Xadrez Verbal Podcast #234 – Ásia, EUA, América Latina e natureza

Chegando mais uma edição do Xadrez Verbal em ritmo viral. Começamos pelos EUA, ainda com as consequências do assassinato de George Floyd, decisões na Suprema Corte e discussões sobre estátuas pelo mundo. Giramos pela América Latina, do México, passando pela nuvem de poeira do Saara e até a nuvem de gafanhotos no sul, explicada pelo nosso Gustavo Rebello. Finalmente, voltamos ao Himalaia, com a tensão entre China e Índia. Aproveitamos e damos um giro pela Ásia e pela Oceania. Além disso tudo, nós giramos pelo mundo, a semana na História, economia com a professora Vivian Almeida, peões da semana e dicas culturais fecham mais uma edição da sua revista de política internacional em formato podcastal com um quadro excepcional, o Ano na História!

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Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Dicas do Sétimo Selo e links

Site da Editora Contexto

Filme Ode ao meu pai

Filme Terra de Ninguém (2001)

Revista de História da Biblioteca Nacional #34 – Bandeirantes

Crônica O dia que fuzilaram o guarda-redes da minha equipa, de Mia Couto

Livro Cronicando, de Mia Couto

Site para a compra da OTO Mask (use o código XADREZVERBAL10)

Caquitas Podcast

Fronteiras Invisíveis do Futebol #69 – México Parte I

Fronteiras Invisíveis do Futebol #70 – México Parte II

Fronteiras Invisíveis do Futebol #29 – Bósnia

Fronteiras Invisíveis do Futebol #25 – República Democrática do Congo

Reportagem Brasileiro sequestrado na Colômbia passou por 11 cativeiros e viu guerrilheiros de 15 anos, por Flavia Mantovani

Nerdologia História Estátuas, monumentos e suas derrubadas

Música de Encerramento Summer 78, por Yann Tiersen

Playlist das músicas de encerramento do Xadrez Verbal no Spotify

Canal do Xadrez Verbal no Telegram

Minutagem dos blocos, cortesia dos financiadores do Xadrez Verbal

  • 00:04:10 – Giro de Notícias #01
  • 00:24:35 – Coluna Aberta: Himalaia
  • 00:53:35 – Efemérides: A Semana (E O ANO!) na História
  • 01:11:30 – Match: América Latina
  • 01:55:40 – Xeque: EUA
  • 02:23:45 – Gambito da Dama: críticas internacionais às ações ambientais brasileiras
  • 02:45:25 – Giro de Notícias #02
  • 02:55:20 – Peões da Semana
  • 02:57:30 – Sétimo Selo
  • 03:05:50 – Música de Encerramento

Ouça o podcast aqui ou baixe o programa. (clique com o botão direito do mouse e use a opção “Salvar como” para baixar)

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, que está no Apoia-se

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
Como sempre, comentários são bem vindos. Leitor, não esqueça de visitar o canal do XadrezVerbal no Youtube e se inscrever.

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37 Comentários

  • Sobre os relâmpagos na Índia, é interessante comparar dados com um país de alta incidência de raios, o Brasil

    Infográfico bem interessante do INPE com dados desde 2000:

    Os dados de 2019 são preliminares, mas em todo o ano de 2018 foram 71 mortes no país

    • Além do Brasil ser, de fato, um dos países com maior incidência mundial de raios (Indonésia, Colômbia e Malásia são outros exemplos), é curioso que algumas regiões são especialmente conhecidas por esse fenômeno. Dá pra citar, por exemplo, a região onde fica Teresina, conhecida como Chapada do Corisco, justamente por essa alta incidência.

    • Sobre o assunto abordado a respeito das polícias estadunidenses receberem repasses de equipamento militar não mais utilizados pelas forças armadas, o Bill Maher uma vez, creio que pelo ano de 2014, teceu uma crítica no programa dele sobre isso. Cheguei a traduzir e legendar o vídeo e subir para o YouTube numa época em que a fiscalização de copyrights era branda, mas obviamente depois foi retirado do ar. Acredito que é possível encontrá-lo ainda em inglês no canal oficial da HBO com algum nome como “I’m afraid of the police and I’m white”, pra quem se interessar.

  • Jaime Fassin Junior, biologo de Londres

    Que Semana feliz. Xadrez Verbal 3x em em 7 dias. Um sonho realizado.

