Xadrez Verbal Podcast #251 – Armênia, Oriente Médio e África

O estado nessa situação e o cara indo pra Cancun! Se não entendeu a referência, vai entender tudo nesse programa. Passamos pela África, com eleições no Níger e cervejaria no Egito. Fomos até o Oriente Médio, com os primeiros ataques aéreos do governo Joe Biden. Rodamos pela Europa, incluindo mais uma crise na Armênia. Além disso, giramos pelo mundo, a quinzena na História, peões da semana e dicas culturais fechando mais uma edição da sua revista de política internacional em formato podcastal!

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Dicas do Sétimo Selo e links

Documentário LA 92 (Um crime americano)

Filme Lincoln

Série documental Doutor Castor

Matéria Arqueólogos descobrem fábrica de cerveja ‘mais antiga do mundo’ no Egito

Matéria Por que as contas de luz no Texas estão chegando a quase R$ 90 mil após nevascas

Nerdologia História Charles Manson e seu culto

Xadrez Verbal Podcast #76 – Itália, República Centro-Africana e Europa

Xadrez Verbal Especial – Jerusalém e as três religiões

Matéria Ação nos EUA liga indústria do chocolate a trabalho infantil na África, por Fernanda Mena

Fronteiras Invisíveis do Futebol #37 – Argélia

Perfil professora Monique Sochaczewski  (cursosorientemedio@gmail.com)

Música de encerramento Itsári, com Sepultura e Xavantes

Playlist das músicas de encerramento do Xadrez Verbal no Spotify

Canal do Xadrez Verbal no Telegram

Minutagem dos blocos, cortesia dos financiadores do Xadrez Verbal

  • 00:02:00 – Giro de Notícias #01
  • 00:30:00 – Coluna Aberta: África
  • 01:11:15 – Efemérides: A quinzena na História
  • 01:24:15 – Match: Oriente Médio
  • 02:11:40 – Giro de Notícias #02
  • 02:39:20 – Xeque: mundo pós-soviético e Velho Continente
  • 03:43:20 – Giro de Notícias #02
  • 04:08:30 – Peões da Quinzena
  • 04:09:25 – Sétimo Selo
  • 04:20:20 – Música de Encerramento

Ouça o podcast aqui ou baixe o programa (clique com o botão direito do mouse e use a opção “Salvar como” para baixar)

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, que está no Apoia-se

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
Como sempre, comentários são bem vindos. Leitor, não esqueça de visitar o canal do XadrezVerbal no Youtube e se inscrever.

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30 Comentários

  • Querido Filipe
    Além de linda, maravilhosa e sensual, sou servidora da Justiça do Trabalho em MG e garanto que desde que o Uber chegou ao Brasil já vêm sendo ajuizadas ações individuais de motoristas de Uber e outros app pedindo declaração de vínculo empregatício, no geral sem muito sucesso.
    Houve uma ação coletiva proposta pelo Ministério Público do Trabalho, em SP, em que o direito ao vínculo foi reconhecido em primeira instância, mas foi afastado em recurso ao TRT2. Já há algumas decisões do TST, também negando o vínculo.
    Um dia isso vai parar no STF… se fosse para apostar, com os entendimentos que o Supremo anda tendo hoje em dia, eu apostaria que não vão dar status de empregados a motoristas e entregadores de apps.

