Xadrez Verbal Podcast #300 – África, Ásia e renúncia de Boris Johnson

300 edições do podcast do Xadrez Verbal! Na contagem oficial, claro. Falamos da renúncia de Boris Johnson no Reino Unido, assim como as últimas notícias da guerra na Ucrânia. Damos uma volta pela África, com negociações entre DR Congo e Ruanda. Passamos pela Ásia, com protestos no Uzbequistão e o assassinato de Abe Shinzo. Além disso tudo, giramos pelo mundo, a semana na História, Economia com a professora Vivian Almeida, peões da semana e dicas culturais abrindo mais um programa da sua revista de política internacional em formato podcastal!

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Documentário Andy Goram: the Goalie

Filme O poderoso chefão

Filme Glória e Derrota

Filme Louca Obsessão

Dragões de Garagam #244 – Varíola de Macacos

Nerdologia História – O antigo Império Persa

Fronteiras Invisíveis do Futebol #71 – Pérsia/Irã Pt.1

Fronteiras Invisíveis do Futebol #72 – Pérsia/Irã Pt.2

Matéria ‘The family took over’: how a feuding ruling dynasty drove Sri Lanka to ruin, por Hannah Ellis-Petersen

Matéria Fields Medals in Mathematics Won by Four Under Age 40, por Kenneth Chang

Nerdologia Criminosos – American Crime Story e a história de Andrew Cunanan

Coluna na Gazeta do Povo História, nacionalismo e armamentismo no fim de uma era no Japão

Nerdologia História – Crimes de Guerra Japoneses

Podcast Antinomia #58 – Futebol, política e anarquismo

Fronteiras Invisíveis do Futebol #38 – São Paulo

Música de encerramento Love Hurts, com Nazareth

Playlist das músicas de encerramento do Xadrez Verbal no Spotify

Canal do Xadrez Verbal no Telegram

Minutagem dos blocos, cortesia dos financiadores do Xadrez Verbal

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, que está no Apoia-se

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
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25 Comentários

  • O Olajuwon leiloou o anel que recebeu devido após ser campeão da NBA pela primeira vez em 1994, já que a fé muçulmana não permite que seus seguidores homens usem artefatos de ouro. Quando ganhou a liga pela segunda vez foi feito para ele um anel de platina.

    • O Olajuwon leiloou o anel que recebeu após ser campeão da NBA pela primeira vez em 1994, já que a fé muçulmana não permite que seus seguidores homens usem artefatos de ouro. Quando ganhou a liga pela segunda vez foi feito para ele um anel de platina

  • Filipe com “pois é” x Matias com “enfim”, os dois a 80 km/h..

  • Boa noite!

    Vocês dizem frequentemente que são o único veículo brasileiro a falar da Papua Nova Guiné. Porém, na minha opinião, podem se vangloriar de serem – provavelmente – os primeiros a falarem do Caracalpaquistão. Que coisa maravilhosa.
    Aproveito para recomendar um documentário sobre o Museu Estatal de Arte da República do Caracalpaquistão, que foi criado pelo pintor e arqueólogo ucraniano Igor Savitsky, chamado “Deserto da arte proibida”, feito em 2010.
    Já em relação à cidade de Termez, ela é palco da icônica foto do retorno das últimos combatentes soviéticos do Afeganistão cruzando a ponte entre os dois países, em 1989.
    As ex-repúblicas soviéticas são meu principal objeto de interesse em política internacional e foram meu tema do TGI na faculdade de Geografia da USP.
    Recomendo, também, um escritor quirguiz, chamado Chinguiz Aitmatov (foi embaixador da URSS em Luxemburgo), autor de obras belíssimas (traduzidas para o português), como “Djamilia”, “O Navio Branco” é “Adeus, Gulsári!”.
    Desculpem a empolgação.
    Que falem da Ásia Central em todos os programas.
    Obrigado pelo trabalho maravilhoso!

    • Silvério Martins da Costa

      Olá, Henrique.

      Acaso do Karakalpakistan, eles já mencionaram Gorno-Badakhshan em um dos programas recentes, além dos mais óbvios Abcásia, Ossétia do Sul e Artsakh. Esperando ainda que suscitem algum tema sobre a Gagaúzia moldava.

      Abraços.

      • Olá, Silvério!

        Que haja mais espaço para estas regiões negligenciadas do espaco pós-soviético pela mídia brasileira. Sonho em visitar todos aqueles locais.

        Abraço!

