Xadrez Verbal Podcast #192 – Drone no Irã, Europa e América Latina

Nossa primeira parada é a nossa vizinhança da América Latina, começando no México, cujo parlamento ratificou o USMCA, o novo acordo comercial norte-americano, substituto do Nafta. Passamos pela América Central, destacando as eleições na Guatemala, onde o sucessor do atual presidente teve um desempenho pífio nas urnas. Bachelet na Venezuela, demografia e a última da corrida presidencial argentina também estão no programa. Vamos para a Europa, onde um trompetista de origem romena foi eleito na eleição municipal mais curiosa da Alemanha e onde várias personalidades francesas estão na mira da justiça. Finalmente, recapitulamos a crise entre EUA e Irã na última semana, envolvendo petroleiros, reuniões em Viena, abate de drone e uma possível retaliação dos EUA. Além disso tudo, nós giramos pelo mundo, a semana na História, Economia com a professora Vivian Almeida, peões da semana e dicas culturais fecham mais um podcast do Xadrez Verbal!

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Dicas do Sétimo Selo e links

Site da Editora Contexto

Filme Nada a Esconder

Livro O que é jornalismo, de Clóvis Rossi

Filme As quatro penas brancas

Filme Os selvagens da noite

Série de reportagens Green Blood do projeto Forbidden Stories

Episódio António Guterres na revista Time do podcast Aleixo FM

Música de encerramento A volta do boêmio, com Nelson Gonçalves

Playlist das músicas de encerramento do Xadrez Verbal no Spotify

Canal do Xadrez Verbal no Telegram

Minutagem dos blocos, cortesia dos financiadores do Xadrez Verbal

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, que está no Apoia-se

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
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48 Comentários

  • Dessa vez serei o primeiro a comentar (uhuul)
    Então, Sr. Felipe, obrigado por sempre ler meus comentários, me sinto importante e sempre mando para meus amigos, olha ele lê o que eu escrevo!!!
    Faço isso para converter mais um a ouvir Podcast.
    Queria fazer uma surpresa para minha amada (Sarah, o nome dela é Sarah), dia 21 fizemos 10 anos de relacionamento, mas como o Sr. bem lembrou, na tão esperada hora de ouvir o programa veio meu ato falho, pedi um abraço e não escrevo o nome da Sarah, não uma caimbra, mas tive um apagão mental.
    Agora não quero mais um abraço, nos mande um beijo algum osso (por favor)
    Meu sonho e ser como você e o Matias quando eu crescer. Além da graduação em História e dar aulas por quase 12 anos, agora curso Ciências Sociais, ou seja estou estudando os braços da História, só Antropologia que me dá nó epistêmico, meu as teorias da História com a de outras ciências como Ciência Política e Antropologia não convergem em quase nada (ou minha formação acadêmica que foi insuficiente, pode ser isso, ou não).
    Sigo e comento sempre em seus twitters e da podosfera em geral.
    Um beijo no metacarpo do dedo médio seu e do Matias. Sucesso.

    • Com relação ao bloco do Giro de Notícias, sobre o Mali, o Reino do Mali não corresponde ao Estado Moderno do Mali. O Reino do Mali corresponde em grande parte ao Estado Moderno da Mauritânia, enquanto o Estado do Mali corresponde ao território do Reino do Songhai. O Estado Benin é ao lado do território que foi o Reino do Benin e assim sucessivamente.
      Tema muito explorado no Curso de História da Africa (enfoque pré colonial) da Dra. Prof. Marina de Mello e Souza da História/FFLCH/USP.

  • Olá Filipe e Matias, esse é o meu primeiro comentário que mando pra vocês (apesar de já estar planejando escrever um há um tempo ). Sou ouvinte desde o programa sobre o primeiro encontro do Kim-jong Un com o presidente da Coréia do Sul, mas já conhecia o site e o canal do YouTube um pouco antes de você começar a fazer os nerdologias de história.

    Primeiramente gostaria de dizer que tomei um susto achando que tinha baixado o podcast errado por causa do aviso inicial. E falando em baixar o programa eu gostaria de saber pq os arquivos do programa são tão pesados? Cada episódio pesa mais de 120 MB e por mais que o custo-benefício acabe sendo bom já que são 3 horas de diversão e informação, acaba sendo complicado pra mim baixar os episódios por causa do pacote de dados e do espaço limitado do tablet que eu uso (que é do meu irmãozinho ). Será que não tem como vocês fazerem que nem o nerdcast e ter uma opção de baixar com uma qualidade de áudio inferior, mas com um arquivo mais leve?

    Eu também tenho algumas sugestões, que tal vocês criarem um quadro fixo só para a nossa quebrada sul-americana? E tambem pq não criem um quadro específico para convidados, liberando assim o espaço para vocês falarem de outro assunto na coluna aberta. Uma outra sugestão que eu acho mais palpável de vocês realizarem seria a de vocês colocarem mapas e imagens dos assuntos que vocês falam no post de cada episódio, pois as vezes eu não acho imagens das notícias que vocês comentam. Mapas seriam úteis também para a gente situar melhor a região dos países, não é todo pais que eu tenho a localização na cabeça.

    Peço que falem mais sobre notícias de países que não costumam aparecer na TV, por mais que a série do Brexit seja muito boa, programas como aquele que vocês trouxeram um convidado pra falar da Armênia e essa cobertura sobre a crise no Sudão é que fazem eu gostar ainda mais do Xadrez Verbal. Que tipos de problemas interessantes a Gloriosa República de Vanuatu, o Timor Leste, a Bielorrússia, o Suriname e etc. devem estar passando por esse momento?
    Mas é claro que desde que isso não prejudique a cobertura dos grandes eventos do cenário mundial.

