Xadrez Verbal Podcast #161 – Arábia Saudita, América Latina e Oriente

Mais uma edição da sua revista semanal de política internacional em formato podcastal chegando no seu feed! Matias Pinto e Filipe Figueiredo recebem novamente nos estúdios Tupá Guerra, a demonóloga de voz inconfundível. Vamos até a Arábia Saudita, onde um possível sequestro e assassinato de um jornalista opositor, Jamal Khashoggi, pode finalmente estremecer as relações entre a família Saud e os EUA. Afinal, que tipo de Estado é o país saudita?

Vamos até o Oriente, onde a China e os EUA trocaram farpas, capturaram espião e aprisionaram o diretor da Interpol. Tudo isso enquanto Kim Jong-un acertou mais um encontro com Trump e convidou o papa Francisco a visitar o país. Terminamos aqui na América Latina, com a morte de opositor na Venezuela, prisão de Keiko Fujimori no Peru e, claro, a repercussão internacional da eleição brasileira. Giramos pelo mundo, economia com a professora Vivian Almeida, a semana na História, peões da semana e dicas culturais fecham mais um podcast do Xadrez Verbal!

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Dicas do Sétimo Selo e links

Site da Editora Contexto

Filme Intriga Internacional

Filme O Reino

Série Le Bureau des Légendes

Música How Can I Go On, com Freddie Mercury e Montserrat Caballé

Playlist das músicas de encerramento do Xadrez Verbal no Spotify

Minutagem dos blocos, cortesia dos financiadores do Xadrez Verbal

Em breve

Ouça o podcast aqui ou baixe o programa. (clique com o botão direito do mouse e use a opção “Salvar como” para baixar)

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, que está no Apoia-se

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
Como sempre, comentários são bem vindos. Leitor, não esqueça de visitar o canal do XadrezVerbal no Youtube e se inscrever.

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42 Comentários

  • Oi Filipe, meu amigo Fiune prometeu mudar o nome para “Bebezinha” já que ganhei uma aposta dele.
    Nós jogamos Europa Universalis enquanto ouvimos o programa, poderia cobrá-lo no ar?

  • Caros Matias e Filipe, arranjem um tempo de assistir a websérie do Evan Hadfield, Rare Earth, isso me poupará de fazer menções a ele em vários dos comentários.

    Enquanto Rare Earth estava no Japão, além de visitar o polêmico santuário de criminosos de guerra, por um acaso eles se hospedaram no Hotel APA, nele os quartos oferecem livros negando o Massacre de Nanquim e outros crimes de guerra, a cadeia gerou controversas tanto na China e nos EUA por seu “material de leitura”.

    Youtube /watch?v=016PrRp-2kk

  • Saudações, Filipe e Matias, gostaria de tecer uma crítica séria à comunidade japonesa que votou no Bolsonaro. A maior parte não votou no Bolsonaro pelas propostas ou pelo discurso da segurança, mas porque ele “amaciou” o ego dos asiáticos em detrimento das minorias. Ouvi muito de meus familiares o quanto gostaram desse discurso RACISTA e barato do Bolsonaro e votaram nele POR CAUSA DISSO.

  • Boa tarde amigos (posso considera-los assim?) queria saber pq não colocam um câmera no estúdio, já que gravam in loco, e transmitem isso no Youtube? Sei q a comparação é esdrúxula, mas cabe… algo como o Pânico faz? Apenas uma sugestão…sei q, com isso, vcs poderiam aumentar, e muito, o alcance do programa…já q muita gente torce o nariz pra podcast…e pra pessoas, como eu, que ouvem enquanto trabalham, não faria diferença.
    Abraço e parabens pelos programas… ainda na espera do programa de 4 hrs…e, futuramente, de um de 8 hrs pra durar o dia inteiro de trabalho 😀

