Xadrez Verbal Podcast #299 – Ignácio Ibáñez e cúpulas do G7 e da OTAN

Recebemos o embaixador da União Europeia no Brasil, o senhor Ignácio Ibáñez, para uma entrevista exclusiva sobre a UE, as relações com o Brasil e a guerra na Ucrânia. Também passamos pelas cúpulas do G7 e da OTAN, realizadas na Europa essa semana, assim como as últimas notícias da guerra. Damos uma volta pelo Pacífico, com o fim dos protestos no Equador. Além disso tudo, giramos pelo mundo, a semana na História, Economia com a professora Vivian Almeida, peões da semana e dicas culturais abrindo mais um programa da sua revista de política internacional em formato podcastal!

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Filme Flags of our fathers (A conquista da honra)

Filme Cartas de Iwo Jima

Série The Offer

Livro Os Onze: o STF, seus bastidores e suas crises, de Felipe Recondo e Luiz Weber

Exposição Amazônia, de Sebastião Salgado

Matéria Australia honey bees put in lockdown due to deadly varroa parasite, por Tiffanie Turnbull

Matéria What happened when Israel sent its refugees to Rwanda, por Daisy Walsh

Música de encerramento Toda Menina Baiana, com Gilberto Gil

Playlist das músicas de encerramento do Xadrez Verbal no Spotify

Canal do Xadrez Verbal no Telegram

Minutagem dos blocos, cortesia dos financiadores do Xadrez Verbal

  • 00:02:30 – Giro de Notícias #01
  • 00:21:40 – Coluna Aberta: entrevista com Ignácio Ibanez
  • 01:17:10 – Efemérides: A Semana na História
  • 01:32:35 – Match: Bacia do Pacífico
  • 01:58:30 – Xeque: Cúpulas do G7 e da OTAN
  • 03:32:10 – Gambito da Dama: suspensão do direito constitucional ao aborto nos EUA
  • 03:44:10 – Giro de Notícias #02
  • 03:57:30 – Peões da Semana
  • 03:58:30 – Sétimo Selo
  • 04:09:40 – Música de Encerramento

Ouça o podcast aqui ou baixe o programa (clique com o botão direito do mouse e use a opção “Salvar como” para baixar)

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, que está no Apoia-se

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
Como sempre, comentários são bem vindos. Leitor, não esqueça de visitar o canal do XadrezVerbal no Youtube e se inscrever.

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26 Comentários

  • Maria Carolina Torres

    Sai Brasil, entra Argentina: ficam os RICAs.
    Faz até mais sentido.

  • Fabricio Avellar Werneck

    Bom Dia Boa Tarde Boa Noite
    Fabricio aqui direto de Sydney… anda chovendo aqui em New South Wales (e na Austrália em geral) como não chovia desde 1904.

    Parabéns novamente ao trabalho que vocês realizam. 4+ horas de programa, excelente! Tempo considerável adequado. rs

    Ainda degustando o programa mas já preciso comentar… o embaixador realmente falou que o México fica na “subcontinente da América do Sul”?!?!?! (aos 31min e 25seg)

    Grande abraço.

  • Jaime Fassin Junior, biologo de Londres

    Grandes Filipe e Matias. Excelente programa como sempre. Adorei o fim dos drops e a volta dos programas regulares hehe. Sobre o descongelamento do bebe mamute e alguma possível bacteria. Tem uma série da sky, aqui no UK que chama “fortitude”, que fala exatamente sobre isso, porém em Svalbard. Gostaria de saber se voltaram as visitas ao estúdio durante as gravações. Estarei no Brasil agora fim de Julho, começo de Agosto e queria saber se é possível. Grande abc

  • Semana que vem se não trouxerem nas notícias da semana o maior jogo em meses eu vou ficar decepcionado. Hoje é clássico em Belém! Aqui é Papão, obviamente vamos ganhar do acessório de canoa. Espero não queimar a língua, começa daqui a pouco mais de uma hora.

  • Grato por mais um programa de 4 horas. Deu pra lavar um bocado de louça e ainda terminei de ouvir o podcast no sábado mesmo. Parabéns pelo 300º programa que está chegando. Divulgo sempre no “twitter do B” (também conhecido como mastodon. Não a banda, e sim a rede social)
    Abraços e aguardando a próxima centena de programas

  • Vcs falaram algo sobre uma fundação pra quem tem interesse de estudar na Alemanha, como soletra o nome?

  • Diogo Maia de Carvalho

    Olá pra todo mundo.

    Fui pro trabalho e voltei pra casa ouvindo Xadrez Verbal dessa vez. Aliás, vocês poderiam mandar um salve, por favor, pra todo mundo que escuta o podcast e trabalha lá no Hospital das Clínicas da UFMG?

    Abraços de BH.

  • Alexanndre Lennon

    Oi, gente, queria só contribuir com o debate da questão da segurança jurídica que foi levantada pelo Filipe, sobre a mudança de posicionamento da Suprema Corte dos EUA.

