Xadrez Verbal Podcast #187 – Potências, Venezuela e Golfo Pérsico

Programa um pouco diferente do que vocês estão habituados! Chegamos falando das relações entre as principais potências no mundo. A Rússia foi conversar com os EUA, que brigou com a Europa, que precisa conseguir enfrentar os chineses, que foram banidos pelos EUA, que são amigos do Canadá, que teve seus cidadãos presos na China, que tem interesses na Venezuela, cujos representantes foram dialogar na Noruega. Também passamos por notícias nos EUA, na América Latina e no Golfo Pérsico, onde os sauditas acusam os iranianos de terem sabotado seus navios. Além disso tudo, nós giramos pelo mundo, a semana na História, uma coluna especial com a professora Vivian Almeida, peões da semana e dicas culturais fecham mais um podcast do Xadrez Verbal!

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Dicas do Sétimo Selo e links

Site da Editora Contexto

Filme Max Manus

Documentário ¿Por Qué quebró Mc Donalds?

Nerdologia História A Origem da Escravidão no Brasil

Lançamento do livro 100 Anos do Genocídio Armênio: Negacionismo, Silêncio e Direitos Humanos (1915-2015)

Coluna O que cada interessado na Venezuela quer na Noruega

Matéria When is the ‘OK’ gesture not OK?

Matéria Bastidores revelam por que plano de opositores para derrubar Maduro deu errado

Matéria Brasil e Alemanha: o casamento acabou?

Entrevista com Angela Merkel

Música de Encerramento Destrucción Masiva, de Sagot

Playlist das músicas de encerramento do Xadrez Verbal no Spotify

Canal do Xadrez Verbal no Telegram

Minutagem dos blocos, cortesia dos financiadores do Xadrez Verbal

  • 0:05:45 – Giro de Notícias #1
  • 0:29:05 – Coluna Aberta: Rússia e EUA
  • 1:04:30 – Efemérides: A Semana na História
  • 1:09:30 – Match: Venezuela
  • 1:49:00 – Xeque: Golfo Pérsico
  • 2:14:00 – Gambito da Dama: Investimentos em Educação
  • 2:41:50 – Giro de Notícias #2
  • 2:55:45 – Peões da Semana
  • 2:57:10 – Sétimo Selo
  • 2:59:15 – Comentários e Recados
  • 3:10:25 – Música de Encerramento

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, que está no Apoia-se

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
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90 Comentários

  • Oi, acho que tem um bug no Spotify. Somente hoje foi colocado no ar o #186 (que esperei ansiosamente durante toda a semana). Nada do #187.

    Saudações de um fã.

  • Emerson Aristides Martins dos Santos

    Olá Filipe e Matias
    Entrando em contato com vocês, conforme solicitado, para opinar que os recados no início do cast creio ser o mais interessante, pois muitas das vezes, complementam informações do cast anterior.
    A música de hoje foi… bem, sem comentários… ruim demais!
    Abraços
    Luz & Paz!

    • Exatamente! Concordo! Talvez seja pouco dinâmico para quem é novo mas como são episódios longos e com inúmeras informações, para quem acompanha, diferente de um nerdologia, se colocar os comentários no fim, vai atrapalhar bastante a linha de raciocínio, ou a minha memória que é ruim mesmo. Muito Obrigado pelo excelente trabalho!!!

  • Caros Filipe e Matias
    Primeiramente parabéns pelo excelente podcast. Eu o descobri por acaso e desde então e recomendo a meus colegas do curso de Economia, além de que é o meu podcast mais aguardado da semana. Costumo dizer que minha semana começa com o Xadrez Verbal.
    Mas vim para opinar quanto aos recados no início do programa. Sou favorável a ser no início, talvez pelo padrão criado na minha cabeça pelo Nerdcast (primeiro podcast que ouvi), mas acho que faz mais sentido já que são abordados assuntos do programa passado e serve como introdução ao cast.
    Grande abraço!

  • Gostei dos comentários no fim, o programa fica mais dinâmico e fácil de apresentar para novas pessoas.

  • Olá!
    Sou de Salvador e fico realmente chateada porque as pessoas que conheço aqui não têm costume de ouvir podcast. Eu mesmo só comecei no começo do ano com vocês! Essa semana, como o xadrez demorou para aparecer no spotify, até o Fronteiras fui ouvir e que grande surpresa!
    É realmente prazeroso escutá-los antes de dormir, me sinto menos aleatória no mundo. Tem algum tempo que não vejo jornal e não tinha noção o quanto estava por fora do que acontecia no mundo. Obrigada por não contribuir com o “emburrecimento” coletivo!