  • Essa pizza do Mali teria cordeiro com amendoim, de fato (aproveitando o assunto gastronômico pra indicar um site interessante pra quem curte comida exótica : https://travelfoodatlas.com/mali-food)

  • Duas pequenas barrigadas sobre o assunto Boris Johnson:

    1) as eleições internas são, de fato, da forma explicada, mas é importante ressaltar quem são os eleitores nesse caso. Primeiro os parlamentares do partido vão fazendo as rodadas eliminatórias até que só sobrem dois candidatos, e então os membros do partido que elegem, dentro das duas opções finais, o próximo líder do partido. Isso faz com que seja possível que o eleito seja alguém menos popular com a liderança do partido, a menos que haja um jogo de cartas marcadas e um dos dois finalistas desista de sua candidatura (como foi o caso em eleições anteriores, mais recentemente em 2016). Essa última possibilidade foi inclusive sugerida publicamente por John Major, ex-primeiro ministro conservador (1990-1997).
    2) Boris Johnson NÃO pode levar consigo Larry, o Gato, porque ele é o Caçador-de-Camundongos-em-Chefe (Chief Mouser) da residência oficial, sendo portanto um cargo de estado e não de governo. Larry está no cargo desde o início do primeiro governo David Cameron, em 2011, e portanto já supervisionou três primeiros-ministros, indo agora para o seu quarto – o recorde é de Peter (1929-1946) e Peter III (1947-1964), que ambos supervisionaram cinco primeiros-ministros.

  • Em homenagem ao Manny Charlton vocês poderiam ter tocado aos mais escocês de todos os hard rock: Hair Of The Dog!! Abraço!!

  • Opa, valeu pelo registro do meu comentário. Só uma observação: eu sou paraense, mas ouço de João Pessoa/PB. Abraços e sucesso.

  • O Swahili é uma língua normalmente classificada na família nigero-congolesas e é um idioma bastante divertido de se aprender por sua construção morfológica que classifica as palavras em grupos como idiomas e pessoas. Ki- é exatamente o prefixo singular para idioma. Este padrão se repete em outras línguas da mesma família. Um caso bastante famoso é justamente de ESwatini, neste caso marcando que é o país. No Swahili, língua que pude aprender um pouco pelo Duolingo e pretendo estudar mais, há uma diferença de prefixo entre plural e singular. Mtu é pessoa e wutu significa pessoa. Há outros exemplos desses classificadores. Se quisermos falar das pessoas que falam Swahili podemos falar dos waSwahili. Muitas palavras da língua são árabes e é interessante observar mais uma vez como a estrutura Swahili permanece.
    Bem, as fontes discordam sobre o número de falantes e este maravilhoso idioma possui verbo ser/estar no presente. Sim, isso é importante depois de falarmos do árabe.
    Adoro o programa e gosto muito de entender como os idiomas também são importantes na geopolítica.

  • “Pois é”, Filipe. Não precisa se preocupar com os vícios de linguagem, nosso queridão. Eles fazem parte da identidade e da paisagem sonora do Xadrez Verbal e, quando gostamos de algo, gostamos pelas qualidades, mas também pelos “defeitos”. Esse é o carinho da audiência que teve as vozes (e a presença) de vocês como algumas das principais companhias durante a pandemia. Devo uma parcela da minha sanidade durante a quarentena a vocês, ainda mais morando sozinho, e tenho certeza de que estou longe de ser o único a me sentir assim. Também fica o registro de que, assim como eu, que acompanho vocês há mais de 200 episódios e nunca havia feito nenhum comentário, certamente uma boa parte da audiência cultiva esse carinho inexpressado. E arrisco dizer que falo em nome dessa audiência mais discreta quando dou os parabéns a vocês pela marca dos 300, mas também quando agradeço pelo trabalho de vocês, que repercute de uma forma que acredito que seja difícil até para vocês ter a exata dimensão. Um forte e carinhoso abraço a todos, de um dos ouvintes que vocês têm na Câmara Municipal de Porto Alegre. Vocês são uns lindos!

  • Silvério Martins da Costa

    Prezados Filipe e Matias,

    Nesse programa simbólico, gostaria mais uma vez de parabenizá-los pelo trabalho ímpar e perene que realizam no âmbito de divulgação de conhecimentos de política internacional. Que venham outros 300!!! E acompanhados, por óbvio, de Fronteiras Invisíveis.

    Parece-me que no Sri Lanka também acompanham o Xadrez Verbal e quiseram ‘trolar’ os dois: foi só o programa ir ao ar que a turba invadiu o palácio presidencial em Colombo.

    Grande abraço!

  • Quando ouvi sobre o Carapauquistão (não sei se a grafia está certa) me fez lembrar o peixe carapau, relativamente famoso em Portugal. Parece com a pescada, mas é menor.

  • Diogo Maia de Carvalho

    Fala, galera do Xadrez Verbal!

    Pessoal, pequena correção: o Hideo Kojima não é mais da Konami há um bom tempo. Aliás, em bom português, os dois estão tretados e é pouco provável que o game designer dê continuidade à franquia Metal Gear Solid por conta disso, pois ela é da propriedade da companhia japonesa.