    No direito, acaba tendo um debate sobre as estruturas que dão origem a situações como essa e sempre há quem faça comparações entre os sistemas jurídicos do Brasil e dos EUA, argumentando que um seria melhor que o outro – e os posicionamentos pendendo mais para os EUA por puro viralatismo. Nessa comparação, há quem diga que o sistema estadunidense, chamado de “Common Law” ou de Sistema de Precedentes (baseado em decisões judiciais, que teriam força de lei), seria “melhor” porque se adaptaria/modernizaria mais facilmente às mudanças da sociedade, colocando o sistema utilizado no Brasil, chamado de Sistema Romano-Germânico ou Civil Law (baseado em códigos e leis), como mais engessado ou moroso nas transformações.

    Fato é que cada sistema se amolda à sua própria forma ao desenvolvimento das suas próprias sociedades e não há um modelo perfeito. A segurança jurídica pode ser alcançada de formas diferentes nos dois sistemas.

    Agora, o ponto com a alteração do entendimento da Suprema Corte também pode ser analisado pela própria postura institucional da Corte, já que, na decisão de 2022, os juízes declararam que a interpretação do caso Roe vs. Wade sobre a 14a emenda estava errada e distante do que dizia o texto constitucional.

    Uma afirmação como essa deslegitima os posicionamentos da própria Corte enquanto instituição. Como seria a rediscussão de todos os casos em que a decisão “errada” foi utilizada? Haveria rediscussão? Não entrando muito no mérito do juridiquês aqui, mas erro em manifestação de vontade ou interpretação de norma tem, como consequência, a anulabilidade da manifestação ou da interpretação. Seriam, então, todas as decisões fundamentadas no “erro”, passíveis de rediscussão?

    Se ainda tivesse tido algum tipo de discussão sobre “mutação constitucional”, que trata da mudança de interpretação da sociedade sobre determinado dispositivo legal ao longo do tempo, até se poderia ter uma segurança a mais, com relação ao marco considerado para a aplicação da interpretação “errada” ou não. Porém, da forma como ficou, tudo parece passível de rediscussão e, eventualmente, de criminalização e condenação de mulheres e de profissionais da saúde que, amparados pelo posicionamento da Corte, agiram de forma legítima com relação a uma gestação.

    Enfim, a Suprema Corte se diminuiu muito e perdeu muito a sua credibilidade, conduzindo a questão dessa forma, porque, numa canetada, reduziu uma questão complexa a um erro de interpretação, sem nem se preocupar com as consequências de reconhecer a discordância como um erro.

    O interessante é que discussões sobre insegurança jurídica costumam acontecer nos EUA, com relação à países em desenvolvimento, especialmente os latino-americanos. E o debate é sempre feito com certa arrogância, como se essas nações mais “jovens” não tivessem maturidade pra lidar com um complexo sistema institucional. Parece que o jogo virou, não é mesmo?

  • João Pedro B. Ishida

    Alguém sabe me explicar o que é cada bloco?

    Tipo o que o Giro de Notícias trata?
    Efemérides é os eventos.
    Coluna aberta é algum tema, ou entrevista, análise mais aprofundada sobre o tema?
    Match é os eventos “mais importantes” de reuniões multi-laterais?
    Gambito é sempre uma análise da economista sobre questões em alta.

    Porque eu fico perdido, agradeço a atenção.

  • Bom crepúsculo, meus caros! Como de costume, um excelente programa.

    Semana passada vocês me fizeram companhia nos 1000km do caminho de ida e volta entre Ottawa e Kitchener, onde meu filho fez questão de ouvir vários episódios do “Fronteiras”

    Nesta semana foram comigo até o centro da capital no breve trajeto de 1h de bicicleta até o parlamento, para as celebrações do Canada Day. Portanto, sintam-se celebrando o ato constitucional de 1982 comigo

    Sobre a história do bebê mamute, Filipe acabou comentando o mesmo fato que eu comentei no nosso último programa, o degelo acelerado do permafrost causado pelo aquecimento fica global e a possibilidade de bactérias ou vírus há muito desaparecidos voltarem e causarem um estrago sem proporções ou até coisas piores, como naquele documentário “O Enigma do Outro Mundo” onde uma criatura alienígena transmorfa causa altas confusões

    Brincadeiras a parte, um grande abraço e parabéns pelo sempre excelente trabalho

    Masaru Hoshi (P.E. Também manda abraços)

    • P.S.: Minha esposa me chamou de senil porque eu não sei mais o que eu to fazendo. E ela tá certa. No dia do Canadá o programa não tinha saído ainda. Ouvimos vocês num passeio de bike no sábado. Então, podem cancelar o fato que estiveram no parlamento comigo. Vocês foram passear num parque (sem ursos)

  • Esse nome que deram ao Flags of Our Fathers no Brasil é horrível, o tanto que me perguntaram se eu estava bem e se era livro de autoajuda…
    Sr. Filipe, por falha minha meu nome ficou com L minúsculo kkkkkkkkk, e é (o)

  • Alguém de São Paulo

    Olá eu sou alguém do vale, e isso de “ucranizar” o Borscht me lembro de uma coisa aqui.

