Xadrez Verbal Podcast #203 – Europa, Brexit e Oriente Médio

Mais uma edição do seu podcast semanal de política internacional! Giramos pela Europa, onde foi oficializado o novo governo italiano, com a formação de uma coalizão entre o 5 Estrelas e o Partido Democrático. Também falamos das eleições regionais na Alemanha e de estátuas gregas. Cruzamos o canal e vamos até Londres, onde Boris Johnson está pagando o preço de suspender o Parlamento britânico durante as negociações do Brexit, sofrendo derrotas e debandada de seu partido. Giramos pelo Oriente Médio, com notícias sobre o acordo nuclear com o Irã, eleições em Israel e possíveis compras de armas pela Turquia. Além disso tudo, nós giramos pelo mundo, a semana na História, peões da semana e dicas culturais fecham mais um podcast do Xadrez Verbal!

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Dicas do Sétimo Selo e links

Site da Editora Contexto

Quadrinhos da Batwoman

Coleção O Sistema Mundial Moderno, de Immanuel Wallerstein

Matéria India: almost 2m people left off Assam register of citizens

Coluna Novo governo italiano com foco em Salvini

Coluna Brasileiros e o mito de Pinochet

Coluna A ultrajante decisão de Boris Johnson e seus cálculos arriscados

Thread Leandro Beguoci sobre o Chile

Xadrez Verbal #119 – Oriente Médio, EUA e Zimbábue

Xadrez Verbal #120 – COP23, África e América Latina

Playlist Marcelinho lendo contos eróticos

Música de Encerramento Zu Atrapatu Arte, com Kortatu

Playlist das músicas de encerramento do Xadrez Verbal no Spotify

Canal do Xadrez Verbal no Telegram

Minutagem dos blocos, cortesia dos financiadores do Xadrez Verbal

  • 00:04:40 – Giro de Notícias
  • 00:28:35 – Coluna Aberta: Zona do Euro
  • 01:06:35 – Efemérides: A Semana na História
  • 01:12:35 – Match: Oriente Médio
  • 01:36:05 – Xeque: Brexit
  • 02:04:25 – Giro de Notícias #2
  • 02:35:35 – Peões da Semana
  • 02:37:50 – Sétimo Selo
  • 02:50:50 – Música de Encerramento

Ouça o podcast aqui ou baixe o programa. (clique com o botão direito do mouse e use a opção “Salvar como” para baixar)

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, que está no Apoia-se

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
Como sempre, comentários são bem vindos. Leitor, não esqueça de visitar o canal do XadrezVerbal no Youtube e se inscrever.

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36 Comentários

  • Diogo Maia de Carvalho

    Por falar em Fronteiras Invisíveis do Futebol, vocês poderiam, por favor, passar as músicas utilizadas nas vinhetas do podcast?

    Muito obrigado!

  • Daniel Lima de Araujo Fernandes

    Excelente programa!

    Não gosto de ser O pessimista, mas me parece que essa escalada “nacionalista”, em particular na Europa, só vai ser atenuada com o mundo pondo, mais uma vez, o “pé na jaca”. Tenho medo do nosso futuro.

  • Curitiba não tem aeroporto pra esse tamanho de avião, (C17) provavelmente saiu do Afonso Pena que fica em São José dos Pinhais, cidade vizinha mas que é tratado como Aeroporto Internacional de Curitiba, que tem o aeroporto do Bacacheri para pequenas aeronaves.

  • A melhor coisa dessa polemica com o prefeito do rio foram os memes que surgiram em consequência, as pessoas fizeram montagens do beijo gay em vários locais da cidade do rio com problemas de infraestrutura pra ver se assim o prefeito presta atenção, eis alguns:

  • Amei esse encerramento com as músicas do Kortatu!

    Abraços desde a Espanha dum ouvinte habitual do seu programa. Muito obrigado pelo trabalho de divulgação que fazem e também por ajudar-me a praticar o meo português 🙂

  • Parabéns Filipe e Matias por mais um excelente programa!

    Estava tão acostumado nas últimas semanas com o grande número de notícias do Extremo Oriente que estranhei a falta de manchetes vindas de Pequim, Tóquio, Seul e Pyongyang.
    Quanto a Europa a ” Novela Brexit da Paixão” em breve, em minha opinião poderá ter um prolongamento até o final do ano ou janeiro. Brincadeiras a parte fico muito preocupado com os rumos que o prolongamento dessa questão da saída do Reino Unido estão tomando, e como isso pode afetar as perspectivas da população das ilhas britânicas em um futuro próximo.

