Fronteiras Invisíveis do Futebol #57 – Arábia Saudita

Referências no programa
Livro Inside the Kingdom, de Robert Lacey
Livro Uma História dos Povos Árabes, de Albert Hourani
Música Atba’a Al-Namrood, da Al-Namrood
Ouça o podcast aqui ou baixe o programa.
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Filipe Figueiredo, é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
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Que episodio fantástico como de costume! Só queria agradecer o Mathias por apresentar black metal saudita haha
Parabéns pelo grande programa novamente.
O Vitesse continua com a parceria com o Chelsea, que existe não somente pela questão de experiência, até por que a parceria seria extremamente questionável nesse sentido já que o clube inglês raramente tem paciência ou capacidade de aguardar um bom jogador virar um excelente jogador após 3-5 temporadas (De Bruyne manda abraços). Enfim, a parceria existe pois a federação inglesa possui uma restrição forte de registro de jogadores não-comunitários, o que não ocorre por exemplo na Bélgica ou na Holanda. Dessa forma o Chelsea contrata os jovens jogadores e não pode utilizá-los de maneira alguma no futebol inglês, mesmo em categorias de base, então os repassa para clubes satélites pela Europa onde eles podem continuar a jogar. Para um jogador estrangeiro (não-comunitário) ser contratado por um clube inglês há uma série de requisitos a serem preenchidos, mas essencialmente ele precisa ser top de linha, tendo participação intensa em convocatórias das seleções nacionais, caso contrário não terá sua licença de trabalho emitida.
Informação totalmente baseada em minhas carreiras contratando jogadores no Football Manager.
Filipe, se vc puder responder uma pergunta minha no Fronteiras sobre Minas (ou postar links sobre) eu agradeço. Não precisa ser no podcast, pode ser em texto mesmo…
pergunta minha…
Parece que a língua árabe foi unificada, digamos, formalizada, acordada, tendo em vista o entendimento ou a manutenção do entendimento do Corão. O que creio não aconteceu com o Cristianismo, muito provavelmente por que floresceu em Roma enquanto os textos foram escritos em línguas das colônias.
A pronúncia correta em português para o marco inicial do calendário árabe não é Hégira (com o H “mudo”)?
Meus caros, o ator que fez Lawrence da Árabia no filme de mesmo nome em 62 foi Peter O’toole e não Alec Guiness. Este fez o papel de Principe Faisal filho do Sharif de mecca. Então a piada correta seria que os ingleses mandaram o Peter O’toole e o Sharif o Alec Guiness, que cuidou de pintar sua cara para parecer mais moreno.
De resto, o episódio foi sensacional.
Ep sensacional, como sempre!
Mas fiquei encucada com uma coisa, Filipe. Quando tu falaste que a população saudita não teria por que se rebelar para mudar a forma de governo monarquista porque tinham acesso à educação, saúde etc., e logo depois sobre toda a falta de liberdade individual e absurdos do ponto de vista “ocidental”.
Adquirir direitos de primeira geração não seria motivo suficiente para uma revolução, ou já ter garantidos os de segunda realmente abafam os ânimos de uma mudança?
Filipe, uma curiosidade, e o Omã nessa historia toda? Nem para o bem, nem para o mal, quase nunca ouço fala desse país (nem no Xadrez Verbal).
Olá Filipe e Mathias. Excelente programa.
Aproveito a oportunidade para perguntar se existe previsão ou possibilidade de um episódio sobre o Rio Grande do Norte
Programa bem interessante Felipe e Matias. A Arábia Saudita é o verdadeiro latifúndio mundial com essa família sendo dona do país. Será que os governantes sauditas tomam banho numa banheira com petróleo?
No geral, um bom episódio. Só gostaria de pontuar algumas coisas em relação ao imbróglio xiitas x sunitas. Na verdade, esse embate não começa no califado de Abu Bakr, pois o mesmo, como dito no programa, era um dos califas bem guiados (aceito pelas duas denominações).A divisão inicia na primeira fitna (que ocorre depois da morte de Uthman e envolve Ali e o Muawiya I) com o movimento carijita. Depois do califado de Ali (último dos califas bem guiados), aí sim surgem o movimento xiita duodecimano.
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