Xadrez Verbal Podcast #193 – G20 2019, Europa e América Latina

Programa bem recheado nessa sexta-feira atrapalhada pelo fuso horário com o Japão! Começamos com um breve giro pela América Latina, com notícias do Brasil, bolívares achados no Rio de Janeiro e o presidente mais bonito do mundo mundial. Depois vamos para a Europa, com Boris Johnson, Alemanha e um alemão andando peladão de moto. E aí vamos para o prato principal, a primeira parte da cobertura do G-20, que ocorre em Osaka, no Japão. Como chega o Brasil, quais as pautas principais, quais os encontros bilaterais que já ocorreram, em qual caneca o Putin bebe chá. E ainda deu tempo de comentar brevemente o acordo comercial anunciado entre MERCOSUL e União Europeia. Além disso tudo, nós giramos pelo mundo, a semana na História, Economia com a professora Vivian Almeida, peões da semana e dicas culturais fecham mais um podcast do Xadrez Verbal, com uma homenagem para a recém-aposentada cachorra Frida na capa!

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Dicas do Sétimo Selo e links

Site da Editora Contexto

Filme Toy Story 4

Livros da Trilogia do Terceiro Reich, de Richard J. Evans:

Post Noite das Longas Facas do Xadrez Dominical

Filme Mr. Kaplan

Livro O indivíduo, a sociedade e o estado e outros ensaios, de Emma Goldman

Matéria Why is a Tanzanian chief’s skull mentioned in the Versailles Treaty?, de Damian Zane

Xadrez Verbal Podcast #56 – Golpe na Turquia, Trump e Alemanha

Xadrez Verbal Podcast #126 – Rio Nilo, Oriente Médio e América Latina

Xadrez Verbal Podcast #149 – OTAN, Ásia e paz entre Etiópia e Eritreia

Coluna Brasil veta termo “gênero” em resoluções da ONU e cria mal-estar, de Jamil Chade

Matéria Relembre a linha do tempo das negociações do acordo entre Mercosul e UE, de Ivan Martínez-Vargas

Thread sobre os 39 kg de cocaína envolvendo um avião presidencial e um sargento da FAB

Música de Encerramento I want you back, The Jackson 5

Playlist das músicas de encerramento do Xadrez Verbal no Spotify

Canal do Xadrez Verbal no Telegram

Minutagem dos blocos, cortesia dos financiadores do Xadrez Verbal

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, que está no Apoia-se

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
Como sempre, comentários são bem vindos. Leitor, não esqueça de visitar o canal do XadrezVerbal no Youtube e se inscrever.

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48 Comentários

  • Olá, Matias e Filipe. Escrevo apenas para dizer que sou ouvinte assídua do X.V. e que o programa me permitiu procurar temas e fontes de referência sobre política internacional dos quais eu não fazia sequer ideia há cerca de uma ano atrás. Também gostaria de dizer que ontem, enquanto eu ouvia a transmissão da Tapera sobre o “Guerra Contra a Paz”, do Farrow, tive a intuição que era bem provável que o “Filipe do X. V.” estivesse por lá. Depois fui conferir no vídeo e acho que estava mesmo!
    Minha área é literatura, mas há pouco criei esse endereço do wordpress, “osossosdecesar”, para postar textos meus sobre política, arte e cultura em geral:

    https://osossosdecesar.home.blog/

    Caso vocês possam mencioná-lo no programa seria muito válido para estabelecer uma interlocução com eventuais leitores interessados pelo debate sobre os temas discutidos por lá.

    Desde já agradeço pela companhia e as informações semanais e torço para que leiam meu comentário no próximo programa!

    Abraço,

    Mariana

  • A china, a Índia e a Rússia tão lá, do lado
    Nós estamos aqui.
    Esse BRICs nunca fez sentido.

  • Matias, a “mulher negra” tomou tiro de outra mulher negra por legítima defesa.
    E nos Estados unidos se você provoca a morte de outra pessoa é você que será punido, não tem nada a ver com aborto.
    Se dois ladrões invadem uma casa e o proprietário mata um, o outro ladrão responde por homicídio.
    Ou seja, não tem nada de surreal e nem racismo contra “a mulher negra”

    • Também não tinha entendido da ênfase no Mulher negra, não encontrei a notícia completa, mas se o caso for o que você diz, tenho de concordar que foi de escolha dela.
      por favor, Felipe e Matias se puderem esclarecer.

