Xadrez Verbal Podcast #141 – Coreia, Oriente Médio e América Latina

Está no ar mais uma edição da sua revista semanal de política internacional em formato podcastal! Matias Pinto e Filipe Figueiredo vão até o Oriente Médio, repercutir as principais notícias da região. Do Afeganistão até a Líbia, passando pelo acordo nuclear com o Irã, polêmicas turcas e, claro, os acontecimentos no Levante. Mais de cinquenta palestinos mortos na faixa de Gaza e a abertura de embaixadas para Israel em Jerusalem geraram diversas respostas internacionais.

Damos nosso tradicional giro pela América Latina, do Chile ao México, incluindo uma parada no Brasil: a renúncia de juiz brasileiro da CIDH, o pedido do Itamaraty para acesso aos documentos da CIA e a investigação japonesa sobre passaportes falsos. Falando em Japão, vamos até o Extremo Oriente, onde o diálogo coreano começa a dar sinais contraditórios, além de outras notícias da região. A semana na História, economia com a professora Vivian Almeida, dicas culturais e um peão, excepcionalmente singular, fecham a edição 141 do seu podcast!

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Dicas do Sétimo Selo e links

Livro Side by Side

Livro O Trato dos Viventes

Música Smalltown Boy, do Bronski Beat

Playlist das músicas de encerramento do Xadrez Verbal no Spotify

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, que está no Apoia-se

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
Como sempre, comentários são bem vindos. Leitor, não esqueça de visitar o canal do XadrezVerbal no Youtube e se inscrever.

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24 Comentários

  • Pau no Cú do First

    First!!!

  • No começo do governo Trump me agradava um pouco a Ivanka Trump mas agora…

  • Luiz Felipe F M Costa

    Haha tinha que comentar sobre os trens no Japão. Lá a coisa é muito séria xD vive tendo piada disso em animes e jogos.
    Além disso, tem até um jogo, que eu gosto muito e jogo no meu 3DS (um console da Nintendo), chamado “Japanese Rail Sim 3D”, que como o nome diz, é um simulador de trem no Japão onde vc é o maquinista. E mano, esse jogo é difícil pra kct!!! Pra vc tirar a carteira de maquinista com a nota máxima é extremamente insano. Vc tem que chegar com no máximo 5 centímetros fora do ponto de chegada (5 FUCKING CENTÍMETROS) com o tempo exato em segundos. E é muito difícil fazer isso, pq são muitas paradas e pontos de frenagem em decidas, tanto o trajeto de monotrilho de Okinawa, quanto o trem do centro de Kyoto. No de Kyoto chega a ser pior pq o trem é muito pesado e vc tem q conseguir prever os pontos de aceleração e frenagem pra dar conta da inércia daquela desgraça e fazer ela parar no lugar certo.

    Abraço, pessoal!!

  • No Brasil os presos políticos eram terroristas comunistas, um bando de ladrão que se juntaram com os criminosos comum, na Venezuela são pessoas que foram presas por um governo comunista, não são psicopatas como os presos políticos brasileiros.

  • Até o final de ano era vestibulando de medicina, fui aprovado em universidade particular e tentava uma federal, porém, agora mudei para o curso de Relações Internacionais, almejando a carreira diplomática. Gostaria de deixar meu agradecimento, pois tanto os podcasts quanto os textos de vocês tiveram grande influência na minha mudança de rumo. Meu muito thank you ❤

  • Olá Filipe e Matias! La vai algumas curiosidades sobre o causo da temperatura

    1- la fora também fazem zoacao com o sistema imperial, falando que é mais questão de orgulho que de sensatez.

    2- Segundo li em alguns lugares, americanos gostam mais de Fahrenheit que Celsius por causa que os seus valores “transmitem mais sensação de calor e frio”(40°C = 104°F, por ex). É tipo não gostarem de futebol pelo placar ser de poucos pontos.

    3- originalmente, Anders Celsius tinha colocado 100° para o gelo e 0° para a agua fervente. Então alguém sugeriu que ele invertesse os pontos fixos e voilá.

  • Guilherme Norte MIneiro

    Sobre a notícia da Indonésia, queria saber como vcs entendem a diferença entre pentecostais e protestantes? seria tipo protestantes são presbiterianos, luteranos, metodistas e pentecostais são tipo assembleia de Deus, Deus é amor, universal?

