Xadrez Verbal Podcast #144 – Oriente Médio, América Latina e G7

Sua revista semanal de política internacional em formato podcastal está chegando em sua 144ª edição, ou, se preferir, doze ao quadrado! Giramos pela América Latina, discutindo violência eleitoral, desastres naturais, a Venezuela e também as relações latino-americanas com Israel, seja no Brasil, seja na Argentina. Também giramos pelo grande Oriente Médio, com destaque especial para a situação na Jordânia e a falta de consenso sobre o Irã.
Falando em falta de consenso, vamos aos preparativos para o encontro do G7 no Canadá, em que Trump e seus aliados não estão falando a mesma língua, sem trocadilho. Guerra comercial à vista? Também giramos pelo mundo, a semana na História, economia com a professora Vivian Almeida, os peões da semana e dicas culturais fecham mais um programa!

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Dicas do Sétimo Selo e links

Livro O Século das Revoluções, de Christopher Hill

Livro Operação Massacre, de Rodolfo Walsh

Música On the subway, de The Last Poets

Playlist das músicas de encerramento do Xadrez Verbal no Spotify

Ouça o podcast aqui ou baixe o programa. (clique com o botão direito do mouse e use a opção “Salvar como” para baixar)

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, que está no Apoia-se

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
Como sempre, comentários são bem vindos. Leitor, não esqueça de visitar o canal do XadrezVerbal no Youtube e se inscrever.

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39 Comentários

  • LUIS HENRIQUE SANTOS DE LIRA

    A galera de Jupi-PE e de Lajedo-PE, vindo para Garanhuns-PE, a gente organiza o Trump Drinking Game!

    • Carlos Jonnatan Pimentel Barros

      Pelo visto a audiência do Xadrez Verbal tá bombando no interior pernambucano. Sou de Garanhuns/PE e sempre escuto o programa a caminho do trabalho (em Palmeira dos Índios/AL) junto com a minha esposa.

  • No passado eu nunca teria imaginado que ficaria ansioso pelo momento de ir lavar louça numa sexta-feira às 23h…

  • Olá gostei do episódio, eu sou contra o recibo em urnas eletrônicas porque iria facilitar o voto de cabresto e a compra de votos, assim o comprador de voto pode verificar se realmente ganhou o voto ao pagar por ele.

  • André Felipe Mendes

    Mano, essa imagem de capa do programa, com o rosto cheio de furinhos, ataca qualquer tripofobia

  • Ouvindo Xadrez Verbal, em Natal-RN, na beira da praia… De calça jeans e camiseta preta, enquanto espero a Polícia Ambiental para retirar um camaleão que entrou be baixo do motor do meu carro em movimento…

  • Escuto o Xadrez Verbal desde a edição 134, por recomendação da professora Angélica, uma das docentes do curso de RI aqui da UFG. Depois que comecei a ouvir vocês, já recomendei para muitos amigos de Palmas-TO. Parabéns Filipe e Matias pela alta qualidade dos programas!

  • Somente essa capa que me deu arrepios, esses pontinhos pretos no rosto dos bonecos atacou a minha tripofobia…… Não façam isso comigo pfvr.

  • Apenas uma correção na nomenclatura. Não se diz aço líquido mas sim ferro gusa. O termo ferro gusa é o nome dado ao ferro fundido que sai do alto forno e como o ponto de fusão do aço é muito alto, se transporta o ferro fundido com um teor maior de carbono que permite manter o ferro no estado líquido a uma temperatura mais baixa, barateando tanto o processo quanto o transporte. Esse ferro fundido é transportado pelo carro torpedo para a aciaria, onde lá se transformará em aço. Abraços e muito obrigado por me deixarem acordado enquanto termino de escrever minha dissertação de mestrado em pleno sábado (ou domingo, pois, já adentrei a madrugada kkkkk)

  • Por favor, mandem um beijo para a minha esposa Marcia Chinaglia. Ela fez uma mega maratona para deixar os podcasts em dia, e agora ouve o Xadrez Verbal antes de mim.

  • Vulcanofobia é coisa de Romulanos.

  • Concordo plenamente com o Filipe quando ele diz que futebol e esporte não se misturam! Cada vez mais longe do esporte e cada vez mais negócio! Sorte que sou vigotskiano e não psicanalista pra ver esse ato falho ai!

