Xadrez Verbal Podcast #201 – Amazônia, América Latina e Europa

Duzentas e uma edições do seu podcast semanal de política internacional! Giramos pela Europa, onde Giuseppe Conte renunciou como premiê italiano, um relatório secreto do Brexit vazou e Trump cancelou visita à Dinamarca. Giramos pela América Latina para falar de temas políticos, como o novo ministro da economia argentino, impeachment no Paraguai e extradição entre Brasil e Chile. No bloco principal, como não poderia deixar de ser, falamos da Amazônia. Os incêndios, as reações, as bases ideológicas dessas reações, a acusação de Macron de que Bolsonaro mentiu, a postura do governo brasileiro e demais aspectos. Além disso tudo, nós giramos pelo mundo, a emana na História, peões da semana e dicas culturais fecham mais um podcast do Xadrez Verbal!

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Dicas do Sétimo Selo e links

Site da Editora Contexto

Documentário Timor Lorosae: O Massacre que o Mundo Não Viu

Documentário Aguirre: a Coléra dos Deus

Petição contra o Desmonte do Espaço de Leitura do Parque da Água Branca

Fronteiras Invisíveis do Futebol #74 – Camarões

Matéria No-deal Brexit: key points of Operation Yellowhammer report

Matéria Justiça nega pedido para impedir nomeação de Eduardo Bolsonaro para embaixador nos EUA, por Carolina Brígido

Matéria Mães brasileiras não conseguem registrar filho na França em nome das duas e expõem impasse no Itamaraty, de Juliana Gragnani

Matéria Estrangeiro já tirou R$19 bi da bolsa, por Juliana Machado e Lucas Hirata

Matéria Família aguarda por candelariense retida nos Estados Unidos, por Luana Rodrigues

Matéria Agromitômetro: licenciamento ambiental, do Observatório do Clima

Documentário The National Parks: America’s Best Ideias

Coluna Pensando seriamente o planeta, por João Pereira Coutinho

Matéria Roraima exporta 194 kg de ouro à Índia sem ter nenhuma mina operando legalmente, por João Fellet

Coluna G7 e o desejo de Macron de ser um grande interlocutor internacional

Podcast Conexão Sudaca

Música de Encerramento Aluga-se, com Raul Seixas

Playlist das músicas de encerramento do Xadrez Verbal no Spotify

Canal do Xadrez Verbal no Telegram

Minutagem dos blocos, cortesia dos financiadores do Xadrez Verbal

Ouça o podcast aqui ou baixe o programa. (clique com o botão direito do mouse e use a opção “Salvar como” para baixar)

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, que está no Apoia-se

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
Como sempre, comentários são bem vindos. Leitor, não esqueça de visitar o canal do XadrezVerbal no Youtube e se inscrever.

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37 Comentários

  • Parabéns por mais um excelente programa. Um abraço para todos do Xadrez Verbal e Central 3.

    • Diogo Maia de Carvalho

      Abriram a caixa de Pandora dos doidos e de lá saíram um bando de malucos que governam o Brasil neste momento. Parecem aqueles bêbados que ficam no fundo do bar falando dos reptilianos e outras maluquices.

  • Do jeito em que as coisas vão no Brasil, quando o Filipe fazia a analogia do prédio pegando fogo, pensei que ele fosse falar que não é papel do governo dizer que o prédio do vizinho está com chamas mais altas.

  • meu nome é fernando sou mestrando em geografia, fui ao equador em maio em um encontro de geografia, o programa está ótimo, mas tem a amazônia Equatoriana, o equador é fantástico, tem litoral, planalto, montanhas e amazônia.

