Trump no Congresso: Análise das relações internacionais de seu governo

Na madrugada entre os dias 28 de fevereiro e Primeiro de março de 2017, o Presidente dos EUA, Donald Trump, fez seu primeiro discurso perante o Congresso de seu país. Não é segredo de ninguém que a figura de Trump é extremamente divisiva; somado ao fato de ocupar o principal cargo da maior economia e potência militar do mundo, seu discurso gerará diversos debates, para todos os gostos e focos. Para os frequentadores desse espaço, interessa uma abordagem sobre o conteúdo do discurso no que concerne o papel internacional dos EUA, assim como feito em ocasiões anteriores, envolvendo o então presidente, Barack Obama. O discurso na íntegra, no idioma original, pode ser consultado aqui. E o que pode-se analisar do discurso de Trump nesses temas?

Como dito, Trump é uma figura divisiva. Chamado por vezes de protecionista e de isolacionista, termos contestados, habitualmente por pessoas simpáticas ao atual presidente. Seu discurso, entretanto, revela material suficiente para algumas conclusões. Em sua abertura, afirma que a tocha dos princípios fundamentais dos EUA passou para uma nova geração e que essa tocha será usada para iluminar o mundo. Pela renovação do espírito americano, seus aliados saberão que a América está pronta para liderar e que todas as nações, amigas ou inimigas, verão uma América forte, orgulhosa e livre. Na continuidade dos princípios e espírito americanos, Trump lembra que, em nove anos, teremos os 250 anos da independência dos EUA. E emenda que essa ocasião não pode ser definida pelos erros de décadas recentes. O uso de décadas, no plural, acaba por incluir ao menos um governo republicano, o de George W. Bush, que já teceu críticas contra Trump.

Esse é o tom de abertura, o de resgatar valores e grandeza nacional, o seu “Make America great again” da campanha presidencial; inclusive, slogan citado no discurso. Discurso que atraiu elogios tanto de partidários quanto de opositores nos EUA, tanto pela matéria quanto pela forma, mas especialmente pelo tom conciliatório. Além das políticas domésticas, importantes, mas que fogem ao escopo do texto, o principal foco do discurso foi a economia dos EUA. Principalmente, a política econômica e a relação da economia do país com o restante do mundo. Trump afirma que o país não pode mais exportar postos de trabalho e riqueza, não pode mais financiar e construir projetos globais. Seu plano é de “trazer de volta” milhões de postos de trabalho; juntamente com uma reforma da imigração, vai valorizar o imigrante legal, impedir competição injusta, o que aumentará salários e recuperará a economia do país.

Trump também colocou a criação de milhões de novos postos de trabalho com investimentos em infraestrutura de um trilhão de dólares de capital tanto público quanto privado, com isenções fiscais. Existe um período da História dos EUA em que o desemprego foi contornado por obras de infraestrutura de ação do governo. A década de 1930, com a Public Works Administration gerenciando os incentivos e contratos com empresas privadas, como parte essencial do primeiro New Deal de Franklin Roosevelt; curiosamente, dois nomes que não geram das melhores reações nos republicanos pró-Trump de hoje. Em seu discurso, o presidente também comparou os gastos atuais do governo em infraestrutura com os gastos do país em relação ao Oriente Médio, como uma crítica tanto ao cenário econômico quanto com a presença dos EUA naquela região.

Ainda no tema de retomada de crescimento e de criação de postos de trabalho, Trump afirmou que várias empresas já se comprometeram em investir bilhões de dólares e criar dezenas de milhares de postos de trabalho. Recordou e delineou planos de diminuição de regulações trabalhistas. E, num trecho interessantíssimo, citou Abraham Lincoln. Num escrito de dezembro de 1847, quando assumiu uma cadeira no Congresso: “ O abandono da política protetora pelo governo americano, resultará num aumento tanto do trabalho inútil quanto da ociosidade; E assim, em proporção, deve produzir escassez e ruína entre o nosso povo”. Digo que o trecho interessantíssimo apenas por interesse pessoal na figura e no período, várias vezes citado aqui no espaço? Não, olhemos o restante do conteúdo do discurso nesse tema.

Trump afirma que mais de 25% dos postos de trabalho industriais do país foram perdidos após a aprovação do NAFTA e que sessenta mil plantas foram perdidas desde que a China entrou para a Organização Mundial do Comércio em 2001. Aqui é importante fazer duas lembranças. Primeiro, o governo dos EUA teve papel essencial nas negociações da entrada da China na OMC, que duraram mais de década. Segundo, as informações e dados usados por Trump são colocadas neste texto como citações; sua veracidade pode ser checada ou contestada. Continuando, Trump afirmou que tirou o país da Parceria Trans-Pacífico, classificando o acordo como “job killing”; “matador de postos de trabalho”.