    • Normal…
      O Matias tem uma necessidade patológica de lacrar a todo momento.

  • poroutroladopodcast

    O termo “Del mundo mundial” é uma gíria xóvem, é claro um pleonasmo mas acho que ele quis dar uma de descolado.
    Um abraço, ouço vocês sempre é se tiverem 30 minutos livres ouçam o meu podcast sobre Evita – https://poroutrolado.tech/2018/podcast/episodio-04-evita/

  • Eu não tenho certeza se meu comentário anterior foi enviado. Provavelmente está para ser aprovado por conter links. E esqueci de me apresentar. Meu nome é Vitor Alonso, de São Paulo.

    Um grande abraço, continuem com o excelente trabalho.

  • Olá! Sou Vithor Gabriel! Curso química industrial na UFPE, e faz um tempo que acompanho o podcast. Conheci ele devido aos Nerdologias de história (ótimos, por sinal), e agora acompanho quase toda semana pra saber o que anda acontecendo pelo mundo afora. Agradeço pela companhia durante as tardes de fim de semana, quando vou lavar louça, escrever relatórios (que são um saco), e jogar Fate (Pensei em comentar desse jogo quando vocês falaram da Joana D’Arc. Mas a vergonha não me permitiu, ksks)!

  • Será que seria possível incluir um link para esta página na descrição do episódio que faz parte do feed RSS do podcast? Assim ficaria mais fácil acessar a seção de comentários e a minutagem do episódio.

  • Bom dia, parabéns por mais um ótimo programa!

    Entendo que “O Acordo” será tema do próximo, mas já que vcs citaram o queijo (canastra … ou não) como exemplo se produto produzido em “ambos os lados”, é bom frisar que os lácteos estão justamente entre os assuntos mais espinhosos. Tanto Mercosul quanto UE são grandes produtores, porém o Brasil exporta muito pouco pq consome muito.

    O Mercosul, porém, aplica hoje uma Tarifa Externa Comum, para o leite em pó, por exemplo, de 28%. E já há muitos problemas dentro do Brasil por conta do que vem do Uruguai é Argentina. Se a TEC for zerada, certamente haverá fortes impactos na produção nacional.

    Por outro lado, evidentemente esses produtores teriam beneficios como mais acesso a tecnologias europeias ,devido à desoneração fiscal, o que pode fazer com que se tornem mais competitivos.

    Enfim, só mais um pequeno nó, neste longo novelo a ser desentrelaçado nos próximos anos.

  • “Caixa forte iraquiano, com moeda venezuelana para produzir moeda americana falsa” poderia ser um verso da musica “Disneylandia” do Titãs.

  • Acredito que muitos brasileiros rejeitem o BRICS, fora os argumentos de sempre sobre conspiração, pelo fato do real interesse das elites nacionais de associar-se aos EUA nos moldes de Porto Rico, só pode. Afinal autonomia pra quê, né?!
    Esse política externa é tão bizarra, pra dizer o mínimo, que não esconde a predileção pela casa branca, nem dá aquela disfarçadinha. Fica uma dúvida que civilização ocidental o Brasil pensa entrar, porque os europeus pelo jeito também não entenderam. kkkkkkkk

    Agora falando sério qual a parte da ideia de política externa ser constituída pelos interesses nacionais, mesmo que permeados por ideologias, mas com uma dose de pragmatismo factual que não deve ser desprezado ainda não foi entendido. É patético ver como o Brasil nas últimas décadas vem caminhando de uma maneira temerária, a ponto deste atual governo ser ápice do delírio.
    E um breve desabafo tá um saco viver neste país, fora a velha hipocrisia dos costumes, agora não se pode mais questionar ou discutir sem rotulação ou adultos infantis fazendo birra sobre suas preferências, como se tudo fosse uma questão do que a pessoa gosta ou não gosta, é um egocentrismo nojento.

    Agora algo legal para se comentar nesta semana foi pela primeira vez acompanhar um pouco do que é o críquete e perceber como as torcidas pelas equipes do sul da ásia são demais. Aqui na região onde vivo chamamos a “modalidade de rua ” como bétis, mas também já ouvi chamarem de “TACO” mas em menor frequência.
    Legal ver outros esportes sendo festejados dá uma dimensão legal de como a cultura esportiva pode enriquecer a qualidade de vida.

