Xadrez Verbal Podcast #270 – Europa, Taiwan e Pandora Papers

O novo vazamento que dos dados fiscais de personalidades, políticos e celebridades! Do rei da Jordânia ao Paulo Guedes, do Pep Guardiola ao Tony Blair, são os Pandora Papers! Vivian Almeida, Filipe Figueiredo e Matias Pinto contextualizam tudo o que você precisa saber. Também damos uma volta pelo estreito de Taiwan e pela Europa, onde dois governos estão caindo. Além disso tudo, giramos pelo mundo, a semana na História, peões da semana e dicas culturais fechando mais uma edição da sua revista de política internacional em formato podcastal!

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Dicas do Sétimo Selo e links

Série The White Lotus

Documentário Radio Bikini

Documentário The atomic cafe

Filme Anatomia

Matéria Why India is on the brink of an unprecedented power crisis, por Arunoday Mukharji

Matéria Militares afegãos relatam os meandros da história da submissão de Cabul: ‘Ordenaram que nos rendêssemos’, por Luis de Vega

Matéria O panorama da malária no Brasil e no mundo, por Maria Tereza Santos

Live Interesse dos sauditas em comprar o Newcastle e como a geopolítica usa o futebol, com Ubiratan Leal e Filipe Figueiredo

Podcast Trivela #378 – Seleção brasileira e Liga das Nações

Coluna na Gazeta do Povo A China está pronta para invadir Taiwan?

Coluna na Gazeta do Povo Oceania, a próxima fronteira econômica da humanidade

Xadrez Verbal #43 – Daniel Sousa, Panama Papers e Cáucaso

Matéria Documentos das Ilhas Virgens Britânicas jogam luz sobre as empresas de Piñera e sua família em paraísos fiscais, por Federico Rivas Molina

Matéria O fiador: trajetória e as polêmicas do economista Paulo Guedes, o ultraliberal que se casou por conveniência com Jair Bolsonaro, por Malu Gaspar

Matéria Presidente do Peru troca primeiro-ministro em busca de governabilidade, por Patricia Pamplona e Sylvia Colombo

Matéria Saudades do quê? Renato Russo, o rock brasileiro e o bolsonarismo, por Michel Laub

Música de encerramento Angra dos Reis, com Legião Urbana

Playlist das músicas de encerramento do Xadrez Verbal no Spotify

Canal do Xadrez Verbal no Telegram

Minutagem dos blocos, cortesia dos financiadores do Xadrez Verbal

  • 00:02:30 – Giro de Notícias #01
  • 00:32:10 – Coluna Aberta: Velho Continente
  • 01:25:20 – Efemérides: A Semana na História
  • 01:33:50 – Match: Bacia do Pacífico
  • 01:56:40 – Gambito da Dama: Offshores e Pandora Papers
  • 02:09:40 – Xeque: Pandora Papers
  • 03:27:10 – Giro de Notícias #02
  • 03:36:05 – Peões da Quinzena
  • 03:37:35 – Sétimo Selo
  • 03:46:15 – Música de encerramento

Ouça o podcast aqui ou baixe o programa (clique com o botão direito do mouse e use a opção “Salvar como” para baixar)

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, que está no Apoia-se

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
Como sempre, comentários são bem vindos. Leitor, não esqueça de visitar o canal do XadrezVerbal no Youtube e se inscrever.

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16 Comentários

  • Rodrigo Aguilar Guimarães

    Salve, pessoal!

    Sobre a questão da malária, vocês têm razão quando dizem que o desenvolvimento da vacina pode ser uma notícia interessante para o cenário brasileiro. No entanto, é preciso fazer uma ressalva.

    A malária é uma doença causada por um parasita do gênero Plasmodium, um protozoário, mas existem várias espécies diferentes de Plasmodium pelo mundo. A vacina desenvolvida é focada no Plasmodium falciparum, sendo que a maioria esmagadora dos casos brasileiros é causada pelo Plasmodium vivax. Hoje, 94% das mortes por malária se concentram na África porque lá predomina o Plasmodium falciparum, que é bem mais letal. Cerca de 90% dos casos brasileiros são vinculados ao Plasmodium vivax, por isso nós temos muito menos casos letais. Nós já tivemos uma proporção maior da espécie mais problemática, de cerca de 50%, mas nosso programa de combate à doença conseguiu reduzir muito o número de infecções pelo P. falciparum.