  • Iago Oliveira (Fortaleza - CE)

    Escuto vocês desde 2017, mas comecei pelo primeiro programa, então tava sempre 1 a 2 anos ano atrasado e só agora os alcancei. Era maneiro ouvir o desenrolar de acontecimentos anteriores sobre os quais eu estudei em aulas de Atualidades pra concursos. Obrigado pelo trabalho; por causa de vocês eu sou o expert da geopolítica internacional do meu círculo.
    Nota: em algum programa antigo é tocada uma canção de uma banda do Matias ao final do podcast e lembro de pensar “CARAMBA! O Matias toca muito”, daí eu percebi que tava na velocidade x2.
    Nota 2: não me recordo do Filipe ter mencionado preferências ou desgostos com death metal, mas em dezembro do ano corrente completa-se 20 anos da morte de Chuck Schuldiner, do Death e Voice of The Soul é uma faixa belíssima, acessível a todos os gostos musicais. Fica a dica preemptiva.
    Por fim mandem um salve pros profissionais da área de trânsito deste país, principalmente os do DETRAN-CE que sofrem demais e o salário ó!
    Um xêro pra vocês.

  • Meus caros Felipe e Mathias,

    Sou um grande fã do trabalho de vocês, contudo neste ultimo episódio (254) não achei muito apropriado a referência ao mandatário chinês (o Xi Jinping) como ditador (na parte em que fala do encontro bilateral do Modi com o Xi). Em um podcast com um público teoricamente tão diverso acho complicado usar um termo tão relativo e geralmente desproporcionalmente empregado por razões puramente ideológicas. Isso encontra respaldo sobretudo se considerarmos que o processo democrático representativo de base Chinês, sob muitos matizes, é muito mais representativo e democrático que o sistema brasileiro, por exemplo. Penso que devemos ter cuidado especial quanto a esse tipo de referência sobretudo em tempos de tamanha sinofobia no Brasil e no mundo. Não se trata de relevar os problemas internos e as contradições do Estado chinês, mas sim de usar referências mais neutras.
    Para finalizar o contraponto e reflexão, nunca vimos alguém se referir ao FDR como ditador, a despeito do fato de que no período em que governou os Estados Unidos ele era de fato um ditador para a população negra norte-americana, alijada de fato do processo democrático naquele país em virtude do racismo institucionalizado e legal que ali vigorava e que impedia o voto e a representação parlamentar dos negros. Enfim, fica a reflexão.

    Com seus sinceros cumprimentos,
    Daniel de Freitas.

    • Olá Daniel, a referência continua apropriada. Já chamei de presidente, já chamei de ditador, e posso chamar de ambos. Negar o caráter arbitrário do sistema de governo chinês é simplesmente brigar com a realidade. Realidade essa agravada no caso específico de Xi Jinping, que: aboliu o limite de mandatos presidenciais; iniciou um culto de personalidade colocando suas próprias teses e nome na carta do partido; adotou títulos previamente utilizados apenas por Mao; aumentou os poderes discricionários do seu cargo com as novas leis de segurança nacional, dentre outros. A carta da sinofobia não cola por aqui, eu consigo sustentar o que digo.

      Inclusive, faço uma edição para deixar claro que existem vários aspectos chineses que acho interessantes, como a necessidade de passar por postos prévios para ocupar um determinado cargo, tornando impossível um aventureiro ou alguém sem preparo. Isso, entretanto, não faz com que Xi Jinping deixe de ser alguém que concentra mais poderes em suas mãos do que qualquer antecessor.

      Sobre o exemplo de FDR, é, no máximo, um exemplo de whataboutism/tu quoque, o tipo de coisa “empregada por razões puramente ideológicas”. Um abraço

      • Caro Felipe,

        Não pretendo delongar o dissenso, haja visto que aparentemente houve um mal entendimento sobre o questionamento, tendo em vista o tom assomado de sua réplica. Nesse sentido treplico apenas para esclarecer este mal entendido e como sinal de estima pelo vosso trabalho.
        Não o acusei de ser sinofóbico nem tampouco propus a negação da realidade dialética em que está inserida o mandatário chinês, note que eu esclareci que ” não se trata de relevar os problemas internos e as contradições do Estado chinês”. Pontuo ainda que a minha referência a sinofogia diz respeito a possível apropriação ideológica de designações conceituais de um campo específico ( “ditador” e ciência política) sem nenhum compromisso com a realidade dialética e feitas por terceiros – observe que quando emprego o conceito de sinofobia este emprego vai atrelado à referência genérica “Brasil” e “Mundo”, portanto, terceiros, e não vossa pessoa.
        Por fim, sobre o exemplo do FDR, esclareço que a intenção não foi pinçar hipocrisia na sua escolha conceitual para se referir ao mandatário chinês, mas sim propor uma reflexão à respeito do uso desbalanciado do conceito de “ditador’. Para esclarecer melhor a proposição, recorro ao dicionário de ciência política de Noberto Bobbio sobre o conceito moderno de “ditador”, no qual diz que…

