Xadrez Verbal Podcast #105 – China na África, EUA e Venezuela

Com a primeira base chinesa fora de seu território, analisamos a presença da China no continente africano, especialmente na economia. Também fomos aos EUA, com as sanções do país contra a Rússia e as mudanças no gabinete Trump, que não durou duas semanas.

No bloco principal, o tema não poderia ser outro que não a eleição da Assembleia Constituinte na Venezuela. Acusação de fraude, os números e as reações internacionais. Quais países aceitaram ou condenaram o processo? No mais, Peões paradoxais, um Menino Neymar editorial e a despedida de Luiz Melodia.

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Dicas do Sétimo Selo e links

Filme O Exterminador do Futuro

Livro Soccernomics

Música Abundantemente Morte, de Luiz Melodia

Playlist das músicas de encerramento do Xadrez Verbal no Spotify

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, que está no Apoia-se

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.

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16 Comentários

  • Mais um excelente programa! Não custa nada agradecer novamente pelo instrutivo trabalho que a equipe vem desenvolvendo. Que bom que o Filipe já está melhor. Estão sempre em nossas orações.

  • Erro de edição nas efemérides semanais! Música entra no tempo errado e cobre a voz do Felipe.

  • Quanto as urnas eletronicas, especificamente as brasileiras, o fato é que ninguem sabe direito qual o software, o que se sabe é que é linux, mas ninguem sabe dizer direito qual versão, não tem uma transparencia, pode ter 10 anos e ter varias brechas de segurança e ninguem nunca vai saber,porque o governo não fala. pra mim o ideal seria ser completamente transparente, livre e de codigo aberto, pra ter uma possibilidade maior de se achar e corrigir brechas de segurança e ter uma maior segurança. Uma urna eletronica que decide o futuro de um país inteiro não devia ser desse jeito, o povo devia SABER que é segura, e não só ser obrigado a confiar na palavra da propaganda do governo.

  • A edição tá meio zoada essa semana. Cortaram a fala da profª Vivian 😁

  • Wesley Luiz da Silva

    Aonde posso ver as fontes usadas para podcast??

  • Filipe homão da porra, mande um abraço para a galera que te escuta da UFGD (universidade federal da grande dourados).

  • Parabéns pelo programa. Comecei a ouvir após participações do Filipe nos podcasts e videocasts do jovem nerd. Uma observação em relação à essa última edição: Filipe chama o primeiro-ministro da Austrália, Malcolm Turnbull de premier. No governo australiano, premier é o líder do governo de cada estado, e prime minister é o líder do governo federal. Além disso existe a figura do chief minister, líder do governo de cada território (ACT E NT)

  • Belo programa no conteúdo mas dessa vez houve erro de edição. As vinhetas estão fora de sincronia o que prejudicou o entendemento de alguns trechos. Faltou revisão do podcast.

  • Saudações Filipe e Matias!

    Ótimo programa, como sempre. A se lamentar o erro de sincronização das vinhetas, mas não é o suficiente para tirar o brilho do programa.

    Sobre a caminhada da China em dominar o mundo acho impressionante em como eles querem se meter em tudo que pode dar negócio. Recentemente eu vi uns ônibus aqui em Campinas com um calombo gigante no teto. São ônibus urbanos regulares de linha, mas com propaganda institucional pelo fato de serem 100% elétricos. Fui pesquisar é tá cheio de notícia sobre. Aqui o link de uma delas: https://diariodotransporte.com.br/2017/04/07/fabrica-de-onibus-eletricos-da-byd-campinas-ja-nasce-com-encomendas-diz-empresa/

  • Parabéns pelo trabalho! Uma pequena correção: a Polônia tem sim fronteiras naturais.
    A divisa entre Alemanha e Polônia é feita por dois rios: Nysa (nêssa) e Odra, sendo o segundo a maior parte da fronteira entre os dois países, desaguando no mar báltico, onde o lago Zalew Szczeciński (zalev ichtchechiniski) é a fronteira mais ao norte entre os dois países e alimenta a maior cidade do oeste da Polônia, Szczecin (ichtchetchin) que me acolhe desde o ano passado.

    Do widzenia!

    • Olá Gabriel, obrigado pelo elogio, mas cabe um esclarecimento. Essa é a fronteira polonesa atual, estabelecida na Conferência de Potsdam (Linha Oder–Neisse em inglês), pós-Segunda Guerra, exatamente para a fronteira ter um acidente natural! Historicamente, o Oder era dentro da Prússia. Tanto que, após a 2 Guerra Mundial, ocorreu a expulsão em massa de alemães dessas regiões.

      Mesmo a Polônia estabelecida no entreguerras era além do rio Oder, http://info-poland.icm.edu.pl/classroom/maps/lod.gif

      Ao sul, os Cárpatos eram do império Habsburgo. Então, historicamente, a Polônia não tinha fronteiras naturais, especialmente no período das partições que mencionei. Um abraço

    • Encontrei um mapa da Commonwealth Polonesa-Lituana, veja que o rio Oder está dentro da Prússia, e que as terras baixas ucranianas e lituanas permitem o contorno dos poucos acidentes geográficos restantes, caso ocorram movimentos de várias direções. Exatamente o que Prússia, Áustria e Rússia fizeram.

  • Sobre o caso do Catar é muito importante o que o Matias disse sobre as condições de trabalho nos estádios da copa, por ser um lugar “amistoso” ao mundo, a mídia tende a mascarar os abusos que existem nesses países. Infelizmente já li em alguns lugares que também existem casos de abusos na Russia com os coreanos.
    Agora sobre o futebol, toda a sacanagem feita com o Barcelona não é errada é justiça, perderam o Ney e agora estão tendo aliciar o Coutinho, PAU NO CU DO BARCELONA! Perdão pela ofensa. E parabéns pelo trabalho que só melhora.

  • Obrigado por mais um belo programa!
    Muito informativa a aula sobre a relação Africa-China. Dá uma sensação de frustração saber que as relações Brasil-África foram postas de lado pela polarização interna e a falta de maturidade da política brasileira…
    Acho sempre legal quando vocês traçam um paralelo com a situação brasileira, dá para perceber em que pé estamos e em que pé poderiamos estar.
    Abraços!

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