  • Pingback: Xadrez Verbal Podcast #193 – G20 2019, Europa e América Latina | Crazy Tube Upload

  • Se pudesse voar nas eleições dos EUA meu voto iria pro mayor pete!

  • Olar! Passando só para agradecer o beijo mandado para os ouvintes caninos. Minhas dogs ouvem tanto o Xadrez Verbal, quanto o Fronteiras, e já devem saber mais de política internacional que muita gente por aí. Chiara e Morena mandam lambeijos pra vcs! S2

  • Caros Matias e Filipe, sou ouvinte do Xadrez há cerca de um mês e está me poupando muito tempo de pesquisas, portanto, obrigada. Confesso que não sei quais seriam os impactos de um acordo com a Coréia do Sul no âmbito dos produtos licenciados do K-pop, mas devo lembrá-los da gigante Samsung, além da indústria cosmética sul-coreana que vem crescendo vertiginosamente em todo o mundo, existindo inclusive sites muito populares destinados à importação destes produtos ao Brasil. Apenas dois exemplos. O pessoal aqui da biblioteca do Campus Visconde da Graça do IFSul manda um abraço.

  • Vinicius Sousa Soares

    Faço cursinho preparatório para vestibulares e não costumo ter tempo para ouvi-los de uma vez só. Mas a vantagem é que tenho a companhia de vocês a semana toda durante a ida para a escola de bicicleta. Gostaria de agradecê-los pela dedicação ao programa e por me permitirem aprender cada dia mais. Espero encontrá-los um dia pessoalmente. Forte abraço

  • Matias imitando o Bolsonaro é algo que precisa acontecer com mais frequência. Ótimo podcast.

  • Japão vem caçando baleias desde sempre, mas antes eles falando que era pra “pesquisa cientifica”, ao menos agora estão sendo honestos.

  • Filipe e Matias, saudações! Escrevo da distante Potirendaba, interior de São Paulo.
    Sou ouvinte do programa já tem algum tempo, e tenho notado que o Filipe com frequência cita James Bond nos seus comparativos e/ou comentários. Como fã do agente secreto e colecionador de longa data, sempre fico feliz com as analogias. Muito obrigado pelo conteúdo de qualidade!

  • Em 30 de junho de 1934 houve na Alemanha a noite das longas facas.
    Em 30 de junho de 2019 na avenida Paulista tivemos o domingo das longas facas.

    Entendedores entenderão

  • é comentado no programa sobre a futura eleição presidencial dos EUA possivelmente ter os candidatos com mais idade concorrendo e isso me deixa muito curioso sobre como grupos minoritários se articulam nesse cenário dominado por homens brancos e velhos (cis het). Não seria importante renovar esses candidatos para atualizar o debate político, ou esses debates ocorrem em outras esferas públicas?

  • Olá Filipe. Olá Matias.

    Será que seria um absurdo tão grande assim o Brasil ter um uniforme vermelho, ou talvez até uma bandeira vermelha?
    Vale lembrar que o nome do nosso país faz referência ao Pau-Brasil, madeira conhecida pela sua cor vermelha intensa devido a alta concentração do composto brazilina. Usada para fazer, além de móveis, tintas e corantes vermelhos.

    Inclusive sempre penso nisso quando ouço de certos grupos ditos “nacionalistas” a frase “Nossa bandeira jamais será vermelha!”.
    Ironia, não?

    Aproveirando o gancho, acho que o Modi tá tentando copiar a estratégia do Testinha, ex-prefeito da minha cidade natal (Poá-SP) que pintou todos os monumentos e prédios públicos de laranja, inclusive a prefeitura. Clara alusão ao seu partido, contrapondo as cores azul e branco anteriores, que ele afirmava fazer referência às coalizões PFL-PSDB, que governaram a cidade por décadas.
    Porém, Poá é uma estância hidromineral e rolou uma treta na cidade sobre a manutenção do azul e branco…
    No fim, processos e processos depois, a justiça determinou que a cidade fosse pintada de volta nas cores azul e branco.
    Espero que as cores do uniforme dos times não sejam definidas no tapetão.

    Um beijo no quinto metatarso.

    • Fala, pessoal, beleza? O WordPress me obrigou a fazer login e acho que perdi o comentário. Enfim, se for repetido, desconsidere um deles.

