Fronteiras Invisíveis do Futebol #78 – Paraguai

Véspera de Copa América, a justificativa perfeita para repassarmos a História dos nossos vizinhos que ainda não passaram pelo programa! Primeiro vamos cruzar a fronteira e ir até o Paraguai, um país de rica história guarani, que é falado até hoje e explica o nome do país. Passamos pela colonização, a independência, a modernização do país, a Guerra Grande (aquela, que você conhece como Guerra do Paraguai), as disputas partidárias no início do século XX, a guerra do Chaco e a era Stroessner, que dura décadas, com destaque para a construção de Itaipu, a usina hidrelétrica na fronteira com o Brasil. E, claro, toda essa História é temperada com o futebol paraguaio, desde suas origens até os dias de hoje, com destaque para os ídolos em terras brasileiras. Viemos do Paraguai com esse programa para você! Para o quê? Paraguai!

Referências no programa

Livro Maldita guerra: nova história da Guerra do Paraguai, de Francisco Doratioto

Capítulo Guerra do Paraguai, escrito por Francisco Doratioto, do livro História das Guerras de Demetrio Magnoli

Livro Imagens em desordem: a iconografia da Guerra do Paraguai (1864-1870), de André Toral

Livro Diário do Conde dEu, comandante em chefe das tropas brasileiras em operação na República do Paraguai, de Rodrigo Goyena Soares

Museo del Barro, em Assunção

Livro El libro de oro del fútbol paraguayo: 1901-2011, de José Maria Troche

Livro Yo el supremo, de Augusto Roa Bastos

Filme 7 Caixas

Coluna As relações com o Paraguai são maiores que Stroessner, presidente, na Gazeta do Povo

Coluna 7 Fatos sobre o ditador (e pedófilo reiterado) elogiado por Bolsonaro, de Ariel Palacios e Daniel Salgado

Ouça o podcast aqui ou baixe o programa.

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Filipe Figueiredo, é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.


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28 Comentários

  • Bom dia, cambada do Fronteiras!

    Primeiro, gostaria de agradecer pelos podcasts do Fronteiras e do Xadrez Verbal, que tornam minhas lavagens de louça e minhas viagens “casa-universidade” menos entediantes.

    Segundo, como pessoa nascida e criada em Nova Iguaçu (mas que atualmente mora em Santíssimo, Zona Oeste do RJ), falo que a origem do nome da cidade é uma referência ao Rio Iguaçu, que tem sua nascente no maciço de Tinguá, em território iguaçuano. Mas a cidade só veio a ter esse nome a partir de 1916, originalmente a região era conhecida por Maxambomba, em referencia aos veículos sobre trilhos que eram usados para carregar embarcações que passavam pelo Rio Apeterei (que depois virou Rio Maxambomba) que tbm corta a região.

    Por último, peço que mandem um salve pra galera do curso de Biblioteconomia da Unirio, da qual faço parte!

    Grande abraço! 😀

  • Fabricio Gonçalves

    Bom (algum período do dia), Prezados.

    Curto o Xadrez Verbal/Fronteiras Invisíveis desde 2016, meu companheiro nas minhas 8h de trabalho. Mandem um abraço pros amigos do curso de Geografia da UFES (Universidade Federal do Espirito Santo), em especial aos camaradas de 2013/2 (minha turma)

    Nessa da seleção do Paraguai as vezes falar guarani para “confundir” os adversários, o zagueiro Julio César Cáceres havia comentado que a seleção iria se comunicar em Guarani contra a Espanha na Copa do Mundo de 2010 (http://www.espn.com.br/noticia/132995_para-confundir-espanha-paraguai-deve-falar-guarani-em-campo-confira-expressoes), chegou a dar uma “polemica” porque um dos titulares, o Lucas Barríos não teria conhecimento na língua, alem do técnico Gerardo Martino.

    Finalizando: Sdds Victor “Topo” Cáceres a cada atuação de Willian Arão no Flamengo, e tenho um “pedido”, um Fronteiras Invisíveis sobre algum dos paises do Triangulo Norte da América Central (El Salvador, Guatemala ou Honduras)

    Abraços.