        “𝘤𝘰𝘮 𝘴𝘦𝘶𝘴 𝘥𝘰𝘵𝘦𝘴 𝘦𝘹𝘵𝘳𝘢𝘰𝘳𝘥𝘪𝘯𝘢́𝘳𝘪𝘰𝘴 [𝘰 𝘥𝘪𝘵𝘢𝘥𝘰𝘳], 𝘦́ 𝘤𝘰𝘯𝘴𝘪𝘥𝘦𝘳𝘢𝘥𝘰 𝘤𝘢𝘱𝘢𝘻 𝘥𝘦 𝘳𝘦𝘱𝘳𝘦𝘴𝘦𝘯𝘵𝘢𝘳 𝘥𝘪𝘳𝘦𝘵𝘢𝘮𝘦𝘯𝘵𝘦 𝘢 𝘷𝘰𝘯𝘵𝘢𝘥𝘦 𝘥𝘰 𝘱𝘰𝘷𝘰 (𝘭𝘦𝘨𝘪𝘵𝘪𝘮𝘪𝘥𝘢𝘥𝘦 𝘥𝘦 𝘵𝘪𝘱𝘰 𝘤𝘢𝘳𝘪𝘴𝘮𝘢́𝘵𝘪𝘤𝘰) 𝘦/𝘰𝘶 𝘶𝘮 𝘱𝘢𝘳𝘵𝘪𝘥𝘰 𝘱𝘰𝘭𝘪́𝘵𝘪𝘤𝘰 𝘲𝘶𝘦 𝘴𝘦 𝘢𝘶𝘵𝘰𝘱𝘳𝘰𝘤𝘭𝘢𝘮𝘦 𝘦 𝘴𝘦 𝘧𝘢𝘤̧𝘢 𝘢𝘤𝘦𝘪𝘵𝘢𝘳, 𝘱𝘦𝘭𝘰 𝘮𝘦𝘯𝘰𝘴 𝘱𝘰𝘳 𝘶𝘮𝘢 𝘱𝘢𝘳𝘵𝘦 𝘥𝘢 𝘴𝘰𝘤𝘪𝘦𝘥𝘢𝘥𝘦, 𝘤𝘰𝘮𝘰 𝘷𝘢𝘯𝘨𝘶𝘢𝘳𝘥𝘢 𝘰𝘶 𝘨𝘶𝘪𝘢 𝘥𝘰 𝘱𝘰𝘷𝘰 (𝘭𝘦𝘨𝘪𝘵𝘪𝘮𝘪𝘥𝘢𝘥𝘦 𝘧𝘶𝘯𝘥𝘢𝘥𝘢 𝘯𝘢 𝘪𝘥𝘦𝘰𝘭𝘰𝘨𝘪𝘢 𝘥𝘦 𝘱𝘢𝘳𝘵𝘪𝘥𝘰)”.

        Perceba, tanto FDR quanto Xi Jinping, a partir de uma definição puramente técnica da ciência política, podem ser classificados como “ditadores” se levarmos em consideração o caráter não universalista das democracias participativas e representativas de seus regimens, o alto grau de concentração do poder partidário e o caráter guia da ideologia do partido no poder. FDR foi presidente em um período no qual a ideologia racista do partido democrata era amplamente aceita e emulada pela sociedade de maioria branca e a partir do momento em que ele é eleito por brancos e proclamado presidente dos “Estados Unidos da América” e, portanto, também dos negros alijados desse processo, é de se concluir que para essa parcela da população a autoridade presidencial representa, de um ponto de vista da ciência política, tão somente, uma autoproclamação, ainda que legitimada pelos sistema político vigente.

