Xadrez Verbal Podcast #212 – Espanha, BRICS e Bolívia

Na madrugada e debaixo de chuva, chega mais um podcast do Xadrez Verbal! Vamos até a Espanha, que realizou mais uma eleição e estamos sem paciência pra tanta indecisão, mas parece que agora vai; aproveitamos e giramos pela Europa. Voltamos ao Brasil, que recebeu a cúpula dos BRICS, com a presença dos líderes, além dos eventos na embaixada da Venezuela em Brasília. E claro que o tema principal do programa foi a crise na Bolívia, com a renúncia de Evo Morales. Foi golpe? Não foi golpe? Qual a ordem dos eventos? O que pode acontecer? Além disso tudo, nós giramos pelo mundo, a semana na História, Economia com a professora Vivian Almeida, peões da semana e dicas culturais fecham mais um podcast do Xadrez Verbal!

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Dicas do Sétimo Selo e links

Site da Editora Contexto

Livro A formação das almas: o imaginário da República no Brasil, de José Murilo de Carvalho

Livro Tensiones irresueltas: Bolívia, pasado y presente

Filme Zona sur

Fronteiras Invisíveis do Futebol #1 – Galícia

XI Cúpula do BRICS – Declaração de Brasília

Convenção de Viena

Fronteiras Invisíveis do Futebol #79 – Bolívia

Texto A Bolívia ia criminalizar o Cristianismo?

Coluna Não, Evo Morales não é santo. E sim, houve um golpe de Estado na Bolívia

Nerdologia História Existe diferença entre golpe e revolução?

Música de Encerramento Space Oddity, por David Bowie

Playlist das músicas de encerramento do Xadrez Verbal no Spotify

Canal do Xadrez Verbal no Telegram

Minutagem dos blocos, cortesia dos financiadores do Xadrez Verbal

  • 00:05:25 – Giro de Notícias #01
  • 00:18:30 – Coluna Aberta: Eleições na Espanha
  • 00:47:00 – Efemérides: A Semana na História
  • 00:54:00 – Match: Brasil, BRICS e Venezuela
  • 01:56:00 – Xeque: Bolívia
  • 03:13:35 – Gambito da Dama: Cúpula do BRICS
  • 03:26:25 – Giro de Notícias #02
  • 03:34:10 – Os Peões da Semana
  • 03:36:00 – Sétimo Selo
  • 03:42:30 – Música de Encerramento

Ouça o podcast aqui ou baixe o programa. (clique com o botão direito do mouse e use a opção “Salvar como” para baixar)

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, que está no Apoia-se

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
Como sempre, comentários são bem vindos. Leitor, não esqueça de visitar o canal do XadrezVerbal no Youtube e se inscrever.

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31 Comentários

  • JACKSON VIZA SIQUEIRA

    Olá. O link para download desta quebrado.

  • Pessoal, uma correção. Ao listar as denúncias de violência na Bolívia eu me confundi e afirmei que a biblioteca do vice-presidente foi incendiada

    O que aconteceu é que ela foi ameaçada de incêndio; até agora não foi confirmado um incêndio

    E o link de download direto foi corrigido

  • Osmar Dos Santos Filho

    E sempre esperançoso e acalentador, vermos a existência de trabalhos de alta qualidade nas redes sociais. Tenho acompanhado tudo que posso do Xadrez. São excelentes as abordagens feitas e suas reflexões.
    Vocês estão de parabéns!

  • Se juntos já causa imagina vox (sorry)

  • O Golpe da Bolívia foi bem explicado no programa, parabéns! E como falaram sobre a insanidade que tomou conta do país, somando-se a mulher que se autoproclamou presidenta, mesmo com a falta de quórum, resultou na barbárie que está as manifestações que até o momento já tem 5 mortes e mais feridos. Sem falar no preconceito escancarado contra os indígenas.
    É muito importante ter fonte de informação segura para falar sobre esses temas mais complexos, ainda mais nessa nova moda de comentaristas de política internacional q nem sabem aonde fica direito a Bolívia ¬¬’
    ***** Indico sempre o XV, não tem erro! *******
    Eu adoro o Matias e dou risadas com as imitações do Pelé e do Jair, mas, ler o documento do Congresso de Viena ñ vai rolar..Beijos da ouvinte passarinha 😀

  • Sobre o paralelo entre Guarulhos e El Alto, “interessante” que, ao mesmo tempo que El Alto é a maior cidade indígena da Bolívia, Guarulhos, ainda que não seja indígena, é “a maior cidade de nome indígena” do “interior” do Brasil. Ok, não é bem interior … mas apenas capitais como Curitiba e Manaus (e, forçando a barra um pouco quanto à origem do nome, Goiânia) são maiores.

