Xadrez Verbal e Átila Iamarino – Especial Coronavírus #09

Nono programa sobre a pandemia do covid-19 com o biólogo e virologista Atila Iamarino para trazer uma perspectiva diferente ao noticiário internacional. Aqui você terá, gratuitamente, as principais notícias sobre a pandemia e um estudo de caso sobre a Rússia, junto com as análises do que está funcionando, o que não está e quais as lições para o Brasil!

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Dicas do Sétimo Selo e links

Xadrez Verbal #230 – Cinco anos de podcast!

Xadrez Verbal e Atila Iamarino – Especial Coronavírus #02 – Estudo de caso sobre a Coreia do Sul

Matéria Coronavirus: Llamas offer hope in fight against the outbreak, por Jillian Kramer

Matéria ‘Finally, a virus got me.’ Scientist who fought Ebola and HIV reflects on facing death from COVID-19, por Dirk Draulans

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, que está no Apoia-se

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
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32 Comentários

  • Eu esperava tudo desse episódio, menos uma referência a Neverwinter Nights.

  • Êra Punk!
    Guanaco é como também chamam o carro blindado lança-água dos pacos no $hile.

  • Paola da Costa Silveira

    Só pra constar que a gente faz uma vaquinha pra transmitir o trio elétrico do Atila pras outras capitas.

  • Cristhian Gärtner dos Santos Camilo

    Bom dia, pessoal.
    Parabéns por mais um excelente programa!
    Ao Átila, meu abraço especial por todos os ataques que vem sofrendo de todos os lados do espectro ideológico. Se defende a China, é defensor de ditaduras, se não faz críticas incisivas ao governo (e olha que já fez muitas!), é porque está alinhado ao jumento que nos governa (Filipe, pode retirar o “jumento”, se for ler esse comentário)… enfim, como diria Dráuzio Varella, “é difícil, né meu filho?”
    Mas, enfim, morando em Berlin e tendo duas filhas, uma ainda em Jardim de Infância e outra no primeiro ano fundamental (e mais um menino esperando para ir para o Jardim), gostaria apenas de complementar as informações aqui.
    O governo federal alemão deixou a decisão para os governos estaduais deliberarem sobre a abertura da quarentena, em especial a questão escolar
    Mesmo aqui em Berlin, o que vemos é que cada escola está adotando uma maneira diferente. A escola da minha filha mais velha, por exemplo, dividiu cada turma em 2 grupos. Cada grupo terá 2 horas de aula diárias: o primeiro, das 8h às 10h e o segundo das 11h30 às 13h30. E cada semana de aula será intercalada com 2 semanas em casa.
    E a chegada e saída da escola será cheia de procedimentos: haverá marcações no chão na entrada de cada prédio, para que cada criança entre de uma vez, evitando aglomerações. A entrada será por uma porta e a saída por outra. Diversos cuidados com as mãos. E, claro, máscaras (o que eu imagino que será muito difícil controlar num grupo com crianças de 6 a 8 anos).
    Já uma amiga que também tem criança em outra escola nos disse que a filha terá 5 horas de aula, 2 dias por semana.
    Já o Jardim de Infância abrirá para a turma em idade pré-escolar, caso da minha outra filha, para poderem completar seu ciclo antes de entrarem na escola fundamental, em agosto. Lá, funcionará entre 8h30 e 13h30. Não temos mais detalhes e também não sabemos como funcionarão outros JI’s.
    Enfim está tudo ainda muito confuso, o que nos deixa com várias pulgas atrás da orelha, já que o vírus não respeita horários de funcionamento e que, sim, aqui também há muitas pessoas já bastante relaxadas quanto ao distanciamento social. E basta que uma criança seja filha de um desses sem-noção para por em risco a saúde de todos.
    Desculpem pela longa mensagem.
    Forte abraço!

  • Estudo de caso sobre a Rússia né, acredito q há uma confusão na descrição onde diz que o podcast traz informações sobre o Vietnã

  • Olá, sou residente de Manaus e aqui está tendo um surto de uma virose “misteriosa” paralela ao surto de corona, onde os sintomas são relativamente idênticos ao do Covid. Toda minha família estava muito mal, porém minha mãe foi fazer o teste e deu negativo para corona, entretanto permanece com os mesmos sintomas, inclusive a falta de ar. Teria como abordarem esse assunto que é tão pouco discutido, como também a taxa de mortalidade desse surto de virose.

