Xadrez Verbal Podcast #150 – Israel, América Latina e cúpula Trump-Putin

Cento e cinquenta edições do podcast do Xadrez Verbal! Nessa edição, Matias Pinto e Filipe Figueiredo vão até Helsinque, para comentar o que Donald Trump falou com Putin. E depois disse que falou errado. Ou não falou? Aí falou o contrário? Ou negou o que falou e afirmou o que falou antes? Além dessa complicação, veremos também que Montenegro pode iniciar a Terceira Guerra Mundial.

Antes disso, passamos por Israel, onde uma nova Lei Básica coloca em xeque o idioma árabe e toca em temas sensíveis, como os assentamentos. Viajamos pela América Latina, com especial destaque aos acontecimentos na Nicarágua, com diversos fatos novos nessa semana. Falamos também do nosso Brasil, e também giramos pelo mundo, a semana na História, economia com a professora Vivian Almeida, peões da semana e dicas culturais fecham mais uma edição da sua revista semanal de política internacional em formato podcastal!

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Dicas do Sétimo Selo e links

Em breve

Playlist das músicas de encerramento do Xadrez Verbal no Spotify

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, que está no Apoia-se

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
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37 Comentários

  • Que decepção com o Trudeau, lamentável essa atitude dele.

  • Confesso que meus ouvidos sangraram quando vc disse que aplicar multa em empresas que fornecem o sistema operacional de graça é defendido pelo ordoliberalismo, abrindo a página no wikipedia está lá “não é papel do estado fomentar a concorrência”

  • Já que convocaram, aqui está um ouvinte de vocês de Manaus, Amazonas. Sou recém formado em Economia e comecei a ouvi-los tem tem 1 ano… Adoro o programa, ampliou muito minha visão de mundo e meu conhecimento de política internacional, algo muito importante pra minha área de estudo. Só tenho a agradecer, e espero em breve poder retribuir por esse belo trabalho. Grande abraço e vida longa e próspera pra vocês! \o/

    Ah, ouvir o Xadrez Verbal me ajudou muito a ser aprovado no concurso do Banco da Amazônia, na prova de Atualidades. Valeu! 😀

    • Po libera um emprestimo pro Latifundio do Matias no Pará…… Vamos juntos plantar amendoim e monopolizar o mercado de paçoquita…….

    • Mais um ouvinte de Manaus-AM, que os prestigia semanalmente. Parabéns pelo fenomenal programa. Vida longa ao Xadrez Verbal!!
      Depois da Copa do Mundo, conseguindo colocar o XV em dia.

  • Gabriel Narciso Pareja

    Salve, pessoal!

    Como “membro fundador” do Observatório da Fronteira no Laboratório de R.I. da UFGD (manda um Salve para gente, pfv!) sinto-me na obrigação de corrigir uma cãibra mental do Filipe:

    No comentário sobre os venezuelanos que deixaram o Brasil, a Ponte Internacional Tancredo Neves (popularmente “Ponte da Fraternidade”) liga Foz do Iguaçu a Puerto Iguazú, na Argentina. A ponte que liga Brasil à Ciudad del Este, no Paraguai, é a Ponte da Amizade. Elas distam cerca de 12km uma da outra.

  • E serio q acham q o Purim não fala (ou pelo menos endende) inglês….kkkkkk

    • Dizem que o Putin fala ao menos 6 linguas: russo, inglês, francês, alemão, hebreu e idiche. Há quem diga também que ele aprendeu chinês, árabe, dagestani e turco na KGB.

  • Adorei o ato falho de falar Fox News quando queria dizer fake news!!

  • Claudomiro Carvalho Neto

    Pediu, a gente aparece! Sou Manauara mas família é toda de Parintins-AM! Hoje moro no RJ e vocês são minha companhia de Ônibus, Metrôs e Aviões! Faço administração na FGV-RJ e sou um apaixonado por geografia e política, foi fácil começar a ouvir o Xadrez depois dos Nerdcasts de Política Internacional. Manda um abraço pra galera do Boi Caprichoso, bicampeão do festival folclórico de parintins!

  • Normalmente não deixo comentários no Podcast mas dessa vez é um caso especial, um pedido para falar a verdade.
    Ajudaria imensamente esse singelo ouvinte se vocês pudessem disponibilizar o Podcast no Spotify, assim como outros já fazem, principalmente pelas funções que ajudam na portabilidade e facilidade de acesso para este ouvinte que costuma os ouvir durante treinos na academia e jornadas para faculdade.

