Xadrez Verbal Podcast #48 – Serra chanceler, aniversário, Israel e EUA

Confirmada a nomeação de José Serra para o cargo de Ministro das Relações Exteriores do Brasil, vamos discutir os prós e os contras, possíveis mudanças e, principalmente, o fato da nomeação de um chanceler ter sido tão debatida pela opinião pública. Ainda no mesmo tema, passamos pela repercussão internacional na imprensa e em outros governos do afastamento de Dilma Rousseff.

Debatemos a nova pesquisa do Pew Research Center que mostra que os democratas liberais dos EUA estão se afastando de Israel e apoiando mais a causa palestina. Passamos pelo Oriente Médio, pela FIFA, Reino Unido, gafes reais, Filipinas, além de dicas culturais, os peões da semana e a semana na História. Fecha o programa um Menino Neymar presidencial, neste programa de aniversário do podcast do Xadrez Verbal!

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira, em menos de uma hora, você se atualiza e se informa.

Dicas do Sétimo Selo

Filme A águia pousou, trailer aqui

Documentário O ato de matar, trailer aqui

Matéria Madridistas são mortos no Iraque porque para o Estado Islâmico “futebol é antimuçulmano” na Trivela

Documentos do Panama Papers

Música Tetã Purahéi, primeiro hino nacional paraguaio

Ouça o podcast aqui ou baixe o programa. 

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, confira o restante da programação aqui.


assinaturaFilipe Figueiredo, 29 anos, é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.


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38 comentários

  • Parabéns, Filipe, Leandro e Matias! Vim pelo Nerdcast e hoje acompanho todas as semanas. Vou começar a ouvir o Fronteiras também (achei que não seria legal porque não tenho muito interesse em futebol, mas ouvi o último e adorei a dinâmica). Vocês fazem mesmo um ótimo trabalho. Muito sucesso!

  • Este podcast está MUITO chapa branca, ainda bem que vocês falam pouco de política interna.

    • Quer panfleto, aqui não é o lugar mesmo.

      • Boa felipe
        Esses infelizes acostumados com a veja e editorial do globo ficam ofendidinhos com qqr coisa diferente do maniqueísmo destes.

      • Vocês são chapa branca mesmo, mas têm algum bom senso. Isso ajuda e mantém o podcast interessante. A entrevista do Matias Spektor foi excelente nesse sentido: deu para sentir a cara de contrariado do Filipe, sendo rechaçado em todas as suas avaliações quanto à política externa brasileira recente, ao Serra etc. Spektor deu aula, gostei de ver Filipe contrariado, mas gostei muito mais de ver Filipe como o excelente host que é, e publicando a visão divergente.

        Não me leve a mal, Filipe, vocês são a cara de certa parcela de aspirantes à carreira diplomática que conheci por aí, aqueles petistas para contrariar o pai, mas você éum sujeito genuinamente inteligentw, culto e que faz um trabalho espetacular aqui. A chapa brancaé um defeitinho que você mantém sob muito mais controle do que muita gente por aí, e isso é bom o suficiente.

        • Primeiro, chapa-branca é quem defende o governo; quem está fazendo isso nos comentários não sou. E mesmo a PE da Dilma é duramente criticada aqui. Ou seja, antes de chamar alguém de alguma coisa, ao menos veja a definição.

          Segundo, mais um comentário falando de pessoas, de mim, das minhas “intenções”. Menos

          Terceiro, fico feliz que vc consiga sentir a cara de alguém pelo áudio, um talento sensitivo.

          Finalmente, me poupe de seus elogios que buscam apenas adoçar sua desonestidade intelectual, tão explícita em outros comentários

          • Filipe, não tenha um ego tão frágil. Eu admiro mesmo tudo isso que você construiu. Também te acho um cara inteligente, sinceramente.

            Agora, que são governistas e deixam isso escapar, apesar dos melhores esforços, não tem como negar. O Matias chegou a chamar de “golpe” abertamente.

            Você é um bom petista, Filipe. Não tem problema.

          • O Matias chamar de golpe é a opinião dele; agora, como um anarquista pode ser governista é do mesmo quilate de um comentário que fala de DCE em um programa que tira sarro de centro acadêmico. E, pra constar, mais um comentário em que você apenas fala da minha pessoa, não de ideias ou argumentos; agora tem até análise de ego.

            Além disso, não tenho filiação partidária.

          • Ora, que se diga anraquista não quer dizer que não seja governista. Se diz-se anarquista, mas apoia o governo em quase tudo que este faz e, mais revelador, fala em “golpe” a essa altura, é obviamente governista.

