Xadrez Verbal Podcast #213 – Israel, EUA e América Latina

Em Israel, Netanyahu recebe a notícia de que será formalmente indiciado por suborno, corrupção e abuso de poder. Ao mesmo tempo, Benny Gantz não consegue formar um governo. O que vai acontecer em Israel? E também o que aconteceu na região do Oriente Médio. De lá vamos para os EUA, com um governo paralisado por causa do impeachment, que teve suas primeiras declarações bombásticas nessa semana. Finalmente, voltamos aos vizinhos da América Latina, especialmente na Bolívia, onde a crise política continua e o número de mortes, infelizmente, apenas cresce. Além disso tudo, nós giramos pelo mundo, a semana na História, Economia com a professora Vivian Almeida, peões da semana e dicas culturais fecham mais um podcast do Xadrez Verbal!

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Dicas do Sétimo Selo e links

Site da Editora Contexto

Filme A Odisseia dos Tontos

Filme Antes só do que mal acompanhado

Capítulo Nem bandidos, nem heróis: os militantes judeus de esquerda mortos sob tortura no Brasil [1969/1975], de Beatriz Kushnir

Livro Fútbol: una religión em busca de um Dios, de Manuel Vazquez Montalban

Entrevista com Evo Morales: ‘OEA também é responsável pelo golpe de Estado’, diz Evo Morales em entrevista à BBC, por Gerardo Lissardy (vídeo)

Entrevista com Carlos Mesa: “Para a legitimidade deste Governo é crucial a convocação de eleições”, por Francesco Manetto

Entrevista com Evo Morales: Evo Morales Offers to Sit Out Bolivia’s Next Election if He Can Finish Term, por Juan Montes e José de Córdoba

Entrevista com Cyril Ramaphosa: ‘Ninguém pode ignorar um mercado de 1,2 bilhão de pessoas’, diz presidente da África do Sul, por Ricardo Della Coletta

Livro História da América Latina, de Gabriela Pellegrino e Maria Ligia Prado

Coluna 2019 verá a independência de um novo país?

Evento Do Haiti ao Chile: uma visão anarquista das revoltas populares (São Paulo)

Vakinha para o I Fórum sobre Direitos Migratórios da USP

Música de Encerramento Me Perdoe Poeta, com Leci Brandão (composição Reinaldo, o príncipe do pagode)

Playlist das músicas de encerramento do Xadrez Verbal no Spotify

Canal do Xadrez Verbal no Telegram

Minutagem dos blocos, cortesia dos financiadores do Xadrez Verbal

  • 00:07:05 – Giro de Notícias #01
  • 00:29:15 – Coluna Aberta: Oriente Médio
  • 00:44:45 – Efemérides: A Semana na História
  • 00:51:20 – Match: ImpeachmenTrump?
  • 01:24:50 – Xeque: América Latina
  • 02:35:50 – Gambito da Dama: OCDE e indicadores de crescimento econômico
  • 02:46:55 – Giro de Notícias #02
  • 03:04:35 – Peões da Semana
  • 03:06:45 – Sétimo Selo

Ouça o podcast aqui ou baixe o programa. (clique com o botão direito do mouse e use a opção “Salvar como” para baixar)

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, que está no Apoia-se

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
Como sempre, comentários são bem vindos. Leitor, não esqueça de visitar o canal do XadrezVerbal no Youtube e se inscrever.

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22 Comentários

  • 300% é, na verdade, 4x mais.

  • Sua caixa de correio está cheia

  • 2:02:30 – Meus amigos Google e Wikipédia dizem que a bandeira mais antiga em uso atualmente é a da Dinamarca, mas pelo visto não tem um consenso sobre a sua data de adoção, indo desde 1219 de acordo com o site do governo até 1625 de acordo com o Guinness Book. Talvez algum ouvinte vexilólogo possa elucidar melhor sobre isto.

  • Querido Matias, você alegrou meu domingo com a sua escolha da música de encerramento. Sambei sozinha na cozinha enquanto fazia o almoço. Sou paulistana vivendo em Washington DC e a maioria dos meus amigos brasileiros aqui são cariocas. Adoro eles mas já ouvi comentários depreciativos sobre o samba e o carnaval paulista que me deixam irada. Vou tocar Me Perdoa Poeta no próximo encontro dos brazucas. Agradeço de coração.
    Beijos no martelo, na bigorna e no estribo.