Trump disse acreditar em livre comércio, mas precisa ser um comércio justo (trocadilho entre “fair trade” e “free trade”), e que, hoje, os EUA são vítimas de uma injustiça, com seus produtos taxados no exterior. O déficit comercial citado por Trump é de 800 bilhões de dólares, incluindo uma anedota de um encontro com executivos da Harley-Davidson, que se queixaram do assunto. Ao comentar que autorizou os oleodutos de Keystone XL e Dakota Access, que “criarão dezenas de milhares de postos de trabalho”, Trump afirma que emitiu uma nova diretriz: novos oleodutos americanos feitos apenas com aço americano.

Fica claro que, para Trump, o desempenho econômico ruim retroalimenta o alto desemprego; por sua vez, o alto desemprego tem relação direta com as relações internacionais. Se ele diz que Lincoln estava certo e que é “hora de ouvirmos suas palavras”, a proteção da economia dos EUA protegerá o seu trabalhador, consequentemente, melhorará o desempenho econômico. Que proteções são essas? Taxação de importações, como medida retaliatória do comércio considerado injusto. Incentivos fiscais para empresas permanecerem (ou retornarem) nos EUA. Favorecimento de fornecedores domésticos para matérias-primas, produtos. E serviços também.

Isso é explícito no trecho: “Esse esforço será guiado por dois princípios centrais: Compre EUA, e contrate EUA” (“Buy american, and hire american” no original). Em suma, a política econômica delineada por Trump, ao menos em seu discurso perante o Congresso, prevê a intervenção do governo na economia, com projetos para criação de postos de trabalho; o protecionismo comercial, com críticas ao déficit da balança e à facilidade de importações; o favorecimento fiscal para empresas locais e desregulação de postos de trabalho; esse mesmo favorecimento usado para que empresas locais possam competir “com quem e onde for”; finalmente, protecionismo doméstico, com prioridade para insumos locais dentro da cadeia de produção.

No que concerne às fronteiras do país, Trump afirma que o governo gasta mais para defender outras fronteiras do que as suas próprias fronteiras. Em diversos momentos citou o fluxo de drogas para dentro do país, afirmando que a segurança das fronteiras vai tanto barrar as drogas quanto imigrantes ilegais; isso, em última instância, aumentaria os salários. Afirmou a necessidade da lei e da ordem prevalecerem nas fronteiras e que um muro será construído na “fronteira sul”; não há citação ao México, nominalmente, em momento algum.

Além disso, afirma seu papel em proteger o país do terrorismo islâmico radical. Trump cita o Departamento de Justiça que afirmaria que a maioria dos envolvidos em atos terroristas desde, e incluindo, o 11 de setembro de 2001, eram recém-chegados. Ele não pode permitir uma “cabeça de praia do terrorismo” dentro da América; cabeça de praia é um termo do jargão militar para um ponto inicial de uma invasão, tal qual as quatro praias na Normandia foram em junho de 1944. Finalmente, ao valorar a paz, coloca que é um valor imprescindível para que refugiados voltem para suas casas e iniciem sua reconstrução. Essa é uma observação importante pois o chamado Direito de Retorno é sempre um ponto sensível em negociações de paz; o retorno de palestinos ao que hoje é o Estado de Israel e o retorno de sírios sunitas ao seu país são dois exemplos conhecidos e contemporâneos.

Sobre as forças armadas do país, será necessário um texto específico, em breve, para abordar o assunto, dado o recente anúncio da ampliação dos gastos militares dos EUA. Em seu discurso, Trump mencionou essa ampliação algumas vezes, afirmando que são os recursos que “nossos bravos guerreiros tão valorosamente merecem”. O senador republicano John McCain, opositor de Trump, aplaudiu esse momento. Trump também mencionou mais recursos para veteranos de guerra, a renegociação do contrato do avião F-35 (já chamado de “money pit”, um ralo de dinheiro, em algumas ocasiões) e disse que, para os aliados que imaginam que tipo de amigo a América será, basta olhar para seus heróis que vestem seu uniforme.

Falando em aliados e relações estrangeiras, apenas três países e uma organização foram diretamente citados no discurso. Trump mencionou parceria com o premiê canadense Justin Trudeau sobre a presença feminina na economia; lembrou de novas sanções ao programa de mísseis iraniano; reafirmou a aliança dos EUA com Israel (tema que também merece texto próprio); e seu “forte apoio” com a OTAN. Trump citou os “aliados no mundo muçulmano” ao anunciar que solicitou ao Departamento de Defesa um plano para derrotar o “ISIS”, nome em inglês do Daesh. Porém, mesmo ao falar do apoio e da importância histórica da OTAN, Trump lembrou das obrigações financeiras de “nossos parceiros”; em outras palavras, manteve seu compromisso de diminuir gastos militares dos EUA no estrangeiro, requerendo mais responsabilidade de seus aliados.

