Fronteiras Invisíveis do Futebol #39 – Suíça

Depois de um breve hiato, o podcast Fronteiras Invisíveis do Futebol retorna, trazendo tudo o que você queria saber sobre a História a política da Suíça mas não tinha como perguntar! Nos 170 anos da Guerra de Sonderbund, que formou a Suíça contemporânea, voltamos ao tempo de Asterix entre os Helvéticos, a tribo celta que habitava a região e foi liderada por Orgetorix. Passamos também pela Idade Média, a chegada do Protestantismo e as guerras religiosas, que formam a Guarda Suíça do Papa.

Vimos a chegada do futebol no país, que reflete bem a variedade cultural suíça, com times das comunidades germânicas, francesas, italianas. O futebol também mostra a chegada de novas comunidades no país, especialmente kosovares, em tempos recentes. Com a bandeira da neutralidade, vemos a História recente da Suíça, a polêmica do sistema bancário e como funciona a política atual, em um país que adora relógios, chocolates e, principalmente, referendos!

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Referências no programa

Filme O Milagre de Berna

Obra A gênese de Nova Friburgo, de Martin Nicoulin

Música The drug is football, do Vanilla Muffins

Ouça o podcast aqui ou baixe o programa.

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, confira o restante da programação aqui.


assinaturaFilipe Figueiredo, é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.


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6 Comentários

  • Bem legal o programa.

    Sempre ouvi falar da fama de soldados implacáveis do suíços, mas não sabia de onde vinha, legal saber

    Pra contribuir deixo um link sobre a capacidade militar deles

    https://www.forte.jor.br/2009/08/09/exercito-suico-um-pouco-diferente/

  • Acabo de ouvir o programa é vou deixar algumas observações, ok? Se quiser um pouco de romance, postei lá no face sobre esse programa.
    _ especula-se que o nome do Grasshoppers tenha vindo por causa dos primeiros jogadores da equipe serem muito enérgicos e nunca pararem de correr, além disso, o cerco que faziam as balizas dos adversários granjeou-lhes a alcunha: gafanhotos.
    _ Joan Gamper, chegou a ser também capitão do FC Basel.
    _ Além dos brasileiros citados, jogou aqui também recentemente o André Santos no FC Wil da segunda divisão suíça e que atuou pelo Corinthians e o recem falecido Mário Sergio, que jogou pelo AC Bellinzona. E no Transfermarkt do Kleber, diz que ele jogou só pelas qualificações da Champions pelo Basel
    _ Se há de Liechtenstein outro time participante na Suíça, não atua pelas categorias profissionais. No profissional só o recem rebaixado a segunda divisão, FC Vaduz, claro, de Liechtenstein joga na Suíça.
    _ Pra compreender melhor a ligação da Suíça com a cruz vermelha, na verdade seu fundador foi suíço (me perdei por não lembrar seu nome, meu caro). Tendo a entidade ganhado se não me engano, os dois primeiros Nobeis e depois vários outros.
    _ O ouro da qual a Suíça comprou, conforme diz o Livro do suíço Jean Ziegler (A Suíça, o ouro e os mortos) que por sinal é fantástico, na verdade não foram comprados de forma anônima. Os bancos suíços pediam que os ouros viessem com a alcunha e com os devidos registros do banco do Reich, para assim, alegar que havia procedência, maaaas, nem tudo que reluz é ouro e nem tudo que é derretivel é procedente, fiquem aí com as conclusões.
    Curiosidades:
    _ é um pouco comum a conversa de contestar o números de religiosos aqui (Suíça). Pois, ao declarar alguma religião no imposto, uma taxa é cobrada a mais por isso.
    _ sobre um torneio, algo com o nome dos Alpes aí. Esse ano teve um e pelo o que vocês disseram é uma outra roupagem. Mais com times de fora. Nessa edição participaram. Sporting PT, AC Monaco, Fenerbahçe, Sion, Olympique Marseille e acho que outros também.

    No post do Face eu falei da fronteira de Liechtenstein com a Suíça.

    Obrigado, meninos, pelo programa. Acabou a louça e eu fiquei parecendo um arcaico na frente do rádio ouvindo-os. Citou o chocolate Lindt, fiquei cogitando de mandar alguns pra vocês. Dependendo do apelo, quem sabe.

    Mathias, vá ao Morumbi domingo, hein.
    FEEElipiiiii, sem chances de jogarem com o Madrid, que é Real, já que não ganharam do Barcelona Fake.

    Mais uma vez, obrigado. Muito enriquecedor. Ouvir 6x não bastará.

  • Adorei o podcast !
    Sempre ouço o programa e adoro a maneira que vocês abordam os temas, além de unir duas das minhas grandes paixões, o futebol e a história.
    Muito obrigado por disponibilizar esse conteúdo, tanto o xadrez verbal quanto o Fronteiras invisíveis do futebol. Vocês foram os responsáveis por me fazerem cair de cabeça no mundo dos podcast, principalmente os da Central 3.

  • Muito bom o programa, venho dizer que o fluminense já teve um jogador suíço, o goleiro Ricardo Berna hahahahahahahahahaha. Além do que a seleção Suíça tem um jogador que é filho de brasileira Léo Lacroix que torce pro time que da sentido a cidade do Rio de Janeiro, o Flamengo, sem clubismo é claro.

  • Mais um ótimo programa!
    Quando vocês tentaram lembrar de atletas suíços sem ser jogadores de futebol ou Roger Federer, acabaram esquecendo de outro grande tenista em atividade, além da já citada Martina Hingis: Stan Wawrinka, campeão de 3 dos 4 Grand Slams, ele não venceu Wimbledon, medalhista de ouro em Pequim, além de ter vencido diversos outros torneios do circuito da ATP.

  • Muito bom o programa! Só fiquei confuso quando foi dito que pra chegar na Rússia saindo da Alemanha tem que passar pela Suíça. Mas a Suíça fica ao sul da Alemanha! Da Alemanha pra Rússia passa pela Polônia…

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