Xadrez Verbal Podcast #458 – Fran Becher, Irã e mais eleições pelo mundo
Recebemos a historiadora Fran Becher para falar sobre a França na Segunda Guerra Mundial e sobre a infância e a juventude na guerra. Passamos pelo Oriente Médio, pela nossa quebrada latino-americana e comentamos a vitória de Rumen Radev na Bulgária. Giramos pelo mundo, a semana na História, peões da semana e dicas culturais fecham mais um programa da sua revista de política internacional em formato podcastal!
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Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.
Dicas do Sétimo Selo e links
Em breve
Playlist das músicas de encerramento do Xadrez Verbal no Spotify
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Minutagem dos blocos, cortesia dos financiadores do Xadrez Verbal
- 00:07:30 – Giro de Notícias #01
- 00:20:55 – Coluna Aberta #01: Sob a sombra da suástica, com Fran Becher
- 01:19:35 – Efemérides: A Semana na História
- 01:23:10 – Coluna Aberta #02: Oriente Médio
- 02:12:10 – Match: América Latina
- 03:36:15 – Xeque: Europa
- 03:50:15 – Giro de Notícias #02
- 03:57:30 – Peões da Semana
- 03:58:50 – Sétimo Selo
- 04:08:40 – Música de Encerramento
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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
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Faz mais de 2 anos que eu acompanho vocês; o trabalho que vocês fazem é sensacional e muito importante! E, graças a vocês, comecei a ler e estudar mais sobre política internacional! Forte abraço para você, Matias Pinto, e Filipe Figueiredo (O homem por trás do tabuleiro).
Escrevo para agradecer aos companheiros por mais um programa excelente. Me chamo Maicon Fernando Guarese, sou professor de História e Geografia no oeste catarinense. Quero que os amigos deixem um abraço a minha amada esposa Monalize e ao meu filho Murilo, os dois são ouvintes passivos do XV. No dia 23 de abril, completamos 8 anos de matrimônio. Eu até cogitei a possibilidade de darmos o seu nome, Matias, ao meu filho, mas não tive êxito
Queria pedir um feliz aniversário, pois foi meu aniversário no último dia 27 de abril. Ouço o programa a uns 10 anos, pelo menos e conheci através das participações do Filipe no Jovem Nerd. Fiquei triste que não consegui ir na festa do Medo e Delirío em Brasília em Belo Horizonte e poder dar um abraço no Matias. Aqui em BH, só vou poder mandar linhas quando chegarmos ao episódio 500, mas assim que chegar, mandarei sempre. Abraços fraternos!
Oi,
Tudo bem senhores? Queria deixar duas noticias sobre os acordos que o Vox e o PP espanhol estão fazendo nas “comunidades autonomas” espanholas, incluindo que que terão “prioridade nacional” os espanholes. Até aí, surpresa de zero pessoas… A parte engraçada é que o comentário do porta voz do Vox no parlamento da Catalunha dizendo que quando perguntado sobre quem seriam teria prioridade seriam os espanhole e espanholes e estes se definem como “Es español el nacido de padre y madre española” ou seja, o lider tribal atual Felipe VI não deveria ser espanhol, já que a sua mãe é grega…
https://www.telecinco.es/noticias/espana/20260424/vox-lio-que-es-ser-espanol_18_018983446.html
Abração deste bragantino em terras galegas!