  • Para substituir o quadro de erros / barrigadas sugiro o nome O automato , Robô enxadrista ou Wolfgang von Kempelen retomando ao fato de ter um truque de ilusionismo ter enganado tanta gente por tanto tempo envolvendo Xadrez. Sei que a fonte não é das melhores mas aqui vai um link : https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/almanaque/robo-do-seculo-18-bateu-em-napoleao-e-benjamin-franklin-no-xadrez.phtml .
    Afinal concordam que esse automato foi um dos primeiros clickbait da historia ?

  • Belíssimo programa!
    Gostaria de deixar aqui uma nota sobre uma notícia do mês passado, mas que eu vi agora na internet aleatoriamente e achei interessante de colocá-la aqui para que os ouvintes possam ouvir das suas BELAS e DOCES (haha) alguns comentários sobre. Trata-se da morte, no mês passado, do segundo em comando do Khmer Vermelho, aos 93 anos. O Nuon Chea era o ideólogo do partido e estava cumprindo uma sentença de prisão perpétua desde o ano passado. E pra aproveitar, gostaria de propor um Fronteiras Invisíveis do Futebol sobre o Camboja (acho que ainda não tem né?).

    Ademais, um breve comentário sobre o Brexit: nossa senhora, esses britânicos são muuuito enrolados hein!? Realmente é preocupante aquela decisão do Boris Johnson de suspender o parlamento – a dita “prorrogação”. Particularmente, creio que é aí que nós percebemos quando um político – ou pessoa no geral – tem tendências autoritárias e autocráticas. Ou seja, é só não ter nada “escrito” que o impeça, que o autoritário já abusa e resolve tomar uma atitude dessas. Trump, Bolsonaro (entre outros) são deste mesmo pensamento. Eles tomariam muito mais decisões autocráticas se as instituições e constituições de seus respectivos países não os segurassem. Ainda bem que o Parlamento britânico está peitando o Bóris.

    Eras isso! Um forte abraço e um beijo na escápula!

    Link da notícia sobre o falecimento do líder cambojano: https://oglobo.globo.com/mundo/numero-dois-do-khmer-vermelho-morre-aos-93-anos-no-camboja-23854608

  • Igor Coura de Mendonça

    Ei!

    Eu entendo que vocês, até pela formação em História, reservem cuidados à pessoa do Mugabe como líder da independência do Zimbábue. Eu admito que sou vítima fácil de anacronismos, então quero registrar que, IMHO, o que quer que ele tenha feito para lutar a favor da independência do país não pode ser igualado às décadas de violência contra direitos humanos básicos da população do Zimbábue. Como mestrando em demografia, estudo frequentemente artigos sobre que falam do país mostrando o quão desesperador foram as últimas décadas por lá, em termos de carência nas coisas mais vitais da população. Claro, não foi só por causa DELE, e no contexto da guerra fria se ele tivesse adotado uma postura democrática provavelmente teria sido derrubado em seguida por outro senhor da guerra. Mas estando num contexto em que nosso Chefe de Estado exalta violência estatal, revisionismo histórico e ofende as pessoas com base no sofrimento delas como se falasse, sei lá, de goleada de futebol, eu faria essa repercussão de sua morte como “ex-combatente pela liberdade e sanguinário ditador por décadas, morre Mugabe aos 95, logo após ser retirado do poder, mal tendo tempo para sentir o peso do ostracismo”.

    Agora um pedido!! A minha amada esposa, que custou a me fazer parar de perder meu tempo com redes sociais e Internet, teve que dar umas duras nas últimas semanas porque eu estava ficando de FONE DE OUVIDO dentro de casa. Eu ficava de fone de ouvido em casa justamente pra ouvir o Xadrez Verbal. Podem me ajudar a pedir desculpas e dizer que só vou ouvir Xadrez Verbal agora na rua? Ela se chama Ana Carolina, ou somente A Karol!

    PS: sugestão de nome pro quadro? Taça Caetano Veloso, em homenagem à histórica reportagem do Terra “Caetano Veloso estaciona carro no Leblon nesta quinta-feira”. Tamanha a repercussão deste feito jornalístico que rendeu memes, notícias nos anos seguintes como “há oito anos Caetano Veloso estaciona a seu carro no Leblon” e um sketch do Porta dos fundos sensacional!

    Até mais!
    #teamViçosa

  • Só vim mesmo agradecer ao Matias Pinto por nos apresentar ao Kortatu, de resto o ótimo programa de sempre.