  • Olá Matias e Filipe, me chamo Leonardo e escuto o programa a cerca de 2 anos. Desde então, venho tentando convencer minha namorada, Francine, a ouvir comigo. Gostaria de pedir que mandassem um beijo para ela, e quero dizer que a amo mais que tudo nesse mundo (e que irei amá-la mais ainda se ouvir o Xadrez Verbal comigo). Um abraço

  • Olá Filipe e Matias, como um ouvinte de longa data do programa gostaria de fazer alguns apontamentos acerca não exatamente desse episódio mas sim do programa em geral e de vocês. Primeiramente, é recorrente a menção por parte de vocês de que são chamados, às vezes, de esquerdistas ou direitistas sem que se identifiquem assim. Ora, é curioso essa semelhança com os meio-elfos, personagens de RPG, que aos humanos parecem elfos e aos elfos parecem ser humanos, logo, os senhores uma espécie de meio-elfos políticos.
    Outra coisa é a menção recorrente em vários episódios do programa acerca do Nazismo como sedo de extrema direita, assim como a menção da ora de Richard J. Evans acerca do Terceiro Reich que aborda esse tema. Fui buscar esse autor e, sim ele diz que o nazismo era de extrema direita, uma oposição extrema ao bolchevismo só que se utilizou de táticas comunistas para a sua divulgação e em algumas de suas ideias. O R. J. Evans também apresenta diferenças do pensamento nazista em oposição ao dos comunistas como raça – classes, nacionalismo – união dos trabalhadores, etc. No entanto há algo que me estarreceu. Certo, o nazismo é de extrema direita mas, o anarcocapitalismo também é, porém, todavia, entretanto, mas, é extremamente distinto do nazismo pois este quer um Estado forte, aquele não quer Estado algum, um quer o bem para a nação, o outro quer a autonomia dos indivíduos. Como colocar do mesmo lado, com o mesmo nome coisas tão diferentes. Assim pensei que no lugar de pensar no espectro político como uma linha ou um semicírculo seria mais representativa a figura de uma raiz com numerosas ramificações.
    Parabéns pelo ótimo espetáculo. Continuem assim só, se possível, diminuam os comentários futebolísticos e as notícias estilo Tv Fama.

  • Prezados Filipe e Matias,

    Queria corrigir uma pequena canelada. No minuto 107:20 vocês afirmam que a Amazônia não chega ao Equador, ela não só chega como representa cerca de 43% do território daquele país, ocupando toda parte oriental.

    Queria aproveitar e pedir para que mandem um abraço ao meu ex-colega de quarto Bruno Carneiro, que aguentava os meus roncos quando morávamos em Seul.

  • Queria registrar aqui meu descontentamento com esse preconceito com avatares com foto de anime por parte do host felipe figueiredo!

  • Foi excelente a constatação de que o governo age como se estivesse na 2ª revolução industrial, quando estamos na 4ª. Mas isso é uma característica histórica marcante das classes proprietárias brasileiras, formos constituídos na grilagem e na exploração predatória de recursos naturais, a questão da exportação de ouro ilegal no Amapá é sintomática, mas estamos cheios de exemplos assim. Além da questão da Amazônia, lembremos o uso do fogo para o avanço da fronteira agrícola no Cerrado, em 2019, esse expediente foi responsável por 30% das queimadas nesse ano. Importante lembrar que as queimadas são utilizadas tanto para a expansão quanto para a manutenção de áreas desmatadas.
    Mais uma vez, parabéns pelo excelente trabalho, essa foi uma das melhores edições do Xadrez Verbal.

  • Olá amigos. Sobre a indicação do Eduardo para embaixador e o assunto nepotismo, gostaria de fazer uma contribuição. Acredito que o problema esteja nos motivos da escolha, mais que na natureza do cargo. Se ele foi escolhido PORQUE é filho do Presidente, e não por seu currículo, mesmo sendo hipótese de cargo meramente político, é nepotismo sim.

  • André Felipe Mendes

    Seria legal vocês comentarem essa matéria do jornal “Correio” que diz: “Diplomática, Gretchen pede perdão a Macron e esposa por Bolsonaro”. Será que ela já está mais capacitada para assumir o Itamaraty?