    Outra coisa que é importante salientar é que, sendo um protozoário muito mais complexo que um vírus, é muito mais difícil desenvolver uma vacina contra a doença, e termos desenvolvido uma para uma espécie não significa um desenvolvimento para as outras.

    Se nós pensarmos na vacina contra a covid, por exemplo, temos uma proteína específica que temos que neutralizar para inibir a infecção ou a reprodução viral. Em um protozoário, são diversas proteínas, então é muito mais complexo criar algo que possa nos proteger da infecção. Isso aliado ao fato do Plasmodium ter várias fases diferentes dentro do corpo do hospedeiro, o que significa que ele pode ter “caras” diferentes para serem identificadas de acordo com a fase na qual se encontra.

    Dito tudo isso, saliento a importância dessa vacina mesmo para o cenário brasileiro. Mesmo que ela fosse totalmente inútil para o nosso contexto, o que não é o caso, já serviria de incentivo para o desenvolvimento de vacinas contra o parasita que predomina por aqui. Essa que foi desenvolvida estava desde 1987 em desenvolvimento, então é um exemplo de que vale a pena insistir nessas pesquisas.

    Parabéns pelo trabalho!

    Abraço!

    • Alvaro Carnielo e Silva

      Olá Filipe e Matias,

      Muito bom esse episódio! Já temos uma trilogia PP!
      1 – Panamá Papers
      2 – Paradise Papers
      3 – Pandora Papers

      Estou ansioso para ver o próximo PP (quem sabe será o Palmeiras Papers)

      Grande abraço!

  • Diogo Maia de Carvalho

    O dilema moral de ver seu time financiado por ditadores árabes fica um pouco diluído quando você está prestes a passar a terceira temporada seguida na Série B. Dito isso, eu suportaria o fardo de ver a grana de alguma dessas monarquias aqui na Toca da Raposa.

    Abraços de BH.

  • Fiquei cabisbaixo com o comentário da professora na coluna dizendo que nós somos condescendentes com as coisas horríveis que vêm acontecendo.
    Não, não somos condescendentes, a questão é que nossas lutas vêm sendo sufocadas principalmente em grandes noticiários e apagadas com frequência. Veja o caso dos protestos do meio do ano, onde canais favoráveis ao governo gravaram os manifestantes exigindo vacinas e emprego de costas para não mostrar suas faixas e posteriormente disseram que eles exigiam manutenção do auxílio emergencial (que era uma das pautas, mas longe de ser a principal na época). Vejam o caso do MTST tomando a bolsa de valores em protesto e distribuindo alimentos para pessoas em vulnerabilidade alimentar, houve silêncio dos jornais.
    Então não, não somos condescendentes, nós somos sim silenciados.

  • Boa noite!

    Nesse episódio, pelo menos no Spotify, há um zumbido que se prolonga por todo a continuidade do episódio, as vezes sumindo, as vezes voltando.

    O que percebi foi que o zumbido aparecia quando o Matias falava, talvez sendo alguma coisa na gravação dele.

    Ate mais e ótimo episódio!

  • Uma pequena correção sobre a vacina de malária: A vacina que foi aprovada pela OMS (vacina RTS,S) não é a mesma que foi testada em Burkina Faso, e que havia sido noticiada no programa anteriormente (vacina R21/MM). A vacina R21, que ainda está em fase de testes, usa uma tecnologia de segunda geração que promete uma eficácia maior.

  • As off-shore também podem ser usadas para esconder dinheiro, propriedade ou empresas do advogado de divórcio da esposa, do gestor judicial, etc…

  • Não sou adepto a comentários mas dessa vez resolvi passar pra dizer que a explicação do bloco “Cambito da Dama” é a melhor explicação pra leigos que vi em todos os canais que acompanho. Indiquem pra seus amigos

  • João Pedro Heep Reinholz

    Geralmente não comento, mas ouço o programa há um ano, amo o trabalho de vocês e gostaria de citar um triste falecimento dessa semana. Sebastião Tapajós foi um violonista Paraense, considerado um dos maiores do mundo, que morou em Santarém (cidade em que vivo) durante a maior parte da vida. Pude vê-lo tocar em uma oportunidade, um dos momentos mais belos da minha vida. Apesar do atraso (ele nos deixou no dia 2/10), sugiro o tema Igapó para o encerramento do próximo programa.
    Se puderem um dia, provem a farinha de macaxeira paraense, é uma iguaria sem igual.
    Abraços a todos.