            Filipe, qual é, você tem baixa auto-estima? Mas que ego frágil, cara. Qualquer crítica e já sobe nas tamancas. Sossega aí.

  • Oi gente! Só passei para dizer que terei que parar de ouvir o xadrez verbal. Muito obrigado pelos insights e pelos neologismos ligados ao Erdogolum.

    Resolvi optar pelo BBC World Service, um outro podcast quase tão bom quanto que é diário e provê uma visão realmente externa dos eventos mundiais.

    Tenho certeza de que esse podcast continuará sendo um sucesso, fruto dessa dedicação que ambos têm para com as notícias que não são notícia (por puro bairrismo da mídia) aqui no Brasil.

  • Olá, boa tarde! Sou ouvinte do xadrez verbal há alguns meses e posso afirmar, com grande certeza e satisfação, que o conteúdo difundido aqui é de grande relevância para mim e vem contribuindo para o desenvolvimento concreto da capacidade analítica dentro das RI. Sou graduando nesta área pela UNESP de Franca (faltando apenas o famoso TCC para concluir o curso) e como estudante saindo da casca, procuro justamente exercitar constantemente as habilidades reflexivas críticas analíticas – e de forma pragmática (algo que senti falta na própria graduação – claro que não de forma generalizada). Enfim – fiz essa apresentação apenas para ressaltar que nunca tive interesse concreto em comentar, por preguiça ou grande concordância com as análises feitas, de forma que em muitas ocasiões não vi necessidade real, justamente por me sentir contemplado. Sem mais delongas vamos ao que interessa: concordo inteiramente com as opiniões expressas neste programa, principalmente com relação a crítica tecida sobre a proclamada “nova politica externa brasileira”. Conversando com pessoas no dia a dia, infelizmente se nota essa visão de que o governo do PT é bolivarianista; populista; apoa esquerdas desorganizadas e doentes; enfim. A MAIORIA ainda não conhece de fato o que acontece no cenário internacional e lamentávelmente dá opiniões – como se fossem verdades universais inquebráveis e extremamente embasadas. Graças a indivíduos como Celso Amorim, como apresentado no podcast, essa realidade tem chances de passar por mudanças, mesmo que lentas e graduais – como muitas vezes ocorre no campo das RI, seja na esfera interna ou na internacional. Nesse sentido, uma preocupação minha que poderia ter sido abordada com mais profundidade (fica a dica até para programas futuros) é a questão dos processos de integração da América Latina, os quais tiveram avanços significativos a partir do governo Lula – querendo ou não. Relações comerciais unilaterais com EUA, por exemplo, passaram a dar lugar as relações multilaterais, inclusive abrangendo blocos como Mercosul e Unasul, propiciando uma redução na rivalidade existente entre os próprios países latino-americanos, mesmo que esta ainda esteja visivelmente presente – vide os impasses que permeiam os supracitados blocos. As relações unilaterais latino americanas desenvolvidas com EUA e Europa trazem benefícios individuais para os atores envolvidos, de modo que as multilaterais, dentro de um contexto integracionista, trazem benefícios conjuntos e de grande potencial para o fortalecimento da região, além de possibilidades importantes dentro do campo da cooperação tecnológica, social, cultural, política, econômica e urbana. As semelhanças que permeiam as realidades de atores inseridos nessa cooperações sul-sul trazem um leque de opções que se desenvolve de forma homogênea, sem tanta disparidade com realidades de países europeus, por exemplo. Nesse sentido pode-se resgatar a paradiplomacia, que atua de forma descentralizada em relação a esfera da União – do Federal e envolve o contexto das Redes de Cidades, que visam solucionar problemas de políticas públicas urbanas. Com base nas pesquisas que desenvolvi na área ao longo da graduação e, em momento algum, descartando a importância da cooperação norte-sul ou sugerindo afastamento dela, já que se vem buscando acordos comerciais com a Europa – como apresentado ao longo do programa – é importante ressaltar que as cidades europeias fazem parte dessas redes junto as do continente americano (a prefeitura de Guarulhos atua ativamente nesse sentido http://www.guarulhos.sp.gov.br/index.php?option=com_content&view=article&id=2284&Itemid=848 – algumas redes para consulta) e historicamente contribuem com uma grande parte das verbas necessárias aos projetos. No entanto, há chances mais concretas de progresso dentro das políticas publicas urbanas em nossa região continental a partir de fatores como: a proximidade geográfica, a supracitada semelhança entre a realidade dos próprios atores desse eixo sul-sul e o próprio entrosamento governamental – já no âmbito estadista, sem desconsiderar a contribuição dos países europeus e os EUA nesse cenário. Voltando ao ponto da “nova politica externa brasileira” de Temer, todo esse quadro pode ser interrompida ou modificada pelas diretrizes do novo governo. Para finalizar (perdoem pelo textão) vou dar ctrl c e ctrl v em uma publicação que fiz ontem (antes de ouvir esse programa) ao compartilhar o post oficial do MRE sobre a emissão das notas de repúdio às manifestações dos governos de Venezuela, Cuba, Bolívia, Equador, Nicarágua e da ALBA, e também às declarações do Secretário-Geral da UNASUL, sobre a situação interna no Brasil. Ela complementa o que vocês comentaram sobre o Itamaraty ser utilizado como instrumento político – ser uma extensão da esfera federal – da União – e não de fato representar a República Federativa do Brasil lá fora, como prevê o direito internacional público. Gostaria apenas que analisassem e dessem um parecer, já que considero a opinião de vocês muito relevante e com certeza será construtiva para a reflexão que trago acerca do sistema parlamentarista nas RI.
    Muito obrigado pela qualitá dos programas transmitidos e continuem com o excelente trabalho! E sim – vocês ajudam pessoas de RI a parecerem inteligentes para a família, já que muitas vezes ninguém entende de fato o que fazemos. Não – internacionalista não é consultor da jequiti, nem trabalha com turismo e hotelaria na CVC – claro que a escolha da carreira é livre e, bem, já deu pra entender a situação.
    Grande abraço.