    • Se serve de consolo sou do interior da Bahia. O número de pessoas que consomem podcast ou qualquer assunto intelectualmente interessante é bem, bem menor rs.

  • Fala Filipe tudo bem?
    Sou de Campinas SP, sou programador e estou morando na Ásia há alguns anos.

    Acompanho o podcast desde quando tudo ainda era mato, já te enviei um email agradecendo o conteúdo e por despertar novamente em mim o interesse em história, perdido no ensino médio graças a um professor que dava sono ao falar.

    Sobre a coroação do rei da Tailândia, eu estou vivendo em Bangkok no momento e vi de perto todo o acontecimento, foram 4 dias de cerimônias sendo transmitidas em todas as redes de TV e também pelo Youtube, o país estava parado.

    Se possível poderia comentar sobre o caso de um homem que foi condenado a 37 anos de prisão por fazer posts sarcásticos na internet sobre o cachorro do rei, segue link abaixo:
    https://www.theguardian.com/world/2015/dec/15/thai-man-faces-jail-insulting-kings-dog-sarcastic-internet-post

    Para nós que não veneramos nenhuma figura assim como os tailândeses fazer é uma situação bem peculiar, todos aqui veneram o rei, não importa se ele seja putão (como esse que acabou de assumir), até os mais jovens encaram o rei como algo sobrenatural, nunca tinha visto isso de perto.

  • Ainda sobre o evento preparatório para reunião sobre o clima cancelado.

    “…o ministro do Meio Ambiente chegou a dizer que não faria o evento sobre o clima na Bahia “para se fazer turismo e comer acarajé”

    Fonte: G1

  • Fala enxadristas!

    Só para opinar sobre os comentário… Prefiro-os no início do cast, pois assim fecha-se um ciclo com o podcast anterior.

    Obrigado pelo ótimo trabalho!

  • João Carlos Villela

    Escrevendo correndo aqui mas só para deixar o meu voto, acho muito mais interessante os comentários no início!
    Complementam e criam link com a edição anterior. No final fica solto e meio estranho.
    Sou bicho de vcs e viciado no programa! Bjs!

  • Marcos Mamoru Fugio

    Olá.

    O glifosato é utilizado há décadas na agricultura brasileira, em especial no plantio direto para matar o mato e, com isso, o plantio seja feito sem revirar o solo e com menor risco de erosão.

    Uma fazenda média usa centenas ou até milhares de litro dos herbicidas a base de.glifosato e, pelo que consta, o índice de câncer não aumentou na área rural .
    Outra hora tento fazer um comentário a a completo.

  • Ótimo programa, como sempre!
    Só uma ajuda na pronúncia do polonês:
    Bardzo dobrze ( que traduz como “Muito bom”) se pronuncia “bardzo dobje”.
    um abraço!

  • Oi, meninos! Gostaria de fazer um comentário rápido sobre a mudança da seção de comentários para o final do programa: para mim, é uma escolha bem pensada. Sempre pulo os comentários (desculpa, mas…) e, bem, muitas vezes isso engloba algum recado que vocês dão no começo. Deixando os comentários para o fim, imagino que menos pessoas iriam pular direto para o giro de notícias eee, assim, acabariam ouvindo seus recados, pedidos, etc. Enfim, só isso mesmo. Abraços!

  • Olá, meninos! Infelizmente, conheci o XV há apenas alguns meses. No entanto, venho parabenizá-los pelos quatro anos e agradecê-los, imensamente, pela iniciativa. O programa é tudo que buscava sobre geopolítica há muito, de salientar como vocês informam com credibilidade e bom humor. Gostaria, também, de fazer três pedidos: poderiam, por favor, dizer as fontes que costumam utilizar para realização dos podcasts; indicar se em algum programa há uma análise macroeconômica do Brasil, incluindo, sobretudo, mandatos PSDB e PT até nossos dias; e, por último, se há algum em que falem sobre regimes políticos em Portugal? Se não houver, já deixo meu pedido hehe Muito obrigada. Abs

  • Olá!