  • Jaime Fassin Jr, biologo de Londres.

    Caros Matias e Filipe. Eu como um dos biologos mais antigos ouvindo seu programa, venho aqui dizer meu ultrage sobre tantas verdades faladas sobre minha categoria profissional haha. Realmente, tenho que dizer que somos peculiares, com relação ao que achamos bonito e interessante. Me lembro nos tempos de faculdade, em que estavamos vendo a contração sarcomeral e precisavamos de baratas. Lá saiu uma turba enlouquecida de estudantes levantando as tampas de boca de lobo na rua, atras das danadinhas. Imagino que algumas pessoas tenham achado no mínimo intrigante rsrs. Obrigado por falar do nosso sagrado senhor, lord charles darwin e sua sagrada palavra, seus textos sagrados para minha religião. Com certeza, alguem na altissima Royal Society sorriu para voces. Grande abraço.

  • Bom crepúsculo Filipe e Matias, enquanto ouvia a edição tive um estalo ao ouvir sobre Bougainville. Sabia que já tinha ouvido falar, mas não lembrava de onde. Lá foi o local da Revolução do Coco, em que nativos se rebelaram contra a mineradora Rio Tinto Zinc. Como combustível para seus veículos, eles chegaram a utilizar o famigerado óleo de coco. A história é contada no documentário The Coconut Revolution.

  • Juliano Souza dos Passos

    Complemento seu comentário com um detalhe: de acordo com a lenda dinamarquesa, essa bandeira NÃO FOI CRIADA – para a fúria do nosso querido Filipe. Ela caiu do céu durante uma batalha do exército dinamarquês liderada pelo Rei Valdemar II. A história diz que o exército dinamarquês estava sendo derrotado, quando a Dannebrog (sim, a bandeira tem até nome) caiu do céu e milagrosamente reergueu o exército viking levando a vitória.
    Fato interessante, hoje na dinamarca a bandeira é muito adorada pelos nacionais. Eles usam ela para tudo, incluindo: chegadas no aeroporto, festas de natal, aniversário, casamentos, jantares, festas de universidade, festas de cidades, e a lista continua infinitamente.
    Não pude resistir de postar isso aqui, já que assim que o Filipe bradou que toda bandeira é inventada, eu pensei que a dinamarquesa caiu do céu.
    Um abraço da pequena Jutlândia 🙂

  • Caros Matias e Filipe, nao pude deixar de comentar a fala do Filipe sobre a bandeira mais antiga usada até os dias de hoje. E a bandeira mais antiga é a “Dannebrog”, vulga bandeira da Dinamarca. Essa bandeira, nao nasceu em árvore, nem foi inventada. Ela caiu milagrosamente do céu durante a batalha de Lindanise, perto de Tallin na Estonia, no dia 15 de junho de 1219, durante as campanhas de Valdemar II. Quando a bandeira caiu, o rei a tomou e mostrou às suas tropas que imediatamente se encheram de coragem e venceram a batalha pelos Daneses. Por isso tenho que discordar do Filipe e dizer que nem todas as bandeiras foram inventadas!

  • 117:20 – Esta intervenção da polícia ao cortejo fúnebre não só tem fotos, como tem vídeos. Mostra o cortejo vindo e do nada a polícia veio atirando e pessoal correndo deixa os caixões pelo chão.

  • Bom crepúsculo Filipe e Matias!

    Escutando o programa junto com a minha esposa, depois de rir do fato que “bandeiras não nascem em árvores”, quando vocês falavam sobre bandeiras ela levantou um fato interessante sobre nós. Eu sou filho de japonês; ela, filha de poloneses; ambos moramos no Canadá hoje. Nos caso dos três países, temos o vermelho e o branco como cores.

    Ambos lembramos como era sofrível desenhar a bandeira do Brasil no colégio:
    – no pré ou esquecíamos estrelas ou o “Ordem e Progresso” (sem amor) não cabia no espaço em branco
    – no primário, nas aulas de desenho geométrico, nunca acertávamos a proporção das formas geométricas NEM a localização das estrelas e, pra ajudar, nunca tiramos 10 em geografia porque nunca fomos capazes de dizer qual estrela representava qual estado (tirando o Pará, por razões óbvias, e porque eu sou de Belém [Um grande abraços ao grandioso Clube do Remo!])