  • Filipe, fica trisite não me chama que farei parte da sua party no Neverwinter! Rsrsrsrsr

  • Bom dia.
    Como a alguns podcasts atrás estavam procurando uma frase de apresentação do Átila, aqui vai minha sugestão:

    “O homem por trás do tabuleiro” rima com “A loira do Banheiro”.

    A explicação para a piada está no Nerdcast 473

  • Pablo Ramon Prediger Garay

    Boa tarde. Excelente programa como sempre. Tirando a curiosidade do caro Filipe, não tenho parentesco com o zagueiro. Até onde sabemos, Garay vem do País Basco, sendo comparável no Paraguai e na Argentina aos sobrenome Silva, Santos, etc..
    Agradeço muito pelos programas. Abraços,

  • No newer winter nights só dá pra jogar com um companheiro (a não ser que eu esteja fazendo errado). Não está confundindo com Baldur’s Gate, em que dava para montar um grupinho de acordo com seu alinhamento? Aliás, ótima hora para jogar NWN

  • “Agora a gente cruza a Baía de Bengala”
    Parte de mim imaginou vocês três velhinhos em peregrinação de Mucuri a Mangue Seco.

  • Olá sou tatuador e me disponho a tatuar o rosto do Atila em quem quiser, assim, é claro que o mesmo nós autorizar a sair de casa. @godau

  • Eu vinha defendendo o Átila dos ataques na internet mais do que eu defendo meu time (Rio Branco – ES), mas depois que ele disse que não assiste futebol há mais de 15 anos, eu joguei a toalha. Bom sujeito ele não pode ser!!! #ÁtilaComunista

  • Pela reportagem da filiada da Globo em Foz do Iguaçu “ao menos 2500” paraguaios retornaram do Brasil para os país. Não é nada específico, mas seria legal uma “extrapolanálise” dos números desta reportagem, estimando prevalência de contagiados no Brasil pelos números de positivos nestes cerca de 2500 pessoas que retornaram:

    https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/05/02/maioria-dos-novos-casos-de-covid-19-no-paraguai-sao-importados-do-brasil-diz-ministerio.ghtml

  • Bom dia, Boa Tarde, Boa Noite,

    Uma pergunta, não entendo porque se fala tanto nas taxas de mortos e de infectados, mas não se fala na taxa de internados que lotam os hospitais e que não utilizam UTI? Estes causam grande impacto nos sistemas públicos, mas quando procuramos dados sobre o numero de internados é como se não existissem, parece que a pessoa tem os sintomas e vai direto para UTI e se recupera ou morre.

  • Caro Atila, notei que você ficou traumatizado com a refutação da Dona Helena, afinal é o segundo programa que você comenta o fato.
    Fique tranquilo, até Albert Einstein já foi refutado por um astro-filosofo da Virginia, e nem foi por figura tão influente como Dona Helena.

  • Igor Coura de Mendonça

    Fala galère,

    Prezados, gostaria de fazer duas perguntas de extrema importância ao Átila sobre a visão dele de assuntos internacionais.

    A primeira é saber qual a preferência do Átila: Viçosa ou Uruguai? Peçam para ele refletir antes de responder…

    A segunda é uma pergunta é mais complexa, então fiz uma contextualização logo após a pergunta caso seja necessário uma explicação:

    Gostaria de entender de onde vem o raciocínio dos hospitais quando escolhem quem vai viver ou morrer durante um colapso no sistema de saúde. De onde ele vem, qual critério usa? Há como expandir esse critério de decisão sobre indivíduos para uma decisão sobre a sociedade? Enfim, o argumento que eu usei fez sentido?

    Contextualizando:

    Tenho conversado com alguns amigos e colegas sobre a pandemia, e como ela corre o risco de ser uma crise de morbidade, mesmo que não seja uma crise de mortalidade: a covid19 por si só pode até não matar tanto quanto as pandemias da peste negra e da gripe de 1918, mas a má administração das condições sanitárias podem gerar o colapso do sistema de saúde e aí sim, tanto a covid19 quanto comorbidades passam a afetar dramaticamente a região afetada.

    O Átila comentou sobre o movimento crítico ao isolamento no Reino Unido, e eu digo que aqui no Brasil, pelo menos nos meus círculos de acadêmicos e administradores públicos, tenho visto fenômeno semelhante. As pessoas minimizando o efeito das mortes e superestimando o efeito do isolamento na economia.

