Xadrez Verbal Podcast #164 – Bolsonaro no Brasil, sul da Ásia e EUA

Chegou no seu feed mais uma edição da sua revista semanal de política internacional em formato podcastal! Matias Pinto e Filipe Figueiredo vão até os Estados Unidos, falar das últimas notícias em relação ao país. Caravana de imigrantes, atentado em sinagoga, eleições de midterm, mudanças na lei de nacionalidade, tudo isso! Passamos pelo sul da Ásia, onde tem crise constitucional no Sri Lanka, estátua gigante na Índia, acordo em Myanmar e blasfêmia.

E, principalmente, ficamos aqui no Brasil, avaliando o que já saiu sobre a política externa do presidente eleito Jair Bolsonaro, os riscos e ganhos possíveis. Além, é claro, da recepção internacional ao resultado. Giramos pelo mundo, economia com a professora Vivian Almeida, a semana na História, peões da semana, dicas culturais e um Menino Neymar com a professora Ana Luisa Demoraes Campos fecham mais um podcast do Xadrez Verbal!

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Dicas do Sétimo Selo e links

Site da Editora Contexto

Filme Os Gritos do Silêncio

Filme A Outra História Americana

Documentário Chicago Boys

Música Presente, do Fracasso

Playlist das músicas de encerramento do Xadrez Verbal no Spotify

Minutagem dos blocos, cortesia dos financiadores do Xadrez Verbal

00:14:32 – Giro de notícias #1
00:27:51 – Coluna aberta: Sul da Ásia e crise do Sri Lanka
00:51:03 – Efemérides: A Semana na História
00:56:15 – Match: Estados Unidos
01:35:06 – Xeque: eleições no Brasil e América Latina
03:05:32 – Gambito da dama: Reservas internacionais
03:22:31 – Giro de notícias #2
03:31:29 – Menino Neymar especial
03:38:38 – Peões da semana
03:40:51 – Sétimo selo

Ouça o podcast aqui ou baixe o programa. (clique com o botão direito do mouse e use a opção “Salvar como” para baixar)

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, que está no Apoia-se

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
Como sempre, comentários são bem vindos. Leitor, não esqueça de visitar o canal do XadrezVerbal no Youtube e se inscrever.

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72 Comentários

  • Acho que esse foi um dos mais esperados da história do XV !

  • Welington Fagundes Busulo

    Olá amigos podcasters!

    Não terminei de ouvir o episódio ainda, mas antes que eu esqueça farei já meu comentário.

    Não é nada que vá agregar muito ao programa, apenas um fato curioso de certa forma relacionado a algo dito no programa.

    Trabalho como Uber em Curitiba e há algumas semanas levei um passageiro e sua família, notei que o rapaz era estrangeiro e conversando com ele descobri que ele era do Iêmen! Como a viagem foi curta não tive tempo de perguntar muitas coisas, mas como era de se esperar para uma corrida de Uber, principalmente em Curitiba, conversamos sobre o tempo. Pois eles não esperavam encontrar frio em um país como o Brasil. Pensei em perguntar sobre a situação do país, mas a viagem de apenas 5min não permitiu. E se vcs puderem me tirar uma dúvida, se no Iêmen as mulheres costumam usar burca. Fiquei com a impressão que a mulher dele usava, mas pode ser uma memória falsa pois achei melhor não ficar olhando para ela, mas o véu ela usava.

    No mais obrigado por mais um programa e continuem o ótimo trabalho.

    Um abraço

  • Sou fã do programa. O único podcast que eu ouço fielmente. Apesar de ter feito Direito, amo História e uso o programa para estudar Atualidades. Sobre as relações Brasil e Chile, talvez sejam as amistosas desde a independência de ambos os países, já que estão ligadas, por exemplo, pela participação do Thomas Cochrane. O baile da Ilha Fiscal foi em homenagem a oficiais chilenos de um navio com o nome do Cochrane, o neto mais velho de D. Pedro II visitou o Chile e era tratado com deferência. Acredito que disso aconteça porque… Os dois países não têm fronteiras, a maioria dos conflitos do Chile são por questões fronteiriças. Mais uma curiosidade: Sarney, então presidente, fez uma viagem a Londres e foi até o túmulo do Cochrane, pisou nele discretamente e o xingou de “corsário”. De fato, o Cochrane reclamou do atraso do pagamento pelos serviços prestados como mercenário e pilhou São Luís. Sarney fez o mesmo, em teoria, mas foi eleito pra isso.