  • Caros, boa tarde. Descobri recentemente o podcast de vocês e estão de parabéns. Escutei esse último podcast ainda muito preocupado com o golpe na Bolívia e todos os seus desdobramentos. De início, acompanhando alguns tuítes do Xadrez fiquei com uma impressão e uma sensação um pouco díspar acerca da posição de vocês (e ,sim, acho que a vocês caberia ter uma posição). De todo modo, os programas estão e são muito bons, especialmente este último que ouvi, e apoio integralmente as imitações do Matias. Parabéns.

  • Um esclarecimento sobre a notícia sobre os casos de peste negra. A doença é uma zoonose rara mais ainda existente em várias partes do mundo, inclindo não só china, como peru, eua e madagascar.
    O CDC americano tem inclusive gráficos históricos (https://www.cdc.gov/plague/maps/) e mostram uma média de 1 a 17 casos por ano nessas duas últimas décadas nos eua.
    A notícia é bem click-bait, que eu caí que nem vocês, e o risco não é significativo, incluindo porque a doença é tratável com antibióticos.

  • Olá Filipi(provavelmente ta errado) e Matias(tbm deve ta errado),

    Semana passada eu estava tentando achar alguma noticia sobre o encontro dos BRICS nos sites que costumo ler aqui no Reino Unido(Guardian, BBC News, The independent) afinal queria saber qual seria a visão sobre o evento da galera daqui, não achei nenhuma notícia na capa, nem pesquisando no Google(somente vinha resultados de jornais indianos). Eu achei estranho que a Midia daqui(provavelmente de todo mundo que nao seja a do BRICS) não de alguma atenção ao encontro, que nao soh envolve alguns do países mais populosos do mundo, como os maiores paises. Eu não sabia que o encontro BRICS era tão isignificante assim.

  • Mais um programa excelente, muito obrigado por nos informar tão bem! E Filipe, uma curiosidade: saiba que você tem uma torcida por frases novas nas apresentações dos programas quando você sempre diz “a todos que nos amam, nos desejam, nos toleram, nos odeiam mas não nos tiram do ouvido”, eu e meu primo Thiago sempre damos risadas nessas improvisações, principalmente nas de caminhoneiros. Meu aniversário é agora (29), seria um baita presentão! Obrigado novamente!

  • Mais de 3 horas de conteúdo, obrigado pelo informativo episódio.

    • Olá pessoal! Como o programa subiu na sexta de manhã não pude comentar que mais feliz o flamenguista do Acre, deve estar o flamenguista de São Tomé das Letras, já que há o boato de que a gruta do carimbado na cidade tem uma ligação até Macchu Picchu. No mais, excelente cobertura da crise boliviana, embora tivesse ficado esperando um veredicto mais claro, pelo menos por vocês, se foi golpe ou não (para mim foram dois golpes, Evo tentando dar o autogolpe e as forças armadas dando o golpe nele). Mesmo assim, melhor cobertura que vi, junto com a do Giro Latino. Um abraço para todo mundo do CAIK (Centro Acadêmico Immanuel Kant), da PUC Minas.

  • Ola galera do xadrez verbal, meu nome é augusto e comecei a ouvir o podcast a uns 3 meses desde que ingressei no curso de Relações Internacionais da Uni-BH. Gostaria de ouvir a opinião de vocês no próximo podcast sobre um assunto que vi sendo comentado esses dias no twitter, a pergunta é se vocês acham o Estado de Israel legítimo ou não e o motivo do posicionamento. O podcast é sensacional e me ajudou a estar sempre a frente nos debates sobre a nossa quebrada Latino Americana e até “corrigir” meus professores em alguns momentos. (Correção respeitosas claro, pq pelo menos eu tento ser o mais humilde possível nas aulas tentando aprender sempre mais)

  • Igor Coura de Mendonça

    Quando se têm rupturas institucionais traumáticas, como é o caso atual da Bolívia, esse ressentimento não só não vai acabar da noite para o dia, como ele pode durar décadas ou séculos.

    O fato de que Evo era de origem indígena pode suscitar crises de confiança entre os grupos que se identificam diferentemente entre indígenas e cristãos. Pode acontecer inclusive desse episódio acabar “bem” e a Bolívia ficar politicamente estável num médio prazo. Mas fica a retórica: daqui a 5/10/100 anos, pode surgir um movimento político que queiram usar a história de 2019 como uma retórica.