  • Saudações pessoal do xadrez verbal!
    Não deixem de comentar essa notícia no próximo podcast:

    http://www.espn.com.br/futebol/artigo/_/id/4865118/com-direito-a-gafe-gibraltar-vence-seu-primeiro-jogo-oficial-na-historia

  • Prezados,
    Recentemente, o fotógrafo brasileiro Gabriel Chaim esteve no Iêmen e denunciou a quantidade de bombas brasileiras, fabricadas pela Avibras, que são lançadas nos ataques liderados pela coalisão Saudita, no país. O que mais me chamou a atenção nesse fato foi que, segundo os locais, as bombas brasileiras são muito cruéis, não só pelo potencial destrutivo, mas especialmente por parecerem brinquedos e atraírem crianças.

  • Olá queridos Filipe, Matias e Tupá demonóloga!
    Nem terminei de ouvir o episódio e já quero comentar. Eu vi com meus próprios olhos (lacrimejantes) os Dead Sea Scrolls que foram levados pra Jordânia e atualmente se encontram no Jordan Museum, em Amã. De fato ficam numa sala gelada, perto de três das inacreditáveis ‘Ain Ghazal Statues. Fica a dica/vontade de um Fronteiras sobre a Jordânia!
    E já que eu sou a aluna cineasta do Filipe: acho o Maria Antonieta um filme muito bom não pelo aspecto histórico, mas pela filmografia da Sofia Coppola, que fala de mulheres e suas questões. Que são atemporais – os filmes e as questões. Beijos e obrigada hoje e sempre!

  • Poderia por favor deixar o link do podcast citado neste programa? Desde já agradeço a atenção e compreensão

  • Passando aqui para dizer que dia 12 de Outubro também é dia do agrônomo, fica a dica para quem está prestando vestibular e não recebe nada nessa data, ou pior tem que celebrar o 19 de agosto…..

  • A Arábia Saudita é o pragmatismo ao inverso: para ganhar dinheiro com ela, alguns governos toleram suas atrocidades.

    Na música de encerramento, vocês apelaram com Freddie Mercury e Montserrat Caballé, essa parceria duetal nessa música até me arrepiou.

    Deixo uma sugestão de ser feito um programa sobre as fronteiras brasileiras, do Oiapoque ao Rio Grande do Sul.

    Ah Filipe, como mineiro confesso aqui que não gosto de doce de leite, quando vc diz que o doce de leite uruguaio é melhor que o mineiro. De Minas, eu gosto mesmo é de pão de queijo.

    • Quero deixar meu espanto aqui: estou chocado com a Tupá Guerra trabalhar com o estudo de Demônios, meu Deus.

      Será que existe o estudo dos anjos? rsrsrsrsrsrsr

  • Sou fã assíduo do podcast e envio agradecimentos e saudações pela ótima qualidade e periodicidade do programa. Parabéns gurizada. No entanto, teçoalgumas críticas a respeito da consante abordagem negativa nos comentários sobre a China. Sou gaúcho, advogado atuante na área de Direito Comercial Internacional e já moro há 3 anos na China, mais especificamente em Shanghai. Tenho mestrado em International Business Law pela Univerisity of Macau e atualmente também faço meu Phd em International Law na Shanghai Jiao Tong University.

    Percebo que sempre quando há notícias sobre a China, os comentários sempre são pejorativos, altamente críticos e negativos. Por um lado, vocês devem sempre exercer o poder de criticar e de racionalização em relação à todos os temas (inclusive este é um dos motivos que adoro escutar vocês). Por outro, percebo que a China sempre fica mal vista em suas intenções.

    “China acabando com a corrupção ?? Não…ele está se livrando dos inimigos” (como se uma tentativa de se acabar com o mal que aflige o desenvolvimento de diversos países não pudesse ser louvada. Parece ciúme de brasileiros que sabem que isto é impossível de ocorrer em terras tupiniquins…

    “Deng Xiao Ping ?? Um tirano que cometeu o massacre da paz celestial” (também foi responsável por um sistema de abertura economica que tirou a maior parcela de população da pobreza e transformou um país pobre na segunda economia do mundo.