    Outra coisa envolvendo games e que tem a ver com o assunto envolvendo armas de fogo no Japão é que são poucos os jogos First Person Shooter daquele país, justamente por conta do pouco apelo dos nipônicos envolvendo armas de fogo.

    Abraços de BH.

    • Igor Cardoso dos Santos

      Complementando o comentário do Diogo, Hideo Kojima deixou a Konami em 2015, logo depois do lançamento de MGS V, e agora é dono da Kojima Productions, uma desenvolvedora independente, que lançou em 2019 o título Death Stranding.

  • Queria que o Matias me tirasse uma dúvida no próximo programa. Matias, qual o gentílico de Nukus? 😀
    Ahhh… No programa #299 quando Matias falou do meu amado Crato (cidade onde nasci e moro), chega meu coração voltou a bater. Abraço à todos e todas e todes as ouvintes do Xadrez Verbal do Cariri Cearense!

  • Muito feliz de acompanhar o Xadrez Verbal nos últimos anos e ver o podcast chegar à edição 300!

    Um fun fact sobre o Larry (the cat): a comoção maior seria se o Boris Johnson LEVASSE o Larry. Ele não pertence ao Boris, é o gato oficial de 10 Downing Street (com o cargo de Chief Mouser kkkk). Está lá desde o governo de David Cameron e substituiu a Sybil (gata que cumpria a mesma função e morreu uns anos antes dele). Estranho? Sim, mas não para por aí. Na lista de gatos oficiais temos o Palmerston, do FCDO (inimigo oficial do Larry – a polícia já teve que separar briga dos dois), Gladstone (Treasury) e Attlee (Parlamento).

  • Queria avisar q Jayland Walker havia disparado tiros contra a polícia durante a fuga. E sobre ele ter sido morto por ser negro: estava usando uma balaclava e mangas longas de noite. Não acho q seria possível dizer a etnia de alguém naquela situação. Não estou dizendo que a polícia não é racista ou que não precisa de uma reforma. Mas Jayland Walker não é o melhor exemplo

  • Primeiramente, meus parabéns e meu muito obrigado, Filipe, Matias e Vivian pelas 300 edições. O Xadrez Verbal (evito usar a sigla XV, porque meu cérebro imediatamente completa “de Piracicaba” ao ler) informa, entretém e faz refletir na medida exata e através do meio certo para caber no dia-a-dia, sendo sempre meu “fura fila” de podcasts semanais.

    Duas observações sobre o programa: muito me entristeceu que vocês não tenham aproveitamento a notícia sobre a seca na Itália para dizer que o vale do Pó está tão seco que está “só o pó”. E por falar de pó, o simpático kākāpō protagonizou uma cena divertidíssima, e que ficou bastante famosa, ao tentar copular com o zoólogo Mark Carwardine, convidado do apresentador Stephen Fry em um documentário da BBC. O clipe merece ser assistido:

  • Parabéns pelos 300ep.
    Vale lembrar que a medalha Fields dada aos matemático pede que eles tenham um trabalho muito relevante, ter menos de 40 (por isso a questão de idade mencionada por vocês) anos e é um premio dado a cada 4 anos. Nas palavras do Professor Eduardo Tengan (mandem um abraço para ele) “Quando você vê um ganhador de medalha fields as folhas das árvores voam, o tempo se distorce…eles tem um ki muito alto” .
    A ucraniana Maryna Viazovska é a segunda mulher a ganhar o premio, sendo a primeira a falecida e genial Maryam Mirzakhani, e também a segunda pessoa da Ucrânia a vencer, sendo o primeiro foi Vladimir Drinfeld.
    Esse ano, ICM (Congresso Internacional de Matemática) aconteceu na Rússia e criticou a guerra.
    Eu cheguei a trabalhar na edição anterior que ocorreu no Rio de Janeiro, onde a maior noticia foi uma medalha roubada em menos de 1h depois de ser entregue (o Brasil não é para principiantes).
    O Brasil tem é muito importante no meio da matemática e possui um vencedor, Arthur Ávila.

  • Níkolas Schildberg

    Parabéns pelos 300 e obrigado pela companhia nas faxinas! Conheci o podcast nos especiais do Coronavírus.

    A música de encerramento “Love Hurts” da edição 300 me lembrou da música de um caminhão de gás que passava no bairro Rio Pequeno em São Paulo (próximo à Cidade Universitária da USP) e eu e alguns colegas de república acusávamos de ser uma cópia descarada de “Love Hurts”!

    Alguém da região confirma a acusação??

    Abraço pra turma do Rio Pequeno!

  • Queria deixar os meus parabéns aos administradores do site. O Google esta indexando direitinho.
    Sou ouvinte do podcast e quando ouvi “carapauquistão” eu tive que procurar no Google. O único resultado foi essa página. Estou ouvindo até outro episódio, mas queria deixar aqui os parabéns.

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