    Abraços,

  • Pessoal, adorei o Xadrez Verbal, incrível mesmo, comecei a ouvir podcasts a poucos meses e o Xadrez é the Best! Muito bem produzido e completo, parabéns indico a todos amigos e vou apadrinhar, nem que seja só para ajudar….e de verdade, ainda me serve para dormir, vai dando aquele soninho e plaft vem o sono, da certinho, 7 noites eu completo o programa da semana, mas claro que volto onde lembro na noite anterior! Ah e no carro perfeito ir e voltar a Sampa! ainda da pra pegar um transito, ai para dormir uso uma edição mais antiga e não ouvida! Abraços Marien

  • Parabéns Filipe, seu trabalho é demais.
    Manda um abraço pro Kevin Dias, Carlos Vinicius, Flávio Vital e toda a galera da Filosofia da UFES, por favor.
    Valeu!

  • Estou na Rússia há uma semana e vejo a cada dia aumentar a invasão das torcidas latino-americanas. Colombianos, argentinos, peruanos, uruguaios, brasileiros e mexicanos estão tomando conta da Praça Vermelha e onde der mais para fazer barulho e os russos estão se divertindo junto. “Espacibo” vai se tornar “gracias” e “obrigado”.

  • Eu sou o único que sempre pulo a parte da Profª Vivian Almeida? Nada contra o trabalho dela, mas o assunto economia não flui pra mim kkk Sucesso rapazes.

  • Passando pra deixar aquele agradecimento, ontem fiz prova da policia civil de SP para investigador, muita gente reclamando da dificuldade das questões de atualidades, e posso dizer com tranquilidade que gabaritei com a ajuda de vcs, um grande abraço!

  • Rivca Hildebrandt

    Ei!!! Dá para parar de falar que Israel é pequeno e, por isso, você vai de um lugar para outro num piscar de olhos! Dependendo do trânsito na estrada, Jerusalém- Haifa pode levar duas horas. Israel é pequeno, mas não quer dizer que não existe trânsito aqui. Fico ofendida! Dá próxima vez que minha cara metade sair de Haifa de carro e não chegar depois de 01:30, já vou sair de casa com o rolo de macarrão, porque o Felipe falou que Haifa-Jerusalém é logo ali.
    Mas sério… na geografia de Israel, nós israelenses consideramos qualquer coisa de Haifa para cima é no fim do mundo.

  • Filipe e Matias, podcast recomendado para duas amigas da Unicamp, ambas do grupo de escalada. Expliquei a estratégia de ouvir por partes. Manda um salve pra Jéssica e para a Lorena, vai que incentiva ainda mais elas a ficarem bem informadas com o melhor podcast de política internacional do Brasil.

  • lcgclaro@gmail.com

    Gostei bastante da coluna da Vivian neste episódio, queria saber se ela usa o twitter?

  • A primeira vez que ouvi sobre o Padre Angelelli foi na música ‘La Memoria’ de Léon Gieco https://www.youtube.com/watch?v=fRcoD6qY32Q obrigado pela boa notícia de sua beatificação. 🙂

  • Oi, gente. Ouço o programa desde os primeiros episódios, mas nunca participei. A cada dia percebo mais quanto vocês são importantes pra minha informação, especialmente porque faço parte do grupo de conjuntura econômica do instituto de economia da UFRJ e sempre tenho algo a acrescentar sobre o cenário geopolítico. Abraços!

  • Olá Filipe e Mathias!
    Parabéns pelo programa 144, adorei as contas do Mathias, tenho certeza que ele soma números de chapas de carros no trânsito… Ouvi o episódio no vôo São Paulo-Frankfurt, a caminho de Amã, onde vou visitar meu namorado. Ele é de lá, e fiquei muito feliz de finalmente ouvir alguma coisa sobre o país, que fica tentando segurar as pontas no meio daquela bagunça que é o Oriente Médio (ele inclusive trabalha com refugiados e é de origem palestina, a família é de refugiados e virou jordaniana). Que tal um Fronteiras Invisíveis sobre a Jordânia? Aliás, dentro da notícia, meu namorado me avisou que eu poderia ver “uns protestos” lá, mas como pra gente protesto é sinônimo de segunda-feira, não pega nada, né? Obrigada como sempre por espalhar conhecimento! Sou fã de carteirinha! Ps. Nas aulas do Sapi o Filipe toma água a cada 5 frases, no podcast ele disfarça ou não sente sede?

  • Diogo Portugal Ito Bastos PInto

    Saudações ilustríssimos Matias e Filipe!

