Fronteiras Invisíveis do Futebol #69 – México Parte I

Voltamos à América Latina, para tratar de uma das principais possessões da coroa espanhola durante o período colonial. Porém, antes da chegada dos conquistadores, vamos entender como estava dividida a região que hoje compreende o México, além do legado cultural das diversas civilizações mesoamericanas, entre eles os mexicas, que ficaram mais conhecidos como aztecas.

Referências no programa

Em breve

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Filipe Figueiredo, é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.


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21 Comentários

  • Parabéns pelo programa, excepcional como sempre! Esse conhecimento da cultura pré-colombiana é fundamental para conhecermos nosso dia a dia.
    O linguísta que vocês indicaram, Tzvetan Todorov, do livro “A conquista da América – a conquista do outro”, também é autor do livro “Introdução à literatura fantástica”. Esse segundo livro é considerado o ponto de amadurecimento dos estudos da literatura do sobrenatural no Brasil e no mundo!
    Sobre as “encomendas” das quais vocês falaram, Eduardo Galeano, no livro “As veias abertas da América Latina”, aponta como espanhóis radicados na américa “encomendavam almas” aos traficantes de indígenas para que estes fossem “catequizados e convertidos na santa palavra dentro de seu território”.
    Outro livro essencial para abordar sobre a herança da cultura castelhana no México, é o “La Herencia Medieval de México”, do pesquisador Luis Weckmann. Vocês falaram só um pouco no último bloco, mas fica a dica. O mesmo escritor tem um livro sobre o mesmo assunto, só que no Brasil.
    Abraços e aguardo fortemente pela continuação desse podcast!

  • Fala Filipe tudo bem? Sobre a escravidão nas minas, era feita por índios ou por outros povos? Porque existia a bula “Sublimus Dei” de 1537 que condenava a escravidão indígena, certo? Abraços.

  • Excelente programa, como sempre. Fiquei contente com a indicação do livro do meu amigo Prof. Eduardo Natalino, com quem participo do projeto Cesta (Centro de Estudos Ameríndios). Fui ao México algumas vezes e o país é fantástico. Merece os dois programas que vocês estão fazendo, sem dúvida. Quando visitei o sítio de Teotihuacan o guia disse que não se sabia nada dos povos que construíram aquilo tudo, e mesmo o nome do lugar era uma invenção moderna. Disse que certamente não teriam sido os olmecas que construíram a cidade (como entendi que vocês disseram). Falou também que já havia sido abandonado há séculos quando os espanhois chegaram, e só foi descoberto meio que por acaso quando da construção de uma rodovia. Não sei quanto disse é verdade mesmo, mas é impressionante subir na pirâmide do sol e observar a avenida dos mortos, cercada por construções fantásticas. Certamente vale a pena a viagem para quem ainda não a fez…

  • Parabéns por um excelente programa. Encerrar com Brujeria é fechar com chave de ouro o programa

  • Meus parabéns por mais um excelente programa. Se me permitem uma recomendação, o podcast Revolutions, produzido por Mike Duncan, está nesse momento cobrindo a Revolução Mexicana, que com certeza será um dos principais assuntos da parte 2. Ótima pedida para quem quiser algo mais detalhado sobre a revolução.

    Grande abraço

  • Parabéns pelo ótimo programa sobre o México, Filipe e Matias. Só pensei que vocês fossem deixar como dicas culturais os programas do Chaves e Chapolim Colorado e beber uns goles dessa bebida cacaueira hahahahah.

  • Thor Gabriel Martins

    Como faz para entrar no grupo do telegram ou e só para quem apoia financeiramente ou para quem faz parte da organização?

  • Dicas de músicas de encerramento da parte II:

    Otra Vez – Ignacio Gomes Esperón (Tata Nacho)
    Quiero ver, otra vez, tus ojitos de noche serena…

    Cuando Los Angeles Lloran – Maná
    Música sobre a morte do Chico Mendes!

  • Yohan Barbato Fernandes dos Santos

    Muitooo bomm o programa! Só queria avisar que todos os programas antes da Rússia estão indisponíveis para baixar!
    Abraços!

  • Gostei muito do programa, esse final de semana, assisti no Netflix um programa chamado, Latin America for Morons, com o John Leguizamo. Fiquei na dúvida se a parte histórica do programa estava certa. Algumas dessas dúvidas esclareci nesse programa de hoje. Aguardando a parte 2.

  • Mário Henrique Gebran Schirmer

    Caros Filipe e Matias,

    Sou super fã do programa. Fiquei sabendo pelo Xadrez Verbal, que, por sua vez, foi indicação de um primo meu.
    Parabéns pela iniciativa e pela execução. Estou aprendendo muito com vocês.

    Queria pedir que mandassem um abraço pro meu pai – o nome dele é Mário Sérgio. Ele também é ouvinte do programa e curte muito. No momento, ele está morando em Portugal, cursando doutorado, e o Fronteiras é um dos nossos assuntos mais corriqueiros.

    Aproveitando, tem um detalhe bem legal e correlato ao tema do Fronteiras. Ainda nos tempos de playstation 2, na época dos bomba patch, eu e meu pai – principalmente ele – fizemos um memory card em que editamos todos os times que tinham no jogo fazendo o que seria uma seleção histórica do time. Todos mesmo! Dava um trabalho gigante, mas era legal. Era bem massa!