    Por último gostaria que vocês mandassem um abraço pro meu irmãozinho Daniel Olavo, que sofre comigo enchendo o tablet dele de podcasts já que no momento estou sem pc .

    Abraços o/

  • Alexis Petri Costa

    Eu tinha feito um comentario relativamente extenso sobre o urânio no programa passado, mas o comentário acabou não subindo ao site por algum motivo.
    Basicamente, não tem muito urânio no Mali. A maior parte do urânio francês vem do Canada, Niger, Russia e Cazaquistão. O Mali até tem algumas jazidas, mas nada que possa colocar Mali no mapa do World Nuclear Association. Recomendei também o Observatory of Economic Complexity (tinha colocado o link, mas escrever pela segunda vez da preguiça, busquem no google), que eu uso bastante pra estudar comércio internacional, e que me ajudou no survey sobre o Franco CFA, comentado algumas vezes nesse programa, e paper esse que eu ja mandei o link nessa sessão de comentários no passado. A publicação está disponivel no site do Centro de Estudos em Processos de Investimento da Fundação Getúlio Vargas.
    Abraço a todos e obviamente em especial ao Filipe e Matias.

  • Reinaldo de Morais

    Felipe, o Anthony Quinto(n) existe sim, mas não se preocupe em ofende-lo pois o mesmo já morreu. Mas foda seria se você tivesse o ofendido o Anthoy Sexton!

    E abraço ao Matias, e claro, para você Felipe.

    https://en.wikipedia.org/wiki/Anthony_Quinton

  • Saudações Matias e Filipe!

    Inicio mais uma vez agradecendo pelo trabalho excepcional feito por ambos em compilar todos os acontecidos na política internacional, inclusive recomendando (e convertendo) amigos meus para o mundo dos podcasts. O XV inclusive foi de grande ajuda na trajetória universitária, já que além de companhia para os estudos de Direito Internacional, tive o auxílio de informações do podcast pra conseguir passar nessa disciplina (quem é do curso de Direito da UFRN sabe do que to falando)

    Já quanto ao programa passado, por ter um apreço pelas informações do críquete (não pelo jogo em si, que ainda espero entender, mas quanto a sua dimensão em países como Índia, Paquistão ou até regiões como o time da West Indies) fiquei curioso quanto ao Índia e Paquistão no Old Trafford e ao pesquisar vi que o estádio de críquete é simplesmente um homônimo do Teatro dos Sonhos onde joga o Manchester United, estando no mesmo bairro e a cerca de 500m do estádio mais famoso entre os fãs de futebol. Inclusive, há a ironia do nome oficial do estádio ser Emirates Old Trafford, praticamente uma mistura entre os estádios de Arsenal e Manchester United. De todo modo, o Old Trafford do Críquete merece a alcunha de “real Old Trafford”, já que foi inaugurado no ano de 1857, enquanto o Teatro dos Sonhos só veio a ser inaugurado em 1910. Por fim, a Copa do Mundo de Críquete reserva outro homônimo com estádio de fama mundial, o Rose Bowl de Southampton, apesar de seu “irmão de nome” estar localizado nos Estados Unidos e ter sido palco do Tetra em 1994. Inclusive, estou esperando ansiosamente pelo Fronteiras Invisíveis do Críquete com o grande Ubiratan Leal

    No mais, peço um grande abraço pra vocês que fazem esse programa acontecer e para o todos o curso de Direito da UFRN, inclusive os meus guerreirinhos do 2017.2 Noturno

  • Igor Coura de Mendonça

    E aí, tudo bem!

    Só para complementar algumas curiosidades sobre crescimento populacional:

    a) De fato, a Índia deve ultrapassar a China em termos absolutos de população mundial.

    b) Contudo, assim como o Brasil, o crescimento populacional da Índia já é mais uma questão de coortes do que de comportamento das pessoas de terem muitos filhos e com isso manter o crescimento populacional em alta. Ou seja, Brasil, Índia e praticamente todos os países asiáticos e latino americanos já demonstram os sinais de que em breve sua população vai parar de crescer.

    c) A única região no mundo que mantém um ritmo de crescimento ainda baseado em alta fecundidade é a África (subsaariana).

    d) E ao crontrário do que as pessoas usando o senso comum imaginam, isto não tem uma relação tão explícita com desenvolvimento econômico (em termos contemporâneos). Demógrafos ainda debatem as causas da “insistência” subsaariana em ter um comportamento “pró-filhos”, mas pode-se se dizer que se trata de uma combinação de cultura, saúde pública, planejamento familiar, o papel da mulher na sociedade, dentre outros fatores.

    e) Tudo isso se trata de mais uma fase do fenômeno da transição demográfica pela qual o mundo passa desde a revolução industrial, e que ainda não sabemos onde isso vai parar. Sem falar na migração, que bagunça qualquer análise demográfica

    Para quem se interessar, um artigo: https://link.springer.com/chapter/10.1007/978-3-319-32709-9_4

    PS: Quando eu crescer (ainda tenho só 34 anos e uma filha), eu ainda vou fazer uma versão do Xadrez Verbal voltada para demografia e políticas públicas, explicando para leigos tanto o que o noticiário não consegue e o que está fora do radar e é importante mesmo assim.

    Abs

  • Só corrigindo o que vocês falaram no programa, Irã e Iraque não são os únicos países de maioria xiita: Azerbaijão e Bahrein também possuem tal característica religiosa, e no caso do Bahrein o país é governado por uma maioria sunita. O Líbano também tem como maior grupo religioso os xiitas, porém não alcançam uma maioria da população

  • Olá.