    Eu e meu companheiro (uma cineasta e um programador) ouvimos o podcast a alguns meses pelas estradas da vida: de São Paulo a algum canto no interior ou nos caminhos dos afazeres domésticos. =)
    (xadrez verbal ajudando na felicidade de casais pelo mundo!)
    Um abraço ao meu companheiro: Thiago Pinto

    Eu preferi as cartinhas no final para ajudar no dinamismo (ou pq sou ansiosa haha). Ele prefere no começo pq tem mais tempo para entrar no clima do episódio.

    De toda forma, parabéns à equipe pelo empenho e competência! A divulgação do conhecimento é primordial para nosso crescimento social. ❤

    Ps1: Faço a sugestão de melhorar a mixagem sonora entre as vinhetas dos blocos com as vozes de vocês. Temos percebido que as vinhetas ficam mais altas, em geral.

  • Seria interessante mais um bloco sobre as relações de União europeia o Brasil e o mercosul, A UE é o principal parceiro econômico do brasil e os dois vem tentando fazer um acordo mas como ficaria esse acordo e o próprio mercosul depois das eleições argentinas.

  • Assim como algumas pessoas que eu pude ver também prefiro os comentários e recados no início do programa porque já padronizei isso e normalmente espero isso kkkkkkkk
    Mas, se vocês jogarem pro final eu posso acabar me acostumando. Sobre a música de encerramento: há muito tempo eu não ouvia um Black Metal, tinha esquecido o quanto é maçante kkkkkkk

  • Me chamo Mariah, sou de Maceió -Al, moro em São Paulo há 10 anos e escuto xadrez há 1 ano e meio por influência do meu marido, companheiro e amor da minha vida, Thiago. Confesso que ele teve que insistir muito, pois achava vocês muito barulhentos, mas depois me acostumei e hoje não imagino minha semana sem o programa ♥️ Gostaria de agradecer todo o trabalho da equipe do Xadrez , pois é através do programa que me informo sobre os principais acontecimentos do mundo!
    Por favor, não tirem os comentários do programa!!!! Eu adoro e acho que eles complementam o que foi dito no programa anterior, seja corrigindo ou acrescentando informações. E quanto à ordem eu prefiro no começo 😉obrigada e beijos

  • andersondiegofeitosa

    Rapaz, queria parabenizar o Matias pela sacada de colocar essa banda venezuelana de Black Metal… nem gosto do estilo, mas foi massa! E parabéns pelo podcast! Abraços.

  • Narciso (é nome mesmo, não é apelido)

    #VoltaRecadosNoInicio já que fica muito mais contextualizado e corroboro o Sidnei Alencar (que vocês comentaram no programa do Canadá) me deixa com o coração quentinho matando saudades da terrinha.

    • Que omi este Matias… Que música!!!

    • LUIZ AUGUSTO CALVO TIRITAN

      Olá Filipe e Matias. Sou muito grato pelo trabalho que vocês têm feito de divulgação do conhecimento e trazer à tona temas que antigamente passariam longe dos holofotes da grandes mídias. Ouvindo vocês percebo o quanto deixamos de saber sobre o mundo em que vivemos e acredito que isso nos tornou uma sociedade mais fria e egoísta com indivíduos vivendo numa bolha. Saber sobre todos os problemas que os países africanos passam com líderes tiranos e ainda esses mesmos países sofrendo com desastres naturais, epidemias e tudo mais, me faz refletir como somos pequenos e inpotentes frente a tudo isso. Esses temas como tantos outros que vocês aboradam me ajudam a sempre tentar ser um pouco melhor na minha trajetória de vida e tentar aos poucos melhorar as pessoas no meu entorno, sou professor de escola pública no Paraná e dou aula de física para alunos do ensino médio. Obrigado por me deixar mais próximo da realidade do nosso mundo.
      Por favor, não esqueçam do centenário da observação do eclipse em Sobral no Ceará, observação essa que ajudou Albert Einstein a consolidar a teoria da relatividade. Abraços.

      • LUIZ AUGUSTO CALVO TIRITAN

        Esqueci de votar para que os comentários permaneçam no começo do programa e com o mesmo formato anterior a esse programa. As justificativas são as mesmas apresentadas pelos colegas, amarram as pontas soltas do programa anterior e no início produz uma ligação melhor com o público.