        Com meus sinceros votos de estima,
        Daniel.

  • Parabéns Daniel de Freitas!

  • Olá Filipe.

    Eu escutei as efemérides, e eu acho que você possa ter cometido um equívoco, sobre as usinas nucleares que ficam na costa não são muito inteligentes.
    Se não me engano, as usinas nucleares precisam ficar próximas à grande quantidade de água (mar, rios) para resfriar seus reatores. Não sou especialista, por isso que eu disse que “eu acho” que você se equivocou.
    Se eu estiver errado, peço desculpas desde já.

    • Olá Albert, você tem razão quando aponta a necessidade de água, entretanto, ela pode vir de rios, por exemplo. A maioria das usinas nucleares é no interior, não no litoral, onde podem ficar suscetíveis a fenômenos como ondas gigantes, no caso japonês, ou despejar radiação nos oceanos, como no caso de qualquer outra. Um abraço

      • Filipe, permita-me: a definição da localização de uma central nuclear é feita levando-se em consideração vários fatores, dentre eles a proximidade com o mercado consumidor, por exemplo, até a disponibilidade de água. Não é menos inteligente ter uma central perto do mar do que perto de um rio. Afinal, se houver vazamento de material radiotivo, o ecossistema do rio também vai sofrer, certo? Quanto à Angra, te devolvo uma pergunta: quantos tsunamis já tivemos na costa do Brasil desde 1500? Por que a pergunta? É porque na área nuclear (como em várias outras, aviação, por exemplo) se trabalha com fatores de risco. E, neste caso, é fácil ver que as centrais de Angra não estão em área propensa a tsunamis e, portanto, esse fator de risco, ao menos, é baixo. Forte abraço e obrigado pela escolha dos livros do último presente aos colaboradores. Devorei dois, mas estou travado com o da Guerra Civili Espanhola pois os paralelos com o Brarsil de hoje estão desanimando a minha leitura.

  • Excelente programa, como todos.
    Parabéns ao Mathias, o mestre dos gentílicos!!!
    Só senti falta de notícias da Gloriosa República de Vanuatu…
    Nota: O plural de guarda-costas é guarda -costas (plural = singular).

  • Luís Felipe Gonçalves

    Filipe sobre a questão das estátuas na praça Lubyanka, e especificamente sobre o príncipe Aleksandr Nevsky, ele não foi o que derrotou os mongóis, mas o Dmitri Donskói que os derrotou na Batalha dos campos de Kulikovo, em 1380(onde ganhou sua alcunha de Donskói, que significa ”do Don”), inclusive quando começou a invasão mongól, Nevsky foi um dos primeiros a fazer negociações com os mongóis e a jurar lealdade a eles, entre 1230 e 1240, não me recordo muito bem, sei disso pois fiz um trabalho de história medieval na faculdade em que pude escolher esse tema. E mais, acho curioso eles não terem ofertado uma estátua do Nikolai Iejóv também, o líder da NKVD antes do Beria, mas isso tudo foi durante os Grandes Expurgos então foi um não definitivo kkkkk

  • Guiné Equatorial não é um país insular. Ele tem grande parte do seu território no continente, entre Gabão e Camarões.