    No último dia 22/06, corri a meia maratona do RJ pela primeira vez (um sonho realizado) e vocês foram a minha companhia durante 2 horas de corrida (terminei a prova com 2h20m e os últimos 20 minutos corri sem fone). Gostaria de agradecer pela música de encerramento (Never Understand, do Angra), com certeza foi um gás a mais lá pelo km 18, principalmente pelo fato de eu ser nordestino (de Jatobá, interior de PE, mas moro em Brasília há 10 anos), já que a música tem aquele arranjo maravilhoso com o som de Asa Branca e do rock.
    Durante a minha estada no RJ, bati bola com peruanos (eles estavam aqui por causa da Copa América) no Leblon e eles me disseram que o maior rival do país deles é o Chile, não futebolisticamente falando, mas historicamente mesmo, devido à guerra… achei a informação bem curiosa (ainda joguei vôlei com argentinos, mas não teve nada de relevante vindo dos nossos hermanos).

    Quando da largada da corrida, ainda não estava disponível o episódio dessa última semana (por isso ouvi o da semana retrasada), mas o dessa semana eu ouvi durante o caminho de volta (voltei de ônibus, então tive bastante tempo para ouvir o episódio inteiro).

    Valeu, um abraço a todos e parabéns pelo trabalho.

  • Olá Matias e Filipe,

    Como sempre maravilhoso programa e piadas sem graça engraçadas.

    Senti falta de vcs repercutirem os rolos de imigração da australiano que teve mais um capítulo esta semana:

    https://mobile.abc.net.au/news/2019-06-21/asylum-seeker-on-manus-island-sets-himself-on-fire/11236040

  • Victor Hugo Moreira Fernandes

    Vocês criaram um monstro, na leitura dos comentários quando o Filipe falava do Sesc Pompeia (o prédio), na minha cabeça só vinha o Mike Pompeo, desculpa gente.

    Abraços.
    Victor Fernandes – Campinas-SP

  • Boa tarde,

    Uma correção: o filme “Drive” com o Ryan Gosling e com direção do dinamarques Nicolas Winding Refn é baseado no livro homônimo do James Sallis publicado em 2005 e não tem absolutamente nenhuma conexão com o filme “Driver” de 1978 dirigido pelo Walter Hill.

    Abs,

    -João Ruas

  • Fica até mais pela curiosidade do que pela notícia, mas tá aí.
    Neste domingo 23/06/2019 no distrito de Ahlbach, Limburg an der Lahn no estado de Hessen na Alemanha ocorreu a explosão repentina de uma bomba de provavelmente 250 kg da Segunda Guerra Mundial, deixando uma cratera de 4 metros de produtos e 10 metros de largura, que não deixou nenhum ferido. Segue o link da matéria na BBC: https://bbc.in/2N8MDzg
    Ah e só pra deixar registrado, não sou o Roger que comentou semana passada (fico surpreso que tenha mais de um com esse nome por aqui haha).

  • Olá Filipe e Matias, meu avô(Miguel), que geralmente não gosta da música de encerramento(isso quando ao menos ouve), adorou a do último episódio e perguntou se consegue encaixar Carlos Gardel e Vermelho 27 até o fim do ano… kkkkkk. Um abraço e muito obrigado pelo excelente podcast.

    PS.: Ano passado eu pedi abraços para meu avô e para minha mãe e não disse o nome dela (Maria do Carmo), porém disse que me referia ela como peixe, só esclarecendo.

  • Ola, Filipe e Matias, meu nome é Lucas,
    e gostaria de agradecer primeiramente, que as minhas segundas-feiras nunca foram as mesmas desde que conheço o programa, as 2 anos mais ou menos.
    Acostumo escutar na segunda feira, logo que inicio o meu dia no trabalho e termino o programa so a noite, lavando a louça em casa.
    no trabalho, escuto alto para que meus colegas escutem e sempre que tem alguma noticia, pauso, e discutimos sobre o fato da semana.
    desses dois anos para cá, o meu amigo do trabalho, pegou gosto com politica internacional que irá fazer RI.

    gostaria que mandasse um grande abraço para Higor, Vinicius, Samuel, Lucas Feio e para mim, Lucas
    grande abraço
    ps. Matias, adoro muito suas piadas

  • Alô Mathias/ Filipe, algumas coisas sobre o programa:

    1- o MQ-4C é chamado de Triton porque na verdade é a versão da US Navy do Global Hawk (nome original e com autonomia pra voar dos EUA até a Australia sem abastecer uns 13 mil km)

    2- Produtos feitos no México que entram nos EUA incluem: cerveja, doritos, creme dental (Colgate) e outros produtos de higiene (gilette). E é uma combinação de USD$10B entre vegetais e frutas.

    Abraços

  • Foi citado o fato de Donald Trump ja estar fazendo seu ducentésimo comissio na Florida e por tanto, queria comentar sobre o que minha amiga havia conversado comigo. Essa amiga estuda na mesma universidade que eu e ela e venezuelana e mora nos Estados Unidos, mais especificamente na Florida, desde o inicio do governo Maduro. De acordo com ela, na Florida existe uma comunidade de hispanicos, principalmente venezuelanos e cubanos, que apoiam Trump e muita gente de posicionamento politico semelhante ao dele. Essa comunidade e composta tanto por nativos desses paises bem como descendentes de pessoas que migraram. Alem disso, ela diz que eles sao um importante “curral eleitoral” pra essa galera, nao apenas pelos votos em si, mas pela propaganda que e feita quando se diz que os hispanicos estao votando na direita dos EUA, o que demonstraria que a politica dessa direita para com os paises da America Latina “esta na direcao certa” e e apoiada pelos proprios hispanicos dentro dos EUA.

