Xadrez Verbal Podcast #98 – Reino Unido, Trump e crise do Qatar

Eleições e terrorismo no Reino Unido. Depoimento do ex-diretor do FBI. Crise no Oriente Médio. A semana foi implacável e qualquer uma dessas pautas poderia ser a capa do programa. Para nos ajudar na tarefa, o professor Daniel Sousa nos visitou no estúdio e acompanha o programa inteira. Na Coluna Aberta, recebemos a historiadora Tupá Guerra, diretamente de Birmingham, para falar sobre o terrorismo em Londres e sobre as surpresas eleitorais no Reino Unido.

De lá, atravessamos o Atlântico e repercutimos o depoimento do ex-diretor do FBI ao Senado dos EUA. Será que Donald Trump será acusado de obstrução de justiça? No Xeque, explicamos a crise envolvendo o Qatar. O antecedentes da crise. Quais os interesses da Arábia Saudita, do Egito, da Turquia e do Irã. E quais os interesses cataris? Como funciona a economia do país? Trazemos tudo isso para vocês. Giramos pelo mundo, a semana na História, os peões da semana usando um balde na cabeça, dicas culturais e um Menino Neymar que sofreu um passaralho.

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Dicas do Sétimo Selo e links

Livro Do Rio de Janeiro a Istambul: contrastes e conexões entre o Brasil e o Império Otomano (1850‑1919), de Monique Sochaczewski Goldfeld

Documentário Forever Pure

Livro The Death of Expertise

Podcast Ponto G

Música Six Day War, Colonel Bagshot

Playlist das músicas de encerramento do Xadrez Verbal no Spotify

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3que está no Apoia-se

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.

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15 Comentários

  • Boa noite amigos do Xadrez Verbal. Ótimo programa como de costume. Aliás, tenho a impressão de que os programas ficam melhores a cada semana, afinal, o Xadrez Verbal se consolidou como uma ‘janela para o mundo’, no quesito política internacional. Um forte abraço – PS : ” Filipe seu nome tem a grafia errada”

  • Gabriel Gualberto

    É realmente uma pena que o hino da DDR tenha sido colocado de lado na unificação da Alemanha, é um dos hinos mais bonitos que já escutei, e na minha opinião, muito melhor que o Deutschlandlied.

    • os comunistas podem ser bem vacilões e ter um sistema q não funciona MAS uma coisa q os fdp sabe é fazer artes, vc vê as esculturas e hinos de republicas socialista são lindas demais.

    • Auferstanden aus Ruinen é uma das mais bonitas composições musicais da história recente, mas a RDA não era apenas isso. Além do maravilhoso hino, a reunificação alemã poderia ter herdado as baixas taxas de criminalidade, a quase inexistência de drogas ilícitas, a segurança quanto ao emprego, o sistema educacional socialista, dentre outras garantias fundamentais que são verdadeiros privilégios no capitalismo.

  • Se as empresas de energia estão tão interessadas em energia limpa e o fator econômico do acordo de paris independe de ser negacionista ou não, do que as empresas estão reclamando? Foi criado algum empecilho legislativo para que elas produzam energia limpa? Gera energia limpa e pronto,

    Ou sera que eles estão querendo subsidio para eles e/ou empecilhos legais para quem gera energia das outras formas?

    Esses argumentos usados no programa e a piada com maquina de escrever estão bem estranhos, uma vez que a maquina de escrever desapareceu naturalmente e não precisou de lei para dificultar sua perpetuação

  • Filipe, só um comentário breve que complementa tudo o que foi dito sobre a economia do Qatar e a diversidade do setor de serviços: o país tem diversas universidades estrangeiras. Alguns nomes de peso como: Carnegie Mellon, Hec Paris, University College of London, Texas A&M University, Cornell University, Georgetown University, Northwestern University, pra citar algumas abrangem faculdades de medicina, engenharia do petróleo, direito internacional, economia etc e com o principal: o diploma vale fora do Qatar. Fica a dica pra quem quiser estudar fora…. abraço!

  • Sobre chamar qualquer um para falar sobre temas de humanas, há uns meses um amigo judeu me passou informações sobre um debate que aconteceria aqui em São Paulo sobre o conflito Israel-Palestina em que um dos debatedores seria Gregório Duvivier… achei que era piada, infelizmente não era! Não fui, óbvio, só “autoridade” nos assuntos… é fogo!

  • Faço um pedido em nome dos pobres coitados que, como eu, se encontram em locais com internet limitada: por favor, disponibilize arquivo zipado! Nem todo mundo tem uma internet de 150 Mbps para este excelente podcast.

    • Arquivos MP3 já são altamente comprimidos, então a diferença seria mínima. Fiz o teste aqui, e o podcast de 123 MB caiu para 119 MB usando a configuração mais alta do WinRAR. É muito pouco retorno para o trabalho e recursos que eles teriam que dispensar.

  • Olha, o Daniel Sousa eu não poderia chamar de esquerdista
    Mas a Tupá Guerra… rapaz…
    “O Daesh não tem NADA de islâmico” deve ser a pior frase já proferida neste programa
    Tamanha minha indignação, que até peguei a linha 3 vermelha no sentido errado

    Brincadeiras à parte, mais um ótimo programa. Dos que me lembro, o mais divertido.

  • Quando estiver na Rússia, seria muuito legal poder conhecê-lo! E aqui têm muitos lugares legais pra conhecer, posso ”apresentar”. Um grande abraço!

    Lucas Arrighi.

  • Nas dicas culturais faltou a sugestão da Tupá do filme Hannah Arendt. Aliás, excelente dica. Adorei. Amo o programa, amo vocês.

  • Everton Rodrigues Gonçalves

    Péssima a participação da garota de Birmingham na coluna aberta. Chamou os terroristas de “atacantes” o tempo todo (virou futebol?), mandou uma pérola dizendo que o Daesh não tem nada de Islâmico hauhauhauha, mas ao mesmo tempo abordou o grupo terrorista como extremistas ou radicais nas práticas islâmicas o tempo todo também.

    Pra terminar, concluiu que os ingleses “vao ter que acostumar com a violência , a vida é assim, keep calm and carry on”. Se fossem casos de estupros recorrentes DUVIDO que ela teria a infelicidade de comentar uma idiotice dessas.

    Cara, sério, foi deprimente.

  • Dizer que Daesh não tem nada de Islâmico e chamar um terrorista de atacante kkkkk que vergonha.

    • O Daesh vai contra vários preceitos básicos do islamismo, concordar com o uso deles para “islâmico” seria igual concordar com alguém que se diz “vegetariano” mas come carne.

      “Attacker” é um termo muito usado na mídia internacional para designar alguém que comete um ataque terrorista. Ela apenas se confundiu com a tradução, não precisa usar de tanta condescendência assim.

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