  • Olá, vim aqui para falar um pouco sobre a língua xhosa. É um idioma nígero-congolês, bantu, mas com cliques e possui dois tons. Bem, a língua mais falada com tons é o mandarim, com cinco tons diferentes.
    Os cliques do xhosa são originado de outra família, no caso, pois esta é a família khoisan do sul da África.
    O x no caso costuma representar o clique, mas há diferentes cliques dependendo da região da consoante plosiva, principalmente.
    A fonologia do xhosa é bem complicada, como a do inglês e mesmo de nossa querida língua.
    O xhosa tem ainda classificadores, como a maioria das línguas bantu. Isixhosa significa língua, uma vez que isi é o classificador para. Xhosa é um nome que com classificadores serve para povo, lugar e língua. É bem interesaante esse tipo de classificador, mas peço desculpas, pois compreendo mais deles na língua suaíli.

  • Olá Filipe e Matias

    Fiquei muito feliz de ouvir a minha banda favorita ao final do meu podcast favorito.

    Só isso mesmo.
    Abraços e sucesso a todos.

  • Bom dia Boa tarde Boa noite.
    Antes de mais nada: salve o Rock and Roll. Salve o Sepultura. Eu estava naquele show no Rock In Rio quando o Sepultura tocou com o Zé Ramalho.. foi o show do Zépultura! Muito bom!

    A quinta série que vive em mim saúda a quinta série que existe em vocês.
    Parabéns por mais um programa honesto e cheio de informações!
    Filipe Figueiredo e Matias Pinto, vocês são Duca!

    Gostaria de fazer dois comentários:
    – sobre a cerveja… sim, realmente a cevada foi um dos principais produtos de plantio que levou os humanos a se tornarem sedentários. Lembrando que naquela época a cevada era um alimento. Eles cozinhavam e tomavam a sopa extremamente doce – e calórica – que era produzida.
    Agora, o elo perdido é saber onde e quando “esqueceram” uma dessas sopas em algum barril ao lado e depois de um tempo tomaram ela e perceberam que além de alimentar, ela dava uma certa alegria (efeito do álcool). Lógico que essa cerveja era “flat”, não havia controle para manter o gás junto do alimento. Fora que nem faziam ideia da levedura.
    Enfim, importante salientar que a cevada era – e de certo modo ainda é – alimento. E quando se fala de cerveja na chamada “pré-história”, estamos falando de um alimento da humanidade.
    ps: minha família produz cerveja artesanal aí no Brasil – não citarei o nome para evitar o merchan – mas gostaria de enviar umas amostras para vocês. Se possível mande um email com endereço de entrega que vou providenciar isso.

    – sobre a Astronomia… me recordo que no final do ano passado vocês comentaram sobre fazer um programa especial com mais detalhes sobre as explorações espaciais. Mesmo apenas sendo entusiastas isso é muito válido.
    Porém farei duas críticas construtivas:
    sobre o Planeta Urano é sim um planeta muito interessante, com caracteristicas muito marcantes . Enquanto a terra tem uma inclinação de cerca de 23 graus no seu eixo de rotação (em relação ao plano do Sistema Solar), Urano tem uma inclinação de 97,77 graus, ou seja, ele praticamente gira de lado. E ele roda no sentido anti-horário, enquanto todos os outros planetas rodam no sentido horário. Para não me estender muito nesse ponto, gostaria de ressaltar que os chamados planetas gasosos (Jupiter, Saturno, Urano e Netuno) são gasosos – alguns se imaginam que tenha um centro sólido e tals.. porém essa coisa de relevo não existe por aqueles lados.
    A outra crítica é sobre Plutão… não cabe muito romantismo quando se trata do Cosmos.. Plutão virou um planeta anão, pois foram descobertos outras rochas lá para o lado de Plutão (a maioria delas até maiores que o Plutão).. enfim, não havia sentido continuar chamando ele de planeta. Seria como (falando puramente de ciência) continuar sendo só positivista num mundo onde já se conhece o relativismo.

    Finalizando, mando um efusivo abraço.
    Ótima semana para vocês.

    Fabrício Werneck – Sydney, Austrália

  • Bom dia Queridos Filipe e Matias.