  • David Onezio Moraes

    Na verdade o nome Rondônia é devido a filha indigena do Marechal Rondon, hahahaha, essa foi da mesma professora que falava das cores da bandeira kkkkkk.

  • Olá Filipe e Matias! Mais um ótimo programa, obrigada!! Moro em Sydney, mas minha mãe mora no Alto da Lapa, e sempre vamos ao Parque da Água Branca. Acabei de assinar a petição, espero que o espaço de leitura não seja desmontado!! Outra coisa: o encerramento do programa com Raul foi sensacional. Toca Raul!! Beijos.

  • Rafael Carneiro Duarte

    Quando vcs estavam falando da imagem da Amazônia como muito importante pra construção da identidade nacional vcs citaram Iracema, do José de Alencar, e deu a entender que Iracema se passa na Amazônia. “Iracema, lenda do Ceará”, como o nome diz, é o mito fundador do estado do Ceará, de onde o autor era. Um abraço Matias e Filipe.

  • Olá, estimados do Xadrez Verbal.
    No útlimo episódio onde falaram sobre um episódio na Nova Zelandia e mencionaram o termo “Māori”com esse acento de vocal longo sobre o A.
    Não tenho fontes oficiais, mas tenho notado em vários locais o termo passou do nada a vir com esse traço acima. Empiricamente eu creio que eles convencionaram colocar esse acento no A justamente pra evidenciar que a sílaba tônica é no A, e não no O como muitos não-falantes de língua inglesa se referem às vezes. Talvez eles estejam cansados de explicar que o certo é “MÁori” e não “Maôri”. Isso não é nenhuma correção à pronúncia de vocês pessoalmente, mas talvez eles observaram um certo padrão nesse procedimento e quiseram resolver de vez.

    Um bom exemplo onde isso já mudou é que o escudo da seleção de rugby neozelandeza de nativos (Maori All Blacks) passou a aparecer com o tracinho em cima, que antes não havia. https://allblackshop.com/product-category/maori-all-blacks/

  • Na musica de encerramento eu tava ouvindo e pensando: “nossa, nao lembrava que a musica original do Raul Seixas era tao rapida, quase um power metal.”
    Depois percebi que tinha ouvido o podcast na velocidade 1.5x….. 😀

  • Parabéns pelos programas, a produção de vocês é de muita qualidade. E que venham mais 200 programas! TOCA RAUL /o/ /o/

  • Carlos Henrique Ribeiro

    Sou fã desde nerdologia de história, xadrez verbal 140 e consequentemente os fronteiras do futebol da ukrania , já meti 3h XV sem parar aqui na minha portaria mais de uma vez e agora não consigo parar. Aprendi muitas coisas boas com esse podcast mas prefiro estudar para TI a noite! Vida longa a esses dois podcasts!

  • Carlos Henrique Ribeiro

    Há na minha humilde opinião, os astronauta indiano deveria se chamar de Raj-nautas!

  • Quero ver se haverá retratação, pois nesse programa houve uma ironização dizendo “que o velhinho alemão iria ler o jornal dizendo que o Bolsonaro acusaria as ONGs de atear fogo na floresta e acharia um absurdo”. Pois bem, foi noticiado pelo jornal da Jovem Pan e está sendo investigado pela polícia Federal, segundo muitos relatos de moradores de cidades vizinhas a floresta, que ONGs estariam SIM ateando fogo, inclusive a ONG Chico Mendes (segundo o jornal da Jovem Pan sobre relatos de moradores), até um grupo de whatsapp parece que foi criado com o nome “dia do fogo”.