    Publicação – Rodolfo Felipe compartilhou a foto de Ministério das Relações Exteriores.
    14 h ·
    “Verifica-se um provável abandono do projeto de integração sul americano a partir dos primeiros passos do novo governo. Relações focadas no âmbito comercial podem marcar os próximos momentos, mantendo em vista o perfil do novo chanceler e do presidente interino em exercício. Um pouco de entreguismo entra sem muita sombra de dúvida na receita. O Itamarty, lá fora, como pessoa jurídica de direito público internacional representa a República Federativa do Brasil. Isso vai além da União, do federal – isso representa, em tese, todas as instâncias políticas brasileiras – na verdade representa TODO o Brasil. Sendo assim, esta nota se prende muito a concepções do direito publica interno, de modo que essa miscigenação entre as diferentes esferas, da maneira como está sendo executada, apesar de legal e regulamentada em nosso ordenamento jurídico, pode ser utilizada para fins estritamente políticos inseridos exclusivamente no âmbito da União (o que já foi verificado TAMBÉM em outros governos). Não cabe aqui apontar mudanças necessárias – só uma reflexão do que esta estrutura permite, já que o Itamaraty é um ministério atrelado ao executivo. Esse quadro propicia a ascensão de um ministro escolhido sem consulta ou votação. Assim, assume a cara – o rosto de um órgão com tanto potencial de atuação e repercussão,Essa concentração miscigenada oriunda do presidencialismo entre chefe de Estado e chefe de governo, talvez, para um país aparentemente imaturo e tão corrupto quanto o nosso, não seja o mais adequado, já que quanto maior a concentração de poderes, maior a chance de fomento a famigerada corrupção (afirmação baseada em nossa realidade e também destinada a ela). O parlamentarismo (pelo menos no âmbito das RI) seria interessante para o momento, já que o chefe de Estado – o que trata de questões internacionais – é eleito pelo voto nesse sistema, trazendo inclusive novas possibilidades no campo orçamentário.”

    • Gostei do seu comentário, bem abrangente e com uma boa sugestão de pauta, a questão da integração regional (curiosamente, algo que eu e o Matias discordamos, por partirmos de pressupostos diferentes).

      Sobre a futura política do Serra, aguardemos.

      E não tem problema escrever textão nos comentários, mas não precisa fazer cosplay de Saramago, pode quebrar em parágrafos.

      Obrigado pelo prestígio e fico feliz que o trabalho ajude na graduação

      Um abraço

      • Agora senti falta dos comentários terem também as funções do Disqus, queria ter dado um joinha neste seu e no “corsplay de Saramago” o caríssimo Rodolfo Felipe 🙂 Vou ouvir o podcast primeiro pra depois ler tudo na íntegra, mas já vi vontade forte do joinha partindo daqui.

    • Que asneira. Queria que o Itamaraty respondesse de que forma? A única maneira possível era fazendo referência ao respeito incontestável (e incontestado lá fora, a não ser pela patota da esquerda latina de sempre) à legalidade de acordo com as leis brasileiras. Você coloca a única resposta possível a governos que chamam o legítimo governo brasileiro de golpista como uma confusão entre interno e externo, mas o confuso é você. Eles estão imiscuindo-se em assuntos internos com forte carga legal, de modo que não há como não responder dizendo que cuidem dos próprios assuntos que a legalidade aqui está sendo seguida à risca.