    Se puderem mandar um abraço para Raissa Barbiere, basicamente começamos a conversar por causa de sermos ouvintes em comum desse Podcast e está florencendo algo bem legal dessa relação.

    Abraços

    • Gustavo Zaccarelli

      Por favor, Matias e Filipe!! Bora disponibilizar os podcasts no Spotify please!! 🙏
      Ah, e meus parabéns pelo trabalho!! Adoro ouvi-los no trem, metrô, ônibus, avião… Abraços!!

  • Magno da Silva Bahia Neto

    Bom crepúsculo. Atendendo ao pedido de comentários por parte dos ouvintes amazonenses venho aqui deixar meu comentário. Sou também professor de inglês e gostaria de ressaltar que a confusão do nosso “querido” Trump com o double negative pode ser até tolerada por alunos de nível itermediário, ou seja, difícil de aceitar vindo do presidente dos EUA. Porém, quando o presidente em questão resolve se envolver com uma estrela do entretenimento adulto que adotou o nome de Stormy eu me questiono sobre as habilidades dele com o idioma Inglês (ou apenas sobre seu bom senso)

  • Olá Filipe e Matias!

    Algo que ouço faz tempo, mas só agora me dei conta que não sei o significado, é o termo “Pan” como prefixo de alguns povos/regiões (Pan arabismo ou Pan americano, por exemplo) .
    Poderiam esclarecer esta dúvida!?

    Abs

    Obs.: sempre q tenho oportunidade, sugiro o podcast para meus amigos. Parabéns pelo trabalho.

  • Oi, Felipe e Matias, foi pedido e vim representar aqui, sou de Manaus – AM, graduado pela UEA – Universidade do Estado do Amazonas e já vi um conterrâneo ali em cima se gabando do contrário ter ganhado, quero só dizer que o garantido tem mais títulos. Manda um salve pra galera da UEA e UFAM. Quando vai sair um fronteiras invisíveis sobre o Amazonas?

  • Olá, Filipe e Matias

    Aqui quem fala é o Douglas, de Curitiba. Sou psicólogo e faço mestrado estudando mídia, subjetividade e processos migratórios. Desde que me formei em 2013 trabalho com direitos humanos, principalmente com migrantes e refugiados. Todavia, sinto que preciso me informar mais sobre a história recente da nossa querida América Latina. Vocês teriam alguma indicação de livro pra eu começar a agregar um conhecimento sobre isso? Pode ser voltado para países específicos, caso seja difícil algo mais geral. Minha única leitura do gênero foi “As veias abertas da América Latina”, que foi muito boa, mas já é um livro um tanto antigo.

    Conheci vocês em dezembro de 2017 e desde então escuto religiosamente toda semana. Vocês nem sabem, mas já somos amigos, hahaha.

    Abraço!

  • Grande Mathias e Filipe. Trago boas notícias. O acarajé (bolinho) servido sozinho ja existe, ou algo bem parecido. Chama Falafel rsrs. Abraços bretões.

    • Opaaa, só uma correção que vocês não tem obrigação nenhuma de saber. O “Sobrenome” Guy em Frances lê-se Gui e não como cara em inglês. Abc

  • Idelfonso Beltrão Jr

    Nem tão bom crepúsculo assim, porque uma conterrânea minha, estudante de Medicina de Vitória de Santo Antão-PE, infelizmente foi mais uma vítima fatal dos grupos paramilitares que aterrorizam a Nicarágua:

    http://www.diariodepernambuco.com.br/app/outros/ultimas-noticias/46,37,46,10/2018/07/24/interna_mundo,758194/estudante-pernambucana-e-morta-a-tiros-na-nicaragua.shtml

  • Opaaa, só uma correção que vocês não tem obrigação nenhuma de saber. O “Sobrenome” Guy em Frances lê-se Gui e não como cara em inglês. Abc

  • xadrez verbal fã

    eu amo muito voces e o conteudo do xadrez verbal passado de forma tao linda beijos mil

  • Confesso estar torcendo por um “Fronteiras Invisíveis do Futebol” sobre a Nicarágua.