    “China rouba tecnologia alheia e faz tecnologia reversa” Prática adotada pelo Japão nas décadas de 70 e 80 que não recebe o mesmo criticismo.

    “EUA prende espião Chinês!! Nossa que bom, ele estava roubando segredos americanos” Ninguém comenta que é uma prisão estratégica realizada no meio de uma guerra comercial e crise política entre os dois países que poderá ser usada como moeda de troca pelos EUA.

    No fim, a China é um país sensacional, seguro, moderno, com oportunidades e economia forte. Aqui posso sair na rua e caminhar a noite o quanto eu quiser que não serei morto ou assaltado…e no fundo, isso é liberdade. Pretendo criar meus filhos e minha família aqui, pois sei que é um país que confere uma vida muito mais digna e próspera do que o Brasil pode proporcinar.

    Continuo um grande apoiador e fã de vocês. Um forte abraço ao Matias!! Continuem fortes e envio saudações de Shanghai. Um dia, se quiserem visitar o império do meio serão muito bem vindos e recebidos em minha morada!

  • A pronúncia correta de Pacaraima é: pacaRÁIma. A informação é do meu padastro que morou dez anos lá. E, lembrando, o nome do estado é roRÁIma! Mandem um abraço pra mim! Abraço!

  • Gente, eu gostaria de repetir uma correção que eu já disse em edições anteriores, mas a GRU não era parte da KGB!
    A GRU nasce como Registrupravlenie em 1918. Quem saiu da KRB são KGB e SVR

  • Embaixada Real da Arábia Saudita

    As-salamu alaykuma, meninos, gostaríamos de convidá-los a virem visitar nossa embaixada afim de conhecerem melhor o nosso reino e se livrar de todas essas mentiras que foram implantadas nas suas mentes via propaganda do Irã e do Qatar, providenciaremos transporte e barris de petróleo como brinde, basta enviar o endereço de sua casa para bremb@mofa.gov.sa

  • Passando pra pedir pro Filipe e pro Matias mandar um abraço pra minha amiga Ariane (oi gorda! <3), que foi mesária 7 vezes antes de ir no cartorio eleitoral pedir "pelo amor de Deus moça, tira meu nome dessa lista", e após se mudar pra Berlim, foi novamente convocada para cumprir esse dever cívico, ficando um domingo inteiro trabalhando como mesaria ao invés de estar no bar, enxendo a cara de breja boa!

  • Jivago Santos Nascimento

    muito bom o programa como estudante de teologia adorei ver uma doutora que estuda os manuscritos do mar morto, muito legal. Um abraço pra meus amigos João e Vitão que me indicaram o xadrez verbal e hoje sou um fã absoluto de vocês, parabéns pra o Vitão que casou no último sábado felicidades pra ele e vida longa ao xadrez verbal.

  • Alexandro Klosowski

    Quero aqui compartilhar da indignação em relação a desmoralização do processo eleitoral no Brasil. Penso que a ideia de fraude nas urnas eletrônicas no Brasil está tão disseminada que parece que caminha para ser unanimidade. Já vi muitos serem criticados por não criticarem esse sistema. Trabalho como mesário, e no primeiro turno passei o dia advogando pelas segurança das urnas que repetidas vezes foram postas em questionamento por eleitores e inclusive por outros mesários. Peço um abraço para todos os mesários que contribuem para o processo eleitoral.

    • Existem críticas válidas que podem ajudar o processo eleitoral a se fortalecer desde que sejam ouvidas com seriedade e sem extremismo por nenhum dos dois lados.

      Uma dessas críticas é o uso de software proprietário fechado ao invés de software livre. Isso é “security through obscurity”, uma abordagem extremamente criticada na área de segurança devido aos riscos inerentes.