    Exemplos reais deste tipo de situação não faltam. Mas para ficar em um bem curioso: temos uma pessoa que ainda se considera o príncipe herdeiro da monarquia brasileira, extinta por um golpe em 1889 e rejeitada por um plebiscito nos anos 90. E essa figura não está sozinha: monarquistas estão rodando a periferia das nossas redes sociais há muito tempo, querendo espaço e angariando adeptos. O nosso presidente eleito atual declarou que se arrepende de não ter chamado o tal príncipe para compor seu governo. Será que teremos uma “reação monarquista” no Brasil dos anos 2020, 130 anos depois da deposição de Pedro II?

    Acho improvável que se chegue a tanto*. Mas é um “cautionary tale” para quem despreza os perdedores da História.

    *Em tempo, se me perguntassem, eu diria que também era “absurdamente improvável” um movimento terraplanista nos EUA e Brasil de 2019…

    E desculpem o anglicismo: eu não sei uma boa tradução para “cautionary tale”: seria um “conto de alerta”?

    #TeamViçosa

  • Igor Coura de Mendonça

    Em tempo (2), pelas definições que o Filipe usou no Nerdologia, não me parece haver dúvidas de que foi um golpe de origem civil-militar. O fato de que não houve violência direta não impede de ser golpe. Seria possível inclusive que ocorra mundo afora golpes que resultem em governos democráticos. Digamos que um dissidente do MBS consegue angariar um grupo de aliados que convençam o MBS a renunciar e criem em seguida uma Monarquia Parlamentarista. Difícil, mas indica que a definição de “golpe” proposta no Nerdologia é um termo falseável, passível de se testar hipóteses e refutá-las. Como o Átila diria, faz todo sentido político-científico!

    Só que eu concordo muito com vocês. A ruptura institucional deixa cicatrizes que podem resultar em uma retórica que não sairá tão fácil da identidade boliviana.

    Agora, o próprio Evo também caminhava para aplicar um golpe. Poderíamos ter em 2020 uma situação na Bolívia análoga à da Venezuela deste ano, com uma oposição acusando vacância do cargo de presidente pela candidatura de Evo baseada em uma interpretação altamente casuística da decisão judicial. Ele é uma vítima de uma crise que ele mesmo arriscou.

    Essa incapacidade da classe política mundial em gerar sucessores, na América Latina em especial, é algo que precisa ser mais discutido. Naturalmente é um fenômenos ofuscado por outros mais avassaladores, como o retorno do nacionalismo radical e a influência das redes sociais. Mas mesmo assim merecia mais atenção.

  • Igor Coura de Mendonça

    Ah! Quero deixa uma dica cultural. Sei lá, deu vontade… Fica aqui só para os comentadores:

    The Myth of the Rational Voter, de Brian Caplan.

    O livro é genial, traz uma teoria espetacular sobre como as pessoas intuitivamente se posicionam em assuntos políticos, como decidem o seu voto e como avaliam os políticos usando critérios bastante contraditórios ao que as mesmas pessoas fazem no mercado ou em decisões pessoais. Essa incoerência, a qual Caplan vai chamar de uma “irracionalidade racional”, é descrita por ele de forma brilhante.

    Infelizmente, nos últimos capítulos, quando ele sai da análise do ato de votar e de percepção política dos eleitores para uma análise mais abrangente de democracia, ele escorrega num casco de banana: a definição dele de “democracia” é fraquíssima, que só pode ser (a) inocente, de alguém que não sabe do que está falando, ou (b) desonesta, de alguém que quer empurrar uma pauta libertária de uma maneira infantil.

    Isso QUASE estraga o livro, mas um bom leitor vai saber aprender com o conteúdo mesmo assim. É só lembrar: “Do not go gently into that good conclusion”!

    O livro não tem tradução para o português…

    Abraços a todos os comentadores!

  • Luis Eduardo Reis da Silva

    Olá Filipe e Matias.

    Parabéns pelo ótimo programa e muito obrigado pelo empenho e profissionalismo!! Muito Obrigado por entregar um conteúdo de alto nível!!

    Matias, a referência do nome “Susan” que o Filipe não pegou é em relação ao filme Blankman – Um Super-Herói Muito Atrapalhado, clássico da Sessão da Tarde? Essa cena do beco é muito engraçada.

    Falando em super heróis, o Filipe citou os quadrinhos da Batwoman alguns programas atrás, ela ganhou um série e vai participar do especial Crise nas Infinitas Terras que vai juntar várias séries com personagens da DC Comics, inclusive Smallville.
    Além disso, a nova fase dos X-men na Marvel trata deles fundando uma nação soberana de mutantes e conflitos com humanos, gerando histórias bem legais.

    Obrigado e parabéns pelo ótimo trabalho!!