  • Jaime Fassin Junior, biologo de Londres

    Grande Matias e Filipe. Excelente programa como sempre. Só uma correçãozinha sobre pronûncia. O jeito certo de se se ler Reading é com é. Réding. Mandem um abraço para minha esposa querida Nathalie Angelo, dia 1 de Julho fazemos 9 anos que ela me suporta.
    Grande abc e quanto mais horas melhor.

    • Desculpa a aleatoriedade da edição, mas venho aqui comentar 1 ano depois que vos perguntei se um intercâmbio na Turquia seria muita coragem ou loucura. Pois o fiz no início do ano e foi incrível! O país é lindo, sua riqueza histórica e cultural é exuberante. İstanbul e Capadócia: tudo. Me peguei esta semana ouvindo as edições do Fronteiras sobre a Turquia e sinto muito pois deveria ter ouvido antes. Aliás, cadê a parte 3?

  • Quando vi a duração do programa não pude deixar de lembrar da fala do Filipe no último especial corona vírus: [2:02:05] … mas provavelmente vai acabar sendo um programa curto. Não foi dessa vez.
    Queria aproveitar para parabenizar pelo excelente trabalho. Cheguei ao XV em 2018 pelos Nerdcast de história e os de política internacional com a participação do Filipe e hoje se tornou meu podcast principal.
    Quero aproveitar e mandar um abraço para a minha esposa Luciane Ferreira que também os escuta por tabela enquanto faço as tarefas domésticas, ao Sávio Ferreira, primo da minha esposa, que estuda relações internacionais na PUC Minas, e à minha irmã Jaqueline Viza, que já fez um comentário a respeito da indústria de cosméticos da Coreia do Sul, esses dois últimos ouvintes por culpa minha.

  • Vinícius Miranda

    Oi gente! Semana passada vocês falaram sobre o projeto Luisa no Uruguai, e eu fiquei interessado já que trabalho com ciência de dados / machine learning. Transcrição de texto é uma tarefa que já consegue ser bastante automatizada, e eu fiquei curioso sobre o nível de automatização vs. transcrição manual de voluntários que eles estavam fazendo. Entrei em contato e tive uma reunião com dois dos professores ontem, vamos trabalhar juntos para pesquisar se conseguimos acelerar o projeto. Valeu pela menção do Luisa e pelo trabalho de vocês, abração!

  • Pablo Jean Rozario

    Conheci vocês recentemente, com o Paladino da Quarentena fazendo um jaba. Estou gostando muito, ja maratonei todos os fronteiras invisíveis (tinha um grande preconceito por ser futebol, mas dei uma chance e gostei muito do programa, muito informativo sobre a história, sinto que meus horizontes foram ampliados.
    Parabéns para vocês, Filipe e Matias, mande um abraço para minha namorada Tatiana Aparecida da Silva, se puderem 🙂 Indiquei para ela o fronteiras, mas ela ainda não começou a ouvir.
    Abraços meus queridos

  • Você tá brincando? Eu ainda tó aqui jogando uma partida que começou mês passado em Civilization II. E deixo meu protesto aos detentores dos direitos da MicroProse que não lançam remake compatível com sistemas novos. Tô aqui rodando windows 32bit numa máquina virtual dentro do Linux pra conseguir jogar versão legal no PC 64bit.

    Uma curiosidade legal sobre os dirigíveis é que, embora hoje vejamos como coisas pitorescas, eles atingiam 200km/h em viagens transoceânicas. Se considerarmos o tempo de checkin e espera + trânsito de Floripa até o aeroporto, talvez certas viagens fossem mais rápidas 100 anos atrás.

  • Anderson Aguzzoli

    eu acho que a homenagem ao gremista devia ser no olimpico mesmo… combina com o clima de apocalipse…
    o estádio ta em ruínas…

    Saudações tricolores!

  • esqueceu a Áustria, Filipe! Ela tbm faz fronteira no Lago de Constança, não só a Alemanha e a Suíça. Mas fora disso, parabéns mais uma vez pelo exelente programma!

    Abraços,
    Johannes Alves

  • Paola da Costa Silveira

    A Arena foi inaugurada em 2012, mas essa associação direta entre Grêmio e Olímpico é bem comum (e ela entrega idade sim). No mais como sócia sou favorável a homenagem, mas não espero que a ideia surja do Renato Portaluppi até porque não dá pra esperar muita coisa de alguém que insiste no Cortez (fora outras questões, nem vou entrar nesses detalhes).

    Sobre os gafanhotos: causou pânico na fronteira e na região central do RS. Desde a última seca severa não recebia tantas mensagens perguntando sobre deslocamento de massas de ar e influência das mudanças climáticas em algum evento.