      Primeiramente, gostaria de falar que o Xadrez Verbal é o melhor podcast de política internacional por citarem obras primas como Esqueceram de Mim e a melhor série de comédia de todos os tempos Um Maluco no Pedaço (quem discorda é clubista). Além disso, o podcast dá dicas valiosas de como chegar na crush e da próxima vez que eu vir uma menina com a descrição “não me venha com oi, tudo bem” no Happn, vou puxar conversa com “você viu que o presidente da Ucrânia é um ex-comediante que intetpretava o presidente da Ucrânia numa série de TV?”. Se der certo, vocês estarão convidados para o casamento.

      Enfim, só queria corrigir uma cãibra mental do Filipe. O avião presidencial não é um Airbus A330 (inclusive, quem dera). É na verdade um A319, também conhecido como avião que a Latam e a finada Avianca usavam na ponte aérea. Creio que um dos motivos de ele ter sido escolhido seja esse, ao contrário do A320, o 19 consegue pousar no Santos Dumont. Além disso, sua autonomia é muito boa. Por exemplo, ele é usado na rota Lima-Porto Alegre, sem escalas.

      Grande abraço a todos!

      Lucas Conrado
      30 anos
      Comissário de Bordo
      Vespasiano (MG)

    • Filipe, eu estava ouvindo o podcast e você falou várias vezes “Ozaka”, no japonês é lido o S com som de SS, só uma pequena correção aí para vocês, continuem o bom trabalho de vocês, que vocês façam esse programa para sempre ❤

  • Pensando um pouco sobre o BRICS, não da pra deixar passar a tristeza que dá ver as oportunidades de integração desse bloco.
    China e Índia se projetam como superpotências mundiais, colocando até mesmo a Europa pra rever suas estruturas políticas, econômicas e militares, visando uma maior integração pra que fiquem pareos aos atores geopolíticos que vão ganhar cada vez mais força e o Brasil, por ojtro lado, se coloca cada vez mais numa posição de subalterno de Washington, não dando nenhum sinal de desenvolvimento tecnológico num futuro próximo ou de uma possível mudança na sua matriz de exportação… vale lembrar, que por exemplo, do bloco em questão, o Brasil é o único sem capacidade militar estratégica nuclear e espacial. Ter bomba atômica ou colocar gente no espaço, para o bem ou para o mal, é um sintoma de um mínimo de domínio de tecnologia orquestrada pelo estado em alto nível.
    Acho os jovens hoje sequer sabem que as pessoas diziam que “o Brasil é o país do futuro”. Por mais que às vezes isso fosse vazio, hoje nem nisso se fala mais.

    Sessão do desabafo aqui… hahahha
    Obrigado pelo podcast maravilhoso, como sempre.

  • Olá Filipe e Matias! Estudo Biologia e escuto o podcast há bastante tempo. Sempre estou atento a possíveis besteiras que vocês poderiam falar na minha área (até então não identifiquei nenhuma). Nunca tinha visto nenhuma foto do Filipe ou do Matias, mas tenho uma imagem mental bem formada. Agora, para comentar, vi a foto do Filipe e me decepcionei. Um abraço de costas.

  • Olá Filipe e Matias! Sou ouvinte assíduo tanto do Xadrez Verbal quanto do Fronteiras. São meus companheiros aqui nas horas de transito intenso em Belo Horizonte. O que me leva a escrever esse primeiro comentário é que inauguramos aqui no Museu das Minas e do Metal, na praça da Liberdade em BH, a primeira exposição autoral do museu nesses 9 anos de funcionamento: Fósseis: do mar à conquista da terra.

    http://www.mmgerdau.org.br/programe-se/fosseis-do-mar-a-conquista-da-terra/

    A equipe teve um cuidado especial de torná-la acessível aos surdos, cegos e pessoas com mobilidade reduzida.
    A exposição vai de 27 de Junho a 08 de Setembro e a entrada é gratuita.
    Se puderem ajudar a divulgar, agradeceria bastante!
    Ah, se não for pedir demais, mandem um abraço aqui pra equipe do Museu das Minas e do Metal e em especial pro Mateus, que também é ouvinte assíduo.

    Continuem com o excelente trabalho! Muito obrigado pelas horas de informação e cultura !!