    Terminando, gostaria de pedir um favor. Próximo dia 3 é aniversário da minha esposa, Marcia, com quem convivo há 22 anos e que tenho o prazer de compartilhar os últimos 18 como minha companheira. Gostaria que lessem esta breve declaração a ela:

    “Mar, desculpe por ser tão rabugento, carrancudo e teimoso. Infelizmente o que dizem a meu respeito é verdade. Eu tenho um toco de pau no lugar do coração. Mas isso só acontece porque eu tive que colocar algo no lugar quando eu te dei o meu. Feliz aniversário e muito obrigado por estar ao meu lado por todo esse tempo. Masaru”

    Um grande abraço e parabéns pelo excelente trabalho!

  • Grandes Matias e Filipe!
    Fico vendo as notícias da Bolívia e não me sai da cabeça que a renúncia do Evo parece a do Jango, não tanto pelo contexto, mais pelo objetivo. O Jango queria voltar nos braços do povo, mas fez um erro de cálculo terrível por não ter uma parcela significativa da população o apoiando. O Evo tem. Pode nem ser a maioria, mas é significativo. O que me reforça essa impressão é o vácuo completo de poder após a renúncia dele, acompanhado por basicamente todas as autoridades importantes, até pelos comandantes militares que sugeriram a renúncia, como vocês noticiaram outro dia. Essa senadora parece ter pego a presidência no susto. Sinceramente não sei o que esperar do país, mas acho que o futuro é complicado. Se o Evo voltar “nos braços do povo” ou se ficar no exílio, a divisão do país deve continuar acirrada. E aí, arriscam um palpite para o futuro próximo da Bolívia?
    Grande abraço

  • Pedro Vannucchi Trindade

    Olá, Filipe e Matias!
    Em primeiro lugar: parabéns pelo excelente podcast!
    Agora uma questão: vocês acham que é correto afirmar que, com a ascensão da extrema-direita no muindo, as regras tácitas da diplomacia internacional estão, gradualmente, deixando de operar?

    Abraço

  • Anselmo Blanco Dominguez

    Caros, Filipe e Matias!
    É um prazer conhecê-los melhor.
    Depois de ouvir os últimos 4 episódios do Xadrez Verbal, decidi casar com vosso podcast. Como um bom marido, abraçando também os agregados. O primeiro agregado a ser abraçado seria o Fronteiras Invisíveis, especificamente os programas sobre Israel e Palestina.
    Foi então que percebi que precisaria encarar nossa primeira DR. Veja bem, preste atenção, temos que alinhar nossas expectativas…
    Utilizando o app Podcasts, fui procurar o citados episódios e… Cadê? Nada.
    Pensei: Vai que o problema é do app. Instalei outro, o Podcast Addict, e também nada. Será assim nosso relacionamento? Com mentiras ou panelinhas a que não tenho acesso?
    Então, resolvi vir ao xadrezverbal.com e descobri que, sim, os programas sobre Israel e Palestina existem! Não há mentiras!
    OK. vou baixar para escutar, mas, – Ô, diacho! – não dava para ser melhor não?
    Porque vocês não adicionam os programas anteriores ao #29 nesses Apps? O que está havendo?
    Abraços, (ou, se entendi bem a tradição por aqui, beijos em algum osso não comprometedor,)

