Xadrez Verbal Podcast #129 – Oriente Médio, África e EUA

Chegando o programa 129 do podcast do Xadrez Verbal! Começamos no Oriente Médio, atualizando sobre a guerra na Síria, com uma explicação dos lados do conflito e suas alianças contraditórias. Também passamos por Israel e por Palestina, antes de irmos aos EUA, onde o presidente Donald Trump apresentou sua proposta orçamentária. Vai passar ainda pelo Congresso, mas já podemos ver as prioridades e projetos do governo.

Ainda no país, repercutimos a novela sobre a interferência russa nas eleições e o massacre de estudantes na Flórida. Cruzamos o Atlântico e chegamos na África, com a renúncia já esperada de Jacob Zuma na África do Sul. Será que agora a economia vai? Também passamos por Zimbabwe e pela Etiópia. Giramos por todos os continentes, economia com a professora Vivian Almeida, dicas culturais, os peões e a semana na História fecham mais um podcast do Xadrez Verbal!

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Dicas do Sétimo Selo e links

Série documental Prohibition, de Ken Burns

Filme Homens Perigosos

Música Boom, do System of a Down

Playlist das músicas de encerramento do Xadrez Verbal no Spotify

Ouça o podcast aqui ou baixe o programa. (clique com o botão direito do mouse e use a opção “Salvar como” para baixar)

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, que está no Apoia-se

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
Como sempre, comentários são bem vindos. Leitor, não esqueça de visitar o canal do XadrezVerbal no Youtube e se inscrever.

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27 Comentários

  • Só uma pequena correção: o ponto mais oriental do Brasil, levando em consideração todo o território nacional, é o arquipélago de São Pedro e São Paulo, localizado a mais de 600km de distância ao leste de Fernando de Noronha. Entretanto, esse arquipélago não é habitável e, portanto, Fernando de Noronha acaba sendo o território brasileiro habitado mais oriental, considerando todas as nossas ilhas.

  • No final quando falaram dos protestos de 2003 eu já sabia qual música seria… muito boa escolha, subiram ainda mais no meu conceito!

  • Adaljan dos Santos Marques

    Sobre mercenários. Recentemente(em 2015 se não me engano) um general paraquedista da reserva criou a primeira empresa de segurança militar do Brasil chamada Aquila Internacional, inclusive está recrutando ex militares para participar em uma missão na República Centro Africana, provavelmente para dar apoio à missão que o Brasil vai enviar para este país até o final desse ano.

  • Filipe e Matías primeiramente queria parabeniza-los pelo grande trabalho! O Xadrez Verbal e o Fronteiras já fazem parte do meu cotidiano. Filipe, eu fiquei com uma dúvida em relação ao conflito citado as margens do Eufrates. O SDC (Syrian Democratic Forces) não faz parte do FSA (Free Syrian Army), este que parece ter sofrido uma certa desintegração. Pelo que eu consegui averiguar apenas alguns batalhões de forças especiais que eram parte do FSA agora compõe o SDC.
    Sei que vocês comentam regularmente o afastamento da Turquia em relação ao Ocidente, principalmente os EUA devido ao apoio estadunidense aos Curdos na Síria. A Turquia busca uma aproximação com a Rússia? As relações entre os dois países é historicamente tensa e cheia de confliroa

    • conflitos* . Além de apoiarem lados opostos na guerra na Síria. Gostaria de parabeniza-los mais uma vez pelo trabalho magnífico em um campo tão árido na mídia brasileira como o da Geopolítica internacional. Viva o Xadrez Verbal!!

  • Leonardo José Montebugnoli

    Aos 2:28:35, aproximadamente, vocês comentaram que não sabiam qual a palavra para peru em turco, graças ao meu orientador (que é turco) descobri que é hindi. Curiosamente é a mesma palavra que eles usam para o país Índia. Então recapitulando:
    Português peru, zueira com o Peru (país);
    Inglês turkey, zueira com a Turquia;
    Turco: hindi, zueira com a India.