  • Legal do especial coronavirulento passar a ser quinzenal é que é mais um fator a aproxima-lo daquele programa de história fronteiriça que hiberna, e que por ora ele substitui.

    Outro fator em comum é que, a cada novo programa vcs apresentam mais um país onde os ingleses foram introdutores de alguma coisa que causa profundas mudanças culturais/comportamentais…. 😉

    Um abraço anglo-covidico todos!

  • Só uma canelada: a historia do exército de patos chineses é boato: https://www.rt.com/news/481860-duck-armies-locusts-media-fail/

  • Filipe e Mathias, tenho uma pergunta fora de contexto: do ponto de vista dos produtores de conteúdo (leia-se “monetização”), qual agregador de podcast nós, xadrez verbalers, devemos usar?

  • Só uma curiosidade a respeito de pronúncias … no caso da cidade de “Reading”, de fato, pronuncia-se “RED-ing”, e não “Read-ing”. A origem vem desde os tempos do Império Romano, quando era chamada Readingum.

    Outro desses nomes que me vem à mente é a conhecida (??) rua do sul de Manhattan, “Houston Street” (o bairro de SoHo, por exemplo, tem esse nome por ser delimitada ao norte por essa rua, ou seja SoHo = South of Houston St.). A pronúncia dessa rua é “How-sten” (o nome deriva de William Houstoun). Diferente, portanto, da cidade de Houston, TX, pronunciada, todos sabemos, “Hew-sten” (e batizada em homenagem ao Gen. Sam Houston).

    Novaiorquinos costumam dizer que forasteiros sempre erram a pronúncia da rua.

  • Se o Borba Gato descobriu o ouro e não contou para ninguém, como que vocês, Filipe Figueiredo e Matias Pinto, estão sabendo? Então ele deve ter contado para alguém!

  • Muito boa a música de encerramento! Não conhecia nada desse autor e fazia tempo que não escutava algo tão bonito, parabéns pela escolha!

  • Sobre o Sandzilla e os desastres climáticos, primeiro queria dizer que é um excelente nome e devia ser oficializado, mas também explicar que nem toda poeira do Saara é motivo de preocupação aqui nas Américas.
    Eventos dessa magnitude são de fato raros e razoavelmente assustadores, mas o transporte em suspensão no ar de partículas provenientes do Saara é constante, e importante para manutenção das chuvas na Floresta Amazônica. O motivo é que a condensação das gotículas de chuva, que formam as nuvens, depende de partículas em suspensão para ocorrer, os chamados aerossóis, e ai que a poeira do Saara entra.
    Isso não é nada muito novo e já saiu na mídia algumas vezes, mas só queria lembrar que nem toda poeira que cruza o atlântico é uma praga, e considerando que também se constatou que a umidade amazônica é transportada ao sudeste do país por jatos de baixo nível, da pra extrapolar que é bom que venha poeira mesmo e que o clima amazônico se mantenha estável.

    E só uma curiosidade sobre tempestades de raios, a “capital mundial dos relâmpagos” fica logo aqui do lado, na Venezuela, no Lago Maracaibo, onde tem relâmpago quase todo dia. Não vou me alongar explicando o motivo desse pedaço de apocalipse existir, mas vale a pena procurar se quiser conhecer um lugar assustador.

    Desculpa pelo textão, mas o curso de geografia faz a gente querer explicar como o mundo é sistêmico o tempo todo.

  • Olá caríssimos! Não sei fazer as correções se não eumesmo faria, mas o nome do Filipe está errado na página do nerdologia no wikipedia.

  • Olá Filipe e Matias!
    Ótimo episodio, como sempre!!!!

    Bom, em relação a questão das estátuas e monumentos, é interessante a reflexão sobre a construção da narrativa histórica e mudança de perspectiva sobre determinados temas e atores ao longo do tempo. A propósito dos bandeirantes, achei curioso trazer a inscrição de uma placa que tem no Marco do Tratado de Tordesilhas em Laguna/Santa Catarina (mas sou de São José, município vizinho a Florianópolis), que diz o seguinte (tenho a foto da placa, mas não sei como anexar ela aqui):
    “Como definitivo marco de nossa origem histórica, a linha de Tordesilhas foi a base da fronteira nacional, que as Bandeiras e Entradas dilataram para o oeste, formando o Brasil de hoje e sempre. Os que empurraram a linha do meridiano para o oeste, estavam, como os de hoje, imbuídos do ideal de ‘Liberdade, Igualdade, Fraternidade’, na busca da soberania da pátria e da paz universal”.