    Aliás, seria massa se rolasse um programa sobre jogos de videogame de futebol. Em vários programas vocês já fizeram remissões a isso – tipo: comprar o Luis Hernandez na mestar liga – e, quem sabe, seja um tema legal.

    Enfim, queria parabenizar vocês pelos programas, os quais são excelentes! Indico para muita gente!

    Grande abraço,

    Mário Henrique Gebran Schirmer

    • Mário Henrique Gebran Schirmer

      Aproveitando o ensejo, vai aí um comentário bairrista/clubista: podia rolar um programa sobre o futebol paranaense!

      Embora atualmente apenas o Atlético seja um time decente no Estado – já que o coxa tá mais perto de virar um Paraná do que rivalizar com o Atlético – o futebol paranaense é terra de 2 campeões brasileiros e, salvo engano, teve anos em que Curitiba foi a cidade com mais representantes na Série A. Além disso, conquanto polêmico em muitas vezes, o Atlético tem tido, ultimamente, uma postura de quebra de paradigmas, o que pode fomentar um bom tema.

      Aliás, tem um texto de autoria do meu pai sobre a evolução histórica do futebol PR ao longo dos anos. Não é tão longo e detalhado, porque tem apenas 12 páginas, mas é bem legal. Se fizerem fazer o programa, posso encaminhar para vocês, pois pode ser uma boa fonte de pesquisa.

      Abraços

      MHGS

  • Só para avisar que pelo menos para mim não esta dando para baixar o programa dos fronteiras invisíveis da copa américa e vários outros mais antigos!!!!!!

  • Soy su fan número 1 en México, siempre escucho xadrez verbal y fronteiras, gracias por este programa, su conocimiento sobre México es impresionante, disculpen que no se escribir en portugués pero entiendo todo lo que dicen y recomiendo el podcast a todas las personas que conozco y entienden o hablan portugués por acá un abrazo a los dos, desde Monterrey, estado de Nuevo León al noeste de México

  • Feliz coincidência os episódios sobre o México justo no momento em que leio o romance “Os detetives selvagens”, do Roberto Bolaño. Fica a dica cultural, pois grande parte do enredo acontece no DF.

    Outra coisa que me chama atenção no país são os Tarahumara, povo originário que corre longas distâncias com os pés descalços.

    Parabéns pelos programas, um abraço.

  • Pessoal,

    Não acredito que na dica cultural vocês não citaram a série Club de Cuervos do Netflix, uma produção mexicana sensacional sobre as tretas na administração de um clube de futebol do país. Se ainda não assistiram, vocês PRECISAM ver, é muito boa e engraçada!

    Parabéns pelo programa, excelente como sempre!

  • Bruno Leonardo Amorim

    Olá, rapazes. Mais uma vez, obrigado pelo ótimo programa.
    Sei que geralmente a música de encerramento é de um artista nativo, mas se for possível abrir uma exceção desta vez, recomendaria Cortez the Killer, do Neil Young quando ele estava na banda Crazy Horse. Apesar da introdução absurdamente longa, a melodia desse música é incrivelmente bela, e acredito que foi a primeira música que eu tenha ouvido com um foco histórico tão claro como foi abordado por ela, ou talvez a primeira que tenha realmente me chamado a atenção, e como o dito cujo foi mencionado nesta parte I, se não for viável tê-la como música de encerramento para a parte II, pelo menos fica aqui a recomendação, pois esse música é incrível e ela resume muito bem no último verso quem foi Hernán Cortés.
    Aguardando ansiosamente a parte II.

  • Marcos Zeve Azevedo

    Olha, essa questão dos médicos cubanos eh um novelo de tantas pontas que nem sei por onde começar.

    Primeiro, como sou cirurgião bucomaxilofacial, vindo da Odontologia mas praticando dentro da área hospitalar a cirurgia do trauma de face, eu vi a posição de meus colegas médicos estando “de fora”. E, por amargo que seja constatar isso, a posição da classe médica de modo geral foi francamente corporativista e por vezes xenófoba.

    Eu posso clinicar e operar no Rio de Janeiro e não numa reserva indígena ou quilombo, mas trabalho na Baixada Fluminense. E nessa periferia a atuação dos médicos do programa já eh importante na atenção básica de saúde, visto em primeira pessoa por mim. Multiplique isso por áreas remotas do país, onde conseguir presença médica é um desafio, seja na atenção básica ou ainda mais na complexa. Então sim o programa eh extremamente importante e sua implantação e manutenção tinha e tem um potencial revolucionário na atenção básica de saúde.

    Dito isso, comparado aos outros profissionais brasileiros ou estrangeiros componentes do Mais Médicos, os cubanos sim eram explorados pelas condições impostas pelo governo cubano, pelo confisco da maior parte de seus honorários, movimentação de local de trabalho e restrições familiares. De novo, sou testemunha em primeira pessoa.

    Então, mesmo que constatando os benefícios a saúde pública brasileira trazidos pelo programa e a posição corporativista que observei da classe médica, eu sentia extremo desconforto em ver os médicos cubanos sendo utilizados como mão-de-obra barata e profissionais de segunda classe.

  • Cara, não consegui comentar no programa de Goiás, então quero registrar aqui que meus parte da minha família é de lá e todos torcem para o Vila Nova.
    Sobre a domesticação de animais e a influência disso na conquistas do Império Espanhol na América, eu recomendo a leitura de “Armas, Germes e Aço”, onde Jared Diamond explica este e outros aspectos que influenciaram nestes acontecimentos.

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