    Outro fator interessante de se notar e a diferenca entre os nativos e os descendentes dos paises hispanicos. Os nativos parecem ser um pouco “desconfiados” em relacao a esse apoio a direita, enquanto que os descendentes sao mais diretos com isso. Pelo o que ela fala, a galera que e descendente ou que foi morar nos EUA ainda bem jovem, tem uma retorica de “terra prometida”, como se seus pais ou avos estivessem em um ambiente de desolacao e tudo mudou quando eles “fugiram” para os EUA. Destes ultimos, muitos nao se importam com a politica internacional do governo dos EUA, mas tem em mente o fantasma das ditaduras, do comunismo, da miseria; fastasma esse, que pra eles parece habitar ao Sul da fronteira.

    Obrigado, e continuem o bom trabalho!
    PS.: Estou cogitando mandar guloseimas japonesas para vcs. E respondendo a duvida que ficou no meu ultimo comentario, a pronuncia do nome e “Pétrus”, como se tivesse acento.

  • LUIZ FELIPE SANTOS DANTAS

    Olá Felipe e Matias, acompanho os poadcasts desde 2016 e pela primeira vez comento. Sou estudante de economia pela UFOP, um apaixonado por geopolítica, e grande fã de vocês. O conteúdo do xadrez verbal me faz melhor a cada semana, e o trabalho de vocês é o meu emprego dos sonhos, depois de rockstar ou ser presidente do Brasil hahahahah. Ouvir meu comentário ser lido por vocês já será extremamente prazeroso. Grande abraço e passarei a comentar mais por aqui, e não mais para demonstrar minha admiração, mas sim pra expressar minha opinião quando achar pertinente.

  • Olá, pessoal! Meu nome é Daniel, sou ex estudante de Direito (parei no 8° semestre) e agora faço cursinho, pois desejo ingressar na faculdade de Veterinária em 2020, de preferência em uma Pública.

    Eu apenas gostaria de comentar que comecei a ouvir o Podcast muito recentemente, por sugestão da minha professora de Geografia e Atualidades do cursinho, a Thais Formagio. Um abraço para ela, por favor!

    Além disso, por favor mande um beijo para a minha namorada, Danielle, formada em Letras e que atualmente também está na luta para entrar em uma faculdade Pública de Veterinária. Eu estou tentando convencê-la a ouvir o Podcast.

    Um grande abraço para vocês! Adoro o Podcast!

  • A Nigéria vai ultrapassar a população do Brasil daqui a pouco.

    A China ainda tem controle de natalidade. Só que agora. A restrição é de dois filhos por casal. (Só aplicável para filhos únicos da etnia Han)

    Nicarágua e Honduras são maiores que a Guatemala. Mas a população da Guatemala é a maior da América central. É maior até do que a população do Ecuador

  • Olá, lindos e queridos Matias e Filipe, acompanho o podcast desde 2016 e é o meu favorito junto com scicast. O dessa semana em especial me deixou muito feliz o fato de vocês citarem Stonewall nas efemerides, no entanto acho que tenho algo a acrescentar sobre a história das revoltas ou protestos (como preferirem chamar). Primeiramente o inicio das revoltas se deu um contexto que é importante deixar o mais explicito possível, pois se tratava de uma violência policial contra pessoas queer em geral, ou seja todo mundo que não é heterossexual ou cisgênero. As batidas policiais costumavam ser violentas e humilhantes de modo que assim como ocorreu na operação tarantula na ditadura brasileira pessoas LGBT+ muitas vezes desapareciam pura e simplesmente depois de levadas pela policia. A primeira pessoa a jogar um tijolo contra a policia foi Marsha P. Johnson que era uma mulher trans, negra, drag queen e existem boatos de que ela também era bissexual. Sua melhor amiga Sylvia Riviera era uma mulher trans e latina e foi junto com Marsha responsável por criar uma casa de apoio que recebia pessoas LGBT+ em geral que eram expulsas de casa. Sou trans e bissexual e tenho um carinho especial por essas personagens tão importantes para as origens do movimento que foram apagadas da história e que tiveram uma vida tão sofrida que só nós LGBT+ sabemos. Até hoje não se sabe quem matou Marsha e o nome de registro dela está na sua lapide ao invés do nome que ela escolheu, é como se tivessem a matado uma segunda vez, como podemos ver no filme da locadora vermelha, Vida e morte de Marhsa P. Jonhson. Por conta dela tivemos as revoltas e o movimento LGBT+ que muitos insistem em chamar de movimento gay, que não é um nome que compreende toda a diversidade do movimento e apaga lesbicas, bissexuais, transgeneros e outras sexualidades e identidades marginalizadas. Amo muito vocês e estou tentando convencer algumes de meus mozões a ouvirem o podcast, infelizmente são poucos que se interessam por politica internacional, uma das poucas que se interessam é minha amiga Isabela Carvalho, minha maquiadora oficial e estudante de Geografia na UFG onde também estudo, no entanto licenciatura em artes visuais, mandem um abraço pra ela. Um abraço apertadado e beijos seus fofos ❤ ( se pronuncia Dáila, uso pronomes femininos)

  • Oi Filipe e Matias,

    O drone MQ-4C chama Triton porque ele foi feito pela Northrop Grumman para a marinha americana fazer vigilância marítima, assim como o avião de patrulha marítima da US Navy é chamado de P-8 Poseidon, só que esse feito pela Boeing.

    Beijos

  • Primeiramente, parabéns pelo programa, excelente como sempre!
    Ouço o podcast desde os primórdios e decidi deixar um comentário desta vez.
    Quando o Filipe comentou que achou curiosa a manobra de todos os partidos se unindo contra o candidato do AFD à prefeitura da tal cidade alemã, imediatamente eu me lembrei de um caso análogo que houve na Finlândia, no pré-segunda guerra, em que houve uma coalizão de diversos espectros políticos para evitar a ascensão de um partido de tons nazifascitas. Essa manobra, aliás, é descrita com detalhes no livro Como As Democracias Morrem, de Steven Levtisky, como uma forma justamente de impedir o crescimento de tendências autoritárias. No mais, era isso. Se puder, gostaria de mandar um grande abraço para o Marcos Travinski, Lucas Doca, Tiago Terra e Adriano Cabelo.