    Estive em Laguna no sábado passado (devidamente mascarada, claro) e assim que li a placa pensei comigo mesma:
    – Curioso uso do verbo dilatar, no mínimo um eufesmismo;
    – Bandeirantes imbuídos do lema da Revolução Francesa? mas que maluquice, ou o autor não conhece o termo anacronismo ou fumou um, só pode;
    – Soberania da pátria? Mas que pátria, Portugal? A gente ainda não era colônia?
    – Busca da paz universal? Que isso? Resposta de concurso de miss?!!!!

    O que me levou a pensar: será que tem que ter uma placa explicando essa placa? Fica a reflexão

    Desculpa o textão =)

    Abraços!

  • Apenas um adendo,

    Sinto muito em informar, mas os F-35B, não são aeronaves de decolagem vertical, são “STOVL” Short Take Off and Vertical Landing, não que isso vá limitar Hollywood, que ira fazer que eles sejam capazes disso na nossa imaginação.

    Apesar de ate ser possível decolar na vertical, só podem fazer isso quando muito leves, sem armamentos extras e com pouco combustível, sendo inviável esse modo no uso ofensivo. Na pratica eles necessitam de ao menos uma curta pista para decolar.

    E, apesar de serem armas a primeira vista parecidas, Porta Aviões e Porta Helicopteros são armas de estruturas muito diferentes e de aplicações muito diferentes.

    Porta Aviões são armas de projeção aerea, enquanto Porta Helicópteros são armas anti-submarino e de apoio ao solo, tanto que a maioria dos Porta Helicópteros são classificados por suas forças como Navio de Desembarque Anfíbio, uma vez que, diferentemente dos porta aviões eles comportam transporte de tropas além de sua tripulação, para serem desembarcadas por mar e pelo ar, além de muitos possuírem uma doca interna, de onde podem lançar embarcações de desembarque, blindados e outros veiculos.

    Estruturalmente são bem diferente também, os Navios de Desembarque anfíbios costumam ser estruturalmente mais próximo de um navio mercante que um porta aviões, e não poderia ser convertido para suportar a carga de pouso de aeronaves sem pesadas modificações, os requisitos atuais para suportar os novos caças são muito diferentes dos caças da WWII, quando era plausível esse tipo de conversão, pois são muito mais pesados e muito mais rápidos. Alguns como o ex-HMS Ocean da Marinha do Reino Unido, hoje PHM Atlantico na Marinha do Brasil, em tese podiam transportar caças Sea Harrriers, mas não podiam lançar eles em combate.

    A classe Izumo deste o projeto inicial foi pensado para ser conversível para um navio capaz de lançar caças STOVL, eles não possuem capacidade anfibia, e estruturalmente se aproximam mais de um porta aviões que de um Navio de Desembarque Anfíbio, algo que a China acusava deste o inicio e o Japão entrava em negação, e mesmo eles vão requerer reformas para operar os F-35B como a instalação da rampa de lançamento.

    Abraços a todos.

  • Natália Aika Horie

    Olá! Trabalho no IB USP, recebemos um documento da Congregação do ICB agradecendo ao Átila pelo trabalho. Vou compartilhar com vocês pelo messenger do Facebook do Xadrez Verbal. Abraços

  • Filipe, sou um geografo e licenciando em formação e vou fazer um estudo a respeito da excelência da implementação da cartografia do ensino brasileiro já que as utilizações de tais nomenclaturas representam que os conhecimentos cartográficos estão disseminados de uma forma tão ampla e completa entre os ouvintes que todos temos a capacidade de entender as coordenadas exatas quando você fala “Na curvinha”
    Manda um abraço pra minha namorada Cíntia Silva que é do ramo e também concorda com a argumentação

  • Oi Filipe! Tenho uma curiosidade sobre a efeméride dos zepelins e um pouco da história aqui no Brasil: eu trabalho no grupo Ultra, que começou seus negócios no Brasil vendendo botijão de gás de porta em porta, através da sua primeira empresa Ultragaz, que existe até hoje (duvido que você não saiba a música do gás! rs). Você sabe de onde veio a primeira fonte de gás para os primeiros botijões? Veio da Companhia Zeppelin, que abriu falência após o acidente com um de seus dirigíveis nos Estados Unidos, que estava vendendo seu estoque a preço de banana para qualquer um. Vocês são meu podcast preferido e toda semana espero pela manhã de sábado para me atualizar sobre política internacional, mantendo acesa a chama desta ex-futura diplomata frustrada que vos escreve. Muito obrigada!

