Xadrez Verbal Podcast #280 – Giro pelo Pacífico, pela Europa e Atila #50

No segundo programa de 2022, passamos pelos últimos desdobramentos na bacia do Pacífico, como o vazamento de petróleo no Peru e a posse presidencial em Honduras. Damos uma volta pela Europa e pelo espaço pós-soviético, com eleição em Portugal e atualização sobre a Ucrânia. No noticiário da pandemia com Atila Iamarino falamos de recordes de casos e variantes. Além disso tudo, giramos pelo mundo, a semana na História, peões da semana e dicas culturais abrindo mais um ano da sua revista de política internacional em formato podcastal!

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Graphic novel Maus, de Art Spiegelman

HQ O pesadelo de Obi, de Chino, Ramón Esono Ebalé e Tenso Tenso

HQ A guerra no deserto, de Enrique Breccia

Livro Víctor: uma canção inacabada, de Joan Jara

Livro Independência do Brasil, de João Paulo Pimenta

Live do Podcast Ponta de Lança – Destaques das oitavas de final da Copa Africana de Nações (com Matias Pinto)

Matéria OCDE aprova convite para Brasil começar a negociar entrada na entidade, por Ricardo Della Colleta

Matéria Entrar na OCDE não vai trazer grandes benefícios ao Brasil, diz Celso Amorim, por Patrícia Campos Mello

Repertório #01 – Celso Amorim

Matéria Voo com deportados dos EUA chega ao Brasil com número inédito de 90 menores, por Raquel Lopes e Marcelo Rocha

Xadrez Verbal #272 – Coluna Aberta: Velho Continente

Fronteiras Invisíveis do Futebol #2 – Irlanda

Conversas Paralelas #16 – Da Cosa Nostra ao PCC, organizações criminosas, com Matias Pinto

Fronteiras Invisíveis do Futebol #55 – Sérvia

Matéria Covid: hospital dos EUA nega transplante de coração a paciente não vacinado

Matéria Chile tenta acelerar busca de bebês sequestrados e vendidos na ditadura, por Sylvia Colombo

Repertório #2.01 – Sylvia Colombo

Nerdologia História – A civilização Maia

Música de encerramento 1982, com Kob82

Playlist das músicas de encerramento do Xadrez Verbal no Spotify

Canal do Xadrez Verbal no Telegram

Minutagem dos blocos, cortesia dos financiadores do Xadrez Verbal

  • 00:01:50 – Giro de notícias #01
  • 00:22:15 – Coluna Aberta: Velho Continente
  • 01:23:40 – Efemérides: A Semana na História
  • 01:28:35 – Match: Especial Coronavírus, com Atila Iamarino
  • 02:22:40 – Xeque: Bacia do Pacífico
  • 02:54:50 – Giro de Notícias #02
  • 03:08:20 – Peões da Semana
  • 03:10:10 – Sétimo Selo
  • 03:18:30 – Música de Encerramento

Ouça o podcast aqui ou baixe o programa (clique com o botão direito do mouse e use a opção “Salvar como” para baixar)

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, que está no Apoia-se

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
Como sempre, comentários são bem vindos. Leitor, não esqueça de visitar o canal do XadrezVerbal no Youtube e se inscrever.

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14 Comentários

  • Diogo Maia de Carvalho

    Bom dia, boa tarde, boa noite pra todo mundo.

    Parabéns por mais uma edição do XV. Aproveitando novamente um tema tratado no podcast, deixo aqui minha sugestão para quem quer saber mais sobre o holocausto, só que a dica não é para qualquer um, pois é de embrulhar o estômago: o documentário Noite e Neblina, do Alain Resnais, que é manjado, mas continua sendo a principal obra cinematográfica a tratar sobre o assunto que eu já vi até hoje.

    Abraços de BH.

  • Cumprimentos desde Portugal. Antes de tudo muito obrigado pelo vosso trabalho, do qual sou ouvinte assíduo desde que o descobri, no início da pandemia.