  • Olá Filipe, olá Matias! Fiz um comentário sobre o Enes Kanter há um tempo atrás e, desde então, ingressei na Universidade Federal de Ouro Preto e me mudei de Atibaia para Mariana a fim de estudar História no campus que a UFOP tem aqui. Gostaria de fazer dois comentários acerca dos últimos programas. O primeiro é relacionado ao exército coreano. Como disse no caso do Enes Kanter, comecei a dar maior atenção ao programa por volta de fevereiro/março de 2019, então, mais uma vez, existe a possibilidade de vocês já terem mencionado o caso e de, inclusive, já terem visto o texto que vou mencionar. Trata-se de Heung-Min Son, atualmente no Tottenham Hotspur e que, por questões legislativas, quase foi obrigado a deixar o esporte para cumprir um serviço militar local rigoroso e só não o fez devido à vitória de sua seleção na última edição dos Jogos Asiáticos. Deixarei ao fim do comentário um link de um texto da Trivela de meados de 2018, quando ele ainda corria tal risco. Apesar de desatualizado, a contextualização do processo do serviço militar é excelente e ele ainda vale muito a pena.
    O segundo comentário é acerca de uma efeméride citada no último programa sobre a Declaração dos Direitos do Homem e do Cidadão, no qual o Filipe menciona a Inconfidência Mineira. Creio que, no caso da Inconfidência, seria importante citar a Independência dos Estados Unidos, processo que serviu de modelo para os inconfidentes.
    Por fim, um agradecimento por vocês seguirem mantendo essa qualidade. Não à toa, convenci minha mãe a ouvir o programa antes de me mudar e ela segue me mandando mensagens elogiando vocês. Mando também um abraço às minhas colegas da república Intocáveis por me aturarem ouvindo podcasts, incluindo o Xadrez Verbal, durante muitos dos meus afazeres nesses primeiros meses que venho residindo na casa hahahahahahahahaha

    Um abraço a todos e até a próxima!

    P.S.: Segue o link do texto supracitado: https://trivela.com.br/como-son-ainda-pode-escapar-servico-militar-e-por-que-isso-nao-tem-nada-ver-com-copa/

  • Em relação a preservação da Amazônia (e outros biomas brasileiros!!) as vezes a gente perde a noção do tamanho do ativo que é o meio ambiente. O banco de germoplasma presente nesses ambientes tem potencial para guardar compostos fármacos e produtos para o consumo humano dos mais variados. Existe uma grande diversidade de especies vegetais, por exemplo, que podem vir a ser exploradas pelo homem.
    Um exemplo que está em curso é o melhoramento genético da Macaúba (uma especie nativa). Ela tem potencial para substituir o dendezeiro (especie que tem diversos problemas ambientais ligados a sua produção) no óleo para a alimentação, cosméticos, químicos e até biocombustível. Sendo que a cadeia produtiva da macaúba pode ser bastante diversificada gerando diversos coprodutos (sabão, cremes, cereal, carvão, adubo orgânico) que tem um impacto multiplicador na economia.
    Outro exemplo são os genes de resistência a doenças e outras características agronômicas presentes nas especies vegetais que podem ser inseridos nas cultivares comerciais, melhorando desse modo a plasticidade e produtividade de um dada cultura.
    Sendo assim acho que já podemos dar o atestado de louco pro Bolsonaro, visto que ele está queimando dinheiro (e muito) em potencial.

  • Seria bom corrigir a informação sobre a saída do capital estrangeiro do mercado de capitais. A imprensa brasileira mais uma vez falou sem conhecimento do assunto. Segue uma explicação. https://www.seudinheiro.com/fluxo-do-gringo-na-bolsa-ainda-e-positivo-e-eu-posso-provar/amp/?__twitter_impression=true

  • Stephan Allek Weigert

    Um salve desde as Três Fronteiras! (Foz do Iguaçu- PR, mas como o Filipe comentou a uns programas atrás seria interessante se eu estivesse no meio do rio paraná).

  • Alouuuu
    Comento aqui sobre os possíveis “estagiários” que publicam coisas nas redes sociais. Na verdade, são empresas especializadas em Relações Públicas que cuidam da imagem de seus clientes, sejam eles entidades públicas e privadas. Não são apenas estagiários que cuidam disso, mas sim bacharéis e pós graduados e tem muita grana envolvida! Lembro ainda que houve contingenciamento do governo brasileiro em diversos Ministérios, mas há uma parcela grande de verba indo para esta esfera governamental: redes sociais. Refiro-me ao DOU de 01/fevereiro/2019. Link abaixo.