  • Caros Filipe e Mathias,   
    Parabéns pelo “podcast”. que me acompanha nas minhas corridas longas e na academia (neste caso, para tornar menos maçante a tarefa de levantar pesos e depois retorná-los ao mesmo lugar…). Eu gostaria que vocês fossem mais de esquerda ( 😉 ) mas é bom encontrar um programa com fatos, interpretações, análises e conclusões bem refletidas e construídas. Vocês me forçam a pensar com mais cuidado nos assuntos sobre os quais gosto de opinar e evitar o efeito “mamadeira de piroca”, de ficar repetindo qualquer informação que pareça reforçar minhas ideias já estabelecidas.
          Mas, obviamente, tenho algumas observações (todo ouvinte é, antes de tudo, um chato):      
    – no episódio do Bibi, você, Filipe, disse que 300% é 3 x mais. Né não, é 4 x mais;      
    – no mesmo episódio, você comentou dos eventos do final da semana e não falou da final da Libertadores. Eu sei, falou em outros momentos mas a importância da presença do Mengão na final merecia a citação naquela hora, era o que de mais importante iria acontecer;       
    – mas eu perdoo vocês se a música do próximo episódio for o hino do Mengão (proponho a versão cantada pelo Tim Maia). Se vocês não tocarem essa obra de arte vou boicotar o “podcast” de vocês e ficar uma semana sem ouvi-lo.   
    “Brincadeiras à parte”, parabéns pelo programa, que aborda assuntos sérios num ambiente bem humorado e intelectualmente sério.    
    Dois abraços campeões.
    Nilton Branco

  • Eai galera!

    Bom, como um historiador aficcionado por vexologia (o estudo das bandeiras) desde meus tenros 10 aninhos de idade, o rolê das bandeiras é algo bem complexo.

    O mais engraçado é que provavelmente a bandeira mais antiga usada como forma de representação comunitária, étnica e “nacional” (que Benedict Anderson nos perdoe por esse uso anacrônico hahahah) é a wiphala.

    Na antiguidade clássica ocidental (Grécia e Roma) as bandeiras tinham funções militares ou maritimas, sendo elas representando os setores do exército ou pra comunicação. As polei gregas não se identificavam com bandeiras e sim através de estandartes militares, assim como Roma, e a aquela idealizada bandeira romana com o SPQR é na realidade o estandarte usado pelos comandantes senatoriais do exército. Essa pratica se mantém na Europa Ocidental até as Cruzadas.

    O caso da bandeira dinamarquesa e de suas ramificações (bandeiras da Suécia, Inglaterra e Noruega) é interessante pois ela era usada como forma de estabelecimento do cristianismo internamente à Dinamarca, não como um símbolo dos dinamarqueses perante outras nações. Esse processo de identificação de uma nação com sua bandeira só vai se estabelecer durante o século XVII com o estabelecimento diplomático mínimo após a Paz de Vestfalia. Mas, ainda naquele momento, as bandeiras eram compostas pelo símbolo das famílias reais que governavam os países, como a flor de lótus dos Bourbon ou o brasão de armas português (que continua na bandeira lusitana até hoje).

    Podemos dizer que a primeira bandeira realmente nacional foi a francesa, de 1780 e poucos. Com um pouco de carinho, a bandeira da Commonwealth britânica após a união com a Escócia em 1600 e poucos também pode ser identificada, porém só passa a ser usada pela marinha inglesa após a República do Cromwell. Nos séculos XV e XVI, por exemplo, a marinha espanhola usava a bandeira com a cruz em x meio flamejada, simbolo dos habsburgos hispânicos; e Portugal usava uma bandeira branca com o brasão de armas ao centro.

    Abraços!

  • Filipe e Matias desvendando as relações entre o impeachment de Trump e o Adam Sandler hahaha. Muito bom.

    Abraços.

  • Arthur Gonzaga de Avila

    Olá Filipe e Mathias, novamente gostaria de agradecer e parabenizar pelo excelente programa que fazem seja o Xadrez, seja o Fronteira, ambos são de grande valor, seja para conhecimento, seja para o crescimento como pessoa, não obstante o que me traz aqui hoje aos comentários é sugerir a volta do menino Neymar, mas com outro nome que por exemplo poderia ser o Momento Caetano Veloso, uma vez que há o “meme” popularmente conhecido na internet quando ele diz: – Não cara, como você é burro e etc, mas caso não queiram esse nome poderia adotar como Barrigada mesmo que já ilustra perfeitamente o quadro. Bom por enquanto é só isso mesmo, desde já agradeço pela atenção e compreensão e desejo felicidades, saúde, dinheiro e sucesso aos dois, um forte abraço e até a próxima.

    Arthur Avila, Rondonópolis – MT.

    Obs: O xadrez me acompanha nas minhas pedaladas de 40km, se mais alguém quiser entrar pro grupo é só avisar que estou aceitando companhia.

