimo nível. Como nortista, fiquei extremamente feliz e grato com o episódio do Fronteiras Invisíveis do Futebol sobre o meu estado do coração, o Pará. Ficou espetacular e com a riqueza histórica que só vocês conseguem trazer!Sobre o episódio recente e a cobertura da crise em Ceuta, parabéns pela análise detalhada. Vocês expuseram muito bem os diversos fatores que inflaram a crise, mas queria deixar um acréscimo que considero crucial e que não vi ser tão debatido em outras redes: o peso da desinformação digital logo após a decisão da Suprema Corte espanhola.Redes de tráfico humano distorceram intencionalmente a decisão jurídica (que apenas proibia a ‘devolução a quente’ em vias marítimas, mantendo as regras terrestres) e venderam isso nas redes sociais como uma ‘abertura total de fronteiras’. Esse gatilho digital e criminoso foi um dos fatores que causou aquela onda repentina de dezenas de milhares de pessoas tentando a travessia a nado em poucas horas. Acho que esse elo entre a desinformação e o drama humanitário fecha o diagnóstico complexo que vocês começaram a traçar.Um grande abraço de um pacajaense fã do trabalho de vocês e vida longa ao xadrez verbal!
Bom crepúsculo, Filipe e Matias! Queria colaborar com a conversa e dizer que o meu Asterix favorito é A Cizânia.
PS: tinha mandado um email há algumas semanas falando sobre jogadores da Copa nascidos na Iugoslávia e na União Soviética. Acho que vcs acabaram não vendo?
Não imaginava que terminaria falando de Asterix! Me lembrei do primeiro quadrinhos deles que ganhei quando criança, era “Uma volta a Gália com Asterix”. Fui ver e é escrita pelo Goscinny e des obri que foi a primeira aparição do cachorrinho Ideafix. Amo esse quadrinho, apesar de que claramente conhecer melhor a França daria para aproveitar melhor.
Olá queridos e queridas integrantes deste podcast que eu adoro e acompanho desde de 2018 quando estava no processo do vestibular para o curso de biblioteconomia e que foi uma ferramenta de grande ajuda no processo de estudos na ocasião.
Gostaria de agradecer por todo o trabalho de qualidade que vocês prestam à sociedade. Estou em uma inesperada viagem de trabalho aqui na Escócia e já planejava escrever lhes um comentário em agradecimento ao Fronteiras Invisíveis sobre este lindo, curioso e peculiar lugar, demorei um pouco para escrever o que foi bom pois pude ouvir a notícia da proibição à caça dos morus depois de 500 anos devido as alterações de temperatura, informação esta que pretendo usar para puxar conversa junto aos locais (risos).
Peço que por gentileza mandem um beijo ao meu amado esposo Marcelo Inayá N. Orquiza que passou a escutar vocês junto comigo enquanto realizamos os trabalhos de casa e meu querido irmão que também passou a ser ouvinte de vocês devido minha influência (risos com orgulho), me mandem um beijo também e deixo um para cada um de vocês!
Mais uma vez obrigada pelo excelente trabalho!
Sobre a compra da EA, além dos pontos mostrados e com certeza o aumento das demissões (já está acontecendo em toda empresa claro) para a própria empresa pagar as dívidas de ter sido comprada.
Um aspecto que fico pensando, que acho que é menor comparada a perda de empregos e de quem está comprando a EA é como vai ficar os personagens LGBTQIA+ do jogo Apex Legends.
No jogo em si os personagens que você controla naquele battle royale falam bastante, e dependendo do contexto (ou comprar falas deles, faz anos que não jogo) tem frases que remetem a sexualidade ou gênero deles, umas falando quão lésbicas são (Valkyrie), dois interagindo e flertando no meio da lutinha, uma pessoa não bináre e o outro homem pansexual (Bloodhound e Fuse) uma moça literalmente falando “I am the Grim Transwitch your parents warned you about”(Catalyst)
Três moças que acho que estavam ou estão em um triângulo amoroso? (Loba, Bangalore e Valkyrie)
Eu sei que outros jogos como Rainbow Six Siege e Overwatch também tem personagens assim, mas são mais tímidos que isso, Siege faz sentido talvez por ser mais militar e os personagens são mais contidos quando eles papeiam, e overwatch eu sei que antigamente a Tracer é lésbica por causa de uma historinha em uma midia fora do jogo, e o quadrinho do site da blizzard era bloqueado em outros países.
Enquanto Apex Legends pelo menos em inglês, é difícil escapar disso o que acho bem batuta para ser sincero, só que como isso vai ficar no futuro com essa compra?
Será que o foco em lançamentos maiores da EA vai deixar que esse jogo continue assim, ou isso vai ser removido ou não continuamente trabalhado nesse aspecto mais? Só o tempo dirá agora.
Olá Filipe e Matias, mais uma vez, obrigado pelo programa e que bom que retornaram. Matias citou que o treinador da seleção espanhola de futebol masculino e campeão do mundo é basco, mas não é. Consta que nasceu em Haro, La Rioja, que não faz parte do país basco. Eu tive a oportunidade de estudar em Logroño, La Rioja, e na UniRioja havia muitos estudantes bascos, justamente pela proximidade com as províncias bascas. Foi muito interessante ver como eles se reuniam e, por vezes, falavam em basco para se diferenciarem. Eram muito bons nos esportes em geral, também. E, aproveitando, tem um documentário muito bom na Netflix com uma entrevista com um dos líderes do ETA. Recomendo fortemente. Chama-se “No me llame Ternera”. Em portiguês, está como “Conversas com um terrorista” ou algo parecido. Saudações e vida longa ao programa!
Como o futebol do Espírito Santo foi citado tanto no último ep do Xadrez Verbal quanto do Fronteiras me sinto na obrigação de convida-los para assistir um Rio Branco x Desportiva no Kleber Andrade, vulgo “Monumental de Campo Grande” em janeiro pelo Capixabão!!! O melhor campeonato do Mundo!!!!