    O problema é que o argumento “economia e saúde não se separam” não é suficiente. O contra argumento que escuto é “verdade que não se separam, mas o isolamento não ajuda tanto assim e a crise econômica vai por si só trazer mais mortes”. Nem o argumento “quem prejudica a economia é a covid19 e não o siolamento” funciona, por o contra argumento é “se não fosse pelo isolamento de outros países, a Suécia não teria uma queda tão acentuada na sua economia”.

    Como o principal benchmark dessas pessoas é a Suécia, eu resolvi ir atrás de uma análise mais direta e comparei o número de óbitos per capita da Suécia com 10 grupos de países:

    1. Nórdicos;
    2. Médias europeia e mundial;
    3. Países que já tiveram crises;
    4. Irlanda e Reino Unido;
    5. 15 países com maiores taxas de dependência de idosos;
    6. Países de população entre 9 e 11 milhões;
    7. Países com melhores IDH;
    8. Países com melhores PIB per capita;
    9. China e seus vizinhos;
    10. Clube do Avestruz.

    Sob todas essas perspectivas, a Suécia possui a maior letalidade. O único país com dados piores per capita é a Bélgica, por motivos de contagem diferente.

    Depois de mostrar esses dados, eu passei a argumentar: Suécia não é um bom exemplo. Só que o contra-argumento que eu ouvi foi: “no final da pandemia, o número de pessoas que vai morrer é o mesmo, proporcionalmente, em todos os países”.

    Eu dissequei essa vizinho: isso é a defesa do darwinismo social disfarçada de imunidade de rebanho.

    Só que tem um ponto aqui: supondo que apenas a imunidade de rebanho venha a funcionar, sem vacinas nem tratamento, e que a proporção de pessoas que vá morrer seja igual para todos os países. MESMO ASSIM, existe um fator determinante: pessoas-ano.

    Pessoas-ano é uma medida de quantas pessoas estão vivas considerando o tempo de vida delas. Rapidamente: minha filha Alice tem 4 anos e 10 meses e meu filho Gabriel tem 3 meses. O número de pessoas é 2 (Alice + Gabriel), mas o número de pessoas-ano é 5,08 (4,83 anos da Alice + 0,25 ano do Gabriel). Quanto mais tempo cada um viver, maior será o número de pessoas-ano.

    Se a saúde pública tem como objetivo que haja cada vez mais vida na na sociedade, ela deveria se basear no número de pessoas-ano vivendo na sociedade, certo?

    Se sim, mesmo que venha a morrer o mesmo número de pessoas, proporcionalmente, na Suécia e em outros países, a Suécia ainda está cometendo um erro de deixar essas pessoas morrerem MAIS cedo, ao invés de atrasar ao máximo essas mortes.

    Um forte aceno de mãos, já que abraço não tá podendo.

    PS. Olha o nível do raciocínio que eu tive que fazer para espremer a verdadeira intenção dessa turma eugenista:

    Um corolário desse raciocínio é a questão do prejuízo na economia resultando maior mortalidade no futuro. Sendo o impacto do isolamento na economia gerador de uma mortalidade X% maior ao longo de 10-15 anos, essa maior mortalidade resultaria em perdas de pessoas-ano FUTURAS. Sendo um economista MUITO frio e calculista, eu deveria aplicar uma taxa de desconto no valor econômico dessas mortes futuras em comparação com as mortes acontecerem hoje. Qual seria essa taxa de desconto das pessoas-ano das próximas gerações em comparação com as pessoas-ano da geração atual?

    A partir DESSE momento que eu finalmente obtive a resposta sincera que eu sabia que estava escondida por trás dessa racionalidade toda: “liberdade individual é mais importante que a vida”. Aí sim, contra isso não há o que argumentar mais.

  • Deixo aqui apenas uma sugestão para um dia fazerem um estudo de caso sobre o Qatar.
    No momento que escrevo este comentário eles possuem 28.272 casos registrados e APENAS 14 mortes, acho válido uma pesquisa a fundo para descobrir o que se passa com o próximo anfitrião da Copa do Mundo, vai que eles descobriram a CURA para o coronavírus e não contaram a ninguém hahahaha

  • Olá queridos Átila, Filipe e Matias! Bom, eu havia feito um comentário anteriormente e sei lá por quais obras no universo ele não foi publicado… portanto, caso vejam duplicado, já se explica o motivo.

