Xadrez Verbal Podcast #306 – África, Pacífico e Europa

Vamos até Angola, falarmos da eleição de João Lourenço e depois girarmos pela África. Falamos tudo o que você precisa saber para entender os eventos recentes na bacia do Pacífico, como o perdão de dívidas estudantis nos EUA. Na Europa, passamos pelas últimas notícias da guerra na Ucrânia, a morte de Darya Dugina e crise em Montenegro. Além disso tudo, giramos pelo mundo, a semana na História, peões da semana e dicas culturais abrindo mais um programa da sua revista de política internacional em formato podcastal!

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Filme Das Boot (O barco: Inferno no mar)

Filme Inimigo meu

Filme A história sem fim

Série The Kids in the Hall (2022)

Série The Kids in the Hall (1988)

Documentário The Kids in the Hall: comedy punks

Livro Dicionário da Independência do Brasil: História, Memória e Historiografia, de Cecília Helena S. Oliveira e João Paulo Pimenta (orgs.)

Podcast Dragões de Garagem #244 – Varíola de Macacos

Podcast Torá com fritas

Thread de Larissa Avelar sobre Bolsonaro citado em livro didático norueguês

Matéria Turquia barra porta-aviões brasileiro após denúncias de exportação de resíduos tóxicos, por Nicola Pamplona

Fronteiras Invisíveis do Futebol #37 – Argélia

Repertório #12 – Indy Kapaz e Gustavo Simões

Repertório #2.14 – Paulo Siqueira

Livro A porta da viagem sem retorno, de David Diop

Série sobre Dinossauros – Canal do Pirula

Música de encerramento Enxame, com SP Funk, RZO e Sabotage

Playlist das músicas de encerramento do Xadrez Verbal no Spotify

Canal do Xadrez Verbal no Telegram

Minutagem dos blocos, cortesia dos financiadores do Xadrez Verbal

  • 00:02:50 – Giro de Notícias #01
  • 00:20:00 – Coluna Aberta: Bacia do Pacífico
  • 01:22:25 – Efemérides: A Semana na História
  • 01:32:00 – Match: Invasão Russa à Ucrânia
  • 02:34:00 – Xeque: África
  • 03:07:15 – Giro de Notícias #02
  • 03:16:30 – Peões da Semana
  • 03:18:00 – Sétimo Selo
  • 03:33:15 – Música de Encerramento

Ouça o podcast aqui ou baixe o programa (clique com o botão direito do mouse e use a opção “Salvar como” para baixar)

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, que está no Apoia-se

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
Como sempre, comentários são bem vindos. Leitor, não esqueça de visitar o canal do XadrezVerbal no Youtube e se inscrever.

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18 Comentários

  • Hey, muito bacana o programa como sempre!
    Posso sugerir uma importantíssima e redonda efeméride?
    A independência do glorioso Principado de Sealand completa 55 anos em 2 de Setembro!!

  • Olá, queridos!

    Estive em São Tomé e Príncipe e em Angola, em 2018. No primeiro, há três canais de televisão: TVS, o canal estatal (tem a novela global atual das 21h, com uma ou duas semanas de atraso, além de veicular filmes dos EUA com dublagem brasileira), a RTP África e a Record. Quando dizia que sou de São Paulo, a influência dos programas policialescos se fez visível. Pensam que São Paulo passa por uma guerra civil. Muitas igrejas de denominação neopentecostal são vistas pelo caminho.
    Já em Angola, fiz um passeio rápido de um dia por Luanda e arredores. Um verdadeiro canteiro de obras e muitos shopping centers. Vi um prédio da Universal que mais se parecia com um prédio desses modernos da Berrini. Ah, me chamou a atenção que, enquanto esperava o voo para STP, comprei uma latinha vermelha de 230 ml daquele viciante líquido preto do capitalismo por módicos 4 dólares…
    Grande abraço e espero que o Matias vá à Córdoba, sem clubismo.

    • Um adendo: nunca me senti pertencente a algo no mundo quanto à lusofonia (não escolhemos a família em que nascemos) por conta desta viagem. Cruzei a ilha de São Tomé e conheci o Ilhéu das Rolas (5ª. série grita), bem na linha do Equador, na companhia de guias locais e de uma família portuguesa.
      Vendo as roças, herança colonial e ouvindo as histórias das pessoas… Recomendo fortemente!