      Software proprietário é o modelo adotado pelo Windows, por exemplo, e sua popularidade não é prova nenhuma de respeito à privacidade nem de segurança.

      Há de se tomar cuidado em advogar por algo cujos riscos você desconhece. Risco desconhecido é completamente diferente de risco inexistente. O diabo está nos detalhes.

      Espero que nossa sociedade consiga melhorar o processo eleitoral com menos fanatismo em vários níveis.

      • Alexandro Klosowski

        Essa é uma discussão válida que não precisa acontecer por meio da desmoralização do processo atual.
        Lembrando que afirmar que alguém conhece ou desconhece algo também merece um pouco de cuidado.

        • “Essa é uma discussão válida que não precisa acontecer por meio da desmoralização do processo atual.”
          ^ Concordo plenamente. Enquanto não houver fraude comprovada, a especulação sobre sua existência só prejudica o processo.

          “Lembrando que afirmar que alguém conhece ou desconhece algo também merece um pouco de cuidado.”
          ^ A não ser que você tenha acesso ao código-fonte, os riscos são desconhecidos por você por definição. Nesse caso, para conhecer os riscos você precisaria ter acesso durante tempo suficiente para analisar as 24 milhões de linhas de código.
          Os únicos com esse tipo de acesso são alguns desenvolvedores da Diebold e alguns funcionários bem específicos do governo.

          Minha premissa é de que você não faz parte de nenhum desses dois grupos bastante restritos. Não há como eu ter certeza da veracidade dela, mas parece uma premissa bem razoável. Note que não estou afirmando que você possui ou não possui conhecimento sobre segurança em geral. Estou afirmando que todos que não possuem acesso ao código-fonte por definição desconhecem os riscos. Isso inclui a maior parte da população. Isso me inclui. Isso inclui a imensa maioria das pessoas que afirmam de maneira absoluta que as urnas são seguras.

          O uso de software livre ao invés de software proprietário mudaria isso. O processo pode ser transparente. Isso aumenta a robustez do processo inclusive contra agentes externos.

  • Alexandre Ferreira Santos

    Efervescência na Politica Internacional Eclesial, esta semana, tem essa aqui ó! https://g1.globo.com/mundo/noticia/2018/10/15/igreja-ortodoxa-russa-rompe-com-patriarcado-de-constantinopla.ghtml

  • Off Topic, mas só para registrar…

    A revista Galileu, na edição 327, a mais recente, indicou o Xadrez Verbal para, segundo eles, o segundo assunto mais esperado que caia em concursos públicos: Eleições na América Latina.

    Pena que o link leva a um vídeo do YouTube que não existe mais.

    Mas como professor de português, usei o cast para dar várias aulas de redação para meus alunos que fizeram a prova do IFRN nesse final de semana… E adivinhem o assunto? Migração!

    Valeu galera!!!

  • Olá caros Filipe e Matias.
    Primeiramente, perdão pelo atraso, pois esse e-mail é referente ao programa passado, o 160, que só pude ouvir agora, por razões de prova e eleições.
    Mas bem, na parte final do programa, já nas dicas culturais, enquanto comentavam sobre Saramago vocês chegaram a comentar sobre a professora Vera Ferlini da FFLCH e, se não me engano, o Matias chegou a falar “se ela ainda desse aula”. Bem, infelizmente preciso dizer que a professora Vera ainda está lecionando, no primeiro semestre desse ano eu mesmo cursei Ibérica I com ela, entretanto a mesma não passou Saramago como leitura, mas recomendou várias séries daquele serviço de streaming, como Rainha Margot e entre outros. Eu disse infelizmente pois a professora já está aposentada, porém pela atual falta de professores que aflige a FFLCH (e imagino que também a USP em geral), a professora foi convidada a voltar, ainda assim, porém, a sala em que estudei já devia estar contando com seus 60-70 alunos, número bem acima do ideal. É, a situação na universidade pública brasileira não vai nada bem.
    Além do mais parabéns pelo ótimo trabalho de sempre e, por favor, mandem um abraço para o Pedro que também cursou Ibérica I com a professora Vera, foi graças a vocês que nos conhecemos e hoje jogamos call of cthulhu sempre que possível. Abraços!