  • Eu não sei o que aconteceu, dois programas atrás eu comentei e não achei meu comentário. Vou repetir aqui, se for por conta do conteúdo ser sobre bebidas alcoólicas, então fica o avisa, se você for menor de idade NÃO beba. Enfim, o comentário era sobre uma publicação do Diário Oficial de cerca no qual Bolsonaro firmou o acordo Cachaça-Tequila entre México e Brasil, no qual um país só pode vender a bebida alcoólica original de um país, se essa vier do mesmo. Portanto o Brasil só pode vender tequila mexicana e o México cachaça brasileira. Não é nada demais mas achei interessante por envolver um acordo entre dois países, que inclusive é de interesse de Estado brasileiro, pois o governo Bolsonaro é o terceiro que se envolve neste acordo que já vem sendo costurado desde 2015. Em todo caso, demonstra como as vezes coisas banais como bebidas alcoólicas podem ser também ferramentas de Soft Power. Entre outro exemplo interessante, a matéria que saiu recentemente falando sobre o aluguel de pandas a zoológicos pelo mundo pelo governo da China, também como ferramenta de Soft Power, mostrando que relações internacionais não é só quem tem a moeda mais forte, ou os maiores mísseis, mas que também questões culturais podem estar relacionadas.

    Bom eu normalmente colocaria o link de todas as matérias aqui, mas suspeito que um motivo pela exclusão do meu comentário possa ter sido suspeita de Spam, mas pra quem se interessar, facilmente encontra-se conteúdo tanto sobre o acordo entre o Brasil e México quanto sobre o aluguel de pandas com pesquisa no google, no mais bom programa e abraços!

  • matheus santos tavares

    Olá!

    Sou Padrinho do Podcast e acompanho a muitos anos ❤

    Só estou escrevendo para fazer um complemento sobre a parada gay, que é uma história curiosa.

    A parada bem em sua origem (1997 para algumas pessoas e 1998 para outras – uma outra discussão interessante) acontecia no final de semana do dia 28 de junho, por ser a data mais "reconhecida" pelo movimento mundial para a celebração. Entretanto, a partir de 2001/2002 a data é mudada para o feriado de corpus christi durante um processo de "profissionalização" da gestão, que passou a contar com o apoio de operadores de turismo, marketeiros, relações públicas, entre outros.

    O objetivo foi capturar uma data "vazia" pra cidade e transformá-lo em um evento de grande porte. Isso se reflete nos números de presentes, que aumentou substancialmente a partir desse momento. O feriado de corpus christi sempre foi vazio para a cidade, já que muitas pessoas da viajam para fora, então era a data ideal para se "apropria" da cidade.

    Escrevi meu TCC sobre a história da Parada LGBT em SP e foi muito legal a história (e os conflitos) são interessantíssimos.

    Muitíssimo obrigado e continuem com o ótimo trabalho 😀

  • Primeiramente, sem clubismo, gostaria de repudiar o Sr Matias Pinto que comentou o draft do nosso caro Didi Louzada sem citar o Franca basquete, maior campeão nacional, atual vice-campeão do NBB, capital do basquete brasileiro e que buscou o Didi no ES e o formou desde as categorias de base e ninguém fala nada (Voz do Neto).

    Mas agora gostaria de agradecer vocês, que comecei a ouvir dois anos atrás pra me acompanhar nas longas caminhadas da minha casa até o meio estágio, e agora escuto vocês na caminhada pelo campus universitário até o Butantan onde faço mestrado. Gostaria de aproveitar para pedir um abraço para todos os alunos de Bioinformática e que ouvem o programa, que não se contentam em misturar biológicas e exatas no curso ainda fazem isso enquanto ouvem Xadrez Verbal.

    Um grande abraço

  • Filipe e Matias, esse comentário não necessariamente é sobre esse episódio, mas me bateu uma curiosidade monstro aqui agora vendo as seleções da Copa Africana de Nações… e vocês, autoridades que são, podem já ter abordado o assunto em algum XV ou FIF? Se sim, e se lembrarem em qual… gostaria muito de saber e ir lá conferir… lá vai:
    Percebi que 18 das 24 seleções possuem a cor VERDE nas suas bandeiras… me parece bastante,não? Não parece coincidência…

    Um abraço e parabens de novo pela qualidade!

  • Boa tarde Filipe e Matias,
    Hoje fui a uma palestra no palácio do Itamaraty de integrantes da ONU que tinha o intuito de incentivar o trabalho voluntário (remunerado) na ONU por brasileiros, pois aparentemente estamos em número reduzido na entidade. Estava sem podcasts para ouvir, pois já tinha ouvido o episódio semanal de vocês, então baixei um episódio antigo do gugacast, o podcast de humor, para matar o tempo na estação de metrô. Adivinha quem era o convidado especial do episódio?
    Um forte abraço a vocês pessoal, em especial ao Filipe do qual eu tento me livrar, mas ele continua nadando de costas no rio Nilo.

  • Boa Tarde Filipe e Matias. Faço doutorado em engenharia mecânica na PUC-Rio, comecei a acompanhar o Podcast por recomendação do meu amigo de república, o qual faz mestrado na Puc também, desde a primeira vez que ouvi, não perdi um episódio. Achei muito curioso citarem o caso do atleta de cachoeiro de Itapemirim-ES, mais curioso ainda pelo Matias ter parentes em minha cidade natal, também conhecida como a capital secreta do mundo, termo cunhando pelo grande cronista cachoeirense, Rubem Braga, que também foi correspondente de guerra na Itália e Embaixador do Brasil em Marrocos.