    Fonte da anedota:
    https://m.oglobo.globo.com/opiniao/o-marques-do-maranhao-18695951

  • Olá Filipe e Matias, parabéns pelo grande trabalho, sou cozinheiro no restaurante balaio do instituto Moreira Sales e não perco um programa, ouço vocês desde 2016 e queria convida-los a almoçar/jantar no balaio, forte abraço e parabéns novamente.

  • Já que você pediu para os ouvintes rondonienses se manifestarem, Matias, fica aqui meu aceno direto da diáspora em Palmas no Tocantins. Aliás, aproveitando o espaço raro; se não for pedir muito, por favor, usem o seu espaço privilegiado para deixar claro que Rondônia está a 1592 quilômetros de Roraima. A maior parte dos rondonienses nunca esteve em roraima, a maior parte dos roraimenses nunca esteve em Rondônia, a única ligação entre esses dois lugares são essas modestas e simples duas letras iniciais. Por mais que ninguém confunda o RIO GRANDE do sul com o RIO GRANDE do norte. Saudações de um emigrado das terras de Rondon.

    • E o Acre tá há 1 trilhão de quilômetros dos 2 hahahahahaha, é q quando vc chega na fronteira e vai pra um portal e passa pro Acre hahahahaha…

      O fuso horário do Acre é o mais atrasado do Brasil, é 100 milhões antes de Cristo hahahahahahaha

    • Exatamente, muito bem falado meu conterrâneo!!! Cansei de ter que explicar que RO é Rondônia e não Roraima. Na próxima vez vou soltar minha onça de estimação só de sacanagem e sair atirando flechas pro alto. Quero ver se não aprendem.

      Abraços direto de Porto Velho/RO!!

  • Olá Filipe e Matias!
    Surgiu uma dúvida sobre a importação de ureia na relação comercial Brasil – Oriente Médio.
    Além da ureia ser mijo, é um dos principais fertilizantes utilizados no mundo como fonte de nitrogênio.
    Já na lista de importações da relação comercial Brasil – Israel foi mencionado o cloreto de potássio, um fertilizante utilizando como fonte de potássio.
    Fertilizantes que são fontes de Nitrogênio (N), Fósforo (P) e Potássio (K) são a base da agricultura moderna (fertilizantes NPK).
    Junto com os pesticidas que o Brasil importa de Israel, percebemos que nossas relações com esses países estão muito atreladas com nossa produção agrícola!

    Espero ter contribuído para esclarecer sobre a importação brasileira de “mijo” israelense.
    Um grande abraço e uma excelente semana!

    • Ah, mais uma coisa:
      Já escutei um pessoal por aí falando que é possível que a mudança de embaixada brasileira em Israel seja uma abertura para futuras ameaças terroristas no Brasil. O que vocês pensam sobre isso?

      Beijos!

    • Bruno Paes Leme Ferreira

      Olá a todos!
      Meu nome é Bruno e sou doutorando em Ciências Fisiológicas e formado em medicina veterinária pela UFRuralRJ e só completando está informação sobre os usos agropecuários da ureia, na alimentação de ruminantes ela é deveras importante.
      Ureia é oferecida em concomitância com bagaço de cana como forma de alimentação para o gado, especialmente no período de criação intensiva. Os microorganismos do rumen destes animais são capazes de transformar estes alimentos inusitados em proteína, que pode ser absorvida e servir se base para produção de fibras musculares. Assim, estes animais são capazes de transformar resto de produção de açúcar e etanol e um derivado de petróleo em picanha!
      Espero ter contribuído!
      Grande abraço a todos!

    • Olá também!

      Acrescentando uma informação no caldo, a Petrobras possui 3 fábricas de fertilizantes nitrogenados (ureia é um composto nitrogenado) em operação (FAFEN-BA, FAFEN-SE e FAFEN-PR), há outra em construção, mas com obras paralizadas. As do Nordeste estavam em processo de hibernação por motivos econômicos (estão dando prejuízo e não há interessados para aquisição), porém essa decisão foi postergada para 2019. A do PR estaria num processo de venda. As fábricas do Nordeste atenderiam 15% da demanda interna destes compostos.

      Abraços!