  • Caros Filipe e Matias, para além dos rotineiros elogios sobre a qualidade – em todos os aspectos – do programa, gostaria de deixar minha opinião sobre a seção de comentários. Uma das partes mais enriquecedoras do podcast, justamente por tratar-se de um complemento ao último episódio e contar muitas vezes com a contribuição de ouvintes com uma experiência única, é o bloco de comentários: por mim ele deveria continuar no seu formato longo, adquirido organicamente com os anos. Quanto a colocação dele em relação ao resto do programa, acredito que funcione melhor no início, pois, além da função de complemento da última semana (aliada ao tom jornalístico) pedir uma ordem cronológica similar ao resto do programa, a seção também atua como “quebra gelo” e aquecimento antes do Giro de Notícias, que é o bloco mais objetivo, via de regra. Perdão se me extendi mais do que deveria, abraços.

  • Aristóteles Cardona Júnior

    Olá, Filipe e Matias. Aqui é o Ari do Podcast Medicina em Debate. Lembrei de escrever o comentário porque não é a primeira vez que falam sobre a falência da mcdonalds na Bolívia. Moro em Petrolina, no sertão, há 9 anos, mas sou de Olinda. E lá em Olinda gostamos de citar que também “falimos” uma mcdonalds. Como gracejo, coloco abaixo um texto sobre o ocorrido. Ahh, eu creio que prefiro a leitura dos comentários no início, porém não terminei ainda de escutar o atual episódio.

    Forte abraço

    “Como não amar uma cidade onde um McDonald’s faliu?

    Eu olindo, tu olindas, ele olinda. Nos domingos, nós olindamos.
    Descobri que Olinda era verbo quando dei uma carona para o músico Erasto, irmão do percussionista Naná Vasconcelos. O irmão menos famoso do clã dos Vasconcelos escolheu a cidade alta para passar seus dias. Por lá escreveu o guia “das Olindas” que diz assim:
    “Subi Mercado da Ribeira
    Desci largo de São Bento
    No largo do Varadouro
    Na Praça do Jacaré
    Afoxé, afoxé
    Olinda mandou me chamar”
    E, enquanto cantarolava no carro durante a carona, avisou: “pode me deixar nos Quatro Cantos mesmo, estou precisando Olindar”.
    E como não amar a única cidade no mundo onde um McDonald’s faliu?
    Olinda é mesmo uma cidade estranha. E isso me faz lembrar um causo, passado numa segunda-feira chuvosa num bar da cidade histórica. E esse conto, caro leitor, não se passou com a amiga da prima da minha sogra, não. Foi comigo mesmo que aconteceu, por isso posso atestar de pés juntos, a estranheza do acontecido.
    Lá estávamos nós, amigos boêmios, numa festinha regada a jazz na sede da Pitombeira (bloco famoso nos dias de Carnaval). Entre uma música e outra, rolou um zum zum zum, à boca miúda, de que naquela mesma festinha estava Matt Dillon (ator famoso das bandas de Hollywood).
    – Matt quem? É aquele que fez Supremacia Bourne?
    – Não, é o do filme Crash, no Limite. Aquele do Oscar, pô.
    Passada a confusão para diferenciar Matt Dillon de Matt Damon (americano é tudo igual) e Brad Pitt de Tom Cruise (que no calor na discussão, entraram na conversa sem ter nada a ver com o assunto), confirmamos a presença do famoso no local. Sim, era ele.
    A notícia, que tinha potencial para se transformar em euforia, autógrafos e briga por fotos em qualquer lugar do mundo, parou por aí. É de Olinda que estamos falando, afinal de contas. Ninguém, repito, ninguém no recinto abordou o cara. Matt ficou lá; sozinho, carente.
    O desprezo pelo moço chegou a tal ponto que ele teve que tirar fotos dele mesmo no balcão do bar. Deu até pena (dó, na linguagem do Sul, porque quem tem pena é galinha). Mas a atitude blasé dos olindenses dizia “Pra que Matt se a gente tem Erasto?”. Que mais além se transforma em “pra que McChicken, se aqui tem tapioca?” ou “pra que badalar, se a gente pode Olindar”?
    O fato, meus amigos, é que Olinda não é uma cidade, é um estado de espírito. E ai dos turistas que passam rápido demais, tiram fotos demais, compram bugingangas demais e nem têm tempo de conjugar o verbo Olindar. Desses dá pena, de verdade.”

