Xadrez Verbal Podcast #314 – Oriente Médio, Pacífico e Europa

Rishi Sunak sucedeu a alface e agora é o primeiro-ministro britânico. Fomos até o Oriente Médio, com eleições em Israel. Passamos pelo Pacífico, com novo mandato de Xi Jinping. Giramos pelo mundo, a semana na História, peões da semana e dicas culturais fecham mais um programa da sua revista de política internacional em formato podcastal!

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Livro O império otomano: das origens ao século XX, de Donald Quataert

Repertório #03 – Monique Sochaczewski Goldfeld

Filme Argentina, 1985

Matéria Campaigners allege ‘biopiracy’ over export of Kenyan baobabs, por Carolina Kimeu

Matéria Meritocracia virou algo secundário para chegar à elite política na China, diz professor, por Igor Patrik

Fronteiras Invisíveis do Futebol #87 – Commonwealth

Música de encerramento Menino do Corpo de Velho, com Jr. Black

Playlist das músicas de encerramento do Xadrez Verbal no Spotify

Canal do Xadrez Verbal no Telegram

Minutagem dos blocos, cortesia dos financiadores do Xadrez Verbal

  • 00:01:45 – Giro de Notícias #01
  • 00:15:20 – Coluna Aberta: Oriente Médio
  • 00:57:30 – Efemérides: A Semana na História
  • 01:02:05 – Match: Bacia do Pacífico
  • 02:02:40 – Xeque: Velho Continente
  • 02:52:45 – Giro de Notícias #02
  • 03:02:25 – Peões da Semana
  • 03:03:55 – Sétimo Selo
  • 03:14:50 – Música de Encerramento

Ouça o podcast aqui ou baixe o programa (clique com o botão direito do mouse e use a opção “Salvar como” para baixar)

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, que está no Apoia-se

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
Como sempre, comentários são bem vindos. Leitor, não esqueça de visitar o canal do XadrezVerbal no Youtube e se inscrever.

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19 Comentários

  • Filipe, o termo mais “correto” pro explosivo utilizado na moto seria “adesivo” e não “grudento”.

  • Sobre o Comitê Politburo, eu entendo como uma tremenda “peixada” no governo.

  • Quando eu vi aquela situaçãQuando eu vi aquela situação com Hu Jintao, eu interpretei como se ele tivesse sido removido.o com Hu Jintao, eu interpretei como se ele tivesse sido removido pq se ele tivesse passado mal ou algo do tipo, Xi Jinping teria pelo menos dado o mínimo de atenção a ele.

  • Temos peão provido e isolado no Brasil. #vazabozo

  • Além de progressista, o candidato democrata ao senado pela Pensilvânia também é casado com uma brasileira chamada Gisele Barreto Fetterman. Ela tem uma história muito interessante, tendo vindo para os EUA como imigrante ilegal quando criança e hoje coordena um projeto social, na cidade onde ele era prefeito, chamado Free Store. Seria uma boa entrevista para o repertório.

  • Gustavo Almeida de Oliveira

    Sobre lesões na cabeça por impacto, desde agosto existe uma proibição em jogos sub-12
    https://www.uol.com.br/esporte/colunas/lei-em-campo/2022/08/18/regra-do-futebol-proibindo-cabeceio-de-menor-de-12-anos-tem-base-cientifica.htm

    Saudações Palestrinos!

  • Silvério Martins da Costa

    Prezados,

    Como sempre, um ótimo programa, desde a saga da alface até os conflitos tribais dos papuásios (nesse particular um livro menor de Jared Diamond, “O mundo até ontem”, traz uma excelente análise sobre os conflitos intertribais da Nova Guiné).

    Creio que não comentaram no programa passado (#313), que Índia derrotou Paquistão por um ponto de diferença na Copa do Mundo T20 de Críquete (assim como ocorreu no jogo contra o Zimbábue). Também relativo ao programa anterior, especificamente à fala racista de J. Borrell, outro livro que complementa “No coração das trevas” é “El sueño del celta”, do peruano Mario Vargas Llosa: apesar das posições políticas questionáveis do autor, a obra traz uma análise documental romantizada muito perspicaz sobre a brutal colonização do Congo ‘belga’ (Congo de Leopoldo).