  • Celso Renato Cadorini

    Saudações. Parabéns pelo podcast, que é ótimo. Gostaria de deixar uma pergunta. Muito se fala da influência russa na eleição de Trump. Mas pelo que ouvimos aqui e em outras mídias e meios de comunicação, a relação está pior entre EUA e Rússia. Saída de acordos, pressão sobre o Irã (aliado russo), ataques na Síria… Houve de fato estas ações russas na eleição do Trump? Se sim, e aparentemente houve, Putin cometeu um engano, Trump não agiu como esperado ou estas ações do presidente dos EUA eram o que os russos esperavam? Grato.

  • Caros,
    Sou um ouvinte de muitos anos, mas não tenho por hábito interagir muito através de comentários ou redes sociais.
    Uma das coisas que mais gosto no programa é que, nos dias de hoje, posso ouvir sobre política e atualidades sem ter que cair na vala comum do PT/anti-PT/esquerda/direita e afins. Entendo que, dada a eleição no Brasil o assunto era inevitável, e vocês trataram com razoável imparcialidade (sempre me incomoda um pouco não haver uma extrema esquerda em lugar algum…). Mas me vi levado a escrever para ressaltar um ponto: semana passada vocês falaram sobre uma questão de princípios nas relações comerciais EUA-Arábia Saudita com um tom levemente crítico quanto à real politik; pois bem, neste episódio o caso é semelhante, mas a postura adotada me pareceu tender para o outro lado. Estou errado?
    Em relação ao caso concreto, entendo que os países árabes podem não querer comprar carne e a China comprar soja brasileira. Neste caso, irão comprar de quem? Sem a soja e a carne brasileira eles terão problemas maiores que nós para resolver. Sem contar que um eventual excesso de produção sem compradores do Brasil vai derrubar o preço no mundo e quebrar muitos países que tem apenas começam a tentar produzir. Acho improvável que ocorra algo neste sentido.
    Fora isso, sou um fá de vocês! Só abaixem o volume das vinhetas pra eu não ficar surdo, pô! 🙂
    Abraços,
    Renato.

    • Extrema-esquerda no Brasil tem o PCdoB e o PSTU.
      Seja como eu! Não sou de esquerda, nem de direita, nem de centro, eu sou pra frente!

      • Acredito que você tenha confundido PCB (mais “revolucionário”) com PC do B (mais reformista). Para além disso recomendo que assista vídeos sobre despolitização e pós-politica da Sabrina Fernandes para poder repensar a complexidade de um posicionamento político e talvez reconsiderar esse “pra frente” que acaba sendo reafirmação do senso comum e status quo na prática. Abraços!

  • Carolina (Kal) Lindemann

    URÉIA – Alguém com certeza vai responder com foco na agricultura e na alimentação de ruminantes, mas queria adicionar aqui que um uso médico da uréia é fabricação de cremes de beleza. Sim, as pessoas pagam muitas doletas pra passar mijo na cara. E o uso na indústria vai de Fabricação de resinas e tintas até modelagem de objetos e evitar o encolhimento de tecidos.

    Por favor agradeça à Luanah, Neitzel e Matheus Stefan por me apresentarem o podcast. Realmente ajuda na faxina e a falar MENOS besteira na internet.

    Abraço,
    Lin

    • Isso é pra ver como é fácil arrancar $$$$ dessas madames e peruas com cosméticos hahahahahaha acho q eu vou pra essa área no futuro…

      • Na verdade nem precisa ser em dólar, ureia é um baita de um umectante e, em concentrações maiores, tem um efeito queratolítico. Me arrisco a dizer que quase todo creme para “afinar” áreas do corpo mais ásperas, tipo cotovelos, joelhos e tornozelos tem ureia na composição.

  • Carolina (Kal) Lindemann

    me põe na chancelaria!

  • Bruno Leonardo Amorim

    Olá, rapazes!
    Quero começar dizendo que esse programa deixou evidenciado que o preconceito do senhor Filipe Figueiredo tem contra o rugby é movido puramente por rancor, mas pelo menos é um motivo, Diferente do meu colega de trabalho Dhonatã (não me perguntem o que os pais dele tiverem na cabeça com esse nome, mas a pronúncia seria igual a Jonathan em inglês), que apesar de várias tentativas de doutriná-lo no Fronteiras ele continua alegando que tem um “pós-conceito” sobre futebol, porém ao ser questionado mais a fundo, saem respostas do calibre de “não gosto porque não gosto”, e como cansa dá murro em ponta de faca, vou induzi-lo agora a ouvir o XV para que a própria curiosidade dele acabe por fazer o trabalho sujo.
    Sobre o Trump só tem duas palavras que eu gostaria de dizer: Sujeito Bizarro.
    E sobre o “nosso” Trump, honestamente espero que o governo seja bom para todos, mas tenho o receio que esse governo seja da categoria “rir pra não chorar”.
    Bom, mais um vez, obrigado pelo excelente trabalho.
    Abraços.