  • Essa semana só peço que coloquem a data nas efemérides, que segundo é a mais importante do mês de junho (e ela não mente pra mim kkkkk), que é o meu aniversário no sábado que saí o episódio dia 29/06, data deverás importante também para a igreja católica e ortodoxa. Grande abraço e saudações pantaneiras e alvinegras).

  • Boa noite, sou formado em História pela USP em 2015 e com relação ao bloco do Giro de Notícias, sobre o Mali, o Reino do Mali não corresponde ao Estado Moderno do Mali. O Reino do Mali corresponde em grande parte ao Estado Moderno da Mauritânia, enquanto o Estado do Mali corresponde ao território do Reino do Songhai. O Estado Benin é ao lado do território que foi o Reino do Benin e assim sucessivamente e em vários Estados modernos que ao longo da independência usaram nomes de antigos Reinos para se legitimar.

    Claro que estes Reinos e os Estados modernos nem de longe tem fronteiras estáticas e imutáveis, então partes de um e de outro se sobrepuseram em algum ponto territorial.

    Este tema foi explorado no Curso de História da Africa (enfoque pré colonial) da Dra. Prof. Marina de Mello e Souza da História/FFLCH/USP.

  • Prezados senhores do tabuleiro.

    Meus parabéns pelo podcast, bom como sempre. Sobre a derrubada do drone americano. A estranheza do Filipe pelo termo Tritão é explicável, essa é a versão da Marinha, o MQ-4C. A Força Aérea Americana usa o RQ-4C e chama de Global Hawk mas em essência é a mesma aeronave.

    Pessoalmente considero esse drone uma das coisas mais feias já criadas pela indústria aeronáutica em todos os tempos. Acredito que nomes como ” The Flying Dick” ou “Jet Penis” (em inglês para respeitar esse blog familiar) os descreveriam bem.

    Realmente eles são muito caros, e enormes (insira o trocadilho de sua preferência) a envergadura é maior que a do Gripen, tendo o mesmo cumprimento. Mais informações recomendo o site Poder Aereo https://www.aereo.jor.br/2019/06/20/ira-derruba-drone-global-hawk-dos-eua/

  • Semana passada minha esposa atendeu ao Filipe no São Camilo e ele pediu pra comentar aqui, então estou cumprindo protocolo. Um abraço também pra minha cunhada Kiki que me apresentou o programa e me ajuda no meu pêndulo urbano diário Zona Leste- Oeste.

  • Boa alvorada nobres,

    Gostaria de pedir um salve pro Igor Tomaz de Souza que me indicou o podcast há uns meses (sou policial militar no RJ e – graças a Deus- ele achou que eu gostaria) e desde então aguardo ansioso o programa. Gostaria de pedir também um abraço pro Daniel Matias que ouve o programa por indicação minha, e mandar 39kg de cheiros no cangote da minha namorada Marcele, que ouve quase sempre obrigada e sexta feira estaremos numa viagem de quase 4h até Paraty-RJ ouvindo o programa.

    um beijão pra vocês, o programa que vocês fazem é único, obrigado!

  • AQUILA BARROS NOGUEIRA

    “Lamentavelmente, grande parte do que a imprensa escreve não é aquilo”
    “Não interessa, e deixa eu terminar o raciocínio. Então tem que se fazer a filtragem para não se deixar contaminar por parte da mídia escrita em especial”

    Lendo assim, sem o contexto, não acho essas declarações tão despropositadas assim, pois aprendi ao longo dos anos a duvidar do que se escreve e ir além do que é dito. Porém, quando o presidente usa essas falas para fingir que uma chefe de Estado não disse o que disse no parlamento do seu país, lembramos que estamos numa época em que a imprensa está cada dia mais sendo proibida ou desencorajada a fazer seu trabalho.

    Essa introdução tenta contextualizar um comentário que já venho adiando há umas semanas mas que essa semana passou a me preocupar mais ainda e me fez sentar e escrever tudo isso.

    Ando incomodado ouvindo em várias ocasiões vocês “defenderem” fontes durante os programas. Leem uma reportagem, ou uma citação, e aí dizem que não podemos acusar esse veículo ou pessoa de ser globalista, ou comunista, ou o que quer que seja. Entendo que seja importante contextualizar falas e matérias, mas querer defender isso para gente que duvida da imprensa simplesmente por dizerem algo de que se discorda é perda de tempo.

    Essa semana tivemos casos do Paulo Henrique Amorim, o Marco Antonio Villa e até mesmo da Rachel Sheherazade (sim, tive que colar como se escreve esse nome estranho até mesmo pra os meus padrões) sendo ameaçados ou mesmo afastados de seu trabalho. Até mesmo o Reinaldo Azevedo já virou petista/lulista/comunista e isso porque não estou nem falando sobre o Glenn Greenwald.

    Essa semana inclusive tive a sorte de estar na gravação do ótimo Greg News, em que se discutiu essa questão de como a imprensa vem sendo atacada e desacreditada no Brasil, simplesmente por discordar do que o governo e seus seguidores alucinados pensam. Recomendo que assistam, nem que seja pra rir da cara do Diogo Mainardi.

    Mas, além da dica cultural, creio que seria importante gastar um pouco mais de tempo para falar sobre isso no programa, até porque ouvindo o Xadrez Verbal eu passei a atentar mais para o valor da liberdade de imprensa, e entendo que, a exemplo dos papos de “Fake News” do Trump, estamos num momento em que o jornalismo vem sendo atacado no Brasil, como em todo o mundo. E se o Khashoggi já foi vitimado, não sei o que pode acontecer com o Glenn, que também creio que merece um pouco mais de atenção, talvez num review sobre ele mais ou menos como fizeram sobre o Battisti alguns programas atrás.