  • Olá Filipe e Matias, venci a preguiça para comentar um pequeno erro Técnico. O avião presidencial não é um airbus A330, e sim um Airbus A319CJ, que é uma versão executiva especial. Obrigado pelo programa, apesar de quando estar comentando ainda não tenha o escutado completamente, Sucesso!

  • “A França é chata desde o de Gaulle” Filipe Figueiredo, 2019.

    “A França é chata desde a degola” Georges Jacques Danton, 1794.

  • luiz henrique jacinto

    Vocês estavam certos, a França vai encher o saco do acordo do Mercosul com a UE.

    “França diz não estar preparada para ratificar acordo Mercosul-UE
    Porta-voz do governo francês afirmou que o país solicitará ‘garantias’ aos integrantes do Mercosul”

    https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,franca-diz-nao-estar-preparada-para-ratificar-acordo-ue-mercosul,70002900148

  • Desafio aos ouvintes: joguem “But…umm” do How I Met Your Mother cada vez que o Filipe falar “tá” e a professora Vivian falar “éhhh”. Boa sorte ao fígado de todos.

    Brincadeiras a parte, sou fã desde 2015. Beijos pra vocês, para minha mãe e para a Xuxa.

  • Saudações de Recife. Toda semana escuto o xadrez verbal e depois vou comentar os acontecimentos da semana com meu irmão que nunca escuta o programa. Essa semana ele finalmente ouviu, por favor mandem um beijo para esse comédia chamado Vitor Mateus.

  • Salve Matias e Filipe, se não me engano na música «Um Bom Lugar» do Sabotage o trecho “Quem tá no erro sabe, cocaína no avião da FAB” é do Black Alien e não do B Negão. Se escutei correto foi falado errado. À propósito dos artistas citados e cultura japonesa indico a música «Dorobô», bem boa. Um abraço!

  • Excelente programa como sempre, meus caros Filipe e Matias!

    Gostaria de comentar sobre as eleições e a situação na Turquia. Tenho estudado turco há ~5 meses e estive na Turquia semana passada, tendo chegado a Istambul um dia antes das novas eleições.

    Os amigos que fiz nesses tempos estudando a língua, maioria de Istambul ou Ankara, eram totalmente contra o Erdogan e estavam torcendo efusivamente por uma vitória da oposição, o que comemoraram muito.
    Meu professor de turco comentou que atualmente, quase 50% das escolas públicas, que anteriormente eram em sua maioria seculares, foram transformadas em escolas religiosas (com aulas de árabe e do Corão) pelo novo governo.

    Além disso, o meu guia em Istambul comentou que o Imamoglu era um cara mais moderado, que se mostrava ao mesmo tempo como alguém moderno, mas que também se mostrava como alguém religioso, conseguindo assim agradar “os dois lados”. Durante o tour, inclusive, ele disse que era melhor não falar o nome do Erdogan em público, com medo que alguém o ouvisse e pensasse que ele estava falando mal do presidente para turistas, por isso ele sempre se referia ao mesmo por “the Tall Man” – e também o criticava bastante.

    No dia das eleições meus amigos haviam falado pra eu talvez não sair às ruas depois das 18h, por medo de protestos ou alguma repressão, mas eu acabei saindo e durante todo o dia achei o clima completamente tranquilo, seja onde eu estive no lado asiático (bairro de Kadiköy), seja no lado europeu (bairros de Galata, Beyoglu, Karaköy). Quando os resultados foram anunciados, deu pra ouvir buzinaços pela cidade e fogos de artifício em alguns lugares.

    Enfim, fica a contribuição de alguém que estava lá durante esse evento importante.

    Grande abraço!

  • Saudações caros do Xadrez Verbal

    Descobri recentemente, infelizmente, que a bela frase “se não posso dançar, não é minha revolução” pode não ter sido proferida por Emma Goldman. Pois é meus caros, fiquei chatiadíssimo, pois já a utilizei incansáveis vezes. Por sorte, resolvi dar uma breve pesquisada pela internet antes de incluí-la na última avaliação de Teoria Política 1 do curso de Relações Internacionais da Unifesp -Osasco para dar aquela ornamentada dentro do contexto (antes de mais nada, a avaliação foi com consulta e para ser feita em casa rs). Enfim, parabéns pelo programa! Também sou formado em História pela FFLCH (terminei em 2008) e agora estou como tiozão da turma do curso supramencionado. Se possível, gostaria que mandassem um salve para a turma do primeiro termo do noturno e para os professores Raphael Neves (o de Teoria Política), Rodrigo Zagni, Salvador, Cláudia e Cristina Soreanu Pecequilo (ouvinte do Xadrez Verbal). Ademais, aproveitando o momento Maguila, um grande beijo para a minha namorada Melissa e para todo o povo de Oz! Abaixo, deixarei um dos links que consultei sobre essa “descoberta”:
    https://arroseinaprose.org/2018/05/03/emma-goldmans-dance-revolution-a-lesson-in-historical-inaccuracy-and-meme-devolvement/