  • Existe um jogo feito em 2007 que explica e demonstra de forma muito didática como funciona o gerrymandering. E suas formas de tentar evitar alguns abusos nas divisões:

    http://www.redistrictinggame.org/game.php

  • Sobre a preferência com o Chile, será que Bolsonaro não está querendo simplesmente agradar seus eleitores, que devem achar o Mercosul coisa da Ursal ?

    Sobre a UCR (Unión Cívica Radical) ela nasceu como dissidência dos conservadores (Unión Cívica) e depois de governar com Hipólito Yrigoyen, chegou a ditadura nos anos 30 na década infame, e se aliou aos socialistas para sobreviver e se descaracterizou muito. Hoje, depois do peronismo e de muitas ditaduras, esconde conservadores e neo liberais, é o que sobrou das social-democracias nestes trópicos…

    Adorei o programa como sempre!

  • Obrigado por mais um programa, meus caros Matias e Filipe!

    Em relação à cidadania jus solis, Portugal alterou, este ano, a legislação do país a respeito dos imigrantes e a partir de agora filhos de imigrantes nascidos em Portugal passam a ser considerados portugueses caso os pais residam legalmente há pelo menos dois anos ou mesmo ilegalmente há mais de cinco anos.

    Vim com minha esposa para Portugal para fazermos doutorado (eu em ecologia humana e ela em Turismo) e antes do nascimento das teses, nasceu o Uirá e por isso tô bem por dentro dessa nova legislação (antes que alguém me julgue, engravidamos em janeiro e a lei só foi alterada em abril e promulgada em julho hahahaha).

    Ahh… minha esposa pretende fazer o concurso para diplomata quando retornarmos ao Brasil e ao descobrir o xadrez verbal no ano passado, indiquei para ela que tbm é uma ouvinte assídua. Nosso muito obrigado pelo podcast, que com certeza terá alguma influência (positiva, espero) nesse processo seletivo.

    Então mandem aí um abraço pra meu pequeno (ou puto, como dizem aqui em Portugal) Uirá e para minha querida Maria Rita. Além de um salve pros ouvintes de Portugal.

    Abração!!

    • E uma curiosidade… só me foi possível registrar meu filho aqui com um nome de origem tupi pq sou imigrante. Os pais e/ou mães portugueses/as devem respeitar uma lista oficial de nomes permitidos pelo Estado. Se quiserem fugir à lista, precisam solicitar e justifica na justiça.

  • Ouvinte rondoniense presente!

  • Vocês falam da aproximação com Cuba sendo estratégica, mas tem algum paralelo nessa estratégia de fiar esse porto nos termos que foi feito?

  • Segue aqui o artigo da minha namorada sobre o Colar de Pérolas da China. Me chamo Leonardo, sou estudante de Relações Internacionais e muito fã do Podcast. https://pucminasconjuntura.wordpress.com/2018/09/12/o-colar-de-perolas-como-uma-estrategia-geopolitica/

  • Bom dia Xadrez Verbal! Pô, vcs tão por fora. Polímeros de etileno são os polietilenos ou polietenos. O eteno (nome IUPAC) é um hidrocarboneto de fórmula molecular C2H4, monoinsaturado, H2C=CH2, o hidrocarboneto insaturado mais simples de todos. Ele sofre polimerização quebrando esta ligação insaturada e unindo várias moléculas em sequência, formando assim uma cadeia carbônica longa e insaturada. Quanto maior os comprimentos das cadeias carbônicas do polímero maior é a densidade do polímero. Por isto existem vários tipos de polieteno, como o LDPE (polieteno de baixa densidade) e o HDPE (polieteno de alta densidade). O polieteno é um dos polímeros mais fabricados e utilizados do mundo.