  • Sobre ter ouvintes em Nova Iguaçu, sou da recém emancipada cidade de Belford-Roxo, conta? Kkkkkk Parabéns pelo ótimo trabalho e mando novamente um beijo pra Gabriela “batatinha” Ribeiro que, até o fim do mês, se tornará minha esposa

  • Impressão minha ou vcs não mencionaram o nome do mito Chilavert?! 😱😱
    Um dos maiores goleiros artilheiros do mundo e um dos maiores fanfarrões também kkkk. Abraços, de Vila Velha ES

  • Oi Filipi!
    Excelente programa!
    Sobre o Paraguai ter como língua oficial o Guarani além do espanhol, assim como a Bolívia e o Peru que têm línguas de povos tradicionais como oficiais, isso seria a valorização da cultura tradicional? Ou seria meramente a oficialização por causa do número de falantes? Proporcionalmente é muito maior a quantidade desses povos tradicionais nesses países do que em relação aos outros países da América do Sul?
    As comunidades tradicionais sofrem preconceitos em seus países?
    Salvo engano, parece que os os peruanos são discriminados por exemplo enquanto imigrantes no Chile.
    Desculpa, acho que me empolguei nas perguntas…
    De qlqr forma, abraço e parabéns pelo trabalho

  • Evandro Teixeira

    Olá!!! Gostaria de parabenizar a dupla pelo excelente trabalho, acompanho os podcast Fronteiras Invisíveis do Futebol e Xadrez Verbal desde das primeiras aparições do Felipe no Nerdcast.
    Uma curiosidade sobre a energia comprada pelo Brasil da parte paraguaia de Itaipu, é que a energia gerada para o Paraguai é em 50Hz e a energia consumida no Brasil é em 60 Hz. Por conta disso essa energia é convertida para Corrente Contínua e transmitida até Ibiúna-SP, onde é novamente convertida para Corrente Alternada em uma frequência de 60 Hz. Sendo uma das maiores linhas de transmissão em Corrente Contínua do mundo.
    Para mais detalhes, segue o link:
    https://www.itaipu.gov.br/energia/integracao-ao-sistema-brasileiro

  • Olá pessoal, eu sou de Nova Iguaçu – RJ, mas atualmente moro em Carpina – PE.
    Eu aprendi no primário que Iguaçu significa Rio grande, o nome do município vem do Rio Iguaçu, que nasce no município.

    • O prefixo “i” ou “y”, em guaraní, significa água. Pode significar iguaçu pode significar rio ou lago. O sufixo “para” significa mar. Então, por exemplo, a cidade de paraguaçu, significa mar ou oceano.

  • LUCAS DE ARAUJO LIMA TIMO RODRIGUES

    Salve Salve Filipe e Matias!!
    Sou médico cirurgião geral de Brasília-DF e grande fã do Fronteiras e do Xadrez verbal. Vou poupar-lhes dos merecidos elogios já que sempre o recebem e vou direto ao assunto.

    O fato de as hidroelétricas produzirem energia limpa tem sido questionado há alguns anos. Observou-se que as áreas inundadas produzem grande volume de gases estufa como o metano, gás carbono e óxido nitroso. Em alguns casos a emissão de gases estufa pode ser equivalente a usinas termelétricas em relação a quantidade de energia produzida. No caso da represa de Tucuruí (uma das maiores do país), no Pará, a liberação anual de gases chega 6 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera. Isso equivale a um décimo de todo o gás carbônico emitido no Brasil, segundo Philip Fearnside, do Instituto de Pesquisas da Amazônia
    Essa emissão decorre da decomposição de material orgânico no fundo da área alagada. Portanto, é muito maior quando a área alagada não é desmatada antes ( e eu duvido que tenha sido desmatada no caso de Itaipu). E a produção dos gases continua após a decomposição de toda a floresta alagada pois a matéria organica continua a ser despejada no lago por meio de chuva e dos rios que o alimentam.