  • David Onezio Moraes

    Curso Eng Civil, e se tem uma coisa que me deixa puto é esse sistema inglês ai, e o pior de tudo é que muitos livros de mecânica em geral são de estadunidenses logo vários exercícios estão com essas unidades. Alem disso na hidráulica os tubos geralmente tem seu diâmetro dado em polegadas. LIBRA É A MOEDA DA INLGLATERRA CARALHO! Força é newton (N), quilograma-força (kgf) e se quiser use o dina (dyn). Existe o Sistema Internacional de Unidades então deveriam usar essa porra!
    Ótimo programa como sempre.

  • O sistema imperial realmente é uma confusão.
    Mas pior ainda é no Canadá onde eles usam OS DOIS sistemas.

    Então quando você vai ao mercado, as frutas podem estar marcadas em Kilo, Libra ou ainda em unidades.
    Nos bares, a cerveja é vendida em mililitros (ML) se for em lata, ou onças liquidas(Oz) se for garrafa ou no Tap (chopp).
    A temperatura relacionada ao clima é em celsius, já em fornos e fogões domésticos é em fahrenheit.

    Mas pra mim, o campeão em complicação desnecessária é a gasolina, que é vendida em “cents per litre”.
    Ou seja, atualmente o preço da gasolina gira em torno de $ 139.9 cents/litre, o que dá o mesmo que $ 1.39 o litro.

    Vai entender…

    Ou não.

    Parabéns pelo programa e fica aqui a cutucada para profissionalizarem a edição do podcast, que é o único ponto que ainda derrapa aqui e acolá.

    Um beijo no pâncreas.

    Sidney Alencar
    Toronto, Canadá.

  • Victor Hugo Refundini

    Um pequeno detalhe, mas que incomoda quem é chato igual eu:
    na sua descrição “Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal.” o verbo utilizado para cada complemento é o verbo “é”. Até o momento que você usa outro verbo (leciona). Nessa hora a parte que vem a seguir “(ir)responsável pelo…” requer novamente o verbo “é”, senão ele está usando o ultimo verbo utilizado e ficaria “leciona (ir)responsável pelo…”
    Então recomendo colocar “leciona” por ultimo, que não fica legal, ou adicionar o verbo “é” novamente na parte “e é (ir)responsável pelo…”

    • Outra opção seria substituir “leciona” por “professor”? Essa observação foi interessante. Não havia percebido isso. 🙂

  • Meninos, mais uma vez parabéns pelo excelente programa. Queria dizer que achei ótima a imagem de chamada do programa, esse contraste de cores e semblantes que ilustra bem o choque de narrativas do conflito Israel-Palestina.

    Queria também parabenizar vocês pelos 3 anos de podcast e pelos programas em que abordaram a questão da saída dos EUA do acordo nuclear com o Irã. Tenho lido muita coisa sobre isso (ando meio obcecada com o Irã ultimamente), mas as discussões que vocês levantaram (especialmente no programa com o Tanguy) eu não havia visto em lugar nenhum. Como vocês sempre dizem, o XV é um complemento ao que sai na mídia, mas que complemento!

    Um abraço!

    Mari.

  • Parabéns pelos três anos de programa. Cheguei até vocês há um ano, por indicação da minha amiga jornalista Letícia Macedo, e desde então ouvi todas as edições e virei um feliz apoiador. Em minha humilde opinião, quanto maior a duração do podcast, melhor. Rumo às quatro horas semanais!

    E, como um bom fã do Xadrez, fiquei contente ao ver que os editores do ótimo site de reportagens The Intercept Brasil colocaram o Xadrez em primeiro lugar entre os melhores podcasts do País. Estão com moral, camaradas!

    Bom programa a todos. E não esqueçam de abastecer o Fronteiras Invisíveis do Futebol, que também é sensacional.

    Alexandre Costa.

  • Boa dia, Filipe e Matias. Valeu por mais um programa muito divertido e informativo.