    3 línguas, 3 países, 1 animal e a mesma zueira.
    Segue a referência confiável: https://tr.wikipedia.org/wiki/Hindi

    • Leonardo José Montebugnoli

      Errata, fui verificar o nome da Índia em turco e é referenciada com hindistan, que seria para eles como um Perustão/Peruquistão.
      Mas o meu orientador disse que essa brincadeira é feita lá, de chamarem os indianos/país de peru(s), mas não há relação com o órgão genital como aqui.

  • Primeiramente, um forte aperto de mão para Felipe Nobre Figueiredo e o caro Matias igualmente nobre Pinto, resolvi hoje fazer o meu primeiro comentário para elogiar o excelente episódio e entrar na corrente atentando que atualmente assisto aos programas estudando Lógica e Física e para o Curso de Ciência da Computação na Universidade Estadual do Ceará além de estar maratonando o Fronteiras Invisíveis do Futebol (E Matias pare de tentar sabotar o meu Ceará como futura sede das Olimpíadas de Inverno!).

  • Como sempre ótimo programa, agradeço aos dois pelo empenho semanal. Sou médico em Brasília formado pela minha querida UnB e sempre escuto o programa no fim de semana enquanto lavo minha casa.
    Como goianiense devo apontar que quem usa a expressão “do Goiás” normalmente são pessoas do entorno do DF, que na sua maioria não são goianas de nascença, mas sim vindas do nordeste. Eu particularmente acho muito feio haha.
    Por favor, continuem com as referências do choque de cultura e um abraço para o guerreirinho filho do Matias e a todos vocês.

  • Quanto à questão dos tiroteios em massa em escolas americanas, este artigo da New Yorker do fim de 2015 eh profundo e muito bom para demonstrar que a questão é cultural e, embora em minha opinião passe pelo controle restrito de armas, ainda não há ferramentas adequadas para lidar com o fenômeno de jovens que atacam suas próprias escolas e por vezes seus próprios familiares: https://www.newyorker.com/magazine/2015/10/19/thresholds-of-violence

  • so queria saber se dno proximo programa vai ter comentarios sobre a intervençao militar no rio

  • Já tem um candidato pro Menino Neymar da semana que vem, e dessa vez até vocês acabaram acreditando no mau jornalismo:
    A história do atirador da Florida fazer parte de um grupo de supremacistas brancos foi uma trollagem bolada com a ajuda do 4chan. Aqui tem um bom artigo explicando como a mídia foi enganada:
    https://www.politico.com/story/2018/02/16/florida-shooting-white-nationalists-415672

  • Essa família podre de rica indiana Gupta na Africa do Sul tem alguma relação com a antiga dinastia do império Gupta? Aquela que peitou e derrotou o Alexandre?

    Sim, sei que não é muito pedir uma arvore genealógica de mais de 2000 anos, manda pelo zap

  • Felipe, rabisquei um fluxograma para me ajudar a entender sua explicação das alianças contraditórias em torno da Síria.
    https://drive.google.com/open?id=1xCIfa7gj-AsWoCq0yafnGpAZGDL9ZExl

  • Vocês estão se tornando muito “chatos”!
    Todo programa vocês acertam as previsões! Segue manchete da BBC sobre doping, adivinhem em qual esporte:
    http://www.bbc.com/sport/winter-olympics/43109290

  • Uma dúvida. A professora Ana Luiza cita um filósofo/economista Coreano na coluna dela, mas não fala o nome dele. Fiquei interessado em ler. Vocês sabem quem é?