Tomás
Bom crepúsculo, Filipe e Matias. Muito obrigado por esse sopro de reflexão, inteligência e uso do método científico (quando requerido). Sobre os “causos” de ônibus no Rio de Janeiro, tenho um tão curioso quanto o daquele que queria cortar caminho, perto da UERJ. Ia da Gávea, do lado da PUC-RJ, até Charitas, Niterói, e volta (se não me engano, era o 996). Ele passava na rodoviária do Rio e era, então, a escolha de quem ia visitar a PUC e chegava no Rio de ônibus (caso, por exemplo, de quem vinha da Universidade Federal Fluminense de Volta Redonda ou da Universidade Federal de Ouro Preto). Um professor desta universidade estava voltando para Ouro Preto e pegou esta linha. No centro do Rio, o motorista notou que o ônibus estava cheio e decretou que só pararia em Niterói, passando direto na rodoviária. Isto deixou o professor “preocupado” e ele foi “negociar”com o motorista, que estava irredutível. Mas os outros passageiros do ônibus entraram na discussão e argumentaram que “o cara é gente fina, deixa ele descer na rodoviária e depois toca direto”. O motorista, após alguma pressão e a contragosto, encontrou o pessoal “no meio do caminho”: ia só diminuir a velocidade do ônibus no ponto da rodoviária e o “gente fina” que pulasse do ônibus em movimento. E assim foi. O Rio não nos deixa morrer de tédio ! Esperando a volta do Fronteiras Invisíveis. Grande abraço.
Saudações, amigos do XV. Sou ouvinte, não sei há quanto tempo, mas pré pandemia certamente. Gostaria de pedir um feliz aniversário para minha irmã Palmira Catarina, que será 03/05. Ela começou a ouvi-los por indicação minha, por ocasião de uma de suas viagens à Itália. Na época, sugeri o Fronteiras Invisíveis sobre a Padânia, desde então ela se tornou ouvinte, algo que nos proporciona muito bate-papo. Aproveito para agradecê-la por ter incluído meu filho no processo de obtenção à dupla cidadania italiana. Te amo, você melhor irmã que eu tenho (ela é a única rs) Ricardo Aguiar
Gostaria de fazer uma sugestão logística para essas gravações à distância. Os programas de chamadas utilizam algoritmos bem pesados de compressão para tentar minimizar a latência das chamadas, o famoso lag ou delay.
A solução é, ao mesmo tempo em que se faz a chamada, ambos gravarem seus áudios no celular ou PC usando um microfone melhor. Mesmo o microfone do celular, sem a compressão de chamada, usando o app gravador, tem uma qualidade muito melhor.
Depois é só enviar o áudio usando Google drive, Microsoft onedrive, Dropbox ou qualquer outra forma e juntar os arquivos na edição. Vocês já juntam arquivos para a coluna gambito da dama, então é fácil!
Excelente ideia! De fato, sempre fica bem ruim quando há uma entrevista no programa. O áudio do(a) convidado(a) fica sempre mais difícil de entender.
Saudações meus caros.
Gostaria de complementar a efeméride de Chernobyl com um video do divulgador científico Kyle Hill, que trouxe imagens inéditas sobre o dano causado em 2025 pelo drone. Além de perfurar o domo, a explosão incendiou o material isolante entre as suas camadas, o que requiriu que diversos buracos fossem abertos pelos bombeiros para conter o incêndio e evitar um dano maior. O custo estimado para os reparos fica na faixa de 500 milhões de euros, e até 2030 o processo de descomissionamento da usina estará prejudicado.
Chernobyl’s New €500M Disaster
Interessante que o Filipe continua reproduzindo a tese já ultrapassada de genocídio na guerra que o Paraguai começou ou colocar o Paraguai como mocinho da história.
Olá, Filipe e Matias. Me chamo Elton Bonfim, torcedor do Club Athletico Paranaense, sou caminhoneiro e gostaria de agradecer por me fazerem companhia em minhas viagens a trabalho no interior do estado do Paraná e de Santa Catarina. Ouvir vocês tornam as viagens menos solitárias e mais informativas. E deixo meu comentário também pra marcar a presença de um trabalhador não acadêmico, já que as participações dos ouvintes nos comentários são de pessoas dos mais variados níveis, desde especialista e até cientistas. Vocês também tem ouvintes entre as profissões não acadêmicas e gostaria de representar aqui toda a categoria com o meu comentário. Um forte abraço!!!