  • Bom crepúsculo Filipe e Matias!

    De tanto aparecer no programa, o Brexit já está merecendo uma coluna própria (infelizmente sem ‘I fought the law’ como música de fundo, pois já é de outro podcast da casa). Em relação a novela britânica dos últimos 40 meses (ou mais), o Canal Meio fez um bom apanhado geral do contexto político, econômico e social do movimento de saída, resume muito bem. E nesse texto eles linkam um estudo bem detalhado das implicações da saída da UE, feito pelo Peterson Institute for Internacional Economics. Tá aqui : https://www.piie.com/system/files/documents/wp19-5.pdf

    Abraços a todos

  • Ditadura Pinochet: 17 anos e 3 mil mortos.
    Chile após Pinochet: 48% da população na pobreza (dados do programa)
    Comentário: ”O governo Pinochet é parâmetro para a lata do lixo”; Lembrete do viés ideológico do governo.

    Ditadura Mugabe: 37 anos e, no mínimo, 20 mil mortos.
    Zimbabwe após Mugabe: Hiperinflação. 72% da população na extrema pobreza.
    Comentário: ”Mugabe é uma figura complexa”; Nenhum comentário sobre a ideologia do tirano.

    Este programa TREME NA BASE quando fala de algum ditador de esquerda. A voz do Filipe até embarga. O Matias até para de falar.

    Hilário

    • Olá Caio (não sei pq assinar o post sem usar o próprio nome, mas ok), vou repetir aqui o que postei no Twitter. Nâo é especificamente pra você, mas responde o comentário.

      Um abraço

      “Eu sabia que ia aparecer gente fazendo essa associação.

      E explico o motivo de serem casos distintos.

      Mugabe liderou o processo de independência de seu país contra um regime racista. Depois se tornou um líder tirânico e violento, corrupto que empobreceu ainda mais o país. Pinochet foi uma liderança não pela independência, mas para quebrar sua lealdade constitucional, dar um golpe, governar pra si, com violência e corrupção, e viver sob privilégio de senador vitalício

      Não são a mesma coisa. Ambos estão no colo do capeta, mas um tá mais que o outro.

      E, principalmente, o que falei no programa não foi para defender Mugabe, mas para lembrar que ele é mais do que essa caricatura de roupas coloridas que a minha geração conhece.

      Ouçam os programas 120 e 121, quando da crise. Não há defesa da ditadura de Mugabe. Só contextualizar.

      E outra: eu entenderia alguém criticar que não peguei pesado o suficiente no obituário do Mugabe (quando ele tava vivo eu peguei mais pesado).

      Agora, se ofender via paralelo com Pinochet é mais ilustrativo da cabeça da pessoa do que da minha.

      Outro adendo: eu bati em Chico e em Francisco no quesito ditador. O que escrevi e comentei é sobre o que aconteceu ante dessa ditadura, que é bem diferente do caso Pinochet

      Eu não disse que a ditadura de Mugabe “até fez coisas boas”, eu falei do seu papel ANTES de virar ditador.”

  • O melhor resumo que eu já vi no Reddit sobre a novela do Brexit:

  • Filipe e Matias obrigado pelo Fronteiras sobre o Ceará, muitos fatos eu não conhecia da história do meu Estado e no Tricolor de Aço, aproveitando a deixa sobre o estado queria deixar uma dica cultural do A Vida Invisível de Eurídice Gusmão, filme que escolhido para representar o Brasil na corrida do Oscar e vencedor da mostra Un Certain Regard de Cannes 2019, apesar da narrativa se passar no Rio de Janeiro, o diretor Karim Aïnouz é de Fortaleza.

    Queria aproveitar e pedir um abraço para meus dois amigos torcedores do Leão Mateus Fernandes e Paulo Cézar que quero que muito em breve se tornem ouvintes do Xadrez Verbal.

  • Sobre o possível Fronteiras Invisíveis sobre a Alemanha Oriental, recomendo um livro relativamente curto que acabei de ler – “The Shortest History of Germany” do autor James Hawes.

    Comprei por acaso em uma pequena livraria quando passeava em Berlim, e achei muito interessante! No fim, relaciona diversos eventos da região com uma influência cultura da Prússia – basicamente, o que é depois do rio “Elbe” sempre influenciou a cultura de uma maneira forte e conservativa.

    Tem cerca de 200 páginas, e vale a leitura! Um bom ponto de vista que pode ajudar no episódio.