    Também senti falta da menção ao grande Salvador Cabañas, algoz do Clube de regatas Flamengo na Libertadores de 2008 (sem ‘clubismo’). Ele teve uma carreira de destaque no Paraguai e México, sendo o maior goleador de equipes mexicanas na Copa Libertadores. E teve carreira interrompida precocemente após uma agressão por arma de fogo em uma briga de bar.

    Grande abraço a vocês. Continuem o bom trabalho.

  • Gabriel Vinícius dos Santos

    Olá Filipe e Matias!

    Queria começar agradecendo por esse Fronteiras do Paraguai, um programa que já venho esperando há tempos! Minha família materna é paraguaia, então é muito interessante ver no programa o surgimento do meu clube no Paraguai, o Cerro Porteño (motivo de bullying da minha família Olimpista contra mim). A minha família é da cidade de Curuguaty (departamento de Canindeyú) e por isso eu consigo trazer algumas curiosidades:

    1- O jogador da seleção Julio dos Santos (agora no Sportivo Luqueño) é meu primo, em segundo grau
    2 – No massacre de Curuguaty, a minha tia (enfermeira chefe da cidade) estava em serviço, e ela sempre lembra que ela nunca viu o hospital militar da cidade tão cheio quanto aquele dia.
    3 – Quando minha mãe estava na escola, era a época do Stroessner. Ela lembra que o ensino do idioma guaraní era proibido pelo regime nas escolas, e quem fosse pego falando guarani era preso. Ela aprendeu o guaraní com as crianças que ficavam na roça e não iam pra escola.
    4 – O Santos, aqui no Brasil, é conhecido como um time que tem a torcida idosa. No Paraguai, essa piada é com o time do Guaraní.

  • Salve meus caros, sou o Ygor Leite, professor de Sociologia e de Educação em Direitos Humanos, e falo de Colinas do Tocantins. Primeiramente gostaria de agradecer ao trabalho de vocês. Vocês comentaram a respeito do casamento entre os colonizadores e os guaranis como uma forma de evitar da formação de uma elite em terras paraguaias. Queria lembrar da instituição do “cunhadismo” retratada na obra “O povo brasileiro” de Darcy Ribeiro que descreve o laço entre os colonizadores português e os nativos brasileiros. Os nativos brasileiros entregavam as mulheres para se casarem com os portugueses como forma de integrá-los na comunidade. Por favor, façam um fronteiras invisíveis sobre o Tocantins.

  • Gostei muito do episódio, outro com uma qualidade incrível, parabéns!!! Meu “sonho” ainda é ouvir um episódio sobre a Nova Zelândia, um país maravilhoso, com uma cultura única, principalmente a nativa (Maoris). Outras sugestões de episódios: Santa Catarina, Itália (Duplo), Holanda, Canadá, Grécia (Duplo). Abraço!!!

  • Muito bom mais uma vez, mas senti falta de figuras lendárias como Chilavert e Cabañas, como flamenguista difícil esquecer, kkkkkGrande abraço

  • Oi Filipe, eu comecei a ouvir o programa enquanto saio da região metropolitana de São João da Lagoa e vou dar plantão em Lagoa dos Patos…
    Sou de Santa Rosa de Lima onde sempre ouvia a música Índia, eu não sabia como isso deixava o Norte de Minas tão próximo do Paraguai…
    É uma constante o setor elétrico ser muito endividado (eles usam o eufemismo “alavancado”) como Itaipu…
    Interessante que saiu uma notícia que o Flavio Rocha ia mandar as fábricas da Riachuelo para o Paraguai por causa dos menores custos de produção… acho que o nome disso é reparação histórica… rsrs

  • Felipe Bustos MacLean

    Olá Filipe e Matias,
    Gostaria de parabenizá-los tanto pelo Fronteiras como pelo Xadrez, imagino quantas horas de preparação devem investir para nos trazer essas horinhas de muita informação.
    Estou tentando ouvir o Fronteiras desde o princípio, mas o programa #1 dá erro na hora de baixar. Como ouço muito na estrada ouvir online fica inviável, podem verificar por favor?
    Um forte abraço tricolor paulista pra vocês.