Vim pra comentar que foi muito bom o complemento com notícias esportivas que o Matias fez “porque o giro europeu ficou curto” e ia dizer que…. não precisa esperar ficar curto para fazer não! Mas de qualquer maneira veio a notícia oficial da volta do Fronteiras então tá tudo bem também!
Oba!
Fala Filipe e Matias
No Ep passado, o meu caro Matias comentou sobre os acordos formalizados pelo Chile e EUA e ele fez referência a um “Memorando de Entendimentos sobre Minerais Críticos Chile e EUA” e que esse documento estava sendo chamado pelo Chile por MoU.
Na verdade “MoU” é a abreviação padrão para Memorando de Entendimentos (Memorandum of Understanding) e é um documento preliminar para demonstrar as intenções de ambas as partes em formalizarem, posteriormente, um acordo definitivo. Em regra, o MoU não gera obrigações, salvo disposição especifica.
É um documento bastante utilizado nas fases iniciais de operações de fusões e aquisições (M&A), tema o qual tenho lidado na minha atual ocupação.
Muito importante o trabalho de vocês. Máximo respeito a toda equipe Xadrez Verbal!
Abraços e saudações juventinas na A1 2027!
Olá, meus amados membros do Xadrez Verbal.
Espero muito que vocês não falem do passaporte com o rosto do Trump, pois seria muito “cringe”.
kkkkkkkkkk Brincadeiras a parte, obrigada pelo episódio, e espero que vocês não se tornem presidentes do Peru, para continuarem o programa. Um beijão e os vejo semana que vem!
Nem sei há quantos anos escuto vocês, mas ainda tonha o fronteiras invisiveis na época! E fiquei feliz demais com o retorno!
Mas vim publicar pra elogiar a participação da Fran Becher! Muito bom! E estou lendo um livro chamado “Onde as borboletas não habitam: a história de crianças e adolescentes que enfrentaram o nazismo com arte” da Luciane Bonace que dialoga muito com o que a Fran disse sobre as crianças e adolescentes terem visão, opinião e vivência nesse processo – nesse caso do processo em Praga e em Terezin. Um livro mais de literatura que acadêmico, mas junta muito essa visão. E de como isso acontece nas tragédias como Gaza, Ucrânia, mas também Mariana, Brumadinho e mesmo na pandemia (sou pediatra, trabalhei de perto nessa ultima e ainda me toca muito e vejo ainda o efeito no desenvolvimento das crianças, e nem digo nas órfãs, mas mesmo no que foi interrompido e retomado de relações sociais).
Parabéns pela paciência sobre a ameaça existencial.
Fernanda, muito bem vinda! O peão pela quebrada latino americana ficou muito bom! Sei que a Silvia tem muita experiência, mas achei que você combina mais com o programa!
Um abraço e mandem um abraço pro Henrique Kapeta, nem lembro se foi ele quem me indicou vocês, mas sei que ele vai estar ouvindo.
Olá, caros Filipe e Matias. Como sempre, parabéns pelo programa!
Queria só dar uma dica para enriquecer o vocabulário. O Filipe volta e meia pede perdão pela redundância, como nesse episódio em que ele diz “um navio de cruzeiro cruzou…”. Na verdade, essa figura de linguagem não é a redundância, mas sim a paranomásia, que é quando há o emprego de palavras com som semelhante porém com significados diferentes próximas umas das outras. Redundância é mais quando a oração tem palavras diferentes que, porém, repetem o sentido da palavra anterior, como nos famosos “cair para baixo” ou “entrar para dentro”, já que os próprios verbos já contêm a informação que vem depois na frase (nesse caso, a direção da ação), sendo dispensável acrescentá-las.
É normal querer pedir desculpas ao usar uma paranomásia, já que alguns a consideram um vício de linguagem e às vezes ela pode levar a confusões. Mas, de qualquer maneira, paranomásia e redundância não são a mesma coisa!
Um abraço!