Fronteiras Invisíveis do Futebol #19 – Palestina

Fronteiras Invisíveis do Futebol é a nova iniciativa do Xadrez Verbal, um podcast sobre História, política atual, geopolítica, tudo isso com o fio condutor do futebol. Apresentado pelo meu amigo Matias Pinto, que também apresenta o podcast que vocês tanto apoiam, o programa será quinzenal, com um belo trabalho de edição. Em cada programa teremos A História, O Campo e O Mapa, contando sobre alguma região do planeta, sua identidade cultural e sua História. A série é motivada pela série de textos especiais Fronteiras Invisíveis da Europa, que discute nacionalismos, regionalismos e a União Europeia.

No Fronteiras Invisíveis do Futebol de hoje, voltamos ao Oriente Médio. Especificamente, ao Levante, à Palestina. “Não é Palestina, é Israel”. Nesse caso, já temos um programa sobre Israel. Aqui vamos falar da História da região, de Palestina escrito com F e da chegada dos árabes e do Islã. Inclusive, “povo palestino” já incluiu judeus, sabia? Falamos da Revolta Árabe e do fim do Império Turco-Otomano, até o ano de 1948.

De lá vamos para o clube Palestino, em Santiago do Chile. Sim, leu direito, o Chile possui uma das maiores comunidades palestinas do mundo. Passamos pela seleção palestina e pelas ligas locais, para chegarmos ao processo de estabelecimento do Estado da Palestina. Arafat e a fundação da OLP, os conflitos na Jordânia e no Líbano, a independência, os Acordos de Oslo, tudo isso até o dia de hoje. Quer entender um pouco um dos principais conflitos do mundo? Ouve aí!

Referências no programa

Documentário Sobre futebol e barreiras, trailer aqui

Livro Viagem à Palestina

Filme Uma garrafa no mar de Gaza, trailer aqui

Especial Cenas de guerra, sonhos de paz, de Letícia Duarte

Música Somos Sur, de Ana Tijoux e Shadia Mansour

Ouça o podcast aqui ou baixe o programa. 

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, confira o restante da programação aqui.


assinaturaFilipe Figueiredo, 29 anos, é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.


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11 Comentários

  • Filipe, qual o nome primeiro livro comentado que narra ambas as perspectivas?

  • Além da imensa colônia no Chile, os palestinos têm também um “território” no Brasil. Na região de Rio Preto aqui em SP existe um município chamado Palestina. A explicação do nome:

    http://www.palestina.sp.gov.br/index.php/a-cidade/historia

  • Olá, parabéns pelo programa. Eu sempre os acompanho. Sou graduando de filosofia e pretendo fazer um trabalho sobre a história de pensamento do Oriente médio. Vocês me ajudam muita a esclarecer melhor minhas ideias, muito obrigado.
    Minha pergunta, por agora, é a mesma do Denilton Santos: qual o nome do primeiro livro que explanar ambas as perspectivas?

  • Felipe, cade os mapas gráficos que tinham nos outros episódios?

  • Parabens pelo fronteiras Filipe e Matias, vou aproveitar que falaram das cis/trans jordania para levantar um ponto que me incomoda um pouco.
    Existe uma padronização para definir qual lado é cis e qual é trans? Ou a expressão carrega o ponto de vista de quem fala?
    O Uruguai era chamado de provincia transplatina pelas provincias unidas do prata?
    O Dracula chama sua terra natal de Cis-silvania?

    Hehehe, parabens novamente.

    Um abaraço

  • Pessoal, a palavra “semita” foi inventada na Europa para dizer que os judeus não são europeus. Por si só é uma palavra antissemita, sendo está uma ideologia (legitima, segundo as ciências raciais alemães, principalmente) que combatia a presença de judeus na Europa (ler Wilhelm Marr, que criou o termo). Em resumo, Semitas não são um povo, mas um grupo linguístico que falam idiomas com a mesma estrutura gramatical. No caso do judoca egípcio, foi um caso antijudeu com expressado pelo antisionismo.

  • Obs: nome do Estadio Internacional Faisal Al-Husseini não é uma homenagem a nenhum policial morto dor forças israelenses, mas sim ao político membro de uma das famílias aristocráticas de Jerusalém. Apesar de ter sido detido em várias ocasiões pelo exército de Israel, Faisal estava sempre na tv israelense onde falava em hebraico sobre as perspectivas palestinianas do conflito. Ele morreu vítima de um ataque cardíaco em 2001 no Kuwait.

  • Sobre esse trecho “Palestina escrito com F”, gostaria de comentar que assim como não tem letra P no árabe, também não tem letra J no hebraico, assim temos “Judeu escrito com Y”, ou seja Yehudi.
    Vale lembrar que os palestinos e os judeus não se chamavam por esse nome, mais sim os gregos e romanos que os chamavam, bem como o Irã pediu para deixar de ser chamado de Persa o nome que os gregos haviam lhe dado.

    • Interessante, Victor. A grande sutileza está no fato de que os judeus não criaram um Estado chamado “Judéia”. Por isso: Israel.
      Sobre Yehudi, é a pronúncia de יהודי, palavra em hebraico. Entende a diferença? O nome do povo judeu não tem origem grega, mas o nome Palestina tem origem romana.

      • Desculpe, não sei sei nome, concordo que israel, não é judeia, embora seja o nome que israel da a parte da cisjordania. agora o nome judeu é o nome que o ocidente deu a eles, Yehudi e a transliteração da palavra que vc sitou acima יהודי, mais não tem som de J.
        O jargão “Palestina com F”, visa não só por em cheque a existência do estado, mais também dos moradores. Não quero por palavras em sua boca, ou melhor textos no seu cometário rsrsrs.
        Mais a argumentação de alguns de que não existe Palestino por causa do P e o mesmo que dizer que não existe Judeu por causa do J.
        Devo frisar que o comentário acima não foi minha intenção me limitar ao estado, mais expandir aos moradores.

  • Viva a Palestina livre, abaixo israel.

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