    Permitam-me o atrevimento de deixar uns pequenos apontamentos de aprofundamento acerca da situação política em Portugal:

    – Não existiu uma tentativa de validação do governo minoritário após o chumbo do orçamento, o governo sempre foi minoritário só do Partido Socialista, sem acordo com os restantes partidos, sendo os orçamentos negociados anualmente (o Bloco de Esquerda até já tinha votado contra o orçamento para 2021). A única votação existente foi a do orçamento, cuja reprovação o Presidente tinha avisado antes que levaria à dissolução do Parlamento. A dissolução só ocorreu formalmente no início de Dezembro por razões de calendário, já que as eleições têm de ocorrer nos 60 dias seguintes à dissolução e o Presidente não quis marcar as eleições para a época das festas de Natal e Ano Novo (com algumas vozes discordantes, principalmente da esquerda, que o acusaram de benefício ao PSD, que assim teve tempo de fazer eleições internas).

    – É discutível que o PS tenha forçado eleições para obter maioria absoluta, o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista dizem isso, o PS diz que foram aqueles que não foram razoáveis nas exigências – no final, sendo por uma razão ou outra (ou ambas), tudo aponta para que tenha sido uma má decisão de todas as partes, já que de acordo com as sondagens todos eles perderão deputados.

    – Quanto à possibilidade de novas eleições, o cenário mais provável no caso de o partido vencedor não conseguir formar maioria com outros partidos mais pequenos é o de bloco central, em que o outro grande partido viabiliza o vencedor, previsivelmente deixando passar 2 orçamentos – para 2022 e para 2023 – havendo novas eleições apenas em final de 2023 ou início de 2024. Esta é a solução mais tradicional e além disso a Constituição impede a dissolução do Parlamento nos 6 meses seguintes à sua eleição e é necessário um orçamento o quanto antes.

    Um abraço e obrigado!

  • Fui tapeado pelo Filipe! enquanto ouvia essa edição (corrido sem parar como de costume), fui pro youtube buscar o nerdologia sobre os Maias e ainda não havia sido lançado, agora já sei qual vai ser e vou ficar com a ansiedade me comendo a cabeça até ver isso. Um beijo em todos.
    Ps: Estou quase terminando minha maratona do Fronteiras Invisíveis e sinto que vou entrar em abstinência dele… espero que esse programa retome o quanto antes!

  • João Vinícius Morais

    Olá, bom dia, boa tarde e boa noite a todos. Primeiramente, gostaria de dizer que é uma honra escrever para vcs, Mathias e Filipe, admiro muiiito o trabalho de vocês; em segundo lugar, gostaria de dizer que conheci o trabalho de vocês no nerdologia de história, de lá fui instigado a conhecer mais o xadrez verbal, e como podem perceber, adorei logo de cara. Sempre fui apaixonado por história e política, mas nunca pensei em me aprofundar muito em tais assuntos, até o momento que comecei a escutar o podcast de vocês e assistir os seus vídeos no YouTube (que de tempos para cá, anda bem parado kkkk), de lá para cá, me apaixonei ainda mais por história e, o mais importante, consegui ler e entender mais sobre ela. Hoje, além de escutar sempre o podcast, frequento fóruns e canais americanos de história e política, para compreender mais o nosso mundo, e em especial, política yankee (que sou muito interessado). Enfim, para não ficar uma mensagem gigante, gostaria de agradecer imensamente o trabalho sensacional, quiçá olímpico, realizado por vocês. Abraços e muito obrigado. Ps: Mandem um salve para o meu grande amigo Mendel, que é viciado no trabalho de vocês.

  • Carlos Alexandre R. SantAnna

    De acordo com o tratado de montego bay que trata do direito do mar, aeronaves estrangeiras militares e mesmo civis não pode entrar no espaço aéreo sem a devida permissão. Ainda que nenhum dos dois paises citados tenham assinado aquele tratado ( não tenho estudado o assunto mais recentemente). Os EUA deveriam informar a emergência militar. Outra coisa qualquer operação de resgaste em aguas territoriais ( 12 mn além da costa mais 12 mn da zona continua ) de qualquer pais com exceção dos EUA vai necessitar da permissão do estado costeiro.
    Uma coisa o Filipe tem as ordens de prisão assinadas pelo Ortega dos “possiveis candidatos?