    Abraços! 🙂

  • Boa noite!
    Parabéns pelo conjunto da obra que vocês desenvolvem! As vezes ardem meus ouvidos e as vezes minhas mãos aplaudem.

    Não sei se ouvi direito, acho que no 200, mas o governo chinês está acusando o google de censura? Cerceando a liberdade de expressão dos chineses? É isso?

    Fiquei esperando dizerem que o Robert Mugabe tinha ido pro colo do capeta, recepcionado pelo Pinochet, mas aí ardeu. Ditaduras de esquerda e direita têm a mesma ideologia: Os fins justificam os meios. De direita justificada pelo medo do comunismo galopante e esquerda criminalizando o capitilaismo selvagem como origem das diferenças sociais. O final são ditadores e ex-ditadores em palacetes nababescos, bilhonários, povo escorraçado, economia em frangalhos, etc. O discurso é sempre em “prol do povo”. No âmbito nacional, digam-me se os militares admitiram culpa pelos excessos ou a esquerda assumido os desvios monetários incalculáveis. A culpa é sempre do outro.

    Grande abraço!

    Ps.: Os aplausos prevalecem.

    • Olá Luis, vou repetir aqui o que postei no Twitter. Nâo é especificamente pra você, mas responde o comentário.

      Um abraço

      “Eu sabia que ia aparecer gente fazendo essa associação.

      E explico o motivo de serem casos distintos.

      Mugabe liderou o processo de independência de seu país contra um regime racista. Depois se tornou um líder tirânico e violento, corrupto que empobreceu ainda mais o país. Pinochet foi uma liderança não pela independência, mas para quebrar sua lealdade constitucional, dar um golpe, governar pra si, com violência e corrupção, e viver sob privilégio de senador vitalício

      Não são a mesma coisa. Ambos estão no colo do capeta, mas um tá mais que o outro.

      E, principalmente, o que falei no programa não foi para defender Mugabe, mas para lembrar que ele é mais do que essa caricatura de roupas coloridas que a minha geração conhece.

      Ouçam os programas 120 e 121, quando da crise. Não há defesa da ditadura de Mugabe. Só contextualizar.

      E outra: eu entenderia alguém criticar que não peguei pesado o suficiente no obituário do Mugabe (quando ele tava vivo eu peguei mais pesado).

      Agora, se ofender via paralelo com Pinochet é mais ilustrativo da cabeça da pessoa do que da minha.

      Outro adendo: eu bati em Chico e em Francisco no quesito ditador. O que escrevi e comentei é sobre o que aconteceu ante dessa ditadura, que é bem diferente do caso Pinochet

      Eu não disse que a ditadura de Mugabe “até fez coisas boas”, eu falei do seu papel ANTES de virar ditador.”

      • A Rodesia era um dos graneiros da áfrica. Eu prefiro ser lacaio do imperio británico do que ser lacaio do imperio castrista. (Venezuela)

      • Boa Tarde!

        Obrigado pela resposta! Muito honrado! Não possuo redes sociais, então não vi a resposta no twitter.

        A associação que fiz foi em relação à atividade fim, contextualizando ambas ditaduras especificamente. As premissas foram totalmente diferentes, porém a corrupção e atos atrozes são pontos de intersecção de ambos. Uma espécie de “todos concordam comigo ou não merecem viver”. Tenho certeza que ambos estão igualmente no colo do capeta (vai faltar colo). Não há relativização em nenhum caso e quem fizer está igualmente errado. Estendendo agora à Franco, Castro, Mobuto, Mao, Mussolini, Kim, Idi Amin, Papa Doc, Maduro, etc, todas ditaduras se caracterizam por genocídios, perseguições, censura, corrupção, enriquecimento dos aliados, acordos danosos à nação, etc. Todas justificadas em favor do povo e em todas, houveram coisas boas e relevantes, mas a vergonha de uma catástrofe social acredito que impera. Gostaria de saber se, na sua opinião, o movimento de independência do Zimbábue foi bom ou ruim para a nação? Estendo essa pergunta num contexto geral a todas as outras ditaduras. Valeu a pena a ideologia militar ou social? Não sei o quanto livrar um país dos militares ou comunistas é válido ante às calamidades.

        Grande abraço e parabéns pelo programa e conteúdo.

  • Lamento mesmo o falecimento fo Walerstein. Não tinha ficado sabendo.

    Reforço o coro por um “Breakin News” mais forte.

    Aproveitando recomendações de HQs, sugiro procurar as um pouco antigas mas instigantes hqs dos XStatix.