      É muito decoreba de trechos de livros medianoa para passar no Itamaraty e pouquíssima capacidade analítica. Tua sorte é que essa área é perfeita para enrolar, já que é impossível colocar o condhcimento em xeque, testar hipóteses. Fosse em economia, engenharia, finanças, o que ia ter de fraude intelectual iria lotar os escritórios de tosoa os psicanalistas do Brasil.

      Menos repetição de discurso oficial, mais análise, argumentação clássica, raciocínio crítico.

      • Menos comentário falando dos outros sem idéias, ainda mais um classificando um comentário educado de “asneira”.

        • Seu ego é muito frágil, Filipe. Você foi buscar um comentário que nada tem a ver com aquele em que dei minha opinião de que vocês são chapa branca, apesar de muito bons, para desopilar o ego ferido.

          Calma aí, cara.

          • Fique a vontade para checar esses anos de blog e de site para ver que toda vez que um comentarista ofende ou usa palavras ríspidas com outro, eu interfiro. Tento manter o nível do lugar. E mais um comentário falando de mim como pessoa…

  • Olá Filipe, Leandro e Matias !

    Tb conheci o trabalho de vocês via Nerdcast, parabéns pelo excelente trabalho.
    Me deixou curioso, como assim o estado de Israel (espaço geográfico e politico) não é o mesmo da bíblia? Aonde Posso já fizeram algum material sobre o assunto?

    Obrigado por fazer um trabalho tão bacana!

    Até!

  • Filipe, levou uma finta elegante e nocauteadora de Matias Spektor no podcast do qual este participou, quando o host levantou a bola de uma Serra despreparado, um ministério loteado e diplomatas e acadêmicos idealizados na função esperando que o convidado cortasse, mas este, pelo contrário, fez boa imagem do ministro, que tratou como experiente, politicamente competente e um trunfo para o Itamaraty, e descartou a conversa tola de “loteamento”. Não contente, fez uma edição sem um contraponto para poder falar suas DCEzices sem que gente preparada pudesse importuná-lo.

    Essa turma aspirante ao Itamaraty e entusiastas, impressionante a quantidade de canhotos acríticos. Essa nomeação do Serra já tem um mérito que vale por toda sua permanência à frente do MRE, que é ter contrariado tanto a turminha do DCEzão.

    • Não sei o que é mais impressionante, mais um comentário sobre autor ou um comentário falando de DCE justo num programa que tiro sarro de centro acadêmico.

      Sobre “fazer uma edição sem contraponto”, sugiro o desafio de fazer mídia independente sempre com convidados (bons, não vale o vizinho).

      Finalmente, concordo plenamente que Matias Spektor deu uma aula; por saber que ele faria isso que eu o convidei e tive a felicidade de ve-lo aceitar.

  • Obrigado Filipe e Matias por acatarem a minha humílima sugestão.

    Fiquei muito feliz em ouvir o @essediafoilouco sendo citado tanto no Fronteiras Invisíveis do Futebol, quanto neste episódio do Xadrez Verbal.

    Agora, só falta o Matias treinar a pronúncia um pouco (rs).

    Uma pequena contribuição aqui: o Filipe pareceu surpreso quando o Matias disse que havia uma torcida do Real Madrid em Bagdá, mas o fato é que entre os meus 600 mil seguidores do Instagram há muitos arabófonos de diversos países do oriente médio (sobretudo os mais desenvolvidos e menos afetados por conflitos recentes), que não extremamente apaixonados pelo Futebol Espanhol, em especial REAL MADRID e BARCELONA.

    Há alguns ainda que preferem o CALCIO, talvez esses sejam mais da nossa geração e tenham acompanhado os grandes dias do futebol italiano.

    Pergunta: vocês têm perfil no Instagram? queria divulgar os programas por lá e tendo um perfil fica bem mais fácil.

    Forte abraço!
    CB

  • É impressão minha ou rolou uma censura do Cahiz?

    Bem na parte que o Felipe faz um comentário sobre dinheiro público o áudio ficou mudo.

    Foi apenas erro de edição ou rolou algo a mais?

  • Quero deixar os parabéns ao Filipe pelo excelente trabalho.
    Já o ouvi várias vezes no Anticast, mas é a primeira vez que venho aqui no Xadrez Verbal. Me surpreendi positivamente. O assunto principal foi abordado com uma imensa riqueza de detalhes. O Itamaraty geralmente é ignorado pelos atuais “cientistas políticos formados no Facebook”. Foi bom conhecer parte de sua história recente para vislumbrar qual será a atuação de Serra daqui pra frente.
    Espero que continuem com o trabalho por muito tempo.
    Um abraço!