    Interessante a discussão relativa a indagação sobre o Haiti ser ou não ser parte da América Latina. As falas trouxeram-me diversas questões que acho importante colocar em pauta:
    01. O conceito “América Latina” (ou “América latina”, aos mais avessos à uma definição além-cultural) nasceu de forma exógena e espraiou-se forma tão significativa que é quase impossível definir rigorosamente os confins da região.
    02. O conceito é central a Nações com capacidade de estender os seus entendimentos sobre o mundo de forma vasta e que, muitas das vezes, sobrepõe-se externamente ao que a região pensa sobre si.
    Ex. 1: Aos Estados Unidos, a América Latina representa qualquer parte do Hemisfério além de si ou de seus próximos. O que torna o conceito significativamente importante para a própria definição do que são os Estados Unidos (O que explica tantas generalizações sobre o Hemisfério e também o desconhecimento presente [atento a diferença entre presente e onipresente]).
    Ex. 2: Ou seja, o entendimento dos cidadãos de Singapura, por exemplo, sobre a região são – em certa medida, influenciados pelos entendimentos dos Estados Unidos (ou da Austrália, ou do Reino Unido, ou da China, etc.) – sobre a região.
    03. Com relação àqueles que habitam as regiões possíveis – acredito que o termo também é flexível. Falar em “América Latina” em sentido cultural evoca entendimentos sobre a “herança latina” destas regiões… o que não deixa de ser ambíguo (mais de dois terços dos Estados Unidos, um terço do Canadá, todos os territórios crioulos-anglófonos das Caraíbas, Aruba, Bonaire e Curaçao possuem a tal “herança latina”). Caso restrinjamos o conceito e pensemos em continuidade cultural… o conceito continuaria passível de questionamentos… afinal, o que dizer de uma cidade como Johnston em Rhode Island em que todos os vereadores, o prefeito e 46,7% da população (dados de 2000) possuem ascendência italiana? De maior significância ainda seria a comunidade franco-canadiana. Não seriam latinos?
    04. Abarcar todo e qualquer indivíduo (ao Sul dos Estados Unidos) ao conceito pode também inferiorizar (ou algum termo mais adequado) particularidades. Vamos ao caso do Haiti – que lutou intensamente por um governo próprio afastado dos demandados coloniais da França. Seria correto incluir esta região a “América Latina”? Alguém que desenvolveu uma língua própria (que ainda não possui a valorização que deveria ter!). Ter a obrigação de falar de falar francês neste país soa mais como uma forma de opressão que de liberdade. O que dizer também dos povos nativos. São eles “latinos”? (E destaco que mais de 2/5 dos bolivianos, guatemaltecos ou peruanos são ameríndios [não incluídos àqueles de origem mestiça]).
    05. Fenômenos como o “Tipo de colonização”, citado pelo Matias, também são arbitrários, uma vez a porção meridional dos Estados Unidos presenciou fenômenos característicos de uma colonização de exploração, enquanto a Patagônia e as terras altas e os vales do Sul do Brasil foram colonizados por povoamento – semelhante ao fenômeno do Meio-Oeste estadunidense. Também penso que categorizar estas sociedades de hoje pela colonização que as fundou pode ignorar movimentos históricos “recentes” (+/- duzentos anos de independência) acontecidos na região – sejam eles econômicos, políticos, sociais, etc.
    06. O conceito de “América Latina” também é afetado pelo racismo e outros pré-conceitos – tanto internamente quanto externamente. O que diretamente afeta a vontade das elites locais (em muitos casos, não apenas das elites) em sentir-se parte da região.
    07. Não existem generalidades com relação à economia da região – aglomerações industriais, agropecuária intensiva em tecnologia convive com extrativismos desordenados e agricultura de subsistência.

    Enfim… pontos pouco objetivos, mas acredito serem válidos. Confesso acreditar nas iniciativas que tendem à restrição (como a CEPAL [Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe] que tende a singularizar as regiões, contrariando “a tendência”). Já dizia a minha professora do ensino fundamental – quanto mais generalista aquilo que se pretende responder, mais imprecisa tende a ser a resposta.

    Sempre bom poder discutir sobre temas mundiais com vocês. Abraço Mineiro-Gaúcho.