    Escrevo de Hekinan, província de Aichi, Japão e gostaria de parabenizá-los pelo excelente trabalho neste último programa, bem como em todos os outros. Trabalho em uma fábrica de autopeças e escuto o Xadrez Verbal para poder sair dessa rotina mecânica de trabalhar de 10 a 11 horas por dia prensando peças de automóveis, porém com um fone de ouvido disfarçado de protetor auricular para que a chefia não reclame. Vosso trabalho me traz novamente aquele calorzinho no coração pela área de Relações Internacionais, na qual me graduei há alguns anos.

    Abraço!

  • Ótimo programa, vocês não fazem ideia de como me ajuda a manter informado para o meu vestibular, grato sou a vocês, continuem produzindo mais podcasts, ouvi o último de uma única vez, haha. Grande abraço, e bom crepúsculo a todos.

  • Conheci um italiano aqui na sardenha que ama demais o Brasil, e está estudando para fazer doutorado em direito internacional!! Ouvir xadrez verbal me ajudou demais a conversar com ele e entender os assuntos!! Me desejem sorte nos flertes!! Hehe 🙂

  • Olá Filipe,
    A respeito da vaquinha Penka vc disse que ela não iria ser abatida para ser comida por ser uma vaca “de leite”, porém, é muito provável que vc esteja equivocado. Já que não existe produção de leite sem corte, porque bovinos vivem por volta de 25 anos e sua “produtividade leiteira” é reduzida devida às seguidas gestações. Elas têm por volta de meia tonelada e alimentá-las e mantê-las em um espaço é muito oneroso. O mesmo vale para suas constantes crias. Então, quando a produção de leite cai a vaca vira carne moída (não serve pra vender pedaços no açougue) e é substituída por uma mais jovem, por ser mais rentável. É provável que os filhotes da Penka fossem vendidos para abate se ela não tivesse saído da Bulgária e que ela não fosse morrer de velhice aos 25 anos.

    Penso que a comoção se intensifica pq esta vaca tem algo a mais para o imaginário das pessoas. Algo de especial pela história, um plus a mais que as outras tantas. Ela tem até um nome próprio. Acontece que toda vaca dita leiteira criada em sistema industrial ou familiar de base ecológico, está condenada a ter sua vida interrompida. Não por um fato atípico, como no caso de Penka, mas pelo modus operandi da produção para consumo humano.

    Agradeço o dedicado trabalho que vcs fazem. Um abraço aos dois desde Matinhos – Paraná – Brasil..

  • Lucas Mendes Costa

    Olá meus caros Filipe e Matias, me chamo Lucas, moro em Uberaba e sou professor de Geografia, ouço vocês toda semana sem falta (quem me indicou foi um amigo da Faculdade de Direito, mandem um abraço para ele. o Filé) e finalmente resolvi comentar para agradecer vocês pela qualidade dos programas, tanto do xadrez verbal, quanto do fronteiras. Ouço vocês lavando louça, fazendo exercícios e jogando Civilization V. Acho que vale como “menino Neymar” o fato do Galvão Bueno durante o jogo de abertura da Copa dizer que o MBS é o rei da Arábia Saudita, quando sabemos que ele ainda não é oficialmente o chefe de Estado daquele país. Um grande abraço e espero muitos crepúsculos e alvoradas ao lado dos senhores.

  • Enquanto a espanha tem um gabinete com quase o dobro de mulheres do que homens aqui temos isso: https://goo.gl/CJMP5g

  • O programa de vocês é muito bom. Quanto a questão do alcoolismo na Russia eu vi essa noticia (que já é antiga) dizendo que o parlamento Russo aprovou um projeto de lei que reconhece a cerveja como bebida alcoólica.

  • Guilherme Freitas

    Olá caros Filipe e Matias, sou outro recém-ingressante do curso de história da nobre FFLCH da USP (não se preocupem, não os responsabilizo por essa escolha).
    Endosso aqui as palavras do Filipe quanto ao professor Carlos Zeron, com quem tenho aula de América Colonial, ele é realmente um grande e incrível professor. Diferente do que imagino que tenha ocorrido com o Filipe, tenho aulas com o mesmo já no primeiro semestre, o que causa um efeito ainda maior de admiração quanto às suas aulas. Ver uma aula em que um professor utiliza desde Aristóteles a até Maquiavel para explicar o pensamento europeu quanto à servidão e política no século XVI, e ainda realizar paralelos com a situação política atual é impressionante, ainda mais após ter saído do ensino médio há pouco tempo. Brincadeiras à parte, não é à toa a existência do Zeronianismo, segue o link.
    Além do mais, parabéns pelo excelente trabalho que acompanho há pelo menos 200 programas.
    https://www.facebook.com/Zeronianismo/

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