    Queria comentar sobre o conflito em cabo Delgado, em Moçambique.
    Na região está sendo construída um mega projeto de gás natural, o Mozambique LNG Project, um projeto de 20 bilhões de dólares.
    O Projeto teve algum tipo de interrupção por conta dos conflitos na região, o que acredito que agregue as tenções e conflitos na região.

    Como curiosidade, trabalho numa indústria de motores elétricos que irá fornecer algumas centenas de motores para o projeto.

    Segue o site do projeto.
    https://www.mzlng.total.com/

    Abraços

    Eduardo Martins – Joinville, Santa Catarina

  • Felipe Bonifácio

    Mais um excelente programa do Xadrez Verbal!
    Um abraço a todos!

  • Sobre essa encrenca na Armênia, fico imaginando como a Europa fica numa situação dessas. Vendo uma encrenca dessas no seu quintal. Quer tomar posição, mas não quer encrenca com a Rússia. E tem sujeito que acha que esse negócio de Relações Internacionais um treco simples.

  • Senti falta de uma homenagem de vocês aos Mamonas Assassinas, que completaram 25 anos do acidente aéreo que os vitimou recentemente.

  • Bom dia prezados Filipe e Matias, como vão?

    Mais uma vez estou aqui para parabenizar a excelente cobertura sobre o continente mãe. Apenas dois comentários sobre um dos assuntos desse bloco, a Guiné Equatorial.

    Primeiramente, de novo vou ser o chato da geografia e apontar que a Guiné Equatorial não é um país insular – sua capital, Malabo, está sim localizada na ilha de Bioko, no golfo da Guiné, mas o restante do território está no continente, incluindo a maior cidade do país, Bata (sede da final da Copa Africana de Nações de 2015, vencida pela Costa do Marfim).

    Em segundo lugar, é interessante notar que, como afirmou o Matias, o país é o único da Africa que possui o Espanhol como língua oficial, mas para além disso a Guiné Equatorial possui uma política linguística no mínimo curiosa. Na base da canetada, o ditador Teodoro Obiang introduziu o Português como idioma oficial em 2010, mesmo com quase nenhum falante nativo da língua – a desculpa foi a de que o dialeto da ilha de Ano-Bom, falado por aproximadamente 5 mil habitantes, teria base lusófona. Em 2014, mesmo com toda essa história mal contada, o país foi admitido na Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, na esteira da aproximação entre o país e o Brasil, que foi o maior entusiasta da sua admissão e cuja embaixada em Malabo é até hoje um dos únicos lugares com aulas regulares do idioma. As condições impostas para a entrada na organização foram o fim da pena de morte e a inclusão do Português no currículo de ensino oficial do país, ambas até hoje não cumpridas.

    Encerro esse breve comentário agradecendo novamente pela qualidade do conteúdo que vocês nos brindam semanalmente. Dessa vez ouvi o programa quase que de uma vez, no transito infernal entre a capital paulista e Peruíbe, no litoral – presos comigo no carro estavam meus primos, Rafael e Miguel, que eram reticentes em ouvir o podcast por conta da longa duração mas depois da minha insistência viraram fãs (eu acho).

    Beijo na tíbia e um abraço do fiel financiador,

    André Barranco

  • Oi.
    Eu gosto muito do programa.
    Sinto falta do Fronteiras Invisíveis do Futebol.

    Eu tomei liberdade para ilustrar o primeiro bloco do xadrez da semana passada. Nada profissional. Só fui fazendo, pra acompanhar tudo, sem perder detalhes (e realmente muda).

    Confiram. Não divulguem, é só um teste.

    https:// youtu.be/XPgCdDt7q-s

    Ah! Talvez não funcione o link. É só tirar o espaço depois das barrinhas.

    Valeu galera.

