Podcast Prorrogação #01 – Nova Lei de Imigração e leitura comentada

Como complemento e sequência ao último podcast do Xadrez Verbal e dada a grande discussão sobre a nova Lei de Imigração no Brasil, decidimos esclarecer as diferenças nas perspectivas expressadas no podcast #92 e fazer uma leitura comentada da nova lei. Uma enxurrada de imigrantes, a abertura das portas, o “fim do Brasil” como se tem dito? E você, leu a letra da lei?

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Para baixar a lei na íntegra no Xadrez Verbal. Caso prefira, pode baixar o mesmo arquivo direto do Senado Federal

Playlist das músicas de encerramento do Xadrez Verbal no Spotify

Ouça o podcast aqui ou baixe o programa.  (clique com o botão direito do mouse e use a opção “Salvar como” para baixar)

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3que está no Apoia-se


assinaturaFilipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.


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29 Comentários

  • Olá amigos, talvez haja erro no link. Não estou conseguindo fazer download.

  • Patrícia Balthazar

    Mais esclarecedor impossível. Ótimo programa.

  • Excelente o esclarecimento. Apenas uma pequena observação sobre algo que foi dito: o cargo de chanceler, ao contrário daquele de ministro da Defesa, não é privativo de brasileiro nato.

  • Ô gente! Adicionei ao feed, Please! Eu encontrei meio que por acidente. Quem não quiser não ouve.

  • ñ tá funfando o link pra baixar ñ!

  • Também não estou conseguindo baixar =/ consertem o link por favor eu escuto no celular indo pra faculdade =/

  • Obrigado pelo conteúdo extra do já excelente podcast! A propósito, a sequência de comentários no twitter sobre o vídeo do Luiz Philippe de Orleans e Bragança relativo à nova lei de imigração me fez rir alto de verdade em casa. Quase acordei as crianças. Shame on you, Mr. Figueiredo! 🙂

    Abraços,

  • Heurilen Reis dos Santos

    Também estou tendo problemas para baixar o arquivo.

  • “olha, quem ocultar ou não preencher requisitos, não terá o visto”

    se (SE) encontrar algo que foi ocultado, o visto sera suspenso… porem, ate ser encontrado o que foi ocultado a entrada e saída do pais sera livre. Que beleza

  • Putz detesto documentos PDFs não pesquisáveis, mas vamos lá vou tentar ouvir agora…

  • Olá Felipe,
    Caput lê-se capati, se não me engano.

    Primeiro gostaria de parabenizar pelo excelente podcast e por trazer mais conhecimento para os ouvintes sobre essa Lei. Tem que fazer mais desses podcasts quando houver projetos polêmicos como esse, sempre tentando analisar criticamente, sem partidarismos.

    Só gostaria de comentar alguns pontos. Assim como muitos são histéricos quanto a aversão à Lei, vocês (professoras inclusas) não escondem o fato de serem totalmente à favor, minimizando o fato de que é nos detalhes que residem os problemas, nas regulamentações que certamente faltarão e principalmente nos recursos financeiros (que não existem) para implementar tal lei, assim como não há para as garantias constitucionais de segurança, saúde e educação para os brasileiros.

    Para melhor esclarecer seria interessante analisarmos fatos prováveis de acontecer e sair do “achismo” dos “à favor” ou dos “do contra”. Caso Cesare Battisti por exemplo, seria extraditado com base nessa nova Lei? Ele é condenado por terrorismo na Itália, já foi extraditado da França e fugiu para o Brasil onde foi protegido pelo Lula. Aqui terrorismo não é criminalizado, ainda mais se for por motivação política, aí pode fazer o que quiser. Então como diria meu avô, “Aonde passa um boi, passa uma boiada”. Os muçulmanos radicais virão, formarão o “SINDICATO dos terroristas”, o ISIS (Instituto Sindicato Islâmico Suprapartidário) e ainda a família do terrorista receberá indenização do estado quando o infeliz for pelos ares num atentado político qualquer (risos).

    Se não houver condições de fiscalizar ou policiar as fronteiras (e não há), aí o problema é outro?  Na minha opinião, se não puder implementar (fiscalizar, policiar), que não se aprove tal Lei, simples assim, pois ninguém precisa de mais leis que não podem ser viabilizadas.

    A primeira ministra Inglesa já está sugerindo criar um programa internacional (ONU) para financiar o abrigo desse povo que está invadindo a Europa na América Latina. Nós já sabemos aonde vão parar os recursos, não é!? Essa nossa Lei de Migração veio à calhar, é apenas uma coincidência? Esse povo (Sírios, Libaneses, etc…) não merece voltar para a sua terra? As soluções da ONU não teriam de partir do princípio de viabilizar o retorno e segurança desses povos?