  • Marta Rodrigues Martins

    Olá. Passo apenas para dizer que meu esposo ouviu comigo parte desse maravilhoso trabalho e ficou abismado, e disse que não sabe como o mundo não foi explodido põe ser governado pelo cheetos com mania de grandeza (trump).

  • E aí Filipe e Matias, blz. Sou de Cáceres-MT, já acompanho o podcast algum tempo. Gostaria de expor a situação da minha cidade na questão do transporte. Aqui, a cidade está no Pantanal, é banhada pelo Rio Paraguai, temos rodovia federal também; há estudos de aproveitamento do Rio Paraguai para ser usado como hidrovia, uma hidrovia que irá de Cáceres a Nueva Palmira, no Uruguai (Matias conhece a cidade? rsrsrsrsrs), navegando pelos rios da Bacia do Prata. Mas por entraves burocráticos, obras de infraestrutura, ambientais e falta de vontade política a hidrovia ainda não está funcionando. Trouxe esse exemplo para mostrar como a integração de transportes no Brasil não tem a devida atenção do poder público. Me lembrei dessa situação naquele podcast sobre modais de transportes do Brasil que vocês fizeram.

    Sobre o programa 150, essa situação da Nicarágua é confusa mesma, vi vários jornais relatando que isso começou pela proposta de Reforma da Previdência pelo governo de Daniel Ortega e parece que já descambou pra violência entre grupos oposicionistas e forças governistas. Tô confuso mesmo e com a mídia relatando várias situações ainda não consegui entender onde isso vai chegar.

    Sobre Montenegro, considero que seria melhor para o país integrar a força militar multinacional européia que vocês citaram em um programa (não lembro qual agora, se já foi criada ou será criada) do que a OTAN. Isso parece uma provocação barata para provocar a Sérvia e Rússia.

    Parabéns pelo podcast com informações objetivas, reais e com humor também, dando um bom contraponto em relação ao tema Política/Relações internacionais.

    • “Parabéns pelo podcast com informações objetivas, reais e com humor também, dando um bom contraponto em relação ao tema Política/Relações internacionais.”

      Nesse parágrafo, faltou dizer contraponto em relação à imprensa brasileira quando a mesma vai falar sobre Política/Relações Internacionais.

  • Eduardo Bernardes

    Pessoal, sobre a seleção francesa de futebol e toda polêmica étnica que permeia a França, um pequeno adendo. Mesmo o incontestável Platini ñ é francês “puro sangue”, a origem do sobrenome Platini é italiana! Ou seja dois dos maiores ídolos do futebol francês, se não os maiores, possuem raizes fora do território hexágono. Pergunta: O velho Le Pen torceu pra quem nos anos 80?

    • O racismo e discriminação tem nome e sobrenome: é porque são negros e árabes.
      Se fossem brancos, os xenófobos franceses não falariam tanto essas atrocidades. Nenhuma discriminação e racismo é valida.

  • Evellin Pereira de Jesus

    Que primor!!!! Cara, admiro muito vocês!!!!!!!! Podcast incrível!!! Parabéns por todo trabalho!! Vocês não pensam em migrar também para o Spotify, não? Parece ser um caminho interessante para quem usa Android (vulgo eu kkkkkkk). Grande abraço e parabéns mais uma vez!!

  • Vim aqui só pra ver se vcs tinham voltado atrás e feito o programa do dia 27… se não tinha sido só uma brincadeira do ié ié…

  • Acho a “Lei Básica do Estado Nação do Povo Judeu” privilegiada aos judeus. Mesmo que eu seja praticante da fé judaica, eu discordo de alguns pontos, a capital do Estado é um deles.

    Bom, caso vocês se interessem (Matias, Filipe e as pessoas que acompanham o XV) tem umas considerações do Daniel Gerstler no site IBI, que inclusive eu concordo, segue o link:

    http://institutobrasilisrael.org/colunistas/daniel-gerstler/geral/consideracoes-sobre-a-lei-basica-do-estado-nacao-de-israel

  • Cade o episódio da semana passada?

  • Achei algo surpreendente a Letônia ser citada no programa, visto que sou descendente de letões, letos ou leitões (só uma piadinha).

  • Estou escutando os programas atrasados de de forma parcelada. Apenas comentando porque tive que rir quando o contingente de soldados reservistas de Montenegro (RS) foi mencionado. 😅

    Uma ouvinte de Montenegro-Rs

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