  • Fiquei tão empolgada no último episódio com a nota de repúdio à Legião Urbana, que cometi a heresia de não conferir o typo do corretor quando elogiei o Filipe. O que só me deixou ainda mais consternada porque ele pronunciou corretamente o meu sobrenome, coisa que quase ninguém faz hahaha. Peço perdão pelo vacilo.

    Sobre o banimento dos mandados de busca “no-knock” citado no ep, a própria lei foi nomeada em homenagem à vitima que você mencionou – Breonna Taylor – que levou 8 tiros da policia num desses mandados de busca, em Louisville em março. O namorado dela, que estava dormindo com ela na hora da entrada da polícia tinha uma arma e, assustado, revidou atirando mas Breonna não resistiu e morreu no apartamento mesmo.

  • Saudações, Filipe e Matias! Primeiramente gostaria de agradecer pelo programa, é a primeira vez que estou comentando mas acompanho vocês desde 2016. Vocês são uma ótima companhia nos trajetos de bicicleta até o trabalho nos tempos pré-pandemia e também como ajuda para me manter atualizado no que tá rolando no mundo para o CACD.

    Vim comentar sobre algo que Amanda aqui em cima já falou, que foi o nome da vítima de um ‘no knock’ warrant que Filipe menciona no programa, no caso a Breonna Taylor. Inclusive já estavam rolando protestos no Kentucky desde março devido a essa morte, e que foram potencializados com o assassinato de George Floyd.

    Queria comentar sobre a abordagem dos protestos de violência policial e racismo dos EUA, que foram extensivamente analisados no ep. 232 e também nos seguintes. Reconheço que vocês fizeram um trabalho fantástico sobre os ocorridos, inclusive com contextualização histórica, o que com certeza colocam vocês em uma das melhores abordagens na mídia brasileira. Ao mesmo tempo, senti falta de abrirem o espaço para alguma convidada ou convidado negro, ainda mais quando a discussão sobre representatividade está tão em pauta nos últimos meses. Sei da capacidade de vocês para abordar essa pauta, mas também sei como é importante permitir que pessoas negras ocupem espaços de protagonismo, ainda mais em demandas tão próximas a suas vivências. Tenho certeza que há pessoas negras com o conhecimento intelectual necessário (na área de RI, ou sociedade estadunidense, ou algo afim) para abordar essa temática. Gostaria inclusive de ter algumas sugestões para vocês, mas confesso que eu, branco, infelizmente também estou falhando em não ter nenhum nome para sugerir no momento.

    Em todo caso, fica essa observação para momentos futuros. Há o costume de chamar excelentes convidados para tratar de assuntos específicos, como a profa. Monique Sochaczewski Goldfeld sobre a Turquia, o Gustavo Rebello para tratar da praga de gafanhotos e, claro, o maravilhoso Atila (sem acento) para essa nova ordem mundial que nos foi imposta pelo micróbio do c*ralho. Por que não, então, trazer pessoas negras especialistas na situação racial dos EUA?

    Agradeço a atenção e vida longa ao podcast!

  • Boa noite, Bom dia ou Boa tarde Filipe e Matias! Saudações Alvinegras das terras do Ouro Brasileiro (Minas Gerais), estou passando aqui para, primeiramente agradecer pelos programas, tanto com o Atila, quanto o tradicional. Em segundo eu venho recomendar, através das recomendações feitas no programa passado sobre os bandeirantes, o livro da Professora Dra. Maria Eliza de Campos Souza, Ouvidores de Comarcas de Minas no Século XVIII, da editora Alameda. Esse livro trata, como diz o titulo, dos Ouvidores de Minas Gerais, que são por consequência da exploração do ouro nestas terras pelos bandeirantes. Uma excelente leitura, não só por ser de minha Professora (risos), que ilustra muito bem, através de um trabalho bem documentado.
    Por fim, gostaria, de novo, de agradecer a você e o Matias pelo belo trabalho de vocês, e queria pedir um abraço para minha senhora, namorada, Natália Alves, que pretendo tentar fazê-la ouvir o programa de vocês. Um grande Abraço a vocês ❤

  • Bom crepúsculos, caros Filipe e Matias. Acho que deveríamos revisar os atores da guerra na Líbia, que é tão complexa aos interesses do tabuleiro da geo-política. Se temos um governo reconhecido pela ONU, porque só a Turquia apóia o GNA enquanto do outro lado apoiando inclusive militarmente o Khalifa Haftar temos a Rússia, Egito e a França?