Finalmente, disse que os EUA estão abertos para novos amigos e novos parceiros, desde que tenham os mesmos interesses. Que hoje o país é aliado de países que lutaram em lados opostos em guerras mundiais (Alemanha e Japão), e também amigo de antigos inimigos; referência aos países da antiga URSS certamente, mas talvez também até à Rússia? Afirmou que deseja a paz onde ela puder ser encontrada. Trump afirmou respeitar “instituições históricas”, mas também respeita o direito soberano das nações, e que nações são a melhor maneira dos povos determinarem seu próprio caminho. Que seu trabalho não é representar o mundo, mas os Estados Unidos da América.

O recado é claro. Trump vai priorizar relações bilaterais, não relações multilaterais, fóruns ou organizações internacionais. Somando ao seu raciocínio econômico, Trump vai priorizar especialmente agendas bilaterais comerciais. Um distanciamento da ONU e suas agências, mais do que esperado, agora é certo. Talvez não seja inapropriado dizer que, para Trump, o atual papel global dos EUA é, em certa maneira, um erro. Talvez o tipo de erro que ele se referiu em seu encerramento, com a América “inspirada pelo futuro, not bound by the failures of the past”.

Deixo a frase no original justamente pelo seu caráter dúbio. “Bound” pode significar que Trump não quer que o passado o limite; mas também pode significar que não quer as obrigações, um rompimento com os laços do passado. Um governo dos EUA que siga o tradicional isolacionismo republicano do período entreguerras é uma das principais possibilidades. Somado ao protecionismo e protagonismo econômico do governo típico de períodos de crise com alto desemprego e pobreza, como agora. Talvez, com as mesmas contradições apontadas pelo historiador e teórico realista das Relações Internacionais Edward Carr, na obra Vinte Anos de Crise, justamente sobre o entreguerras.

Trump fala em liderança, em usar a tocha do espírito americano para iluminar o mundo, ao mesmo tempo em que sua política externa indica uma quebra de paradigma que vem desde a Segunda Guerra Mundial. É salutar que a maior potência econômica e militar se preserve da arena internacional? Por um lado, isso favorece o desenvolvimento econômico e político regional. Por outro, um eventual vácuo de poder seria aproveitado por uma nova potência. Talvez a China? Para os EUA, quebrar uma ordem mundial liberal construída pelos EUA, com o país em seu centro, os ganhos de curto-prazo dessa política compensam as eventuais perdas no longo prazo? Teremos a resposta.

Importante frisar que o texto é uma análise, não se propõe ao resumo ou repasse de todos os pontos, significativos ou não, do discurso. Repete-se que o texto original pode, e deve, ser consultado por todos os interessados. O tema retornará em textos vindouros e também no podcast do Xadrez Verbal, um semanário que cobre os principais eventos da política internacional.


assinaturaFilipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.


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8 Comentários

  • Brilhante análise, como deve ser feita, sem paixão, sem ufanismo.

  • Boa analise.

    Acredito que os EUA não vão brincam em serviço,de um lado dão as mãos para apoiar e sustentar uma laço de amizade e de outro um punhal.

  • Estava assistindo ontem, ao vivo, e pensei: “Bem que poderia ter um Drops do Xadrez Verbal sobre esse discurso”. Não veio o Drops, mas veio o texto. Valeu, Filipe!

    A título de curiosidade apenas, por que os americanos precisam aplaudir cada frase dita por uma pessoa em um discurso? Sério, tava ridículo! Depois de uma hora, foram uns 20 minutos de discurso e uns 40 de aplausos.

  • Estamos diante do novo velho New Deal. O que isso significa? Nada por enquanto.

    Há quem diga que o New Deal original foi um desastre e que os EUA nunca sairam da crise de 29. Há quem diga que FDR foi o melhor presidente da historia americana. Trump é megalomanico, quer entrar pro circulo dos grandes e age para tal. A politica econômica dele é totalmente Keneysiana nesse sentido, mais até do que a Hillary. Diria até que se aproxima de Bernie Sanders na questão do protecionismo. Cortes no orçamento pra injetar dinheiro em infra-estrutura não é nenhuma novidade na história Americana. A novidade do New Deal Trumpista é a aniquilação de muitas agências do governo no lugar de uma nova “sopa de letrinhas”. Inclusive de agências que deveriam ter prioridade estratégica como a NOAA que monitora atividades de El Nino/ La Nina e afeta toda uma cadeira na agricultura que vai desde o fazendeiro até a seguradora de sua lavoura. Já na politica interna ele se aproxima de Nixon, acusando e usando todos os meios legais pra atacar quem o ataca. Não me surpreenderia se aparecer algum escandalo do tipo “A CNN mentiu pro imposto de renda, prendam o Anderson Cooper!” Tem um rumor de que o IRS (o Leão americano) está de olho na Amazon e nas contas de Jeff Bezos, dono do Washington Post que anda marretando o Mr. President.