    Um beijo na artéria aorta do Filipe, Mathias e das comunidades indígenas que sofrem desde a formação deste país 😦
    Na artéria aorta porque o coração precisa continuar batendo com esperança.
    Um beijo especial para meu companheiro Thiago Pinto.

    https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/politica/2019/01/04/interna_politica,728910/assessoria-da-presidencia-passa-a-cuidar-das-redes-sociais.shtml

  • Caro Felipe,

    Não sei qual é a vontade da nação sudanesa.

    Deixo aqui, porém, saudações da nação tricolor.

    Abraços.

  • Ótimo programa como sempre, extremamente informativo, mas houve uma pequena canelada do Felipe. Theodore Roosevelt não foi um político conservador, pelo contrário, ele foi um político bastante progressista, tanto que sua terceira candidatura foi pelo partido progressista, criado como basicamente sua plataforma de reeleição.

  • Olá Felipe e Matias, como vão?
    Primeiro, parabéns, ótimo programa como sempre, melhor análise geopolítica que vi sobre a questão da Amazônio.
    É aquilo, na política, diplomacia, economia, a verdade não tem lá muita importância, mas as aparências, ah, essas são tudo.
    Uma dúvida. Por qual razão na extradição de Norambuena não houve a detração da sua pena no Chile, do prazo em que esteve preso no Brasil?
    Digo isso, pois é um dos requisitos para extradição pela inteligência do art. 92 II.
    Ou minha interpretação está incorreta?
    Grato pelo programa, parabéns de novo e forte abraço.

  • Rogério Moreira Jr.

    Salve mestres da história à queima roupa podcastal. Meu nome é Rogério (aquele que não ouviu o nome da noiva nos comentários do programa), e venho por meio deste deixar claro que:
    – houve casamento
    – os docinhos estavam ótimos
    – vocês nos acompanharam na viagem de carro entre RJ e ES
    – e, pensando nisso, o programa foi curto pra viagem. Espero que nessa semana vocês consigam ir além.

    Abraços!

  • Estou ensaiando escrever há tempos. Sou jornalista na Câmara Municipal de São Paulo há pouco mais de um ano e meio. Vim perdido de São Carlos (SP) pra capital, numa oportunidade ímpar. Desde então, mudei a rotina de ouvir vocês e minha companhia para as viagens de volta da terrinha, aos domingos, tem sido vocês. Agradeço o bate-papo, que me distrai depois de visitar minha companheira Morena (Bianca) e meu filhote João.
    Deixo o agradecimento também por tanta referência, que me ajudou demais na cobertura das pautas, principalmente da Comissão de Relações Internacionais – pauta que já cobri algumas vezes e, se não estivesse informado, talvez não sacasse os movimentos estratégicos que algumas reuniões representam no todo. Não é jabá da Casa, nem nada. É agradecimento sincero!
    Abraços

  • Boa alvorada Filipe e Matias, meu aniversário é no próximo domingo dia 1 de Setembro, junto com o meu Coringão (comentário isento de clubismo), gostaria que vocês mandassem um abraço pro meu irmão e herói Francisco Carvalho, mais conhecido como Chico, que me apresentou o Xadrez Verbal há meses atrás e desde então não perco um programa, estamos sempre conversando sobre este podcast e agora estou tentando convencê-lo a ouvir o Fronteiras Invisíveis, o qual ainda estou maratonando, trabalho viajando bastante e passei a substituir as músicas pelos podcasts de vocês pra estar em constante aprendizado, no momento estou ouvindo os episódios sobre o México pois irei pra lá na próxima semana e estou coletando as dicas de vocês, parabéns pelo trabalho de vocês e contem sempre com a minha audiência, abraços!

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