  • – Faz Burkina?
    – Burkina Faso

  • Renata Oerle Kautzmann

    Mas o aplicativo é wechat ou weshat? (2:35)? Hehehehehehhe

    PS: Amo o trabalho de vocês, me ajudaram muito a passar pela parte mais punk da pandemia. Isso não foi uma crítica, eu só não podia deixar passar, ahhahahahahahha

  • Jaime Fassin Junior, biologo de Londres

    Grande Mathias, Filipe e Atila. Muito bom ouvir os tres juntos outra vez. So gostaria de parabeniza-los pelo programa excente dessa semana. Fazer limpeza na casa, sem ouvir voces nao eh igual.
    Continuem com esse excelente trabalho.

  • Vocês já ouviram falar de um lugar chamado Alto Engano? (com L mesmo). Lembrei disso por causa do trocadilho com o nome Alto Volta. Aqui em Santa Catarina existe um rio que desagua no Rio Uruguai logo a baixo da barragem da Hidrelétrica de Itá, divisa de SC com RS. Este Rio é chamado de Rio do Engano. Nasce em Irani onde há justamente esta comunidade chamada de Alto Engano. Não encontrei, entretanto, a razão de origem do nome do rio.

  • Salve Matias e Filipe, obrigado por mais um episódio!

    Alguns comentários curtos, se me permitem:

    1) Em tese, não existe ‘exclave’ na língua portuguesa. Eu sei que a língua é viva e estamos cheios de anglicismos. Mas os mais puristas dirão que o que há em português é ‘enclave’. Por exemplo, Nagorno-Karabakh é um enclave armênio no Azerbaijão e Nakhichevan é um enclave azeri na Armênia (não exclave).
    2) Em São Paulo, pelo menos nos colégios em que trabalhei e trabalho, o Maus é uma leitura a partir do 9º ano (antiga 8ª série), isto é, a faixa etária é de 14 anos.
    3) Sobre o Armen Sarkissian, presidente armênio que renunciou, ele de fato meteu o Temer na carta renúncia, mas também ele sabia que no dia seguinte do que aconteceu a renúncia um jornal armênio publicaria (e de fato publicou) uma reportagem denunciando o fato dele ter não só investimentos em um paraíso fiscal (São Cristóvão e Neves) como também ter a cidadania da nação bi-insular. Isso poderia ser encarado como inconstitucional pela Suprema Corte da Armênia e melar as pretensões do Armen Sarkissian à 3ª via (alternativa entre Nikol Pashinyan e os antigos oligarcas como Robert Kocharyan). O partido do Nikol anunciou a indicação de Vahagn Khachatryan para assumir o cargo. O nome precisa ser aprovado pela Assembleia Nacional.

    Forte abraço!

  • Olá Filipe e Matias!

    Só uma pequena correção: Humberto II não foi o rei que colocou Mussolini como primeiro ministro, e sim seu pai, Vítor Emanuel III. Ele foi coroado apenas em 1946, após a abdicação do pai, tendo o seu reinado durado oficialmente pouco mais de um mês.

    Saudações desde Pombal-PB.

  • Descobri hoje que o agora ex-presidente Armen Sarkassian fez um jogo de Gameboy nos anos 90: https://en.wikipedia.org/wiki/Wordtris

    Só queria compartilhar isso mesmo. Abraços desde Vancouver.

  • Guilherme Geraldino

    Caros verbo enxadristas,

    Seus comentários nos últimos programas sobre o conflito Rússia vs Ucrânia tem me rendido belas conversas. Estou parecendo um poço de sobriedade, mas é tudo mérito de vocês.

    Agradeçam ao Átila por minha mãe se convencer de que pode pegar ômicron duas vezes.

    E agradeçam ao Babel, que vocês recomendaram, por fazer um podcast tão brabo mesmo pra quem não cursa letras e afins.

    Abraço!

  • Bom dia Filipe e Matias! Sou Juliana da Argentina. Conheci o podcast graças ao Eloy, um amigo brasileiro. Fiquei com vontade de escutar vocês falando sobre o acordo entre o FMI e Argentina e o impacto na região. Além disso, fico curiosa quando se referem ao governo do meu país como “de esquerda”. Por que acham isso?
    É muito legal escutar notícias do mundo todo, mas com o Eloy gostaríamos de ouvir mais da América Latina.
    Grande abraço desde Buenos Aires!

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