    Antes de mais nada, gostaria de pedir, contando com a gentileza dos senhores, um BEIJO, um ABRAÇO e um FELIZ ANIVERSÁRIO para a MINHA PESSOA, pois estarei completando mais um outono no próximo dia 27/05. OBRIGAADA ❤

    Bom, mesmo não sendo o programa tradicional, vocês trouxeram comentários deveras relevantes ao assunto e que trazem implicações igualmente relevantes. Enfim, dando prosseguimento à novela da derrocada da Política Externa Brasileira (P.E.B.), creio que não preciso relembrar a atuação triste do Ernestão. Além disso, a posição que o Brasil está ocupando como exemplo a NÃO ser seguido, sendo assim cotado por nossos vizinhos e vindo deles a atitude de não abertura das fronteiras, mesmo daqueles partidários do mesmo espectro político, só nos sinaliza mais uma "rolada de morro abaixo" que a PEB acaba de dar. E atentemos ao detalhe, que no DOU do dia 14 de maio de 2020, o Ministério das Relações Exteriores publicou uma portaria comunicando que haverá CACD esse ano (inclusive eu quase tive um ataque cardíaco, pois estou me preparando mas só esperava ele par ao ano que vem).

    Ademais, o Brasil poderá enfrentar sérios problemas pós pandemia, considerando o risco de alguns parceiros comerciais não quererem mais manter tantos acordos e relações com o Brasil e buscarem outros parceiros que ofereçam os mesmos produtos, visto que reação brasileira foi uma das piores frente a pandemia. Isto poderia ocorrer por questões sanitárias (por exemplo, não importarem produtos de origem animal com medo de alguma contaminação qualquer) ou até por questões políticas propriamente ditas, levando-se em conta a postura de desrespeito que o governo Brasileiro vem tomando para com outros Estados.

    Como se não bastasse, ainda há a questão das fronteiras fechadas, que pode perdurar por tempos, mesmo após um arrefecimento da pandemia, que traria prejuízos ainda maiores que os da possível diminuição de exportações e que se tornariam mais difíceis de se reparar, em setores como por exemplo o turismo, que representa uma parte interessante do PIB nacional (cerca de 8%, segundo o ministério do Turismo, dados de 2019) e que depende MUITO fortemente da imagem e das relações Brasil no exterior (imagem essa que até os anos 80 era, POR PARTA DA EMBRATUR, baseada quase exclusivamente na figura física mulher, com forte apelo sexual. Postura essa que só começou a ser modificada, salvo engano, a partir dos anos 2000).

    Lembremos também do fato da não participação do BR na iniciativa na OMS para uma possível vacina contra a COVID-19, mesmo tendo em nosso histórico conquistas importantes como a quebra compulsória de patentes e a construção de um sistema que é exemplo mundial no tratamento da AIDS. E por falar em histórico, acho válido também comentar o artigo sobre a necessidade da reconstrução da PEB, assinado por Fernando Henrique Cardoso, Aloysio Nunes Ferreira, Celso Amorim, Celso Lafer, Francisco Rezek, José Serra, Rubens Ricupero e Hussein Kalout, que trata justamente da "inconstitucionalidade" da mesma em tempos atuais.

    Caso seja de interesse, em novembro de 2019, eu e duas amigas minhas escrevemos um artigo analisando a política externa brasileira sob a ótica da teoria de E.H. CARR, que versa sobre o Idealismo x Realismo, lembrando que à época, ainda não haviam TANTAS peripécias do Ernestão.

    Referências (não dá pra por pois acho que o sistema reconhece como spam):
    Propagandas antigas da Embratur é só procurar no google imagens; A reconstrução da Política externa brasileira (só digitar isso no google que aparece)

    Trabalho citado acima: https://docs.google.com/document/d/1W2IcR9i81hM56emHD8LEpoHEyySTm8nBFJ7SRm8dxVs/edit?usp=sharing Caso não consigam visualizar e queiram ler, só entrar em contato 🙂

  • Parabéns pelos 5 anos de excelente trabalho!
    Conheci o XV em Setembro de 2019 quando estudava para o concurso da carreira diplomática no meu país (Moçambique), no qual fui aprovado com a segunda melhor nota!!!
    Um abraço pra vocês. Já agora, bem que podia rolar um um Fronteiras sobre MOÇAMBIQUE!!!
    Forte abraço!