  • Filipe, deixei um comentário aqui e deve ter caído no spam… vê aí pra mim

  • Olá Filipe e Matias.

    Como de costume, excelente programa! Muito elucidativo saber o que está se passando aí pela América Latina.

    Aproveitando, gostaria de dar um “saúde” pro Matias e desejar que essa chuva não tenha trazido uma gripe junto.

    Um grande abraço do seu ouvinte aqui da capital do Canadá.

    Masaru Hoshi

  • João Pedro Gonçalves

    Poderiam fazer um, fronteira invisíveis sobre os curdos. Meu primeiro comentário 🙂 salve

  • Olá Filipe e Matias,

    Gostei muito do podcast, como de costume! Só tenho alguns comentários/correções sobre a situação de Myanmar no TPI e na CIJ, se não se importarem. Eu sei que vocês deixaram claro no final que o caso no TPI e na CIJ se tratam de coisas diferentes, mas algumas coisas se misturaram ali.

    A situação Bangladesh/Myanmar não foi remetida pela Gâmbia, se trata de uma investigação proprio motu da Procuradoria (o que quer dizer que a própria Procuradora decide abrir uma investigação de uma situação que estava em exame preliminar, sem a necessidade de um Estado-Parte ou o CSNU remeter a situação). Por se tratar do início de um inquérito por iniciativa da própria Procuradora, é preciso que a Pre-Trial Chamber autorize isso. A decisão (não é relatório!) de quinta se trata dessa autorização, que veio em resposta a um pedido feito pela Procuradora em Julho de abrir o inquérito. Fosse remetido por um Estado (como a Gâmbia) ou pelo CSNU, não haveria a necessidade dessa autorização e a Procuradoria poderia começar a investigar de imediato. Vale lembrar que a Procuradoria fez um pedido semelhante no início do ano em relação à situação no Afeganistão, que foi negado, então ninguém sabia o que esperar da decisão. Outra coisa importante é que não se trata de um caso ainda, porque o TPI julga indivíduos e não Estados. O que acontece agora é que a Procuradoria abre um inquérito sobre a situação e aí, apontando os possíveis responsáveis, abre um caso referente a cada um deles.

    Um dia antes da decisão da PT-C sair, a Gâmbia abriu um caso contra o Myanmar na CIJ, mas aí se trata do próprio Estado birmanês respondendo pelos crimes cometidos contra os Rohingyas e não dos indivíduos envolvidos. Uma diferença interessante entre ambos é que a CIJ finalmente pode tratar do X da questão: a caracterização ou não de genocídio. Isso não é possível no TPI, pois Myanmar não é um Estado-parte do Estatuto de Roma então o TPI só pode exercer jurisdição sobre crimes que tenham sido cometidos “em todo ou em parte” em Bangladesh (que é Estado-parte). Por isso os crimes a serem discutidos no TPI envolvem “só” a expulsão dos Rohingya para Bangladesh, é a única coisa que entra na nossa jurisdição.

    Desculpa o textão, mas espero ter ajudado!

    Abraço,
    Marina

  • Olá garotos. Como ouvinte que AMA muitão esse podcast, gostaria de exercer meu direito de fazer um pequeno protesto. Não somos “pequenos passarinhos”, que gosta de tudo mastigadinho como afirmou o Filipe por volta de 1h21min desse episódio, quando falavam sobre a invasão da embaixada da Venezuela. Além disso, foi meio traumático imaginá-los como “mamãe pelicano”. Complementando o protesto, vou ler sim a Convenção de Viena, coisa que eu ainda não fiz. Viu só, até quando fico ~brava~, vocês me levam a aprender melhor alguma coisa. Beijos, amo vocês.

  • Olá, Filipe!
    Estou com meu marido em Cuba aproveitando uma emenda meio exagerada de feriados e coincidentemente ao chegarmos em Havana a cidade estava em festa pelos seus 500 anos.
    Nós nos viramos aqui para baixar o episódio dessa semana, mesmo com a conexão bem precária! Deu certo! Infelizmente, faltou os 500 anos de Havana nas efemérides. Afinal, 500 anos não se faz todo dia! A cidade inclusive estava lotada, com muitas festas e queimas de fogos!
    Aproveito para mandar um beijo na mastóide do meu marido, que também chama Filipe (do jeito certo, segundo a mãe dele, ninha sogra!)