  • Já começa o podcast falando que foi golpe, chama Dilma de “Presidenta” afinal ela era “Estudanta” na época da escola. Fica a todo momento criticando o Temer. Ae Matias pega leve nos esquerdismos. Ai pra fechar com chave de ouro, o pessoal sempre pede pra falarem de politica interna e sempre negavam, ai quando é algo pra “Zoar” o Temer, vocês abrem uma exceção. Porque não abriram exceção pras merdas que a Dilma sempre disse, como saldar a mandioca dentre outras ?!

  • Olá, pessoas. Primeira vez aqui e cada dia mais viciadinho. Ouço sempre em paralelo com o Anticast, sei lá o motivo. E, por essas, ando espalhando para todo mundo.

    Dito isso, vocês já viram as charges do Latuff? As fazendo “graça” com o ErdoGólum são particularmente espetaculares.

    Vejam ai: https://twitter.com/LatuffCartoons

    Abraços e fui

  • Bom crepúsculo, companheiros. Quero deixar os parabéns ao Filipe e Matías pelo excelente trabalho em uma área nebulosa e extremamente restrita.

    Além disso, agradeço a leitura do meu tweet abraço aos usuários da Linha 5 lilás do Metrô de São Paulo. Me senti abraço mas preciso fazer uma correção, a linha “Emerald” da CPTM é a 9 e não 10. E é bom ressaltar que a culpa dessa linha ser uma “anã diplomática” e não ter ligação com outras linhas é culpa, também, do atual chanceler.

    Caros, dei uma lida nos comentários e percebi uma boa quantidade de criticas descabidas e ataques infantis. Não sei se é ruim, pela “vala comum” que todo tema abordado é jogado. Ou se, pelo contrário, é bom. Explico, talvez o alcance de vocês tenha chego aos comentaristas de portal. Vai dar trabalho moderar e responder esse canal de comunicação, mas é sinal de que vocês estão indo longe.

    Abraços, diretamente do Capão Redondo.

  • Bom crepúsculo caros Filipe, Matias e Leandro

    Venho parabenizar vc´s por esse ano de programa e dizer que ainda durmo ouvindo vc´s. Então me considero um bom ouvinte, já eu ouço no mínimo duas vezes cada programa .
    Sou aluno do último ano de Arquitetura e por isso não tenho muito tempo pra acompanhar jornais e revistas. Meu consumo de podcast é mais ligado ao entretenimento do que propriamente para me informar sobre assuntos sérios. Porém, de um ano pra cá, graças a vc´s, eu tenho conciliado as duas coisas muito bem.

    Continuem com o ótimo trabalho, as críticas virão sempre, então não esquenta porque na somatória pode ter certeza que vc´s estão agradando mais gente do que não agradando. Prova disso é o sucesso do podcast e o crescente número de ouvintes que vc´s tem.

    PS: sou fã de Black Sabbath e outro dia ouvindo War Pigs notei que faltava na música um alto e sonoro MATCH!!!! kkk

    Abraço

    Att Márcio Santos

  • Bom crepúsculo caros Filipe, Matias e Leandro

    Venho parabenizar vc´s por esse ano de programa e dizer que ainda durmo ouvindo vc´s. Então me considero um bom ouvinte, já eu ouço no mínimo duas vezes cada programa .
    Sou aluno do último ano de Arquitetura e por isso não tenho muito tempo pra acompanhar jornais e revistas. Meu consumo de podcast é mais ligado ao entretenimento do que propriamente para me informar sobre assuntos sérios. Porém, de um ano pra cá, graças a vc´s, eu tenho conciliado as duas coisas muito bem.

    Continuem com o ótimo trabalho, as críticas virão sempre, então não esquenta porque na somatória pode ter certeza que vc´s estão agradando mais gente do que não agradando. Prova disso é o sucesso do podcast e o crescente número de ouvintes que vc´s tem.

    PS: sou fã de Black Sabbath e outro dia ouvindo War Pigs notei que faltava na música um alto e sonoro MATCH!!!! kkk

    Abraço

    Att Márcio Santos

  • Bom crepusculo caros podcaster

    Eu gostaria de corrigir algo bobo, mas bem importante sobre o presidente Duterte das Filipinas. Ele nao fazia parte de um esquadrao de morte, ele AINDA faz parte e fala sobre isso em algumas entrevistas de maneira sussa, no estilo “eh semana passada eu matei uns … acho que 3”.

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