  • MARCIO HENRIQUE BOMBACINI

    Bom dia.
    Talvez já tenha comentado nesse post, mas uma dúvida me ocorreu, e sei que somente pessoas independentes podem responder com dados corretos.
    Gostaria de saber o número de pessoas que morrem por dia, para entender o percentual de mortes por COVID-19. E se existe uma comparação relativa com o número de óbitos de anos anteriores.
    Porque? Tenho ouvido relatos de pessoas próximas que conhecem pessoas que morreram, por exemplo, de câncer, e os médicos atestaram COVID-19.
    Não quero acreditar que haja esse tipo de procedimento, mas concordam que se o número de óbitos não sofreu aumento em relação a anos anteriores, pode haver algo esquisito?
    Seria uma conspiração absurda, né?
    Enfim, se tiverem esses dados de qualquer país, poderiam divulgar?
    Abraço

  • Venho do twitter e trago relatos de mulheres conversando sobre sonhos eróticos com o Atila.

  • Sugiro o Átila explicar no Xadrez Verbal o que ele já explicou em uma live dele: que “não existe pico na pandemia”, ou melhor, que o pico existe ou se a gente deixar a epidemia correr solta ou se os países se planejarem e controlarem o seu próprio pico.

  • Duas coisas:
    1) Eu entendi a referência ao Never Winter Nights xP

    2) o Átila diz que o pessoal na Alemanha tá se cuidando. Eu moro na Alemanha. Eu acho que o governo até pode estar fazendo tudo direitinho; mas as pessoas………. dá vontade de jogar uma pedra quando elas chegam perto! Eu vou no mercado todo sábado pra “renovar meus estoques” de comida. Mas PQP: que gente bem FDP! Os caras não ficam longe! Desde que usar máscara se tornou obrigatório parece que as pessoas tão AINDA mais descuidadas! Especialmente dentro do mercado parece que elas tão cagando completamente pra distância. Esses dias (sábado passado, creio) fizeram protestos (i.e., aglomerações) em várias cidades (Berlim, Frankfurt, Hamburg, …) dizendo que as restrições impostas pelo governo quebravam os direitos das pessoas. Eu até cheguei a conhecer um total negacionista do problema anteontem, que achava que tudo é mentira e que o corona é só uma gripe sazonal. Eu acho que o governo é que tá sendo legal; mas o povo (pelo menos o com que eu tenho contato) tá bem tosco nessa crise.

  • Saudações senhores,

    Eu trabalhei como chefe de saúde de um zoológico no Peru, onde aliás eu conheci o Xadrez Verbal através do meu amigo João Vitor Peixoto, quando eu perguntei como ele sabia mais sobre politica peruana do que eu, que morava em Lima.

    Então enquanto vocês tentavam lembrar o nome do quarto camelídeo sul americano eu gritava “GUANACO” a plenos pulmões aqui, causando desconforto nos colegas de escritório, até o Atila lembrar (que homem).

    Apenas gostaria de fazer uma observação em relação ao tema: os guanacos e as vicunhas são animais selvagens, enquanto a lhama e a alpaca são animais domesticados, ou seja “criados” pelo homem, onde a lhama descende dos guanacos e as alpacas das vicunhas, essa ultima alias são animais protegidos do governo peruano que alega ser dono de todas vicunhas (mais ou menos como o panda na china), devido a isso, toda vez que precisávamos fazer algum procedimento eletivo em uma vicunha no zoológico eu precisava enviar uma carta de solicitação para o governo.

    Adoro o podcast, inspira inclusive meu podcast sobre répteis e sobre zoológicos, e nesses tempos de quarentena vocês tem sido meus melhores amigos, chego a colocar aquele refrigerante de cor escura no copo de vocês enquanto escuto, um abraço e um beijo no estribo de vocês.

  • Será que o bonoro vai querer forçar o uso, assim como tá tentando fazer com a cloroquina? haha

    Maconha pode ajudar no tratamento contra covid 10, diz estudo canadense:
    https://revistagloborural.globo.com/Noticias/Pesquisa-e-Tecnologia/noticia/2020/05/maconha-pode-ajudar-no-tratamento-contra-covid-19-diz-estudo-canadense.html

  • Minha mensagem é especial para o Filipe: eu sempre fico muito feliz em ouvir suas intervenções espirituosas. Nossa memória está muito associada ao afetivo, portanto você ajuda a gente a lembrar das informações que são propagadas no Xadrez Verbal. Eu dou risada até agora lembrando da sua profecia de que o filho do Boris Johnson vai tomar cuecão por causa do nome dele. Pena que não tem emojis aqui nesse box de comentários, senão eu ia botar coraçãozinho!