    Enfim, acredito que temos que parar de pensar que tudo o que vem da ONU ou da comunidade internacional é bom, pois simplesmente atende à interesses que podem não ser os nossos, e as políticas e leis feitas pelo nossos “representantes” devem priorizar os nossos interesses, ou não? A Europa, especialmente a Inglaterra está pagando o preço pelas suas intromissões nas divisões dos países árabes (vide #WHYMAPS) e agora quer passar adiante o problema, não!? Se a ONU é tão boazinha, por que não interfere nos países onde há esses conflitos que são a causa desses problemas migratórios?

    Desculpe o longo comentário, mas a culpa também é de vocês que ficam nos “enchendo” com informações importantes e relevantes. Mais uma vez parabéns pelo excelente canal.

    Giovani
    Eng. Eletricista

    • Primeiro, eu NUNCA escondi que sou completamente a favor da nova lei. Ouça o programa da posse de Aloysio Nunes

      Segundo, a Daniela não é tão a favor assim, ela só tem um discurso mais comedido

      Terceiro, sobre Battisti, você está equivocado pois são situações distintas

      Finalmente, se você realmente é ouvinte do programa, sabe que o resto que você falou é, com o perdão do termo, bobagem.

  • Deixo este video para esclarecimento também.

  • “Quem disse que não houve dois lados nas duas primeiras analises, deveria ouvir novamente”

    Realidade: uma das analistas não se segurava de tanta emoção e empolgação. A outra fez uma análise mais sóbria, porem foi uma análise que “criticou” a falta de determinação dos mecanismos que colocasse em pratica tudo o que foi proposto, quando a crítica à lei é voltada para o que foi proposto em si e pelas brechas que deixa, independentemente se os mecanismos foram colocados ou não. Aliás, a falta desses mecanismos na lei principal é, provavelmente, proposital, já que depois eles podem ser colocados “às escondidas”. Até mesmo a própria lei foi feita um pouco às escondidas, sem muita discussão e debates públicos, apenas restritos aos nichos de intelligentsia que a apoia, muito diferente do que a primeira comentarista disse no outro programa; balela pura ela falando que houve um grande debate.

    “uma pessoa que já estiver respondendo processo de terrorismo, não pode entrar….”
    Ainda bem que terroristas quase sempre já respondem processo quando resolvem atacar

    Não bastasse as duas analises de um lado só, veio esse programa para fazer a terceira analise do mesmo lado, passando por cima dos pontos onde a crítica bate forte e ressaltando, analisando e ironizando apenas pontos mais tranquilos que corroboram com a posição do site/podcast, ou que até mesmo já existiam legalmente, mas uma vez que são lido e ressaltados na nova lei ( e não é mostrado que já existia)parece que é uma coisa nova ( teve um exceção ). Belo “””””debate””””””!

    • “Até mesmo a própria lei foi feita um pouco às escondidas”

      Pelo jeito você desconhece que a lei ficou quase QUATRO anos no Congresso. Se você só soube dela com a aprovação, não é a regra.

      Além disso, em seus repetidos e repetitivos comentários, você nunca argumenta. São sempre “coisas escondidas”, ou reclamar de um tom que te desagrada por questões ideológicas.

      De resto, obrigado pela audiência fiel, bom saber que o programa tanto lhe agrada

      • Ficou 4 anos e não foi discutida, foi tirada da gaveta e empurrada na correria.

        Não são sempre “coisas escondidas”, nesse caso foi. Parece que é cada um com sua ideologia ne? Vc defendendo a sua com um debate de um lado só parece deixar claro… “nunca argumenta”, claro, se vc não pode responder é pq não é argumento.

        “De resto, obrigado pela audiência fiel, bom saber que o programa tanto lhe agrada”

        Programa é bom, mas cabem criticas e as as farei. A audiência continuará e os comentários tb.

        • Críticas não são a mesma coisa que alucinações conspiratórias

          • Alucinações conspiratórias? Claro, vocês propõem um ~debate~ de um lado só , como não tem como se “defender” a respeito, diz que é alucinação e ainda acusa o outro de não argumentar; irônico

            Essa lei foi tão “amplamente debatida” que nem aqui no site de vocês ( que faz parte da turma que apoia) se falou muito dela antes da aprovação ( se é que falou alguma vez).

            “quando o outro fala é ideologia, quando eu falo é a busca da verdade”. Ja vi algo parecido…

          • Disse e repito: você não coloca, em nenhum comentário seu, um argumento. Algo palpável, um dado, uma construção lógica, um parecer jurídico, o que for. É sempre papo de forças ocultas e etc. E só mantém essa retórica! Eu fiz uma hora de áudio mostrando pq a lei não é ruim, mostrei as contradições do Orleans e Bragança no Twitter…e você? O que costuma trazer? Nada. Sua postura não é crítica; é estéril. Tem diferença. Uma retórica vazia (“já vi algo parecido”, “acusa o outro”, blá blá blá). Birra, batendo o pezinho pq não gostou. Você parece vegetariano protestando em frente churrascaria.