  • Bom crepúsculo, Filipe e Matias! (ou seria Felipe e Mathias? – nunca sei o certo…)
    Sobre a questão de JUS SOLI, acredito que deva haver algo além da inviolabilidade das embaixadas.
    Soube de duas histórias de membros de famílias reais que nasceram longe de seus países, porém devido ao JUS SOLI, ainda foram considerados cidadãos natos. Isso porque ou o quarto do hotel em que nasceram (PRÍNCIPE ALEXANDER II da Iugoslávia) ou a maternidade inteira (PRINCESA MARGRIET FRANCISCA da Holanda) foram tidos como parte do território das respectivas famílias reais estrangeiras.
    Sendo assim, uma criança nascida em uma embaixada pude usar o direito de JUS SOLI para conseguir uma nacionalidade?
    Talvez precisemos consultar a Prof. Ana Luisa Demoraes Campos para sanar esta dúvida…

    P.S.: A propósito, sobre meu comentário na semana passada, moro em Taiwan há 10 anos. Sou engenheiro e vim aqui a trabalho, mas acabei conhecendo e me casando com uma taiwanesa com a qual tenho dois filhos. Sempre que precisarem de alguma informação sobre esta pequena ilha no Pacífico, podem contar comigo!

  • Olá, meus caros.

    Me chamo Claudio, sou cientista social e como praticamente todo brasileiro residente no Japão, trabalho em fábrica. Apenas uma pequena correção ao Filipe, que nos últimos dois programas sobre as eleições brasileiras, chamou a cidade de Hamamatsu de Hamatsu. Trata-se de uma cidade com muitos latinos, sendo a grande maioria de brasileiros e um número significativo de peruanos também.

    E para complementar uma informação do Matias, outro fator que provavelmente ajudou no elevado número de votos no Bolsonaro no Japão, sobretudo em Hamamatsu, foi a visita do então pré-candidato a cidade, em fevereiro desse ano. Ele foi o único dos candidatos a fazer campanha no país.

    No mais, parabéns pelo programa e perdão pelo vacilo dos 90% de votos no Bolso.

  • Único podcast onde podemos nos informar fielmente sore a política interna e externa. Abraços de Pesqueira-PE.

  • Olá Matias, Filipe!

    Eu já ouvi o Filipe falar do “poder proporcional” menor da presidência dos EUA em relação ao Brasil mas tem uma exceção importante, que é nos assuntos de guerra. Apesar da constituição dar o poder pro Congresso decidir sobre guerra, a última vez que isso aconteceu foi na Segunda Guerra Mundial. Todos os outros conflitos que envolveram as Forças Armadas depois (pra não falar das operações clandestinas e especiais) foram ordenadas pelo Presidente e só depois, em alguns casos, houve uma resolução que passou pelo legislativo.

    Um abraço!
    Caio

  • Gostaria de pedir encarecidamente aos demais ouvintes que, se houver alguém com o dom da escrita, nos proporcione a obra de arte que seria uma fanfic narrando Ivan Duque e Jair Bolsonaro conversando sobre Donald Trump ao melhor estilo fã adolescente. Grato desde já.

  • Olá Filipe e Mathias,

    Sou jornalista, doutorando em Comunicação na Universidade da Beira Interior em Covilhã, cidadela no pé da Serra da Estrela em Portugal. Acompanhando o Xadrez Verbal desde o fim de 2016…

    Estou a acompanhar (como diriam os tugas) a repercussão da imprensa e da política portuguesa da vitória do Bolsonaro. Por enquanto, ninguém com relevância quer se associar ao nome do presidente eleito. A imprensa da direita, assim como os políticos, apenas culpam a esquerda pela vitória dele. Mas ficar do lado é mais complicado.

    O Inimigo Público, caderno humorístico do Público, veio com essa capa >>>https://inimigo.publico.pt/capa/1475913/

    Abraços de Covilhã. Indiquei o podcast a um grupo de estudantes brasileiros de Ciências Políticas e Relações Internacionais da universidade daqui. Eles já estão espalhando o programa….

  • Olá, caros Filipe e Matias!

    Uma cornetagem e um pedido!

    Primeiro à cornetagem: nenhuma palavra sobre a Austrália nesses últimos programas? Sobre a queda do Primeiro-MinistroTurnbull e a subida ao poder do Scott Morrison (carinhosamente apelidado de ScoMo)? Ou da declaração do já PM Morrison sobre uma possível mudança da embaixada australiana em Israel de Tel Aviv pra Jerusalém, por motivos puramente eleitoreiros?

    Agora um pedido: mandem, por gentileza, um salve no ar para mim (Raphael), fanzaço (fanzaço? fanzasso?) do Xadrez Verbal e do Fronteiras, e aos meus colegas de sala de aula e professores do curso de Relações Internacionais da UnP, em Natal/RN – somos todos tão fãs de vocês que já vários programas já foram citados, dezenas de vezes, em sala de aula!