  • Fui Mesário aqui em Tóquio… Achei que eles não iriam me achar, mas me acharam…
    Na composição das mesas tinham um mix de funcionários do consulado e voluntarios/convocados. (Pelo que vi, a maioria dos convocados são de residents de Tóquio).
    Nas secões houve uma abstenção de uns 50 a 65%.
    Dia 28 estou lá pra cumprir o meu dever cívico e fazer parte dessa festa da democracia. =D

  • Oi Dig… Filipe e Matias. Seria possível convidarem o William Waack para um programa? Sei de todo o peso que este nome possui no consciente coletivo, porém imagino que ele seja um dos melhores para falar de Geopolítica atualmente. Tanto pela experiencia empírica de ter coberto conflitos no Oriente Médio, dissolução da Iugoslávia e outros eventos históricos quanto ter sido professor de relações internacionais e estar desbravando um novo público em uma nova mídia. Inclusive, ele fez uma live com o tema bem bacana com um tema similar ao deste programa.

    Estou e missão diplomática com o Filipe, o mundo já tem ódio suficiente.

    Paz.

  • Só tenho uma pergunta, Fililpe e Matias, já imaginaram o discurso de Bolsonaro na ONU? #ironic

  • Jaime Fassin Junior, biologo de Londres

    :
    Fala grande Filipe e Matias. Parabens pelo programa. A presença da Tupá deixou tudo melhor (como se isso fosse possível). Só passei para contar uma pequena anedota. Minha esposa e eu ja moramos na Inglaterra a alguns anos e somente nessas eleições decidimos mudar nossos títulos de eleitores para ca. Até brincamos sobre isso, pois a Nathalie era mesária e chegou a ser presidente. Porém, falando com o pessoal do consulado disseram que a chance è ínfima. A umas 4 semanas a traz la esta ela trabalhando, quando o celular toca com número restrito (aqui tem muito golpe via telefone sobre seguro de carro e acidente, então tendemos a não atender) e ela atendeu. A moça se apresentou sendo do consulado e falou “Sra Nathalie, temos uma excelente notícia, a sra foi escolida para ser mesária nessas eleições, parabéns”. Ela ficou pistola da cara e falou, “pô…até aqui. No dia seguinte, falando com com o pessoal do escritório, sua chefe ouviu a estória toda e colocando a mão no ombro dela disse: ” fica tranquila, a gente te ta um dia de folga”… menos mal né.

  • infelizmente, vou ter q parar de ouvir esse podcast por falta de tempo.
    mesmo ouvindo em partes, eu não to conseguindo ouvir todas antes de lançar o proximo, ai começou a acumular e cheguei a ter 10 programas atrasados.
    isso me deixava muito ansioso.
    mas foi bom enquanto eu tinha tempo pra ouvir.
    boa sorte pra vcs.
    esse sera o ultimo xadrez verbal que eu vou colocar na minha lista pra ouvir.
    estou meio triste por isso, mas não vejo outra saida.
    queria encontrar vcs pessoalmente um dia.

  • Olá Felipe e Matias, primeiro gostaria de agradecer pelo ótimo trabalho que fazem! Antes de conhecer vocês acompanhar notícias internacionais era um tédio.
    PERGUNTA: vocês veem alguma semelhança no contexto do início do governo Fujimori e o Brasil nas eleições agora? (Espero que não, mas…)

  • Yohan Barbato Fernandes dos Santos

    Ótimo programa! Apenas gostaria que tivessem falado das propostas de política internacional dos candidatos ao governo brasileiro, foi um assunto deixado de lado nos debates!
    E perguntar o que ocorreria se a embaixada brasileira fosse mudada pra Jerusalém!
    Queria pedir um abraço pro meu grupo de whatssap, a marcha dos pinguins, que sempre temos boas discussões e to tentando fazer o povo escutar vcs!
    Abraços!