  • Daniel Medeiros Almeida, MD

    Caros Filipe e Matias. Acompanho o podcast desde o ano passado e respeito muito o trabalho de voces e a abordagem didatica do material que produzem. Queria agradecer em especial o cuidado que voces tiveram ao cobrir o mais recente tiroteio na Florida e esse crescente problema social. Moro nos Estados Unidos a quase 10 anos e tenho me irritado com a visao maniqueista e de engajamento politico partidario que as pessoas tendem a tomar. Poucos brasileiros conseguem entender a complexidade desse problema, mas muitos acreditam ter dominio sobre o assunto e falam com pseudo-propriedade. Sou psiquiatra infantil e pesquisador, trabalho no terceiro maior hospital infantil dos Estados Unidos (Cincinnati Children’s Hospital). Morei na costa leste e hoje moro no meio-oeste. Meu vizinho do lado eh um indiano liberal e o meu vizinho da frente eh um republicano devoto. No entanto, mais do que tudo, sou pai de uma crianca em idade pre-escolar. Mais uma vez, agradeco ao excelente trabalho e pela grande contribuicao que voces fazem ao nos ajudar a compreender melhor o complexo mundo em que vivemos. Grande abraco.

  • Excelente programa como sempre meninos. Algumas notinhas:
    – Sobre o fato de tocar Pennywise durante o gol no hockey no jogo das Koreas unidas, imagino que deva ser porque é a música tema escolhida pelo time Anaheim Ducks. Imagino que o “cara do som” deva ter visto isso no YT e achou pertinente utilizar, porém sim, foi uma gafe enorme. Fora isso Pennywise é minha banda de cabeceira e é um prazer ouvir a citação deles no programa.
    – A escolha de Boom para encerramento do programa foi extremamente pertinente;
    – E ainda no tema de assédio sexual levantado essa semana, uma noticia daquele que nunca sai do tema do programa:
    https://www.cnbc.com/2018/02/20/trump-denies-kissing-sexual-misconduct-accuser-rachel-crooks.html
    Um forte abraço e boa semana

  • Meninos, primeiro, parabéns pelo ótimo programa (como de costume). Segundo, já que vocês mencionaram a Ossétia do Sul e a Abecásia na nota sobre o ex-presidente da Geórgia, vale a pena dar uma olhada neste livro — não sei se já conhecem, mas fica aqui a dica cultural: http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/09/brasileiro-viaja-para-10-paises-que-nao-existem-e-lanca-guia-com-dicas.html. Um abraço! Mari.

  • Meu primeiro comentário aqui no site, primeiramente queria agradecer, já acompanho o programa a uns meses e não perco o xadrez verbal uma semana. Virei um viciado em política internacional. Inclusive escutar o programa me ajudou a confirmar minha vontade de cursar relações internacionais, que vou começar esse ano. A professora da coluna de economia (desculpa, esqueci o nome dela) citou um filosofo coreano no ultimo programa mas não falou o nome, fique bem curioso pra saber qual é. Outra coisa que queria muito saber é o nome da musica em espanhol de uma das transições, aquela que tem “cuando caira em desgracia”,se alguém souber me conta por favor, pq o google não ajuda. Um abraço.

  • Filip e Matias, parabéns por mais um ótimo programa, como sempre. Dois destaques dessa edição: (1) excelente explicação sobre as contradições relativas à “questão Síria”, e (2) ótima análise da questão de armas de fogo. Outro fato que me chamou a atenção foi a (falha de) edição, quando o Filipe falou “corta isso daí” [sobre o fato do garoto ser órfão], mas pelo jeito o estagiário esqueceu de cortar. Há uns 2 programas isso já havia acontecido [era um comentário sobre declaração do Trump: “não li até o final, melhor cortar essa parte]. Nada que tire a excelência do programa, falo isso com tranquilidade! Forte abraço direto de Cuiabá-MT!

  • Eu tenho pena dos estudantes de história do futuro que vão ter que decorar toda essa confusão que está acontecendo na Síria para não irem mal na prova.

  • Sobre o doping no glorioso Curling, foi realmente uma surpresa, mesmo pra os atletas, como disse Niklas Edin, sueco, que disse acreditar ser o primeiro caso “real” nesse esporte enquanto Thomas Ulsrud, norueguês acredita que o uso possa ter relação com a redução da frequência cardíaca, que se acelera muito durante a prática.
    Link para matéria no GE:
    https://globoesporte.globo.com/olimpiadas-de-inverno/noticia/doping-no-curling-surpreende-atletas-em-pyeongchang-e-muito-mais-tecnica.ghtml

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