    Um grande abraço!

  • Leonardo Dos Santos Gomes

    Vocês tiraram o som do Fracasso na versão do podcast no Youtube. Dar um Menino Neymar para si mesmo até entendo, mas não sabia que o Mathias seria capaz de dar um strike em si mesmo por usar sua própria música. Recomendo terapia.

    Falando em músicas, quais são as músicas que vocês usam de vinheta em cada bloco? Só sei da War Pigs e da música do Dylan mas que não sei reconhecer qual!

    Escuto o Xadrez Verbal desde o número 60 e devo dizer que é uma das poucas rotinas que tenho ouvir o programa. Obrigado por estarem sempre a par de forma ímpar.

  • Thales A. Carnio Carpi

    Olá.

    A respeito do ius solis x ius sanguinis, duas considerações.

    Apesar disso estar passando por uma discussão jurídica e política na Itália, até bem recentemente não havia limite geracional para o reconhecimento da cidadania italiana. Atualmente, o Salvini está com várias movimentações no sentido de alterar a lei então fica difícil dizer como está.

    Já sobre o ius sanguinis nos EUA, acredito que a questão não passa pelo fenótipo. Se ocorrer uma mudança hoje, quem transmitiria a cidadania seriam as atuais cidadãs e cidadãos e não mais a jurisdição.

    Não sei se me fiz entender.

    Abraços.

  • olá filipe e matias. filipe o matias está certo ao se referir ao fuzil M-16. ele ainda está em serviço nas forças armadas americanas na versão M-16A4, que paulatinamente vem sendo substituído pelo M-4A1. a versão usada no Vietnam era o Colt M-16A1. só por curiosidade o corpo de fuzileiros navais do brasil usa o M-16A2. grande abraço.

  • Felipe Peters Berchielli

    Alô Filipe e Mathias, só para esclarecer sobre o limite de gerações na cidadania italiana, não há limite na verdade mas há , a formação do reino da Itália em 1848(acho que é essa a data, Filipe me corrija se estiver errado) , ou seja, desde que a Itália é Itália de fato, tanto que o pessoal que tem ancestralidade da região de Trento, só pode reivindicar se o dante causa nasceu após 1920, quando a região foi cedida a Itália após a primeira guerra mundial, outro fato curioso é que mulheres não passavam a cidadania até 1948 , hoje em dia quem está nessa situação entra na justiça italiana para requerer o direito e geralmente consegue.

    Atualmente existe uma discussão em relação ao decreto do Salvini da Liga Norte, onde o mesmo quer impor algumas dificuldades na obtenção da cidadania em solo italiano como muitos brasileiros o fazem, por exemplo aumentando o prazo dos Comunes(prefeituras) para fazer o processo até 2 anos, oque seria iniviável para muitos ítalo-brasileiros.

    Não sou especialista nisso mas como tenho direito a cidadania ja li bastante sobre, um abraço de Braunschweig, Alemanha e como voce pediu para dizer oque pessoas que moram fora fazem no exterior, eu no caso trabalho com programação.

  • que maravilha escutar manifestações da nossa Rondônia, faz tempo que vinha pensando em fazer o mesmo e convocar os ouvintes daqui. Um abraço para Porto Velho!

  • Finalmente pediram para os ouvintes de Rondônia se manifestarem, adoro o programa. Abraços.

  • Lembro que na greve dos caminhoneiros houve muita reclamação sobre ter que abastecer o caminhão com “água” e isso deixava o frete mais caro, na verdade a “água” é uma mistura de “água e ureia” que aumenta o custo das viagens e serve para o motor poluir menos.
    Gostaria de pedir uma dica de livro de história da Europa, um livro de leitura fácil de preferencia.

    Obrigado

    • E parabéns pelos resultados positivos na pesquisa sobre podcasts, eu pessoalmente fiquei bem surpreendido, pois quando indico um programa tão longo normalmente ngm fica animado =(

  • Qual a influência da irmandade muçulmana na Arábia Saudita? Lá é terrorista tbm? Qual a relação entre eles e os wahabitas ligados ao MBS?