    Abraços!

  • Padu (Paulo Eduardo)

    Me preocupa um pouco como toda vez que surge o assunto Acordo de Paris, ninguém remete ao fato de que o presidente não pode tirar o país do Acordo. No Brasil, o acordo foi ratiticado pelo Congresso, e para saírmos do Acordo, o Congresso precisa aprovar, algo que é muito difícil, visto que nem mesmo o lobby do setor agropecuário aprovaria tal fato, devido aos prejuízos que isso traria para a exportação brasileira. Nos EUA, o presidente Trump só tirou o país do acordo na caneta pois o Obama, com medo da maioria republicana no Congresso, não levou o Acordo para ratificação legislativa.

  • Olá, Matias e Filipe
    Não sei se já viram, mas compartilho aqui uma matéria que vi essa semana no France24 sobre o poder devastador das Fake News agora também na propagaçao de epidemias, como ebola na D.R.Congo (o popular Congo Kinshasa) . Acho que seria legal vocês darem uma conferida e fazerem uma analise se for pertinente.

    forte abraço!

  • Só a título de curiosidade, na Coreia do Sul, assim como no Japão, é muito comum o comércio de CDs ainda e não necessariamente de álbuns completos, mas de singles também. Há grupos e bandas que chegam a lançar diversas versões de um mesmo título no próprio lançamento.

  • Queria só deixar um abraço pra minha amiga Rita, que encontrou o Filipe no último sábado no congresso da Abraji e pediu pra ele me mandar um áudio. Escuto o podcast faz tanto tempo que nem sei (antes do especial de Jerusalem, eu acho) mas nunca comentei nada, então fica o agradecimento pelo ótimo trabalho em informar e divertir que vocês fazem.

  • Olá estimados, aqui é o André Shalders, jornalista, hoje na BBC News Brasil.

    No último programa, o Filipe fez um comentário sobre a apuração conduzida pelo International Consortium of Investigative Journalists (ICIJ) no caso que ficou conhecido como Panama Papers.

    Bom, nos anos de 2015 e 2016 eu trabalhava no UOL, na equipe comandada pelo jornalista Fernando Rodrigues, e como tal fiz parte do braço brasileiro na apuração dos Panama Papers.

    Eu entendo a preocupação externada pelo Filipe, porém é preciso lembrar que a base de dados do projeto era formado por cerca de 11,5 milhões de arquivos – e muitos deles diziam respeito a informações de pessoas comuns, que não são figuras públicas. Muitas dessas informações também não traziam qualquer indício de irregularidade.

    Trabalhamos naquela base de dados ao longo de um ano e, neste tempo, me deparei com inúmeras informações pessoais de brasileiros comuns: um dentista do Paraná que comprou um apartamento em Miami (EUA); uma servidora pública de Brasília que transferiu uma quantia módica para a filha que fazia intercâmbio na Inglaterra; e assim por diante. Por que motivo essas pessoas deveriam ter suas informações financeiras divulgadas?

    Cabe lembrar que a base de dados também trazia informações pessoais de uma enormidade de pessoas: faturas de cartão de crédito, endereços, números de telefone…

    É por esses motivos que o ICIJ não divulga (e nunca divulgará) a base de dados usada nesta reportagem. De qualquer forma, falando pela equipe brasileira, nós fizemos varreduras na base de dados para encontrar casos relativos a várias categorias: servidores públicos (como mencionado); políticos e seus parentes, investigados na Lava Jato, pessoas acusadas de corrupção, concessionários de serviços públicos, grandes empresários e assim por diante.

    Embora seja impossível garantir que todos os casos possíveis tenham sido devassados, estamos razoavelmente seguros de que nosso trabalho trouxe a público a maioria dos casos que eram de interesse público e tinham valor jornalístico.