  • Olá! Obrigada pelo ótimo programa. A voz de vocês tem sido a única coisa que escuto português nos últimos meses, e a fonte de informação mais completa sobre a Covid que tenho acompanhado.
    Moro em Tokyo, e por aqui a mídia pouco fala da situaçao doa outros países desde que o número de casos começou a crescer no país (depois de todo o drama do Diamond Princess e das trapalhadas do governo ao lidar com a situaçao).
    O Abe de fato tem perdido muita popularidade e a principal crítica é a demora em tomar decisões, principalmente sobre o auxílio financeiro e a duração do estado de emergencia , que já acabou na maior parte do país.
    Se não me engano, vocês já citaram o vídeo do Abe algumas vezes, as só pra contextualizar, caso alguem nao tenha feito isso antes, esse vídeo foi bastante criticado não só pelo fato do Abe aparecer tomando um chazinho, mas pq foi bem na epoca em que as politicas do governo central estavam incertas e Tokyo tomou a dianteira com o pedido de “self lockdown”. A música q toca no vídeo do Abe é do cantor/ator Hoshino Gen, que lançou um vídeo compartilhando a música e incentivando as pessoas a interagirem com ele, fazerem covers etc. A música “Dancing on the inside “fala pra dançar em casa”, e virou uma febre q ajudou as pessoas a criarem um pouco de consciência de que é preciso ficar em casa, e o Abe foi entrar na onda mas se deu mal. Fora isso, teve a medida absurda de mandar duas máscaras de pano pra cada família (seja lá quantas pessoas tem a sua família ) e a demora pro envio do auxílio de 100 mil ienes pra cada habitante.
    O self lockdown aqui afrouxou bastante a vida voltou ao normal na maior parte do Japão, embora em Tokyo os serviços considerados “nao essenciais” continuem suspensos e os governos locais estão lançando cartilhas de comportamento, incluindo distanciamento social.
    O Japão tem sido bastante criticado desde o comeco da pandemia, com muita gente desconfiando dos números pq parecia q o governo estava escondendo casos, mas os números atuais ainda estão longe de chegar no padrão de países europeus. A imprensa internacional parece estar dividida entre gente criticando a política adotada no país e gente elogiando os hábitos japoneses se higiene… Qual seria a análise de vocês ??
    Aproveito pra falar que sou formada em História prla USP também e talvez tenha passado pela grande rodoviária q é o prédio da Hist/Geo na mesma época que o Filipe. Beijos!

  • Mais uma notícia sobre o crush epidemiológico do Átila. Olha que lindo viver em um país em que as regras funcionam, até mesmo para a primeira ministra. Tomara que não tenha rolado carteirada mesmo.
    Beijos para vocês. Parabéns pelo trabalho.
    https://noticias.r7.com/internacional/regras-de-distanciamento-social-barram-jacinda-ardern-em-cafe-17052020?utm_source=pushnews&utm_medium=pushnotification&fbclid=IwAR1QRLsibe7hUxKz-UKY82iqToGcsZKLX2NG6I7oEu1dvCg-FL6I-2b2oIM

  • Olá, Caros Srs!

    O Átila usou bastante eufemismo na expressão “desonestidade intelectual” para se referir aos que distorceram a interpretação do discurso do Cuomo, sobre novos casos de covid dentro de casa. Essas pessoas, além de desonestas, são verdadeiras aproveitadoras. Triste é saber que esse tipo de gente está sempre presente, emitindo e compartilhando opiniões vazias de raciocínio (pra ser eufemista tbm rs) e trazendo cegueira aos debates e opiniões públicas.

    Achei excelente o contra argumento citando os acidentes de carro com vitimas fatais, mesmo utilizando o cinto e airbags tendo sido acionados.

    Obrigado por mais este programa e parabéns pelo excelente trabalho!

  • Senhores, muito boa noite!

    Não sei se vocês lerão esse comentário antes de colocar o próximo programa no ar, mas estou em uma discussão construtiva com a minha família e amigos sobre liberação de medicamentos, o que casa muito bem com a questão da cloroquina e do remdesivir, por exemplo.

    Quando um medicamento é liberado pela Anvisa ou FDA, ele é liberado apenas para um uso específico ou estando liberado o médico pode prescrevê-lo como bem entender? Liberar a cloroquina para o uso em pacientes com COVID não é redundante pois já um medicamento liberado e com efeitos colaterais conhecidos?
    E o remdesivir que foi feito para a ebola (acho) pode ser usado para a COVID sem ter mudanças na regulação e liberação?

    Novamente, ótimo programa!!

    Abraçossss

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