Xadrez Verbal Podcast #276 – Europa, bacia do Pacífico e Atila #46

Dois grandes giros nesse programa! Primeiro pelo Velho Continente, com novos governos na Alemanha, Suécia e Romênia, além de crises na Ucrânia e no Canal da Mancha. Depois pelo Pacífico, com eleições no Chile e em Honduras, além de notícias desde o Peru até as ilhas Salomão. No noticiário da pandemia com Atila Iamarino falamos a nova variante Omnicron. Além disso tudo, giramos pelo mundo, a semana na História, Economia com a professora Vivian Almeida, peões da semana e dicas culturais fechando mais uma edição da sua revista de política internacional em formato podcastal!

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Filme Hitch, conselheiro amoroso

Livro Maracanã: quando a cidade era terreiro, de Luiz Antonio Simas

Repertório #2.16 – Celso Castro

Repertório #2.17 – Beatriz Falcão

Coluna na Gazeta do Povo As mensagens do espetacular cortejo de múmias no Egito

Coluna na Gazeta do Povo A democracia suíça e o passaporte sanitário

Coluna na Gazeta do Povo A desfaçatez sobre Sharbat Gula, a afegã de olhos verdes

Música de Encerramento E viva Mexico, com Grand Jojo

Playlist das músicas de encerramento do Xadrez Verbal no Spotify

Canal do Xadrez Verbal no Telegram

Minutagem dos blocos, cortesia dos financiadores do Xadrez Verbal

  • 00:04:40 – Giro de Notícias #01
  • 00:29:20 – Coluna Aberta: Velho Continente
  • 01:29:25 – Efemérides: A Quinzena na História
  • 01:34:25 – Match: Especial Coronavírus, com Atila Iamarino
  • 02:59:55 – Giro de Notícias #02
  • 03:09:50 – Xeque: Bacia do Pacífico
  • 04:10:55 – Gambito da Dama: economia internacional, Brasil e recessão
  • 04:23:25 – Giro de Notícias #03
  • 04:33:45 – Peões da Semana
  • 04:35:15 – Sétimo Selo
  • 04:26:35 – Música de encerramento

Ouça o podcast aqui ou baixe o programa (clique com o botão direito do mouse e use a opção “Salvar como” para baixar)

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, que está no Apoia-se

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
Como sempre, comentários são bem vindos. Leitor, não esqueça de visitar o canal do XadrezVerbal no Youtube e se inscrever.

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11 Comentários

  • Olá galera do Xadrez verbal.

    Só uma curiosidade: o coletivo de camelos é cáfila ou récua. São palavras que nunca usei na vida hahaha.

    Abraços.

  • Olá xadrez verbal odeio muito vocês, mas não vos tiro do ouvido

  • Diogo Maia de Carvalho

    Olá a todos. O Xadrez Verbal também foi o meu podcast mais ouvido em 2021, disparado. Sempre que tenho a oportunidade eu o recomendo para outras pessoas.

    Abraços de BH.

  • Muito bom o programa

  • Quando Matias e Filipe desejam boa prova do ENEM: 43 acertos de 45 possíveis em humanas; quando não desejam: 25 acertos de 45 possíveis em matemática. Não, isso não tem nada a ver com minha falta de conhecimentos matemáticos hahahaha.
    Enfim, só passando para agradecer pelos programas de altíssima qualidade (Xadrez Verbal, Fronteiras e Repertório). Um bom fim de ano para todos ❤

  • Ótimo programa como sempre Matias e Filipe. Referente ao tópico da eleição de um torturador para Presidente da Interpol, gostaria de lembrar que a instituição não teve 1, 2 ou 3 membros da SS na presidência, mas 5! Otto Steinhäusl, Reinhard Heydrich, Arthur Nebe, Ernst Kaltenbrunner e Paul Dickopf. E mais absurdo ainda é que um deles, Paul Dickopf, não foi presidente da instituição durante a 2 Guerra mas sim escolhido para o cargo em 1968.

  • Uma pequena correção de câimbra mental quanto à notícia do ex-membro do DAESH condenado à perpétua, o Filipe fala que “ela foi condenada” mas na verdade é um homem.

    Quanto ao referendo suíço do “passaporte vacinal”, é importante ressaltar que o referendo ainda trás alguns pontos interessantes, como a expansão da ajuda financeira aos afetados pela pandemia e a permissão para que o governo faça o rastreio de contatos.

  • Olá pessoal, matando a saudade de comentar aqui:

    um pequeno reparo sobre o governo alemão (que é sempre uma massaroca de acordos minuciosos que dificultam a personalização das decisões): o FDP ficou com o ministério das finanças (similar ao Ministério da Fazenda do Brasil), e que de fato ficou com a chave do cofre. Já o ministério da Economia, e que talvez tenha tanto impacto para o Brasil quanto a figura da Baerbock, é que o mistério da Economia, responsável pela politica industrial, será do co-lider dos Verdes, Robert Habeck, num megazord chamado Ministério da Economia e do Clima. Até esse ano, mesmo que houvesse um discurso oficial “pró-clima”, o ministério da economia era da CDU, e a “Realpolitik” dos interesses da indústria sempre acabava pesando mais. Ainda que o foco dessa coalizão seja a mudança da matriz energética dentro da Alemanha, creio que a politica industrial também será conduzida para cadeias de insumos mais sustentáveis, o que afetaria bastante o agro-extrativismo brasileiro.

    Grande abraço

  • Ah. Esqueci de comentar, um bando de camelos chama-se Cáfila, e tem um livro sensacional, que vale uma indicação do sétimo selo, chamado “catorze camelos para o ceará”, do Delmo Moreira, que narra a história duma expedição científica financiada pelo império brasileiro que, entre outras coisas, pretendia estudar a introdução dos camelos como meio de transporte no sertão

  • Fiquei esperando que o peão promovido fosse a nova presidenta de Barbados, pelo alcance triplo, independência, primeira presidenta, ser mulher (com o extra de ser chegada da Rihanna)

  • Quero dar parabéns à precisão do Átila ao falar da questão de patentes no caso dos medicamentos para HIV no Brasil no anos 90. O Brasil ameaçou “quebrar” patentes. Sofreu pressão como bem disse o Átila e a indústria farmacêutica sentou pra negociar.
    A indústria farmacêutica corre de “quebra de patentes”. Fazem de tudo pra não permitir o precedente jurídico. Negociaram com o Brasil e o evento LICENCIAMENTO COMPULSÓRIO terminou por não acontecer. Foi uma solução negociada que tornou, sim, a medicação mais barata aqui (e de certa maneira em todo o mundo).
    A expressão “quebra de patentes” é um termo popular. O LICENCIAMENTO COMPULSÓRIO é a expressão legal, previsto na Lei 9279 e não tem nada de errado o governo brasileiro lançar mão dele em algum momento, seja pra questões sanitárias ou qualquer tecnologia de interesse social no Brasil, de qualquer campo do conhecimento.
    O licenciamento compulsório, inclusive, prevê remuneração à empresa que teve a patente licenciada, então nem se trata de não pagar nada, obviamente que o governo brigará no judiciário pra pagar menos, por conta do interesse público.
    Deixei a explicação longa visando q em futuros programas quando rolar o assunto vcs possam esclarecer bem os ouvintes de qualidade que possuem.

    Uma leitura rápida do art 68 ao 74 da lei 9279 explicita tudo isso. Inclusive se observa as alterações feitas pela lei 14200 de 2021 deixando dispositivos específicos para licenciamento compulsório em relação a emergências humanitárias nacionais ou internacionais (como crise sanitária e pandemia).

    Um abraço,
    Leonardo Araujo

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