  • Apesar de ter procurar praticar um método de análise da realidade que não está muito em voga, o materialismo histórico dialético, o podcast é tão competente no que se propõe que eu não tenho a menor dificuldade em acompanhar religiosamente os episódios mesmo tendo algumas divergências sobretudo na parte analítica das notícias. Entendo que a curadoria não queira se aprofundar na análise de entender que a democracia liberal talvez não seja a forma de reapresentação política humana acabada. Ainda mais nos dias de hoje, pensar para além disso pode ser complicado, porém uma frase específica do último episódio me chamou a atenção e me fez vir aqui, coisa que não costumo fazer. Sobre a situação na Bolívia o caro Filipe disse que “a política é a arte do consenso”. Não é o que se vê! Quando há interesses invariavelmente contraditórios em questão, não é possível consenso. Penso até que numa sociedade de classes, antagônicas, isso seja a verdadeira utopia. Nem na recente história do Brasil onde um líder pautou sua política na busca disso foi possível, deu no que deu. Eu de forma alguma exijo ou espero que a curadoria paute a revolução, mas não entender que é o movimento, as contradições, e as consequentes rupturas fraturantes (inerentes de todas as sociedades de classes – mas essa parte eu deixo de lado) que são o motor da história. A história (e quem sou eu para lhes dar lições sobre isso? Repito: é uma questão analítica) é feita de forças políticas subjugando umas às outras das mais diversas formas.
    Sinceramente não espero que meu extenso comentário seja lido, apenas espero que fique registrado meus mais sinceros abraços e agradecimentos pelo entretenimento e informações semanais. Adoro o Xadrez, o Mesa Oval (Rugby bota Futebol Americano pra mamar), o Pontapé, o Meu Time de Botão, os SDTs, o MMDQF, o Fronteiras, e o Encruzilhadas. Tenho um podcast com camaradas portugueses que trata da realidade daqui com perspectiva classista, o Comboio Suburbano. Um grande abraço e muito obrigado. Lucas Faria, brasileiro residente no Barreiro – Portugal.

  • Olá, Filipe e Matias! Eu achava que nunca iria fazer isso, porém gostaria de deixar o amor da minha vida envergonhado enquanto estivesse ouvindo o podcast. Fiquei muito contente que ele começou a acompanhá-los depois de perceber que eu era uma ouvinte aficionada do programa, e também para se familiarizar com o português. Gostaria, então, de aproveitar o espaço para mandar un beso ao Carlos e dizer que eu o amo. Obrigada por isso e pelo empenho de vocês com o XV, o Fronteiras e o Repertório. Abraços

  • Queridos Filipe e Matias,

    Moro na Espanha, em Barcelona, e também já estou de saco cheio de notícias de novas eleições por aqui o tempo todo – por sorte não sou eleitor.

    Uma curiosidade do mais respeitado jornal aqui na Catalunha mostrou uma pesquisa de âmbito nacional demonstrou que a “questão catalã” influenciou no voto de 44% dos eleitores, e é a 4ª questão mais importante no momento para os espanhóis em geral quando pensam em votar, à frente de temas como educação, violência de gênero, etc. (antes era apenas a 12ª).

    Segue o artigo: https://www.lavanguardia.com/politica/20191128/471927733699/cis-barometro-independencia-cataluna-preocupacion-elecciones.html

    Um grande abraço e sigam com o fantástico trabalho!

  • Boa tarde queridos Filipe e Matias!

    Sempre que posso indico os maravilhosos programas de vocês a todos meus conhecidos, quero parabeniza-los pelo fantástico trabalho de vocês.
    O que eu gostaria de comentar é sobre nossa quebrada latina, estou lendo no momento o livro da Isabel Allende (A casa dos espíritos) é fico impressionado de como nós latinos americanos “gostamos” de caudilhos, como sempre que possível os militares querem um golpe, a nossa história se repete em ciclo intermináveis de uns pacos avanços sociais, para em seguinte termo um retrocesso reacionário.
    Será sempre assim na AL?
    Deveríamos fazer reflexão que futuro ou que presente queremos para nós?

    No mais um beijo no T1 da coluna de vocês.

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