            E eu não preciso me “defender” do que você disse, até pq já expliquei o que foi feito. A Daniela fez as críticas devidas, chamamos sim alguém crítico. Se ela não fez as críticas que VOCÊ acha pertinentes ou que você quer ouvir, ou no tom que você gosta, aí é com você. Deixo aqui bem explícito: eu não vou chamar radical, fanático ou lunático no programa. Nunca. Quer ouvir que é uma lei comunista pra destruir a soberania do Brasil, tem um monte desse naipe na internet. Aqui eu prezo pela qualidade. E tem dado muito certo.

            Aprende: criadores de conteúdo na internet não existem pra te agradar ou atender qualquer bronquinha sua. Quer criticar, me traga dados, substância.

          • Sim, eu coloquei argumento: vocês não fizeram um debate, fizeram uma propaganda da lei, 3 analises de apoio sem levar ninguém que a contrapõe. “Ah, mas uma das analistas não é tão a favor assim, ela até criticou”. A crítica dela não foi mostrando o que muitas outras pessoas estão criticando, a crítica dela é apenas falando que a lei “não é tão boa quanto deveria”, ou seja, ela concorda com a intenção da lei, mas acha que ele poderia ser ainda melhor. É tipo o que o cara que vai na entrevista de emprego e quando pedem que aponte seu maior defeito ele diz que é muito sincero (até o defeito é uma qualidade). Mas não adianta o quanto eu argumente, você irá apenas tampar o ouvido como uma criança mimada e dizer que eu não argumentei, e fica em cima desse mantra porque não tem o que responder (se tiver, está com preguiça ou tem medo de falar).
            Inclusive falei que não houve o amplo debate público e até no seu programa (que apoia) vocês não falavam muito ( se é que falaram alguma vez, como eu não lembro de tudo, deixo o benefício da dúvida) sobre a tal lei antes da aprovação. O que você fez com esse argumento? fingiu que não foi dito e apenas gritou “você não argumenta”. Sintomático…

            “Eu fiz uma hora de áudio mostrando pq a lei não é ruim”… esse é o ponto. Você defende o que quiser, só não venha dizer que houve debate, opiniões contraditórias, etc., o que existe é propaganda e vocês são livres para faze-la, mas não disfarce tentando alardear debate, porque ele não existiu nesse assunto
            Estéril é sua fuga de responder as coisas que eu postei e, numa gritaria infantil, se nega a responder os pontos que levantei, finge de tonto.
            Não precisa de chamar radical lunático, mas também não precisa fingir um debate para empurrar suas convicções (apesar que você não defende ideologia, só os outros). “Quer ouvir que é uma lei comunista[?]”. repito, quero ouvir um debate que é o que foi dito que haveria, mas como não houve, você se esconde atrás de sarcasmo barato para tentar encobrir a postura nesse assunto.

            “Aprende: criadores de conteúdo na internet não existem pra te agradar ou atender qualquer bronquinha sua. Quer criticar, me traga dados, substância.”, Com certeza não existem para me agradar, mas se ele diz fazer uma coisa que não faz, apontarei a falha. Trazer o que mais? Você fingi de tonto com o que é colocado, tapa os ouvidos e começa a repetir em voz alta “não quero, ouvir, não quero ouvir, não quero ouvir…”, pelo jeito, a bronquinha é de quem tem esse comportamento mimado.

          • “Algo palpável, um dado, uma construção lógica, um parecer jurídico, o que for”

            CQD

          • Isso, continua fingindo que nada foi levantado. ” Não to ouvindo, não to ouvindo, não to ouvindo…”

  • *Ficou 4 anos e não foi amplamente discutida ( “sem muita discussão e debates públicos, apenas restritos aos nichos de intelligentsia que a apoia”) foi “tirada da gaveta” e empurrada na correria.

  • Houve um protesto contra a lei de imigração na Av. Paulista e um refugiado palestino Hasan Zarif foi detido pela polícia acusado de jogar uma bomba caseira nos manifestantes de direita. A imprensa foi mau na cobertura do incidente e minimizou arremesso da bomba chegando afirmar que os manifestantes de direita jogaram a bomba e si mesmos.
    Infelizmente um punhado de radicais islâmicos prejudica toda comunidade.
    Segue o link do exato lançamento da bomba , em outros vídeos é possível ver o homem de camisa branca sendo preso pela polícia.

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