  • Wanderson Ferreira de Farias

    Foi meu terceiro programa ouvido (venho atráves da Trivela) e gostaria de saber mais sobre o grupo de Visegrad, especificamente a Eslováquia (o Fronteiras sobre a Tchecoslováquia é excelente). O interesse pela Eslováquia pode ser atribuído ao meia Marek Hamsik, ex-destaque do Napoli e hoje maior artilheiro do clube – que é meu time europeu.

    Sobre a postura da Eslováquia na defesa à Polônia e Hungria dentro da UE, meses atrás li a presidente comentar o crescimento do autoritarismo na região da Europa Oriental, respondendo positivamente à uma provocação do Der Spiegel que qualificava seu país como último bastião da democracia no Leste. Essa defesa é ‘pragmática’ ou existe um alinhamento mais ideológico também, se possível for diferenciar uma postura de outra…

  • Felipe e Matias, reparo que vocês fazem longos interessantes comentários a respeito de muitas notícias que vocês leem e me pareceu que vocês jogaram a toalha e passaram um grosso pano para situação da Venezuela. Acho que vocês deveriam ser mais extensos nos comentários, colocando suas posições a respeito, descrevendo a situação, pelo menos fazendo um resumo dessa situação ou se referindo a esses outros programas em que tratam desse problema e colocando a posição de vocês com relação jogo de forças e os interesses imperialistas e a autonomia política eleitoral da Venezuela. Sei que vocês fazem comentários mais extensos e minuciosos sobre a questão em outros programas, mas achei que pareceram muito evidentemente omissos em comentar de forma tão rápida pseudoisenta e distante sobre um problema tão intestino da América Latina, muito diferente do que fizeram com relação a outras regiões e países no mesmo programa.

  • Mais um episódio fenomenal como sempre. E para comemorar o aniversário do Greenpeace eu gostaria de pedir para vocês mandarem um abraço pro meu irmão Henrique Ciolfi que trabalha no greenpeace Brasil e que me recomendou esse podcast maravilhoso. Afinal, já que o Greenpeace esta conspirando pra destruir o mundo ocidental eu estou conspirando pra conseguir um aumento pro meu irmão.
    Um grande abraço

  • Acabei de baixar e ouvir o programa sobre os Panamá Papers. Confesso que nem reconheci a voz de vocês, mas o mais legal foi o fato de vocês mencionarem o partido pirata da Islândia. Por mais partidos piratas no mundo, quero o direito de saquear galões espanhóis.

  • Sobre o próprio termo paraiso fiscal ,se existel locais que são chamados assim é porque o resto mundo são infernos fiscais com altas taxas de impostos de renda, tanto corporativo como de pessoa fisica e as pessoas que podem irão para este lugares, se tem gente que quer tratar cobrar altos pessoas tem lugares que querem atrair esse pessoas e empresas é de “interesse publico”, para usar o mesmo termo que o Filipe usou, atrair esse pessoas atrai renda para o pais, as pessoas sempre que puderam vão optar por pagar menos impostos, as pessoas ricas apenas tem o dinheiro e o conhecimento de como fazer isso. As pessoas vão para onde são melhores tratadas

  • Ótimo programa como sempre!!

    Gostei muito das referências, principalmente Família Addams, uma das melhores cenas do cinema ´é aquela peça de teatro do dia de ação de graças.hahahaha

    Muito obrigado pelo conteúdo!!

  • Um fato curioso é que dos 78 paraísos fiscais atualmente existentes, 57 são ligados ao Reino Unido por relação de dependência ou porque foram colônias britânicas. Reflita sobre: o Reino Unido financia a posse continuada de dezenas de territórios estratégicos por todo o mundo (que não teria condições de custear atualmente) transformando esses territórios “deficitários” em paraísos fiscais. Assim eles atraem “investimentos” originários de pessoas ricas interessadas em não pagar impostos em seus países e de criminosos interessados em esconder “haveres mal havidos”.

    Pense nisso quando alguém lhe comentar admiradamente que a “City” londrina é um grande centro financeiro do mundo…

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