  • Queria o link da história distópica, se alguém tiver

  • Alexandro Klosowski

    Nos ministérios já temos juiz, militar, astronauta e pastor… Se chamar mais um ator pornô, vai ser praticamente uma versão brazuca do Village People. E um abraço para o Merval Pereira

  • Filipe, parece que o FHC tbm começou viagens internacionais pelo Chile ( na Wikipédia parece Uruguai, mas né?).

    https://www.bbc.com/portuguese/brasil-46092156

  • Filipe e Matias,
    Mais um ótimo ep, desde que comecei a escutar não perco nem um segundo do podcast. Acredito fortemente que o comex vis é feito criado e alimentado pelo SERPRO ( Serviço federal de processamento de dados), empresa a qual trabalho a 10 ótimos anos. Nós criamos e fornecemos toda a parte de sistemas e infraestrutura para RFB, Min. da Fazenda, PGFN entre outros órgãos.
    Sucesso!

  • Parabéns pelo programa!
    Sou engenheiro de materiais e me encontro na altas montanhas da Mantiqueira, o polímero de “etileno” (polietileno) na verdade é produzido pela polimerização do etileno, é produzido em larga escala no Brasil e industrialmente fácil de ser produzido, sendo plástico muito comun. Ele se divide em polietileno de alta densidade que possui alta força de ligação Química usado em cabos de panela, tubulações, tanques de água etc. Já o polímero de baixa densidade é usado para sacolas e embalagens em geral, em alguns casos pode ser usado como Mangueiras flexíveis. Se possível dar uma força pra nossa pequena produção artesanal de cachaça do tipo reserva especial que tá pra sair em janeiro o nome é cachaça crocodilia. Obrigado ! Grande abraço

  • Anauã Carmo Vilhena

    Eu ainda estou chocada que ano passado vocês não mencionaram nas efemérides os 60 anos da ida ao espaço da melhor astronauta que esse planeta já teve: Laika.
    Acho que vocês podiam fazer uma menção honrosa a essa heroína!

  • Olá, só gostaria que vocês passassem o recado ao meu amigo também ouvinte Anthonyo, para que ouça os Fronteiras sobre Israel e Palestina

  • Um salve daqui de Porto Velho Rondônia!
    Parabéns pelo incrível trabalho de vocês Filipe e Matias!

    Uma curiosidade daqui é o nome carinhoso da torcida do Sport Club Genus, Genocídio.

  • AQUILA BARROS NOGUEIRA

    Salve Filipe e Matias.

    Sigo firme e forte acompanhando o programa e também o Fronteiras Invisíveis, sendo que hoje já ouço primeiro o Xadrez Verbal do que o NerdCast, onde reencontrei o Filipe e acabei procurando esse podcast ilustre.

    Fiquei feliz que, mesmo eu não conseguindo que vocês mandassem um abraço pra o Denis Mello, do Teocrasília, acabaram mandando por causa dele mesmo. Espero que curtam a HQ, eu até conversei com eles várias vezes durante o processo de criação da obra.

    Sobre o futuro ministro da casa civil, o chuveiro, quem fez o comentário sobre o nome dele foi o não tão saudoso Renan Calheiros. Sempre um fanfarrão.

    Sobre essa confusão toda do Trump, eu achei interessante pensar em duas ligações.
    Primeiro, ele está pensando seriamente em com uma canetada mudar tanta coisa em relação à cidadania de quem nasce no país… Não consegui evitar a comparação com o presidente do Sri Lanka, fazendo o que quer… Realmente não parece tão democrático.
    Por outro lado, acho interessante ele querer definir quem é americano por uma questão do sangue que corre nas veias dos antepassados das pessoas… Eu lembro de um bigodudo brigão que resolveu definir o valor das pessoas pelo sangue que elas tinham nas veias. Depois ele acha ruim os judeus quererem distância dele. Por que será?

    Falaram sobre o Egito ameaçar o Brasil por causa da embaixada em Jerusalém. Pelo visto isso realmente aconteceu, vamos ver aonde isso vai dar.

    Abraços e boa sorte pra nós todos com os Trumps pelo mundo.

  • Caros Felipe e Matias. Long time listener, first time caller.

    Primeiramente, gostaria de parabenizar-los por um podcast de qualidade excepcional! Continuem o ótimo trabalho de vocês.

    Meu nome é Felipe, moro em Perth, na Western Austrália há 12 anos. Conforme solicitado no último programa, eu trabalho em uma agência do governo federal aqui na Austrália e já trabalhei na área de cidadania (naturalização de cidadãos estrangeiros).