  • Marco Antonio Buzzo

    Bom dia Filipe e Matias, mais um programa sensacional, quanto ao Iodeto de Prata ele caiu em desuso por poluir a chuva que distribui. Temos um projeto pioneiro do Sr. Takeshi Imai que teve alguns problemas com suas empresas de medicamento em licitações e acabou em um trabalho de pulverização de gotículas de agua sobre a represa de Atibaia para aumentar as precipitações, ele inclusive dorme de plantão por lá e decola toda vez que encontra nuvens carregadas fazendo a chuva cair no lugar certo.

  • Diogo Maia de Carvalho

    Bom dia, boa tarde, boa noite. Parabéns por mais uma edição.

    A filmografia do Wolfgang Petersen é maravilhosa. O Barco é incrível e o Inimigo Meu eu me lembro de ter visto no colégio, recomendo demais.

    Abraços de BH

  • Muito bom o programa, voces citaram “La dictadura perfecta” se referindo ao governo Pieña Nieto, vale lembrar que existe um filme com este nome feito em 2014 que é uma satira politica do governo e sua relação com a Televisa, que ironicamente é feito com alguns famosos atores que trabalharam ou trabalham ainda na Televisa COMO Silvia Navarro, Osvaldo Benavides, Afonso Herrera, Itati Cantoral e ETC.

  • Bom dia Filipe (com a grafia certa) e Mathias.

    Ótimo programa como sempre.

    Queria deixar esse texto da al jazeera pra vocês que acho que seria interessante ver a crise que está atingindo o governo sul coreano que está com aprovação em queda livre
    https://www.aljazeera.com/opinions/2022/8/19/south-koreas-republic-of-prosecutors-is-in-trouble
    E lembrar que até o Lula se rendeu ao Abelismo no Jornal Nacional ao citar: temos de ter a cabeça fria e o coração quente

  • o Henrique VI devia ser o terror dos primos. O Henriquinho já era rei aos 5 anos de idade. E você?

  • Ótimo programa, como sempre.

    Sobre o “drone que fez chover” na China.
    Durante a pandemia, o Paraná, mais especificamente a região metropolitana de Curitiba, passou por uma grande seca. Lembro que nesse período, a Sanepar – CIA Estadual de Águas, utilizou de drones que basicamente davam um empurrãozinho em nuvens com uma certa probabilidade de chuva, para que chovesse. Não sei se é da mesma maneira como ocorreu agora na China, nem se é algo que a Sanepar continua fazendo… enfim, mas é algo que já foi feito aqui sim.

    Abraço!

  • Salve Filipe e Matias!
    Na recomendação do filme Inimigo Meu, foi mencionado o nome do Dennis Quaid, mas não foi mencionada a brilhante interpretação do Louis Gousset Jr., no papel do alienígena.
    Deixo um link de um excelente vídeo sobre este filme e gostaria de mandar um abraço para vocês e também a minha amiga portenha Juliana Robles, fã do podcast e que fica muito triste quando vocês não falam sobre a situação política da Argentina de forma minuciosa.

  • Dizer que o programa foi excelente é chover no molhado.

    Queria deixar aqui uma recomendação, dado que chá foi um dos tópicos do programa, e que vocês são “lombadeiros safados”, com todo o respeito.

    Trata-se do quadrinho “Ligeiro amargor: uma história do chá”, da editora Skript. É um quadrinho de autores de Madagascar e Ilhas Maurício, e a arte é de um quadrinista da Costa do Marfim. Como o nome diz, o quadrinho perpassa uma série de episódios ligados à história do chá. Não achei a história brilhante, mas é bastante interessante e traz uma perspectiva alinhada à do filme “Diamante de Sangue”. Além disso, acredito que o quadrinho seja relevante na medida em que nos coloca na difícil missão de apreendê-lo a partir dos símbolos e referências próprios da cultura dos países em que a obra foi gestada. Uma leitura que não domestique a obra.

    Por fim, apenas para aproveitar a temática do Continente Mãe, deixo a sugestão do canal de youtube do pesquisador Márcio Rodrigues, chamado Quadrinhos Africanos.

  • Olá gente boa. Sobre o episódio de um maluco no pedaço, acontece que o will tira uma foto do Jay Leno jogando café na rede pluvial, e, quando ele vende a foto para um dono de revista de fofoca, esse editor publica um artigo alegando que Jay Leno estaria jogando óleo, resultando num episódio de muitas confusões!

  • Olá, Filipe e Matias! Parabéns por mais um episódio bem estruturado, bem humorado e bem feito! Sobre Angola, achei que faltou vocês falarem que a Unita era ligada não só aos Estados Unidos (mais vinculados ao FNLA), mas principalmente à África do Sul do apartheid.