  • Yohan Barbato Fernandes dos Santos

    E um recado sobre as efemérides! Vocês não falaram do dia 5 de Outubro! Que é o aniversário de 30 anos da nossa Constituição Federal!
    Abraços!!

  • Como roraimense e ouvinte do Xadrez Verbal, posso dizer que a nossa pronúncia do nome Pacaraima é “Pacaráima”, assim pronunciamos o nome do estado como “Roráima”. Como o nome do estado é indígena (Pemón), a pronúncia não precisa respeitar a regra de nasalização dos ditongos seguidos de m ou n.

    Gostei também da Tupá ter dado o Peão Promovido pra minha conterrânea Joênia Wapichana 🙂

  • Saudações pessoal do Xadrez Verbal!

    O assassinato de Jamal Khashoggi teve consequência também entre as empresas de tecnologia do vale do silício. Muitas empresas são financiadas por empresas de investimento ligadas a Arábia Saudita como parte de sua “visão 2030” de diversificação de investimentos em empresas de tecnologia.

    Isso causou um mal-estar entre outros investidores destas empresas e o início de uma crise de relações públicas com o público em geral. A Arábia Saudita tem investimentos em grandes startups conhecidas como Slack e WeWork, e outras empresas maiores como Nvidia e Virgin (que já está em processo de racha com a Arábia).

    https://www.theverge.com/2018/10/18/17995284/silicon-valley-saudi-arabia-jamal-khashoggi-investment-slack-uber

    Lembrando que a Tesla Motors teve também um “incidente” recente com a SEC (Securities and Exchange Comission), onde Elon Musk twittou que iria trazer a empresa novamente a capital privado fechado, tirando ela da bolsa. Fontes disseram que esta fala foi baseada num pré acordo com fundos de investimento da Arábia Saudita, que muito provavelmente foi desfeito após este desastre de relações públicas. O final dessa história foi que a Arábia acabou investindo bilhões de dólares no concorrente, a Lucid Motors, que possui um bom protótipo, mas ainda está longe de ter uma capacidade produtiva e produtos comercialmente prontos como a Tesla.

  • Caros Matias e Filipe, bom crepúsculo.
    Meu nome é Frank Toogood, e é assim mesmo que se escreve, com quatro ós. Apesar do nome, sou Itatibense, tenho 60 anos, e trabalho atualmente como funcionário público. Sou ouvinte do Xadrez Verbal desde os primeiros programas, nem lembro mais de qual, e que é, como dizem por aqui, um podcast muito, mas muito bão. Minha admiração por vocês me levou, somando com mais 17 motivos, a voltar aos bancos escolares, e atualmente estou cursando Bacharelado em História, não por profissão mas por curtição.
    Faço com um certo atraso um comentário sobre a noticia, veiculada no New York Times, de que alguns oficiais anônimos das Forças Armadas Venezuelanas estariam se reunindo com agentes americanos, para conspirar a derrubada do governo Maduro. O Filipe previu que isso faria um forrobodó geral na Venezuela, e em especial nas cúpulas militares, com um apontando o dedo para o outro, com possíveis expurgos.
    Ora, lembremos que os EUA são especialistas em desinformação, talvez menos que a Rússia e Israel, mas mesmo assim fazem um bom trabalho ( suponho eu … a sacada da desinformação bem feita é a de que a gente nunca ficará sabendo…). Acredito ser relativamente simples ( e barato) plantar esse tipo de notícia na mídia e depois ficar “se rindo” das consequências e desdobramentos na Venezuela.
    Um abraço aos dois e permaneçam assim, informando com qualidade.
    Frank Toogood

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