    Sobre o conflito atual na Cisjordânia, remeto à ótima cobertura que faz Khaled Abu Toameh (que se descreve como colono-árabe) deslindando aspectos internos dos diversos grupamentos políticos e armados árabes, incluindo o recente Lion’s Den, que seria, segundo a Fatah, armada e financiada pelo Hamas no norte da Palestina.

    Atesto por fim meu descontentamento já que O PERU NÃO ENTROU na pauta do último programa NEM GOZOU de prioridade no bloco da América Latina.

    Cordiales saludos.

  • Mas e quanto ao Willians Kaliman?!

  • Mark de Soldi - Historiador

    A semana tá cheia de emoções, vc esqueceu de citar que A MEGA SENA ACUMULOU EM MAIS DE 100 MILHÕES, porém, mesmo fazendo bolão eu não ganhei! kkkk

    parabéns pelo excelente trabalho SEMPRE!

    PS: Lula Win! 13 13 13 13 13 1313 13 1313 13 1313 13 13 13 13 1313 13 1313 13 1313 13 13 13 13 1313 13 1313 13 13 #foragenocida

  • Jaime Fassin Jr, biologo de Watford

    Grandes amigos Matias e Filipe.

    Ótimo programa como sempre.
    Eu acho que a insistência do Filipe em falar Reino Unido ao invez de Estados Unidos é porque ele deve estar para anunciar um encontro com os ouvintes Britânicos em breve.

    Só um preciosismo tolo, o correto de se falar é Rishí Súnak no acento Inglês hehe.

    Ele ainda está sendo engolido por parte dos conservatives pelo fato dele “não ser inglês de verdade”, como ouvi várias vezes na LBC, uma rádio daqui.
    Grande abc e até.

  • Estou chocado que vcs não mencionaram a semelhança entre Rishi Sunak e Jerry Lewis…
    Devemos esperar pela primeira trapalhada, acredito.

  • Claudio José Prataviera Francisco

    Boa noite meus amigos! Mais uma vez um programa excelente! Muito obrigado pelo trabalho de vocês! E deixando como sugestão um Fronteiras sobre Portugal.

  • Sobre o ataque aéreo em Mianmar me fez lembrar do ataque aéreo no Caldeirão da Santa Cruz do Deserto, onde a força aérea atacou o próprio povo brasileiro, lógico que em circunstâncias diferentes.

  • Jessica de Oliveira Caseiro

    Oi boa noite! O podcast de vocês é incrível, parabéns pelo trabalho detalhado e maravilhoso!!
    Por favor podem me ajudar com uma dúvida de cultura e história dessa região? : Qual a relação do povo do Cazaquistão com a Alemanha e a cidadania alemã?
    Quero entender melhor como essa relação se deu na época dos reinados e qual a ligação com a Alemanha. Isso porque eu eu fiz uma entrevista para trabalhar na Alemanha com alguém nascido no Cazaquistão, que me contou um pouco sobre essa história mas eu não entendi o contexto.
    Abraços!

  • Filipe, estive acompanhando informações sobre a COP27 essa semana e me chamou a atenção a controvérsia sobre a participação do Reino Unido na conferência. Sunak havia afirmado que tinha desistido de ir mas agora recuou do recuo e afirmou que aparecerá por lá. O que me intrigou foi a informação de que o governo britânico, ainda sob o comando da alface, pediu ao novo monarca para não ir à COP. A informação intrigou a opinião pública internacional, dado o interesse explícito do Charles no tema. Minha pergunta é: até onde o governo pode impedir o monarca de atender uma agenda como essa?

  • Só uma pequena correção ao que o Matías falou sobre os falsos Patati e Patatá: Na realidade não foi em uma cidade interioriana, mas sim na capital baiana no bairro de Paripe. Fica aqui a minha insatisfação para o prefeito da época (se não me falha a memória era o João Henrique) que não se pronunciou a respeito do caso como o glorioso (ou não) presidente do Zimbábue acertadamente fez.

  • Filipe, sobre o seu questionamento em relação ao que significaria “terrinha”: essa era maneira carinhosa com que a gente se referia a Portugal (não sei se apenas no Rio..??..??). Mas aprendi essa semana que os portugueses não gostam desse termo, porque ele teria uma conotação pejorativa em Portugal. Não era essa a interpretação, no Rio, pelo contrário: terrinha era um jeito carinhoso de se referir a um lugar simpático e agradável. Mas ficam aqui as desculpas aos irmãos portugueses.

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