  • Olá. Sou de Campo Grande, MS. Aqui nós temos muito impacto da cultura paraguaia no dia a dia. O que mais gosto são a Sopa Paraguai, que apesar do nome é tipo uma torta salgada a base de milho, e o tereré, que nada mais é do que um chimarrão gelado (o que é essencial pelo clima que temos por aqui). Quando vierem para cidade morena estão convidados a comer a sopa e tomar um tereré numa roda de conversa sobre futebol! Outro traço da cultura paraguaia aqui é a polca, um tipo de musica escutada por gente idosa! Já um costume Sul mato-grossense é ir até Pedro Juan Caballero, passar no Shopping China e comprar aquele gadget que tanto sonhamos por muito menos! Abraços Filipe e Matias! Obrigado por fazer companhia nos desafios da vida de escritorio.

  • Não vou perdoar falar do futebol paraguaio e esquecer o furacão Paraguaio da Copa de 2010, Larissa Riquelme.

  • Depois do troféu pro Sidão hoje você poderiam fazer um fronteiras invisíveis do futebol com o tema “futebol e cagadas da mídia”.

  • Fala grande clubistas,
    Acredito que tenha havido uma cãibra mental sobre a receita gerada ao Paraguai. Tendo em vista que a receita anual da empresa é de cerca de US$ 2 bilhões, não faz sentido o pagamento de 300 bilhões anuais aos paraguaios.

  • Glauco Ércico Rocha da Silva

    Olá, meu nome é Glauco Ércico e moro em Foz do Iguaçu – Pr. Gostaria de dizer que sou grande fã do Fronteiras Invisíveis do Futebol, tanto que já maratonei todos os episódios 2 vezes. Sobre a fronteira entre Brasil e Paraguai, realmente há muita fiscalização mas mesmo assim acontece muito transporte ilegal de todos os tipos de mercadorias vindos do Paraguai para o Brasil. Estou no último ano de Engenharia Elétrica (com grande sonho de cursar História devido a paixão que tenho por História, Política,…, muito em função dos podcasts de vocês) da Universidade Estadual do Oeste do Paraná, que juntamente com a Universidade Federal da Integração Latino-Americana e a Universidade Aberta do Brasil, possuem partes de suas instalações dentro do Parque Tecnológico de Itaipu. Muitos alunos, principalmente das Ciências Exatas, realizam os estágios obrigatórios de final de curso na Itaipu. Uma característica interessante dessa usina é que existem dois diretores gerais, sendo um deles paraguaio e outro brasileiro. Tudo é dividido, em todos os setores há praticamente o mesmo número de trabalhadores brasileiros e paraguaios, trabalhando juntos. Não há, por exemplo, uma sala só com paraguaios e outra só com brasileiros, fazemos tudo junto, acarretando em muitas gafes e situações inusitadas por ambas as partes. Outra característica legal é que por ser território binacional, ela não pertence a nenhum país, tendo leis, segurança e administração próprias.

    • Glauco Ercico Rocha da Silva

      Acrescentando mais uma informação: foi mencionado que foi destruída as 7 quedas. Existe uma conversa, a qual eu já ouvi de alguns professores e engenheiros, que a as Cataratas do Iguaçu só não foi alagada por que não havia necessidade. Se fosse interessante do ponto de vista energético, com certeza teriam feito. Digo isso pois ela é um dos pontos turísticos mais visitados do Brasil e uma das 7 maravilhas do mundo.

      Sobre os animais e plantas que foram perdidos das obras e alagamento, houve um esforço considerável na preservação de muitas espécies de plantas e animas, houve até certo remanejamento de plantas e animais. Entretanto, como foi mencionado, muito se perdeu devido a grande área e a grande quantidade de espécie existente nessa região.