    Beijos
    Julia Jorge

  • Bruno Arthur Hochheim

    Prezados Filipe e Matias,

    escuto seu programa há tempos e admiro muito seu trabalho. Escrevo aqui só para registrar meu espanto quando comentaram, no programa, que apenas uma proporção muito pequena dos ouvintes do Xadrez Verbal também acompanha o Fronteiras Invisíveis. Ambos são ótimos e muito parecidos quanto ao cuidado com os contextos e ao aprofundamento das pesquisas, de modo que a maior parte da audiência do Xadrez Verbal certamente apreciará o Fronteiras. Muita gente não sabe o que está perdendo, o que é uma pena.
    Possivelmente seja o tema do futebol que afaste muitos ouvintes potenciais, mas para esses é muito importante destacar que o esporte só é abordado em um dos três quadros do programa – sendo os outros dois sobre história, no mesmo estilo do Xadrez Verbal, mas mais aprofundado. E mesmo aqueles que não são os maiores fãs do futebol – como eu, que só o acompanho, com o perdão do trocadilho, “por esporte” – aprendem muita coisa importante pelas relações com as culturas que o programa faz nessa parte. Isso sem falar de quando vocês abordam, em vez do futebol, algum outro esporte mais popular no país retratado, como o críquete, programas esses particularmente ricos no aspecto cultural.

    Cumprimento-os mais uma vez pelo seu trabalho e desejo que ele continue rendendo muitos frutos para todos nós.

    Abraço,
    Bruno Arthur Hochheim

    • Saludos Filipe e Matias!

      Conheci o Xadrez Verbal há pouco mais de um ano, e desde então tem sido uma das minhas fontes principais de informação, e cia para viagens de ônibus, pedaladas e até para fazer faxinas. Também sou da área de História e fico impressionada com o trabalho de vocês, e com o modo leve como conduzem o programa.
      Queria pedir, se possível, pra vocês mandarem um abraço para o meu namorado, que me apresentou o podcast, e que está de aniversário no próximo domingo, dia 24.

      Parabéns pelo programa e pelas outras iniciativas, como o Fronteiras e o Repertório!!

      Um abraço

  • JOAO AUGUSTO VISSOCI

    Bom crepúsculo, Filipe (com I) e Matias!
    Obrigado pelo ótimo podcast, que embalava minhas viagens de volta de Curitiba para Londrina quando vinha visitar minha namorada nos fins de semana e agora são minha cia de caminhada em Curitiba, já que a saudades que sentia da minha agora noiva durante a semana foram demais para aguentar. Por favor, mandem um beijo pro amor da minha vida.. Carol, te amo!
    Também queria pedir um um abraço para o meu irmão João Ricardo e os amigos Rafael, Suzana e João Rafael, que são ouvintes também depois de muito eu encher a cabeça deles falando de vcs!
    Por fim, uma sugestão (não sei se já a fizeram antes): nas semana que não puderem gravar, que tal republicarem (replubicar um audio? repostarem?) os trechos de episódios que podem ser ouvidos como pauta fria, como por exemplo sobre a região do Nilo ou sobre os países bálticos (são os que me veem à mente agora, mas sei que tem mais).Como vcs mesmo frisam eventualmente, são trechos que podem ser ouvidos a qualquer momento e aos quais vcs sempre fazer referência; então, porque não facilitar para o novo ouvinte, republicando/repostando só o trecho, ou talvez reunindo dois ou três que tenha coerência juntos. Fica a idéia!
    Um forte abraço!
    João Augusto Vissoci, 37 anos, técnico judiciário, Curitiba-PR

  • Ola Filipe e Matias, sou ouvinte do xadrez verbal a um bom tempo e estudante de REI na UFMG.
    Hoje na aula de história da política externa brasileira meu professor estava comentando sobre a aproximação do Brasil com países do oriente médio durante a ditadura por causa do choque do petróleo, focando na questão do abastecimento de petróleo. Me lembrei de uma vez que vocês comentaram sobre o período falando sobre a importância dessa aproximação para o programa nuclear brasileiro. Perguntei sobre isso e ele não sabia me informar sobre o assunto, tentei achar referências na internet e também não encontrei. Vocês realmente já comentaram sobre o assunto ou eu estou lembrando de coisas que não ocorreram? Caso eu não esteja ficando doido, seria possível me indicar onde posso ler sobre isso?
    Desde já agradeço.

  • Igor Coura de Mendonça

    Essa música é a mais importante do século XX? Haha

    Não sei, mas pra mim ela tem um MEGA peso. Tem uma música dos Paralamas do Sucesso que em um de seus versos canta
    “o céu de Ícaro tem mais poesia que o de Galileu”
    É eu passei anos incomodado com isso. Até que eu ouvi a história do Major Tom. Pra mim, ela é o marco do homem sendo capaz de perceber que o céu de Galileu é que possui uma quantidade inexplorada ainda de poesia, e que talvez Herbert Vianna esteja errado.

    Abraços!

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