    E volto à razão de eu ter escrito esse texto, espero não ouvir mais vocês se desculpando por fazer jornalismo de qualidade, diferente do que estamos infelizmente acostumados. Nem que seja em respeito ao Clovis Rossi, citado no programa anterior.

    Aproveito pra pedir um abraço pra o Ramon Neves, amigo que eu apresentei o podcast, e aí já aproveito pra pedir abraços pra o Luan Enéas e a Paula Dorattioto, do mesmo grupo de amigos e que estou tentando fazer ouvir o programa, especialmente a Paulinha, que é jornalista.

    Abraços

  • Ezequiel Guimarães

    Olá Filipe, olá Matias, meu nome é Ezequiel e esse comentário tem apenas um ponto: o maior intérprete brasileiro tem por nome Emílio Santiago. Forte abraço e continuem com o bom trabalho.

  • Olá Filipe e Matias,

    Meu nome é Rafael Teixeira eu e minha esposa Miriam Hieda somos ouvintes do xadrez desde o episódio de Charlottesvile e apoiadores.

    Sempre ouvimos o Xadrez e ouvi todos os fronteiras também.

    Queríamos um abraço para o mais novo Filipe, escrito da maneira correta , nosso filho nascido dia 07/06 que ouviu muito XV na barriga e hoje dorme bem no carro ouvindo o programa!

  • BRUNO LEONARDO FRANZINI

    Efusivas saudações caros Filipe e Matias,

    Meu nome é Bruno Franzini e atualmente estou morando em Ghent na Bélgica. Gostaria antes de mais nada de parabenizá-los pelos podcasts, pois são de excelente qualidade e curadoria. Sou viciado em ouvir podcasts e hoje posso dizer que o Xadrez Verbal é meu favorito, principalmente por tratar de maneira leve e informativa de um assunto muitas vezes cansativo. Ouço sempre aos finais de semana pra chegar na “firma” na segunda-feira pronto pra puxar assuntos de política internacional e parecer um cara bem informado hahaha.

    Também tenho um podcast com enfâse em internacionalidades, porém com uma abordagem menos séria e bem informada (rsrs). O podcast chama-se Visto de Fora e junto com mais 3 amigos comentamos e damos dica pra quem pretende ou já mora fora do Brasil. No fim das contas falamos um pouco mais sobre Dublin, pois os outros 3 integrantes lá residem, mas tentamos sempre trazer informações sobre outros países também. Se puderem mandem um abraço pro Peco, Graça e Vitinho que integrando essa árdua jornada podcastal.

    Mais uma vez parabéns pelo trabalho e um “Vai Tricolor!” para o menino Matias são-paulino sofrido como eu.

    Grande abraço e sucesso pra vez!

  • Leonardo de Vargas Holosbach

    Oi Matias, oi Filipe, aqui quem fala é o Leonardo de Vargas Holosbach, sou de Francisco Beltrão-PR e estudo economia na Unioeste – Universidade Estadual do Oeste do Paraná, Campus Francisco Beltrão (detalhe importante é que francisco beltrão fica na região sudoeste do estado). Acompanho esse excelente trabalho de vocês desde dezembro de 2018 e o filipe desde o primeiro nerdologia de história que ele fez. Minha maior tristeza é que não conheço ninguém daqui que acompanhe vocês para nós comentar e discutir sobre os programas, todos os amigos que indico são uns preguiçosos pois dizem que não vão escutar porque acham os programas longos.
    Desde que comecei a ouvir vocês o desejo de ser diplomata aflorou em mim novamente, coisa que tinha murchado ao longo dos anos por inúmeros motivos.
    Também queria dizer que gosto muito da coluna da Professora Vivian e que assim como ela fiquei apaixonado com a economia no decorrer do curso e como o curso mudou minha visão sobre toda a sociedade, inclusive acredito que vocês filipe e matia tem muito potencial para serem economistas quase tão bons quanto a professora vivian e quanto ao excelente economista que eu serei um dia (e diplomata) rsrs.
    Ainda sobre a coluna da professora eu tenho uma dúvida, nunca entendendo se na vinheta de abertura fala cambito da dama ou gambito da dama, porque apesar da minha pesquisar mostrar que é gambito eu sempre escuto cambito, e isso me incomoda muito.
    E sobre a professora Vivian, queria fazer um jabá, assisti um TEDx Talk dela no qual o título é “Como a maternidade me fez repensar a economia?” e no site youtube e fiquei indignadíssimo que só 351 visualizações, no mínimo tinha que ter umas 100 mil views. Feito o jabá e expressado minha indignação, encerro meu comentário.

    Um forte abraço e muito sucesso para vocês

    (eita, já tava esquecendo de falar um negócio, as vinhetas do fronteiras invisíveis que escutei até agora não muito ruins, altera esse negócio ai.)

  • Oi pessoal

    Uma pequena correção, um comentário e um abraço envolvendo a Romênia.

    A correção é que segundo a página do Octavian Ursu em alemão, ele teria imigrado para a Alemanha em 1990, após participar na residência e levante contra o Ceaucescu

    https://www.octavian-ursu.de/

    O comentário é a origem na Romênia não é tão pitoresca assim. Havia um grupo considerável de alemães étnicos (saxões) na Transilvânia até o séc.XX, e o próprio Ursu usa isso para se “germanisar” um pouco, quando fala que “conhecera e respeitava a cultura alemã desde a infância, quando passava as férias com parentes em Sibiu”. Vale lembrar que o ultimo nobel de literatura para a língua alemã foi para a romena Hertha Müller, que inclusive tem um romance sobre alemães que no pós-2ª guerra foram para campos de trabalho forçado como indenização de guerra.