    Ah mas então o Trump é um presidente de esquerda? Não. Os grandes figurões da história americana eram protecionistas em essência: George Washington, Abraham Lincoln, Thomas Jefferson, Theodore Roosevelt, Ronald Reagan entre outros. Eram eles todos de esquerda? Não. Por outro lado Bill Clinton foi adepto do dolar forte, o livre comércio e as importações… A diferença é que Washington/ Jefferson souberam tirar vantagem do cenário global pra negociar acordos comerciais dos EUA com o Reino Unido, Roosevelt abriu o comércio com o Pacífico graças ao Canal do Panamá, Reagan negociou livre comércio com Israel, vendeu armas pro mundo todo e por aí vai. Trump enterrou o TPP, provavelmente vai enterrar o NAFTA. Diz ele que vai negociar novos acordos vantajosos, “fair trade” e não “free trade”. Do ponto de vista estratégico provavelmente ele vai esperar passar o ciclo de eleições na Europa pra começar a agir. Independente do que for acontecer, o Federal Reserve voltou a ter um pouco mais de autonomia já que o governo Obama segurava eles com rédea curta. Alguns efeitos disso vão se combinar com a politica protecionista: os juros dos EUA irão subir, e rapidamente. Empresas que fizeram empréstimos em dólar vão ter que pagar mais por conta de juros, principalmente de mercados emergentes como Brasil e China. Resta saber se o Trump descobriu se ele precisa de um dolar forte (não) ou fraco (sim) pra manter a politica protecionista que ele está propondo ou se vai estrangular o país de vez.

  • Um ótimo blog, parabéns pelos conteúdos!

    Abraços,
    Andréia

  • Jean Carlos Mendes

    Olá. Tenho uma ideia de analise para você Felipe. Falar sobre talvez os muçulmanos estarem sofrendo a sua “Idade Média”, já que na Idade Média do ocidente foi aquele fervoroso “poder divino” e toda a estagnação da tecnologia e ciência, e nesse mesmo período quem segurou a peteca foram os muçulmanos desenvolvendo toda a tecnologia grega que os mesmos conseguiram encontrar. Pensei nisso antes de dormi. Minha vida precisa de mais ação!

  • Olá Filipe e Matias. Excelente programa como de costume. Queria dividir algumas coisas com vocês. Primeiro sobre o atentado a bomba aqui em Londres. Um possivel suspeito foi apontado como sendo um refugiado Sirio de 23 anos que chegou para essas bandas em 2013. Os jornais mais sensacionalista daqui pegaram isso como bandeira em favor do Brexit, apontando para politica de refúgiados da UE e como o brexit será bom, nos “protegendo” dessa ameaça. Bom…sem comentários sobre isso. Outro ponto foi sobre a decisam do governo israelence obrigar os ultra ortodoxos a servirem as forças armadas. Até agumas semanas mora na Varsóvia inglesa, chamada Stamford Hill. É a maior comunidade de judeus hassidic (ultra ortodoxos)da europa. Uma comunidade que vive sob suas próprias regras, tendo até sua polícia propria no bairros, para lidar exclusivamente com.”crimes” religiosos ou conflitos que envolvam judeus. Tendo alguns amigos judeus “comuns”, descobri que eles não são bem visto nem dentro da comunidade, pois devido ao seu extremismo, aqui são tidos como judeus pobres, onde segundo dados do próprio governo 72% deles vivem de benefício ( casa, gas, eletricidade, por filhos) ou subsidiados pelas outras sinagogas, por se recusarem a usar o calendário ocidental ( parando em tds as datas reliosas, que são muitas) ou tendo baixo grau de instrução formal, uma vez que nas escolas ortodoxas as crianças não são ensinadas de acordo com o curriculo ingles. Por ultimo, queria dividir com vocês que minha esposa trabalha em uma empresa de imigração comercial, e entre os feedbacks semestrais com a empresa, ela sugeriu que fossem dados palestras sobre RI, para ajudar a entender melhor os tramets de imigração e vistos. E na semana que saiu o fronteiras invisiveis do football ela teve uma palestra sobre India e Paquistão. Depois dessa reunião mencionada acima, ela ficou responsável por desenvolver esse material sobre RI e o xadrez verbal será usado como fonte de apoio, uma vez que ao nosso ver, o programa é perfeito para isso. Bom, um forte abc e continuem com esse trabalho fenomenal. Abc

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