    Uma pequeno adendo: as 2h12min de Podcast, você diz não acreditar numa ligação entre o Irã e o Hamas devido às animosidades entre Suniitas e Xiitas. Na verdade, o Irã é um dos maiores apoiadores do Hamas, principalmente de seu braço armado. As relações azedarem e normalizaram no decorrer da Guerra da Síria, devido a divergências quanto ao Assad.
    fonte: http://www.reuters.com/article/us-palestinians-hamas-iran/after-syria-fall-out-hamas-ties-with-iran-restored-hamas-chief-idUSKCN1B81KC
    Inclusive, é comum em protestos no Irã gritos de guerra que digam coisas na linha de “Aqui não é Gaza” ou “Não sou Palestino”, expondo o descontentamento com a ajuda monetária dada ao Hamas/Palestina.

    Abraços!

  • Se não me engano a medida em kelvin é a medida de temperatura universal, tanto é que, 0 kelvin é o Zero absoluto.

  • Se não me engano a medida em kelvin é a medida de temperatura universal, tanto é que, 0 kelvin é o Zero absoluto.

  • Preciso dizer que não perdoo o Matias por despertar minha curiosidade em procurar uma música do Luiz Caldas, que realmente é uma desgraça, rs. Ainda bem que isso foi compensado pelas dicas culturais que foram sensacionais. Parabéns, mais uma vez pelo programa que tem todos os motivos para ser o mais queridinho da podosfera. Abraços.

  • RODRIGO MARTINS OLIVEIRA

    Uma amiga vai começar a se inteirar de Política Internacional e eu recomendei o podcast, como sempre recomendo a todos. Tem como mandar um salve pra ela? haha O nome dela é Gabriela Landeiro!! Mandem um abraço pra os estudantes de História da Universidade Federal de Juiz de Fora também, somos ouvintes assíduos!!! Abraços!!!

  • Parabéns pelo ótimo ep., Xadrez Verbal.
    Acredito que no próximo vocês irão comentar sobre o preço da gasolina no Brasil, ótima oportunidade do Matias escolher “La Gasolina” para tocar ao final do programa hahaha

  • Sobre a escala Fahrenheit, tem um motivo. Quando você vai construir um termômetro, o que precisa fazer? Coloque num tubo um material que dilate fácil, como mercúrio. Então pegue dois pontos de referência, como congelamento e evaporação da água. Coloque seu tubo nesses sistemas e marque onde o líquido no tubo ficou. Depois você divide em quantos “graus” quiser. No caso de Celcius, foi em 100.
    O problema é que dividir em 100, no século 17 e 18, era complicado. Faça um teste: faça uma linha num papel, de um tamanho aleatório. Então divida essa linha em 10 (para simplificar) pedaços iguais. É complicado! Mesmo com a ajuda de uma régua! Lembrando que você não pode começar com um número exato, pois quem vai te dizer o tamanho da linha é o mercúrio.
    Agora e se eu pedisse pra você dividir em 8? Aí já é mais fácil. Peque a reta, divida na metade. Então cada metade divida na metade, e cada quarto divida novamente na metade. Voilá. Na verdade qualquer número do tipo 2^n (2 elevado a uma potência inteira, como 4, 8, 16, 32…) são fáceis de marcar.
    A escala Fahrenheit é um aperfeiçoamento da escala Romer, que era uma escala que pegou o ponto de salmoura (um ponto “frio” mais fácil de fabricar em laboratórios desse período) e a ebulição da água e dividiu em 32. Essa escala foi sendo aperfeiçoada, 32 viraram 64, depois 128, depois 256.
    Espero ter ajudado.

  • Como sempre, muitos parabens pelo excelente programa.
    Só um comentario sobre o nome do Filho da Cristina Kirchner, tem um episodio hilario dos simpsons em que o Homer muda o nome dele para “Maximo Poder” (Max Power), e a vida dele muda por completo.
    Pode ter sido a inspiração dela.

    Abraço!

  • Boa tarde Filipe e Matias, parabéns por mais um programa excelente.

    Sou aluno do curso de Biomedicina na Universidade Federal Fluminense-UFF e gostaria de informa-los que vocês são os responsáveis por plantar a semente da dúvida na minha cabeça, pois, graças a incontáveis viagens semanais de ônibus de minha cidade (Padua/RJ) ate a cidade do meu curso (Nova Friburgo-RJ) ouvindo o Xadrez Verbal, estou pensando seriamente em largar Biomedicina para fazer RI ou História.

    E aproveitando o comentário, sou plenamente favorável ao programa com 4 horas de duração, pois aproveito bem minha viagem semanal que é por volta desse tempo.

    Forte abraço!

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