    Mandem um abraço para a minha amiga e ouvinte de vcs Miruna Bacali que é romeno-alemã mas já fala português melhor.que muito brasileiro

    Saudações tricolores desde de Gießen (a pronúncia é Guí-cem) na Alemanha

    Ps. No programa 190, o Matias leu um comentário do meu amigo Bruno Stelmach Pessi, mas se confundiu e o chamou de Gabriel. Se der, queria mandar um abraço pra ele também 🙂

  • Muito interessante que vocês comentaram das eleições guatemaltecas nessa semana porque, enquanto eu ouvia o programa, eu estava em um avião a caminho da Guatemala. Vim para cá fazer pesquisa com a língua Kaqchikel, uma das mais de 20 línguas maias da população nativa do páis. Estando aqui pude perguntar aos locais um pouco sobre a eleição que aconteceu semana passada e aqui foi mais ou menos o que entendi. O partido do atual presidente Jimmy Morales saiu desgastado do atual governo por causa de escândalos de corrupção (não sei de detalhes para dizer se o país também faz parte do Odebrechtistão) e seu sucessor foi rejeitado nas urnas. Uma coisa que ouvi também foi que houve muitas fraudes eleitorais descaradas e em alguns lugares cédulas já vinham com candidatos selecionados. Citando um pesquisador daqui “Já sabíamos quem ia ganhar o primeiro turno e sabemos quem vai ganhar a eleição de agosto.” (a candidata da UNE Sandra Torres) Além disso foi interessante ver as propagandas eleitorais espalhadas pelo país. Aqui os cartazes quase sempre vem com um símbolo do partido coberto por um X. Inicialmente cheguei a pensar que era, propagandas contra um determinado partido, mas depois percebi que todas as propaganas eram assim, imagino que em referência às cédulas eleitoras. Enfim, vocês admitiram não ser especialistas no país e com certeza também não sou, mas fica aí um pouco mais sobre a Guatemala.

    Abraços!

  • Olá, ótimo programa como sempre!

    Sobre o filme francês “Nada a esconder”, ele é remake de um italiano, Perfetti sconosciuti (2016). Fizeram também uma versão espanhola, um pouco mais dramática. Gostei de todos mas achei o italiano o melhor. Recomendo se a professora não tiver assistido. (Creio que estão todos no Netflix).

  • Felipe, Matias, como sempre, ótimo episódio.
    Meu nome é Mateus Lucas, sou João Pessoa – PB
    Começando de trás para frente, a escolha da música de encerramento foi sensacional (apesar de discordar da escolha do maior intérprete da música brasileira, ele se chama Cauby Peixoto), desde muito pequeno escuto a discografia do Nelson, através do meu pai, quando ele vai limpar a coleção dos CDs de Nelson Gonçalves, que ele guarda com maior zelo do mundo, a volta do boêmio é extremamente carregada de nostalgia e foi uma grata surpresa escutar novamente essa obra prima. Agora sou obrigado a fazê-lo escutar ao menos este programa (talvez ele não goste muito da temática), mas a minha namorada (Nathália, o nome dela) é diariamente coagida por mim à escutar o programa mais atual, mas ainda não o escuta fielmente como eu, por favor mandem um abraço para ela. No mais, escuto o podcast há +/- 1 ano, faço Eng. Elétrica, mas sempre tive aquela pontinha de estudar História/RI, mas como agora na graduação meu tempo é extremamente escasso, o Xadrez me deixa atualizado das notícias internacionais e ainda me dá aquela revisada na história mundial, quando o assunto assim é referido (tretas do oriente médio sempre puxam boas histórias), no mais é isso.

    Obrigado à vocês dois, continuem o maravilhoso trabalho, abraços.

  • Lucas Engel Sacht

    Bom dia, Filipe e Matias!

    Sou ouvinte desde 2015 e pela primeira vez comento um programa.

    Sobre o Mali, uma pequena correção: o antigo império está temporalmente localizado no que chamamos de Idade Média, não na Antiguidade. Inclusive esse império foi o tema da minha monografia em história na UFPR.

    Quanto às efemérides, deixo uma indicação de livro sobre a Grande Guerra, é o manual “A I Guerra Mundial” de Lawrence Sondhaus, publicado no Brasil pela editora Contexto, traz algumas reflexões sobre os tratados do final do conflito.

    Já sobre Stonewall, gostaria de deixar recomendado um texto elaborado pelo grupo PET-História UFPR, do qual fiz parte na graduação: Stonewall e o movimento LGBT brasileiro, buscando estender quais foram as influências do movimento dos EUA nas movimentações aqui no Brasil. (https://pethistoriaufpr.wordpress.com/2018/04/24/stonewall-e-o-movimento-lgbt-brasileiro/).

    Além disso, sobre o críquete, há um episódio de 18 minutos da série Explicando (daquele serviço de streaming) sobre o esporte. O intuito da série é desmistificar assuntos complexos ou que abaram se tornando tabus, a explicação é feita de um modo dinâmico e simples, fica a recomendação.

    Parabéns pelo ótimo trabalho!

  • Fala Matias e Filipi*

    Deixo aqui rapidamente um link para o episódio mais recente do Sinica, onde o Ryan Haas faz um balanço experiente, informado, sensato e propositivo sobre o estado atual da relação China-EUA. Ele é vinculado à pra Brookings Institution e serviu como advisor para China no governo Obama. Bom aquecimento pra observar o G20 essa semana.
    https://supchina.com/2019/06/20/sinica-podcast-ryan-haas-us-china-relationship/

    *Se o primeiro “e” em “Felipe” tem o mesmo som do último, e você insiste em grafá-lo com “i”, é imperativo manter um mínimo de consistência fonética e admitir “Filipi” como a forma definitiva desse nome. Pra evitar confusão.

    Abraço!

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