    Em uma cidade (não quero falar para não prejudicar minha fonte a perder a cidanania ) uma senhora começou faz umas décadas falar que um “arroz vermelho com suã” era um prato típico dessa cidade pequena de São Paulo, mas pelo que já ouvi e alguns textos que li, na verdade, ela teria vindo de Minas Gerais e que seria uma mentira a questão de ser um prato típico desse municipio do estado de São Paulo, tem festival e coisas envolvendo também isso.

    Obrigado pelo episódio, e bom ter tomado tempo para se recuperar e não forçar as coisa doente!

  • Queridos amigos, Matias e Filipe.

    Sinto um certo ressentimento do Matias com meu querido clube de Regatas Vasco da Gama. Seja no Xadrez Verbal ou no Fronteiras Invisíveis do Futebol, Matias sempre solta alguma piadinha contra o nobre clube de São Cristóvão. Seria por causa do famoso 7×1 de 2001 sofrido pelo amado SP dele?

    Mandem um salve para os membros do grupo Poker Balalaika, em que a comunidade vascaína é muito presente e são assíduos ouvintes do programa.

    *PS: eu não era nascido no saudoso bicampeonato do Vasco conquistado no Morumbi conta o SP.

    Abraços e sucesso !

  • Sobre o incidente roswell, o livro último suspiro de Cezar, fala sobre ele, e diz que não foi nem um balão meteorológico, nem disco voador, mas um balão espião, tentando detectar testes nucleares soviéticos. E era um projeto tão secreto que até às equipes da força aérea que encontraram os destroços não sabiam dele.

  • Sobre as cidades de nomes incomuns, temos em SC as três cidades que dão significado à pujança da região: Turvo, Ermo e Sombrio. Todas ficam no extremo sul catarinense.

  • Mais uma vez um excelente programa !! Sei que ainda não tem data marcada para o próximo Fronteiras mas quando decidirem fazer o episódio sobre o Rio não deixem de mencionar Penedo , a pequena cidade do Vale do Paraíba fluminense é a única colônia finlandesa da América Latina e ainda preserva diversas iguarias e atrativos culturais do país nórdico . Recomendo muito a vocês visitarem a cidade , cidade mais aconchegante não existe .

  • Caraleo nessa música de encerramento…pqp! Mandou bem demais o Matias!!
    Em pensar que o máximo que o atual ministro (quem nem é ministro) da cultura fez foi dar xilique por não querer mijar no mesmo lugar que outros mortais.

  • Em primeiro lugar, parabens, pois o embaixador da união europeia falou da Ucrânia e Rússia e muitas coisas estavam em consonância com as análises de vocês (entrada da ucrania na OTAN)! Como sempre, um trabalho de confiança!

    Em segundo, estou indo para a Austrália com minha esposa Duda no ano que vem, no dia 20 de março! e recentemente escutei o fronteiras sobre a austrália. Pois saibam que eu estarei lá quando der o prazo de 5 anos que o Filipi estimou para a Autralia se tornar república e para a Elisabeth bater as botas!! estarei fiscalizando, e é claro, se você acertar nessa loteria, estaremos lá formando a sucursal do Xadrez Verbal em Perth ajudando com relatos na cobertura!
    Peço um abraço à Duda e aos futuros companheiros brasileiros que encontraremos na Australia em 2023.
    Lula 2022!

    Abraços meus vocês, Matias e Filipi

  • Salve! (só considerem essa mensagem depois que terminarem o episódio 300) passando pra dar os parabéns pelos 300 episódios. Aproveito pra pedir um salve pro meu irmão Joaquim, que é fã do Xadrez Verbal, ou, nas palavras dele, “podcast infinito”. Queria saber onde posso ouvir em algum cantinho da internet o Matias falando de anarquia…

  • Semana maluca no Japão.
    Ontem perderam também o mangaka famoso Kazuki Takahashi.

  • Pessoal, aproveitando os 20 anos do penta e do falecimento recente do Vangelis que vocês mencionaram recentemente, lembro aqui que o tema principal da Copa de 2002 era uma música do compositor grego! Um abraço direto de Ipirá/Ba e muito obrigado pelo trabalho incrível de vocês!!!

  • Parabéns antecipado pelo programa de número 300! Número espartano.
    Gostaria de que comentassem um pouco mais dos desdobramentos do caso Ben & Jerry’s

  • muito interessante a conversa com o embaixador, mas talvez faltou um contra ponto. o embaixador diz que todos os países devem ser livres mas a UE critica os países que buscam aproximação com a china, também disse que a OTAN é uma organização de defesa, mas isso é simplesmente falso como o caso da Iugoslávia e da Líbia.

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