    Escrito por Téta Barbosa

  • Venho por meio deste comentário para exercer meu papel de cidadão e votar pelos comentários na fase inicial do programa pelos seguintes motivos:

    1- No final ja passamos por tantos assuntos novos que embola a mente falar sobre os assuntos do programa passado; e
    2- Como ouvinte novo (aproximadamente 2 meses só) posso compartilhar que uma das coisas q me atraiu ao programa é justamente a interaçao inicial com os ouvintes na seção de comentarios, percebendo que tem muita gente aprendendo e compartilhando coisas legais sobre os assuntos abordados.

    Obs- Nunca exerci o “papel de cidadão” nas urnas tupiniquins por discordar de muitas coisas, entre elas: da obrigatoriedade do voto. Acho q isso ja me faz um belo cidadão da Republica Federativa do Xadrez Verbal rs

    Grande abraço !

  • Me chamo Rodolfo, sou de Salvador – Bahia, estou passando pra elogiar o Xadrez Verbal, já que me ajuda bastante nas aulas e discussões de alguns temas que tenho na faculdade, inclusive até consegui convencer meu namorado a escutar o podcast (que virou super fã, não perde um episódio), mas já me arrependi (hahah) porque ele gostou tanto do conteúdo que agora deixa de ficar comigo pra escutar pra escuta vcs e quanto ele tá escutando nem posso falar nada com ele. Manda um beijo pra ele (Roberto) e um recado, diz que ele precisa me ver como exemplo e administrar mais o tempo dele. Valeeu!!

  • Muito bom os comentários no final.

  • Olá,

    Gostararia de compartilhar com vocês que a minha filha de 2 anos sabe todas as vinhetas do programa.

    Ela repete as frases “Giro de notícias” e “Match” de maneira muito graciosa.

    Mandem um abraço para a Agnes e também para a minha esposa Aline que passou do grupo de pessoa que os tolera para o grupo de pessoa que gostam do programa. Moramos em Brasília e ouvimos o programa desde antes de a Agnes nascer.

  • José Renan Pinheiro Carvalho

    Caros Filipe e Matias, primeiramente parabéns pelo incrível trabalho, o podcast sempre agrega muito conhecimento e blá blá blá…
    Indo direto ao assunto (rsrsrsrsrsrs), achei que os emails no final não ficaram muito bons. Porque parece que iniciamos outro assunto, em outra semana, e depois com aleita leitura voltamos na semana anterior.
    Com a leitura no início eu tenho a impressão de concluir o episódio anterior, para então começar um novo.
    O programa é otimo de toda forma… Grande abraço =D

  • José Renan Pinheiro Carvalho

    Caros Filipe e Matias, primeiramente parabéns pelo incrível trabalho, o podcast sempre agrega muito conhecimento e blá blá blá…
    Indo direto ao assunto (rsrsrsrsrsrs), achei que os emails no final não ficaram muito bons. Porque parece que iniciamos outro assunto, em outra semana, e depois com a leitura voltamos na semana anterior.
    Com os e-mails no início eu tenho a impressão de concluir o episódio anterior, para então começar um novo.
    O programa é otimo de toda forma… Grande abraço =D

  • Olá Filipe e Matias,
    Queria fazer um comentário sobre o que vocês disseram quanto ao status da Deutsche Welle e sua vinculação ao governo alemão. A alemanha tem uma política de buscar uma independência dos meios de comunicação. Isso leva ao muito odiado Rundfunkbeitrag, um imposto que financia as redes de televisão e rádio da Alemanha e, teoricamente, garante sua independência. O imposto, no valor de 210 Euros anuais (!!), é cobrado para cada residência na Alemanha inclusive aquelas que não tem uma televisão e, por isso, é muito polêmico, e frequentemente tem sua validade contestada na justiça. Infelizmente, não sei qual o reflexo disso na independência editorial da Deutsche Welle, mas queria deixar registrada essa curiosidade alemã.
    Sobre a seção de comentários de vocês: Confesso que gosto bem mais dela no começo, pois para ouvintes regulares ela acaba mantendo uma linearidade com o programa anterior. Mas sei de amigos para quem recomendei o programa que, para quem não está habituado, a seção causa um pouco de estranheza…
    Grande abraço!

  • Oi Filipe e Matias seus lindos!
    Conforme solicitado vou dar minha opinião sobre os recados: eu gosto bastante dessa parte, li uns comentários falando sobre ser interessante deixar no começo pq se relacionam com o programa anterior, e concordo. Nunca entendi pq as pessoas que não curtem essa parte não pulam direto paras as notícias, afinal tem a minutagem do programa, e bom, mesmo que não tivesse era só dar uma adiantada.
    Gosto muito de vcs, são meus super companheiros da faxina de sábado de manhã rs
    Forte abraço!