    Obrigado e parabéns pelo excelente trabalho podcastal!

    PS. Não sei o que está acontecendo que o comentário não aparece na página, então estou mandando novamente! Se por acaso parecer spam, me desculpem

  • Bom crepúsculo caros Matias Pinto e Filipe Nobre Figueiredo!

    Resolvi comentar pois acho que se referiram mim quando citaram aquele “bombeiro” de Minas Gerais. Além de assíduo ouvinte, sou também financiador, divulgador do podcast, psicólogo, professor, graduando em filosofia e pai (do Gregório).

    Fica aqui meu abraço a todos os bombeiros e bombeiras que tiveram sua data nacional de comemoração no último dia 2 de julho (dia nacional dos bombeiros).

    Não tenho nenhuma foto de cão dos bombeiros, mas tenho uma história curiosa contada por um colega da corporação que esteve em Brumadinho: um conhecido cão de resgate aqui de Minas após um dia inteiro de buscas onde ele conseguiu localizar alguns corpos (pra quem não sabe ele, o cão, é treinado a farejar cheiro de carne em putrefação e não raras vezes as mordem). E de fato, o famoso cão hablvia mordido varias secções de carne naquele dia e quando da chegada no acampamento foi recebido por diversas pessoas que o abraçaram, beijaram e tiraram fotos, sem nem ter dado tempo de o lavarem antes. Risos.

    Aproveito a deixa para reforçar o pedido de citarem a força tarefa de bombeiros e outras forças brasileiras que se encontram em território moçambicano, auxiliando as vítimas daquele país. Já devem fazer ao menos 3 meses que esses profissionais estão lá e fazendo a diferença junto a outros órgãos internacionais, como a ONU.

    Mais uma vez obrigado pelo excelente episódio. E eu me sinto representado pelo Filipe e não gosto de ficar assistindo séries q estão na moda. Só depois de comprovada qualidade eu as assisto.

    Abraços

  • Sarah Barreto Marques

    Olá Filipe e Matias,
    Meu nome é Sarah Marques, escrevo de Campos dos Goytacazes (RJ), sou analista de TI no IF Fluminense, tradutora e estudante de direito. Sou ouvinte do podcast há uns 2 anos (meu favorito)! Quero aproveitar para parabenizá-los pelo excelente programa! Vim agradecer pelo abraço aos ouvintes caninos, e já que vcs pediram comentários sobre cães de serviço, eu sou deficiente visual e usuária de cão guia (Treinado pelo IF de Alegre, pertinho de Cachoeiro, ES). Chama-se Kajavu (até hoje não descobri porque ganhou esse nome) e também é ouvinte do Xadrez Verbal. Ele me auxilia nas andanças da vida, desviando de obstáculos, encontrando caminhos melhores, sendo meu amigo e facilitando muito a minha vida. Expresso minha admiração e respeito pelo heróico trabalho dos bombeiros e seus respectivos companheiros caninos. Até o próximo programa, grande abraço!
    P.S: Matias imitando Bolsonaro foi impagável, pode continuar!

  • Deixo aqui uma matéria muito interessante da bbc sobre a saúde mental de moradores do oriente médio pós primavera árabe, uma abordagem, pra mim, inédita:

    https://www.bbc.com/portuguese/internacional-48808913?ocid=socialflow_facebook&fbclid=IwAR3XHgYrzwYXcS2qToqJ5239q2o4Iji4g33o7P806trs6YSaLDTbnbi-57c

  • Excelente programa. O único completamento que faço é que no peão isolado merecia entrar o sistema de segurança e fiscalização da FAB juntamente com seus 39 kg de cocaína.

  • Manoel Martins da Costa Júnior

    Parabéns pelo programa Filipe e Matias. Só uma pequena observação: o regime da Romênia é semipresidencialista, e não parlamentarista. Saudações desde Pombal, Paraíba!

  • Uma das coisas a ficar monitorando é a venda indireta das estatais e lucro dos bancos estatais. A caixa econômica semana passada vendeu 7 bilhoes em ações da petrobras. A previ vendeu essa semana suas acoea da Neoenergia e abril vendeu suas acoes da paranapanema, ou seja, os bancos estao se desfazendo das participações em empresaa nao estatais.

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