    E mando abraço pra o Ramon Neves.

  • Excelente episodio! Ouvi ele pra tentar me distrair enquanto viajava pra qualificar o doutorado, obrigado por isso!
    Manda um abraço pro podcast Já tava assim quando eu cheguei se eu ainda estiver em condições de gravar ele depois de sair de lá…
    Valeu Felipe, valeu Matias!

    • Então… Não pode-se relativizar o Pinochet nem seus crimes. Todo o Quele fez foi ruim e não dá para rescatar nada… Mas o Mugabe é “uma figura extremadamente complexa”???????

  • Olá! Mais uma vez eu aqui, o autoentitulado maior fã de kpop ouvinte do XVzão.
    Obrigado por iluminar mais uma semana dessa densa jornada com noticias e análises que nos deixam tão entretidos!

    Sobre a recomendação de Batwoman, um caso interessantíssimo sobre o quadrinho é que em 2013, ainda no desenvolvimento do personagem atual que ela é, houve uma polêmica envolvendo higher-ups da própria DC Comics, levando à demissão dos autores, e que orbitava decisões como a própria sexualidade da heroína.
    Segue um trecho da publicação que encontrei no huffpost:
    “In recent months, DC has asked us to alter or completely discard many long-standing storylines in ways that we feel compromise the character and the series,” they wrote. “We were told to ditch plans for Killer Croc’s origins; forced to drastically alter the original ending of our current arc, which would have defined Batwoman’s heroic future in bold new ways; and, most crushingly, prohibited from ever showing Kate and Maggie actually getting married. All of these editorial decisions came at the last minute, and always after a year or more of planning and plotting on our end.”

    Lembro nitidamente desse episódio lamentável pois foi o que me desanimou na época em prosseguir lendo HQs no geral. Inclusive nem procurei no que deu a “treta”. A perda de interesse foi grande.

    Um abraço e um beijo no rádio de todos os Orbits ouvindo o programa, e fiquem na paz meus amados.

  • DENÚNCIA!!!
    O Felipe assume que admira fascistas ao dizer que prefere o universo do Batman (aquele fascistinha burguês).
    O personagem que possui um monopólio da cidade com suas diversas empresas e a noite sai as ruas para bater em “bandido” fazer justiça com as próprias mãos. O Matias deve ter percebido isso. 🙂

    PS: É uma brincadeira, Felipe. Não se ofenda.

    Abraços de Porto Alegre/RS e obrigado pelo ótimo programa (como sempre).

  • Bom crepúsculo Filipe e Matias!

    Primeiramente, excelente programa como sempre.
    Segundamente, Vasco.
    Terceiramente, Fluminense.

    Falando sério agora, vocês esqueceram de mencionar um dos acontecimentos mais bizarros da questão do furacão Dorian: o Trump insistindo que o furacão iria atingir o Alabama mesmo depois do serviço nacional de meteorologia dos Estados Unidos o desmentir no Twitter. A insistência do Trump foi tão grande que foi feito um vídeo com ele mostrando um quadro da previsão da evolução e impacto do furacão com uma extensão grosseira feita com canetinha preta que chega a cobrir parte do Alabama (https://time.com/5669115/trump-hurricane-dorian-alabama-sharpie/). Se tornou o “Sharpiegate”. Só o Trump para transformar algo tão bobo em escândalo. hahahahahaha

    Um abraço!

  • Bruno Arthur Hochheim

    Prezados Filipe e Matias,

    gostaria de cumprimentá-los mais uma vez pelo programa. Apoio a ideia de um “breaking news” mais forte, possivelmente com vinheta.

    Saiu ontem decisão de corte escocesa declarando nula a suspensão do Parlamento Britânico, fato que certamente será repercutido no programa que será gravado nessa sexta. Sua fundamentação será publicada somente nos próximos dias, possivelmente amanhã, mas já foi ao ar o seu “summary”: http://www.scotland-judiciary.org.uk/9/2261/Joanna-Cherry-QC-MP-and-others-for-Judicial-Review

    A decisão se baseia em conceitos abertos, aptos a diferentes interpretações como “princípio da boa governança”, “democracia”, “estado de direito”, “clara falha em seguir padrões de comportamento de autoridades públicas aceitos de modo geral”. Os magistrados, embora ressalvem que geralmente esse tipo de decisão (suspensão do parlamento) não possa ser discutida no Judiciário, entenderam que nesse caso seria possível, pois o contexto e a falta de argumentação plausível do governo demonstrariam que o propósito do ato seria obstruir o Parlamento, impedindo-o de exercer suas funções.