    Ps: precisava dizer que eu usei a palavra “balbúrdia” pra fazer a pergunta sobre a Venezuela no comentário do programa 176, mas eu não imaginava o que viria do nosso querido presidente e ministro da educação, de forma nenhuma compactuo com as ideais desse governo, que fique registrado (pro meu bem ou mal hahahaha)

    • Pps: sempre esqueço de registrar, Matias eu racho o bico com a sua empolgação falando “BREAKING NEWS” seguido do Filipe falando maior de boa como se vc fosse meio doido, tipo “pq essa empolgação toda?” (pode não ser assim, mas essa cena sempre se forma na minha cabeça hahaha)

  • Adriano B. Di Cavalcanti Filho

    Boa tarde,

    Queria aqui vir deixar meus agradecimentos pelo trabalho de vocês que eu considero excelente, vocês são um exemplo de profissionalismo e de como a disciplina de história e bem mais importante do que muitos querem admitir.

    Sobre o novo formato eu prefiro com a leitura dos comentários dos ouvintes no começo por dois motivos: o primeiro é uma forma de demonstrar o apreço pelos ouvintes, botando eles em “primeiro” lugar, e eu acho que a leitura dos comentários, e isso no caso é uma situação minha, atrapalha um reflexão nos assuntos que foram abordados no programa.

    De qualquer forma não vou deixar de ouvir o programa de vocês e desejar que vocês continuem com o bom trabalho.

  • Matias e Filipe,
    Sou um ouvinte relativamente novo, então perdoem se já tocaram no assunto, porem, nesses três dias (18, 19 e 20 de meio) fazem 75 anos do genocídio / exílio / deportação tártara da Crimeia.
    E achei interessante ser citado, ainda mais levando em conta a atual situação da região, apenas dois países reconhecem o evento como genocídio (Ucrânia em 2015 e Letônia agorinha 9 de maio de 2019), os tártaros lembram do evento como “Sürgünlik” que quer dizer “exílio”. A Rússia, claro, mantem a posição que foi uma “deportação”.

    Tem um filme, inclusive, sobre o evento, chamado “Haytarma” é de 2013. O nome significa “retorno” em tártaro. Língua falada no filme inclusive

    E, alias, volta comentários no começo. no final fica meio estranho, valeu!

  • Caros Filipe (com I) e Matias (sem H), ouço o podcast desde o início, já ouvi cada um dos programas, bem como todos os programas do Fronteiras Invisíveis do Futebol. E pode ser que depois desse tanto de tempo eu já tenha me adaptado com os comentários no início do programa e tenha estranhado a mudança; mas sim, prefiro os comentários no início. Não ficou ruim, mas acho que no início, tem-se uma sensação melhor de encerramento do programa anterior. De toda forma, achei muito bacana a atitude de vocês de tentar mudar o consolidado para tentar agradar a nós, os ouvites. Por gentileza, mandem um beijo para o homem mais lindo do mundo, que se chama Moisés, e torçam junto comigo para que ele vire um ouvinte tão assíduo como eu sou. Muito obrigada! Parabéns pelo programa maravilhoso! Beijo grande!

  • Olá, Filipe e Matias
    Ouço o programa fielmente a mais ou menos um ano, é enormemente produtivo e informativo para os meus estudos. Embora eu nem sempre concorde com vocês, admito que sempre sustentam seus argumentos de forma excelente.
    Também fui aluno da professora Vivian no IBMEC-Rio em dois cursos diferentes de história econômica (envio-a um beijo); Ainda nesse ano conversamos como é bacana escutar o programa e a falsa impressão que gera de pensar em vocês 2 como amigos (já que vocês me acompanham por horas enquanto eu dirijo).
    Finalmente, no último podcast vocês mencionaram o apreço do Japão à cultura pop, e a nomeação do Pokemon Geodude como embaixador da região Tohoku. Entre outros personagens, gostaria que vocês conhecessem o mascote (ou yuru-shara) Nyango Star da cidade de Kuroishi,na prefeitura de Aomori. Ele é um híbrido de maça e gato e sua função é conscientizar sobre o declínio populacional na região (duas vezes maior que a média do país), enquanto ele toca na bateria temas infantis em ritmo de Metal (espero que o Matias goste).