  • WILLIAM DE OLIVEIRA MENEZ

    Ótimo programa como sempre. Mas, um comentário bairrista. Vocês trataram da efeméride sobre a descoberta de ouro no Brasil sem citar Minas Gerais kkkk. Brincadeiras a parte, novamente agradeço pelo trabalho. E neste ano vão completar 300 anos da criação da Capitania de Minas do Ouro, mais tarde Minas Gerais. Ah. E claro. Muito bom o Fronteiras sobre Minas kkk
    Grande abraço Filipe e Matias.

  • Filipe, respeite a Legião Urbana rs

    Sobre a múmia do Lenin.

    Eu estivem em Moscou em 2018 (na Copa) e peguei uma filha de 2 horas para entrar no mausoléu. Quando faltavam umas 20 pessoas para chegar a minha vez, saiu um guarda e disse: ‘its closed, come back tomorow.”

    No outro dia eu voltei cedinho, era o dia da final da Copa. Peguei uma boa fila e consegui entrar. Passamos pela Necrópele da Muralha do Kremilin, onde jazem vários líderes soviéticos e entramos no mausoléu. Você não pode parar, tem que andar e dar a volta no local onde Lênin parece dormir tranquilamente. Os guardas (KGB né) pedem silêncio e meio que te empurram pra fora.

    De repente eu estava de volta à Praça Vermelha, pensando que tinha acabado de ver o Lenin. Aquilo era muito louco. No minuto seguinte percebo um grande frenesi e uma grande aglomeração em frente à Catedral de S. Basílio e corro pra ver quem estava atraindo tamanha atenção. Era o Will Smith hahaha.

    Diferente do Lênin (no foto, no flash), eu consegui ainda registrar a cena com o Will Smith.

    E foi assim que no mesmo dia, eu conheci Lênin e Will Smith e depois ainda vi a final da Copa do Mundo.

  • Diogo Maia de Carvalho

    Com esse movimento de repensar determinados nomes de empresas por conta do racismo no Brasil, gostaria de saber se um certo conglomerado de mídia vai mudar o nome também, pois já passou da hora.

  • Fabricio Oliveira

    Desculpa a aleatoriedade da edição, mas venho aqui comentar 1 ano depois que vos perguntei se um intercâmbio na Turquia seria muita coragem ou loucura. Pois o fiz no início do ano e foi incrível! O país é lindo, sua riqueza histórica e cultural é exuberante. İstanbul e Capadócia: tudo. Me peguei esta semana ouvindo as edições do Fronteiras sobre a Turquia e sinto muito pois deveria ter ouvido antes. Aliás, cadê a parte 3?

  • Vinícius Pascotto Gastaldo

    Caros Matias e Filipe,
    Primeiramente parabéns pelo excelente trabalho mesmo nesse período em que o tempo virou geleia.
    Queira mandar em beijo e um abraço para minha namorada, Ana, pois na próxima segunda (13) completamos dois aninhos juntos.
    Da última vez que comentei meu comentário não foi lido. Eu entendo, já que na ocasião tinha muita gente emocionada (eu inclusive) com as regras de determinação de quais anos são bissextos, então rolou um excesso de comentários. Mas fica a denúncia mesmo assim!

  • Olá Filipe e Matias, o nome do primeiro ministro irlandês é em Gaelico, se pronuncia Mirrol. E o Sin Fein se diz Xin Fein. Abraço e parabéns pelo trabalho fenomenal, vcs enriquecem as minhas corridas nessa ilha gelada irlandesa.

  • Pedro Henrique Lins Gryschek

    Salve Filipe, salve Matias.
    Como falaram dos resultados das eleições na Sérvia, coloco aqui uma notícia quanto a consequências. https://www.aljazeera.com/news/2020/07/demonstrators-storm-serbian-parliament-coronavirus-lockdown-200708010927646.html
    Aparentemente, o bom início do combate ao COVID-19 foi prejudicado pela realização das eleições, nas quais a situação saiu vencedora. O número de casos subiu e muita gente se revoltou com a possibilidade de um novo isolamento. Aparentemente, mais um caso de reabertura prematura.
    Como é da minha região de estudo, achei muito legal vocês notarem, assim como os 25 anos do genocídio de Srebrenica, que serão completados esta semana.
    Peço um abraço pra galera da D&B e, também, um beijo para a Dani Iglesias, ouvinte fiel de vocês.
    Pedrão

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