  • João Vitor Gonçalves

    Parabéns pelo programa. Vocês fazem parte da minha rotina semanal. Além de estudante de Arte e educação, sou motorista de aplicativo e ouço vocês enquanto trabalho ou faço as tarefas domésticas. Fiquei bastante contente em ouvir a notícia sobre o avanço em direitos trabalhistas que os parceiros de classe britânicos conquistaram, foi um importante passo. Se esse comentário for lido, aproveito o espaço para recomendar a todos o livro “Riqueza e Miséria do Trabalho no Brasil IV: Trabalho Digital, Autogestão e Expropriação da Vida (2019)” do Ricardo Antunes. Participo da construção do PSOL na minha cidade, indicarei essa leitura para o nosso grupo de estudos, acredito que só organizados conseguiremos enfrentar, não só a extrema direita mas também o sistema que a gera. Essa máquina de moer gente que chamamos de capitalismo.

  • Vinícius Pascotto Gastaldo

    Eu tenho uma reclamação importante para fazer!! Eu mandei dois recados para minha namorada, em datas comemorativas, e o Filipe solenemente me ignorou nas duas vezes. Por outro lado toda vez eu que o Marcos Vinícius Petri da um espirro, ele ganha um abraço do Filipe!
    Fica aqui a denúncia do favoritismo!!
    Perdoo tudo se mandar meu beijo pra Ana, e um abraço pro Marcos e pra toda a tchurminha. Parabéns como sempre pelo ótimo trabalho!!!

  • Luis Eduardo Reis

    Muito bom como sempre!!
    Muito obrigado pelo conteúdo de qualidade!!

  • Os motoristas de Uber do reino Unido, vai precisar de passar por uma entrevista de emprego?
    Horário fixo, etc?
    Ou só vao ter os benefícios ?

  • Só o Xadrez Verbal pra matar o tédio aqui do trabalho. Parabéns pelo trabalho Foda de vcs!

  • Salve Matias e Filipe, converti minha esposa, Camila, a ouvir o podcast. Mandem um beijo pra ela. Abs

  • Fala, Filipe e Matias! Parabéns pelo programa como sempre.

    Sobre os refugiados haitianos na fronteira do acre com o Peru, eu fiz uma viagem de Ji-Parana – RO até Cusco de carro e passei por ali.

    Só pra dar uma contribuição, aquela região tem uma peculiaridade interessante: você pode viver e ficar cruzando entre Brasil e Peru sem que nenhuma das aduanas tenha ideia.

    Isso pq, vindo de Brasileia – AC são 110km até Assis Brasil nos quais não tem Nd. Chegando na fronteira, tem um posto de gasolina, ao lado tem a aduana com a PF. Pra chegar no centro urbano de Assis Brasil vc atravessa a aduana, pega uma rotatória e desce à esquerda. Nesse mesma rotatória, se você vai reto, atravessa a ponte e chega no Peru.

    Ou seja, quando em Assis Brasil, vc já saiu burocraticamente do Brasil e ainda não entrou no Peru.

    Da mesma forma, a aduana peruana em Iñapari é localizada já na saída do núcleo urbano do município. Você tem acesso à todo o núcleo urbano sem entrar formalmente no Peru.

    Ou seja: os imigrantes poderiam muito bem “sair” do Brasil e viver entre Assis Brasil e Iñapari sem “entrar” no Peru, o que seria um limbo imigratório curioso.

    Enfim era isso.

    Espero que tudo tenha se resolvido da melhor forma para os haitianos e um forte abraço.

  • Fala, Matias e Filipe!!

    Eu imagino q vocês vão comentar sobre essa notícia no programa de hj, então já queria fazer um comentário

    https://congressoemfoco.uol.com.br/mundo-cat/eduardo-bolsonaro-golpe-trump-eua/

    Não é irônico que acaba sendo uma postura meio q Bolivariana do dudu bananinha, que se vingou das interferências nas democracias da América Latina pelos EUA e foi lá pessoalmente tentar interferir na democracia deles?!

    Fica aí a ponderação pra vcs debaterem hehehehehe

    Abraços

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