    Em relação ao plano do Donald Trump de eliminar o direito de cidadania Americana com base em jus solis, acredito que um sistema mais apropriado para o século 21 seja um como o australiano de jus solis com restrições, onde uma pessoa nascida em solo australiano adquire a cidadania australiana somente se pelo menos um dos pais for cidadão australiano ou residente permanente (basicamente uma pessoa regularizada) no momento do nascimento da criança.

    Esse sistema também é implementado na Nova Zelândia, Reino Unido, e mais próximo ao Brasil, a Colômbia, entre outros. O sistema aparenta funcionar bem nesses países.

    Gostaria também de pedir um grande salve aos meus pais, Wlademir e Karla, que moram aqui também e são ávidos ouvintes do programa, e na verdade foi meu pai quem me apresentou o podcast.

    Um grande abraço!

  • Só gostaria de deixar registrado que o show da WWE na Arabia Saudita foi um show PÉSSIMO, na qual a melhor luta foi entre os veteranos Triple H e Shawn Michaels vs Undertaker e Kane, sendo o mais novo o Triple H com 49 anos. Um show completamente chato e com lutas nada empolgantes. Pra tu ver o baixo nível, no evento teve uma especie de torneio, e na final um dos lutadores “se machucou”, e ai o filho do dono da WWE substituiu o lutador E GANHOU!!! Parabéns aos envolvidos

  • Bom dia, Se possivel mande um abraço para meu filho Rafael Andrade Oliveira, que adora os seus podcasts e ouve todos na sala da casa através do Chrome Cast,
    Dad Fábio William.

  • Prezados Felipe e Matias
    Parabéns pelo podcast, artigo de primeira necessidade em tempos tão raivosos.
    Como uso o Podcast para marcar o tempo de pedalada, o desta semana serviu pra dois dias de pedaladas!!!
    Duas Coisas:

    Sobre Israel e os fertilizantes : na década de 80, ocorreu um caso de corrupção no governo Figueiredo envolvendo compra de fertilizantes Israelenses, o caso “BNCC/Centralsul”, existe um livro-reportagem sobre esse assunto, do Jornalista Francisco Oliveira.

    Segundo, Queria deixar uma sugestão de material para consulta: quando os senhores forem falar da Argentina, recomendo fortemente a série Ver La história , da Television Publica Argentina, Um Achado! são treze capítulos de uma hora! cosamaslinda!

    Um abraço ,
    Venceremos

  • Saudações ao senhor Pinto e ao senhor Figueiredo, ouvindo o programa e principalmente quando estavam discutindo sobre as possíveis mudança da politica externa no governo de Bolsonaro, vocês chegaram a comentar o boato noticiado, de uma possível (mas não tão provável assim) intervenção armada de Colômbia e Brasil na ditadura de Maduro na Venezuela, nessa hora o Felipe comentou que tal medida por parte de ambos os governos é pouco razoável, pois países como China e Russia teriam certos interesses em comum com o atual governo de Caracas, vocês poderiam por favor citar alguns desses interesses, sobre tudo da Russia.

    Abraços, fiquem bem.

  • Doeu ouvir quem foi o peão promovido essa semana…

  • Fui a um seminário sobre memória, democracia e resistência no Instituto de Estudos Avançados da USP hoje e, chegando lá, descobri que ele tinha sido marcado nessa data em memória aos 80 anos da Noite dos Cristais. Não sou da História e não teria me lembrado da data naturalmente – me senti super contemplada pelo podcast da última sexta que abordou esse evento nas Efemérides (e que acabou me ajudando a não me sentir uma completa outsider no evento haha). Confesso que demorei a me habituar ao podcast (tô acostumada com outros mais curtinhos e acabo dividindo o xadrez verbal entre várias viagens de metrô durante a semana, e também tenho dificuldades com as referências futebolísticas – sempre boio) mas agora estou super apegada! Abraços 🙂

  • Igor Coura de Mendonça

    Comentando um mero preciosismo quase infantil, mas acho que vale pela curiosidade:

    Filipe disse que assim como aconteceu na eleição nacional, Bolsonaro venceu na maioria das cidades do exterior. Só que quem venceu “na MAIORIA das cidades” do Brasil foi o Haddad!

    https://noticias.uol.com.br/politica/eleicoes/2018/noticias/2018/10/29/mesmo-derrotado-haddad-venceu-na-maioria-das-cidades-do-pais.htm

    Forte abraço!

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