    Pode-se ter um entendimento social prévio do que é próprio à política e próprio ao direito em determinada sociedade, mas casos extremos, com o uso de determinados instrumentos claramente fora de seu propósito tradicional, podem levar a uma rediscussão da fronteira relativamente fluida entre um campo e outro – ainda que pontualmente. Esse foi o caso da decisão na Escócia, onde se entendeu, em outras palavras, que teria havido um uso abusivo da prerrogativa, com o intento de se sabotar princípios e instituições básicos do Reino Unido.

    Resta a ver o que decidirá a Suprema Corte do país nos próximos dias nessa novela. As chances de reversão da decisão na Escócia são as maiores, pautadas na argumentação de que se trata de decisão política e não judicializável, mas pode haver surpresas.

    Abraço e bom trabalho!

  • Então… Não pode-se relativizar o Pinochet nem seus crimes. Todo o Quele fez foi ruim e não dá para rescatar nada… Mas o Mugabe é “uma figura extremadamente complexa”???????

  • programa!

    um comentário sobre a Alemanha e outro sobre a efeméride do massacre de teutoburgo

    1) Moro na Alemanha desde 2014 (quando a AFD começou a aparecer) e lembro já naquela época de várias reportagens nos jornais locais sobre a desilusão, especialmente entre os mais jovens, com os partidos políticos tradicionais. Grosso modo há um sentimento de que independente resultado das urnas, os partidos farão um grande acordo com todo mundo (a “Groko” – Grosse Koalition – entre a CDU/CSU e o SPD reflete bem isso). Além disso, muito da queda do SPD nos últimos tempos, mais do que a ligação com a Merkel, é fruto do governo Schroeder, quando foram aprovadas reformas previdenciária que impôs um calculo mais rígido para o valor dos benefícios e uma reforma trabalhista que autorizou os “minijobs” empregos precários de até 500 mensais que não dão cobertura da previdência social. Essas reformas até deram uma dinamizada na economia mas aceleraram a concentração de renda, obrigando muitos idosos a seguirem trabalhem ou que jovens acumulem empregos precários (sabendo que isso irá trazer dificuldades futuras para aposentadoria). Creio que esses dois fatores empurraram quem era mais engajado para a apatia política, e o pessoal que não era politizado está abraçando os populistas.

    2) o nome do Arminius em alemão é ” Hermann”; e ele foi criado em Roma, sendo um dos auxiliares do Varro. Ainda que a vitória tenha sido decisiva para freiar a expansão romana, houve expedições de vingança para recuperar os corpos dos soldados e o emblema da legião (isso segundo o Tácito) e, de qualquer forma, houve colonizão a leste do reno mais para o sul, onde hoje fica o estado de Hessen (um pouco ao norte de Frankfurt), fazendo uma ligação até o Danúbio em Regensburg

    Queria pedir um abraço para meus compadres Igor Pessi e a Laura Capellati que escutam vcs lá em Helsinki!

  • Álvaro Carnielo e Silva

    Olá Filipe e Matias!
    Sou Álvaro Carnielo e Silva. Muito bom o programa da semana passada. Contudo estou triste de meus tweets nem terem sido lidos semana passada.

    Eu havia enviado um comentário sobre o recebimento do KC-390 pela força aérea brasilera. Essa é a primeira aeronave do modelo a ser entregue. A espectativa de é que essa aeronave concorra fortemente com o Hércules C-130.

    Como fan de aviação não poderia ter deixado esse ocorrido passar.

    Aproveitando o ensejo, estou viajando a trabalho na Flórida. Minha viagem foi atrasada por uns dias devido ao grande impacto do Dorian. Chegando aqui foi possível ver parte dos preparativos para receber esse furacão.

    Tive também a oportunidade de ver a atitude deles com relação ao 11 de setembro, onde até aqui na Flórida as bandeiras estão a meio mastro.

    Alguns amigos daqui também contaram histórias do dia para mim de como foi para eles, com pais buscando filhos nas escolas e todo o medo.

    Obrigado pelo podcast!
    Abraços!
    Álvaro

  • Só passando pra deixar aquele parabéns costumeiro pelo programa. Sempre que vejo uma notícia do desenrolar do Brexit eu já penso em vocês putos comentando essa novela hahaha. Forte abraço pessoal.
    E para alguns comentários acima que tentam relativizar o governo Pinochet, nem o lixo é um parâmetro justo pra esse verme. Só isso.

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