  • Glauco Ercico Rocha da Silva

    ERRATA: Olá, meu nome é Glauco Ércico, torço para o maior clube do planeta Terra chamado Sport Club Corinthians Paulista e moro em Foz do Iguaçu – Pr. Gostaria de dizer que sou grande fã do Fronteiras Invisíveis do Futebol, tanto que já maratonei todos os episódios 2 vezes. Estou no último ano de Engenharia Elétrica (com grande sonho de, no futuro, cursar História devido a paixão que tenho por História, Política,…, muito em função dos podcasts de vocês) da Universidade Estadual do Oeste do Paraná, que juntamente com a Universidade Federal da Integração Latino-Americana e a Universidade Aberta do Brasil, possuem partes de suas instalações dentro do Parque Tecnológico de Itaipu, dentro das instalações das instalações da Itaipu. Eu e muitos outros alunos, principalmente das Ciências Exatas, realizam os estágios obrigatórios de final de curso na Itaipu. Uma característica interessante dessa usina é que existem dois diretores gerais, sendo um deles paraguaio e outro brasileiro. Tudo é dividido, em todos os setores há praticamente o mesmo número de trabalhadores brasileiros e paraguaios, trabalhando juntos. Não há, por exemplo, uma sala só com paraguaios e outra só com brasileiros, fazemos tudo junto, acarretando em muitas gafes e situações inusitadas por ambas as partes. Outra característica legal é que por ser território binacional, ela não pertence a nenhum país, tendo leis, segurança e administração próprias.
    Sobre a fronteira entre Brasil e Paraguai, realmente há muita fiscalização mas mesmo assim acontece muito transporte ilegal de todos os tipos de mercadorias vindos do Paraguai para o Brasil. Depois de mais de 30 anos de boatos e especulações por parte de muitas autoridades locais, está para sair a segunda ponte conectando os dois países. Estamos no aguardo para saber quais os impactos, bons e ruins, que ocorrerão na cidade.
    Foi mencionado que foi destruída as 7 quedas para que pudesse ser construído um reservatório para armazenamento e para aumentar o nível de queda d’água, aumentando a produção de energia. Existe uma conversa, a qual eu já ouvi de alguns professores e engenheiros na usina, que a as Cataratas do Iguaçu só não foi alagada por que não havia necessidade. Se fosse interessante do ponto de vista energético, com certeza teriam feito. Digo isso pois ela é um dos pontos turísticos mais visitados do Brasil e uma das 7 maravilhas do mundo, e gera muitos empregos e renda para toda a região do Brasil e Argentina (lembrando que a Itaipu está entre Brasil e Paraguai e as Cataratas entre Brasil e Argentina).
    Sobre os animais e plantas que foram perdidos das obras e alagamento, houve um esforço considerável na preservação de muitas espécies de plantas e animas, houve até certo remanejamento de plantas e animais. Entretanto, como foi mencionado, muito se perdeu devido a grande área e a grande quantidade de espécie existente nessa região.

  • Olá! Meu nome é Marcos, moro em Münster na Alemanha e confesso que fico com uma “invejinha branca” dos ouvintes da Georgia que acabam sendo bastante citados no programa 😉 Brincadeiras à parte, amo o Xadrez Verbal que conheço já desde o Brasil e que me ajuda a me manter informado e motivado para o ingresso no Instituto Rio Branco após o término de meus estudos.

    Fui convidado para acompanhar alguns amigos para uma viagem de duas semanas à Albânia no final de Julho e, logo em seguida, corri para o fronteiras para ver se já havia algum programa, pois sempre aprecio muito o quanto aprendo em cada episódio. Como não havia nenhum programa sobre a Albânia gostaria de propor: será que consiguimos fazer um episódio sobre o país antes da viagem? Uma motivação são as piadinhas infames, já que a capital é Tirana e a moeda é o lek

  • Um programa sobre o Paraguai e não mencionarem o Salvador Cabañas e babarem o ovo do Romero é digno de haterismo

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