    Um abraço,
    Pedro Pouchucq (pronuncia-se puxüq – é um sobrenome gascon/ aquitânio)

  • José Ageu Rodrigues da Silva

    Olá Matias e Filipe.
    Meu nome é Ageu, estudante de TI, de Aruja-SP.
    Mais uma vez o programa esta excelente, escuto o cast há muito tempo, creio que seja 3 anos acompanhando toda sexta,e a agora vocês me acompanham na segunda feira no caminho para faculdade.
    Gostaria que vocês comentassem sobre o bombardeio de tropas Israelenses há um prédio onde estavam Hacker dos Hamas,creio que esse é o primeiro “contra-ataque” deste tipo na historia.

    https://thehackernews.com/2019/05/israel-hamas-hacker-airstrikes.html

  • Guilherme Anselmo

    Deixo aqui meu voto pelos comentários no início. Como o programa é de notícias e é longo fica bem mais difícil de lembrar dos assuntos no final, principalmente quando assisto por blocos, ficando assim mais distante. Para mim, comentários no final fazem sentido em programas como o Mamilos, em que se discute um tópico e não várias notícias. No xadrez verbal, acho que quanto mais rápido melhor. Além disso, acho muita má vontade de quem não gosta pular, em outros podcasts, eu não gosto dos comentários e pulo sem nenhuma dificuldade. O que mostra também que vocês tem uma forma única de ler os comentários que eu considero bem mais legal do que o dos outros.

  • Bom dia, Filipe e Matias!
    Meu nome é Caio, tenho 17 anos e atualmente estou estudando para o vestibular que ei de realizar esse ano. Sou um ouvinte recente dos seus podcasts, mas já os ouço em larga escala, pois eles me servem de grande ajuda para entender o contexto político atual que nós vivenciamos.
    Vou ser tentar ser direto nessa mensagem: eu acho preferível que a leitura de comentários seja feita no inicio do programa, pois alguns ouvintes fazem excelentes análises que complementam os programas anteriores, e apresentá-las ao público no inicio nos ajuda a relembrar os acontecimentos da semana passada. Além disso, pessoalmente, eu achei o término desse programa um pouco confuso; minha mente estava refletindo sobre o Geodude do Japão e sobre os noruegueses na Venezuela, mas de repente esse pensamento foi quebrado quando a leitura dos comentários começou, que, apesar de serem interessantes, me apresentam mais informações a serem processadas, fazendo com que eu termine de ouvir o programa com a cabeça sobrecarregada.
    Apesar disso, o programa estava excelente! Obrigado por nos proporcionar esse podcast incrível toda semana.
    Um forte abraço, may the force be with you!

  • Prefiro que os comentários sejam lidos no início!

  • Vitorio Silvestre

    Olá Matias e Felipe! Estive essa semana no Chile e o episódio sobre o país no Fronteiras Invisíveis do Futebol foi de grande ajuda para conhecer as atrações históricas do país. Um dos pontos altos foi ver a troca de guardas da Casa de la Moneda e ver os carabineiros tocando a música disco “Copacabana” do Barry Manilow. A cena me fez lembrar o Xadrez Verbal que sempre oferece uma música surpreende para a ocasião. Publiquei um trechinho no Twitter.

  • Boa noite Felipe e Matias!
    Queria que VCS desejassem boa sorte a minha namorada, o nome dela é Mairla, ela vai fazer um concurso esse final de semana, eu consegui fazer ela escutar o podcast porque na prova vai questão de atualidades e ela gostou tanto que disse que ia ficar acompanhando mesmo depois do concurso, e desse jeito vamos convertendo um de casa vez kkkkk.
    E sobre a leitura dos comentários eu acho mais legal no início, é uma das partes que mais gosto porque aproxima nós o público de VCS, bjoss.

  • José Roberto Almaráz da Cunha Júnior

    Fala Filipe e Matias, blz? Ouvindo vcs de Melbourne, Australia,
    mas comecei na época q morava em Wellington, NZ. Essa mudança dos comentários para o final foi uma boa e acho que vai me ajudar a convencer minha esposa a ouvir Tb. Ela tinha feito exatamente o comentário q coincidentemente vocês mudaram, quando ela ouviu a primeira vez. Continuem o trabalho maravilhoso. Abraço!