  • WILLIAM DE OLIVEIRA MENEZ

    Olá Filipe e Matias. Novamente parabéns pelo programa e excelente trabalho. Estou com uma dúvida e não se por aqui é o melhor canal para perguntar. É que, por questão de mudança do meu cartão de crédito, deixei de apoiar pelo Padrim e passei a ser apoiador pela Orelo. Só queria ter certeza de que vocês, de fato, recebem o apoio através da Orelo.

    Um abraço e muito obrigado por criarem o Xadrez Verbal.

  • Olá, Filipe e Matias! Como sempre, o programa dessa semana foi ótimo!
    Sou graduando de Geografia e tenho alguns comentários a fazer sobre a questão da China usar o iodeto de prata para criar chuvas. Essa técnica se chama “semeadura de chuvas” (cloud seeding), é usada por diversos países e é relativamente antiga: foi criada nos EUA na década de 1940, quando descobriram que o iodeto poderia converter água líquida resfriada em cristais de gelo (que viram núcleos de condensação, os “pontinhos” onde a água evaporada vai condensar pra formar nuvem) [1]. Outros compostos também são usados para isso, como o cloreto de sódio (o famoso sal de cozinha) e o gás carbônico congelado [2].
    Essa técnica tem várias aplicações. A mais comum tem relação com a agricultura, produzindo chuvas em épocas de seca, como foi feito na China na notícia que vocês trouxeram, mas ela também é utilizada em outras situações, por exemplo para tentar evitar chuvas em eventos importantes: a China fez isso para evitar chuvas na abertura dos Jogos Olímpicos de Pequim 2008 [3].
    No Brasil, essa técnica também já foi aplicada várias vezes, algumas dando certo e outras não. O mais clássico exemplo foi feito no sertão do Ceará, entre 1972 e 2000. A Funceme passou três décadas bombardeando os céus do estado com cloreto de sódio para tentar aumentar as precipitações, mas o projeto não deu resultados significativos [4]. Outro exemplo foi feito na Bahia em 2012, quando semearam chuvas na região de Itaberaba para evitar os efeitos de uma seca extrema [2]. Também aconteceram duas tentativas curiosas em São Paulo: a primeira foi durante a crise hídrica de 2014, quando a Sabesp contratou uma empresa – ModClima – para aplicar a técnica na região da Cantareira para tentar elevar o nível dos reservatórios da capital [5], mas no fim não teve resultados muito bons [6]; a segunda foi no carnaval de 2020, quando a mesma empresa se dispôs a fazer a semeadura nos arredores da RMSP para evitar que chovesse no meio do carnaval (e, de novo, não deu tão certo assim) [7].
    A técnica da semeadura é um tanto polêmica. Primeiro que, para funcionar, ela precisa que exista umidade no ar, porque os compostos lançados no ar atuam apenas como núcleos de condensação, e não como criadores de umidade [2][7] – e esse pode ter sido um dos fatores para a experiência do Ceará ter falhado. Segundo, porque não há comprovação científica de que essa técnica de fato consiga produzir chuvas volumosas – as comprovações da década de 1940 são laboratoriais, e não feitas em escala natural -, a maioria das experiências resultou em chuvas pontuais que resolveram problemas pontuais [3][7]. Terceiro, porque resultam em muito dinheiro gasto para a pouca efetividade da técnica [6][7].

    [1] BRUINTJES, R.T. A review of cloud seeding experiments to enhance precipitation and some new prospects. Bulletin of the American Meteorological Society, 1999. Disponível em: .
    [2] SYNGENTA DIGITAL. Semeadura de nuvens: o método que faz chover. Syngenta Digital Blog, s./d.. Disponível em: .
    [3] ZEITCHIK, S. The Winter Olympics could highlight China’s innovative – and troubling – efforts to control the weather. The Washington Post, 2022. Disponível em: .
    [4] MUNDO ESTRANHO. Como é feito o bombardeamento de nuvens para provocar chuva? Mundo Estranho, 2018. Disponível em: .
    [5] BARBOSA, V. Chuva artificial? Veja polêmica da técnica já usada no país. Exame, 2014. Disponível em: .
    [6] ANDRADE, T. Sabesp faz investimento milionário em questionada técnica ara fazer chover. UOL, 2015. Disponível em: .
    [7] VEIGA, E. A controversa técnica de semear chuvas que falhou em SP. DW Brasil, 2020. Disponível em: .

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