  • Bom dia Filipe e Matias! Vim para dizer que prefiro os comentários no começo do episódio… Acho que ajuda a entrar no clima do programa e a fazer a passagem de um podcast pra outro. Às vezes você tá ouvindo algo completamente diferente e aí esse tempo dos comentários é bom pra fazer essa transição. Além disso, muitos comentários são sobre o programa anterior, então pra mim fica meio sem sentido no final… E temos a minutagem do programa. Quem não gosta dos comentários pode pular sem problemas.

  • Caros Matias e Filipe, é a primeira vez que venho nos comentários do site comentar, pois me senti obrigado depois que pessoas estranhas ameaçam modificar meu podcast favorito. Primeiro que tipo de gente reclama de comentários no início do podcast? Segundo, comentários no início do programa por favor!
    E por último, se for possível, o Nerdcast diz pro ouvinte o minuto exato do início do programa após a parte dos comentários, conhecida como caneladas. Seria uma ideia para agradar essas pessoas chatas (brincadeira). Abraços!

  • Oi Filipe e Matias! Parabéns pelo programa, informação com qualidade como sempre. Um salve especial para a professora Vivian, a parte dela foi muito boa, com um assunto mega relevante para o momento e podia ter sido até mais longa. XD Sobre os comentários acho que eles funcionam melhor no início do programa, senti uma quebra de ritmo com eles ao final. E como já foi falado, geralmente eles trazem complementos sobre o episódio anterior, então de fato é melhor isso vir antes. Abraços pra vcs!

  • Olá.
    Adoro o podcast e ouço religiosamente a pelo menos um ano e meio.
    Em geral gosto dos comentários ao final, em especial quando podem conter spoilers.
    Porém, para o Xadrez Verbal, os comentários no começo são excelentes pois complementam o episódio anterior. Raramente não vejo algum comentário que traz uma informação ou geram uma discussão muito bacana sobre o alguma notícia da semana anterior.
    Abs e apoio firmemente o projeto.

  • Tá vcs tem ouvintes no Turcomenistão mas tem no maior país do mundo? A Gloriosa República de Vanuatu?

    De acordo com o Wiki A operação London bridge é dá década de 60 ou seja galerinha já pensa na morte da rainha faz meio século, e em 2017, a frase caso a rainha morresse era London bridge IS down então o Matias meio que acertou

  • Lettícia Camargos

    Gente, nem sei mais como viver sem vocês! Logando só pra votar: cometários no início!! =)

  • Salve Matias e Filipe, tudo bem?!
    Meus caros, acho que os recados funcionam melhor no início do programa, pois este quadro complementa o programa passado, fazendo a conexão com o atual. Beleza?!
    Grande abraço!

  • Prezados Filipe e Matias

    Sou ouvinte relativamente novo do podcast, cerca de 3 meses, mas desde que comecei a ouvir ja virei assíduo e espalhador da palavra você rei, hahahah.
    Comento hoje devido a menção sobre a Suiça e o programa do fronteiras invisíveis, que logo me chamou atenção devido a eu ja ter morado, durante dois anos, entre 1996 e 1998, com apenas 2 anos de idade, na pequena cidade de La Tour de Peilz banhada pelo lago Genebra, ou Lac Léman para os íntimos e que faz fronteira com a famigerada cidade de Montreux, onde Freddie Mercury gravou seu último álbum com o Queen e cidade que também foi inspiração para a sagrada Smoke on the Water (que eu achei que poderia ser a música do fim do programa, antes de ouvi-lo) e Vevey, sede mundial da Nestlé que é o motivo de termos nos mudados, pois meu pai foi o primeiro Nordestino a ter sido transferido para a tal sede.
    Gostaria de agradecer pelas indicação desse fronteira pois sempre estou aberto a conhecer mais desse pequeno país, e pelas horas de conhecimento semanais vindas de forma tão natural e agradável que saem do xadrez verbal.
    Se possível gostaria que os mesmos mandassem um beijo para minha namorada Manuela, que eu arrastei para ouvir o programa semanalmente comigo!
    PS: sim, o chocolate suíço é o melhor do mundo, o belga não chega nem aos pés #semclubismo

  • Abraço pra os podcasters mais cultos da FFLCH…

    Achei que o formato dos recados no final fica um pouco descontextualizado, já que trata do programa anterior…

    E aproveitando, a ideia não era melhorar o corpo técnico do governo?

    https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2019/05/araujo-assinou-decreto-para-contratar-funcionario-sem-diploma-com-salario-de-ate-r-34-mil.shtml

  • volto aqui pra votar nos comentários no início do podcast !!!

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