Xadrez Verbal Podcast #28 – Brasil e Argentina, Erdogan e Rosa Parks

Hoje discutimos as políticas externas de Brasil e de Argentina. No Brasil, a política externa volta ao cerne da política interna. A oposição questiona a agenda presidencial no Senado e os custos do cancelamento das viagens ao Japão e ao Vietnã. Os prejuízos dos cortes no Itamaraty podem gerar consequências maiores ainda? E, logo após a abertura do processo de impeachment, Dilma recebe Macri, presidente eleito na Argentina.

E os hermanos indicam novos caminhos em sua política externa? Fazemos um breve retrospecto das relações internacionais dos hermanos e as recentes notícias, como o anúncio de um político opositor para a embaixada em Washington. E, claro, a relação entre Brasil e Argentina e o papel atual da Venezuela nessa discussão.

Na Turquia, Erdogollum fica mais isolado. Não entendeu o termo? Ouça e você vai entender e verá o Casos de Família, com Putin acusando a Turquia de comprar petróleo do EI. Ou Daesh? Isso está no Menino Neymar. Giro de notícias com Israel, Yuan, Europa, Equador, ataques nos EUA, fechando com recados aos ouvintes, dicas culturais e os peões.

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira, em menos de uma hora, você se atualiza e se informa.

Bus-Rosa-Parks

Dicas do Sétimo Selo

Documentário Blackfish, trailer aqui

Música Rosa Parks, do Outkast

Textos e links

Texto Gastos militares exorbitantes são a contradição do endividamento grego

Coluna de Alexandre Vidal Porto, Dilma impõe prejuízos à diplomacia do Brasil

Ouça o podcast aqui ou baixe o programa. 

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central3A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, confira o restante da programação aqui.


assinaturaFilipe Figueiredo, 29 anos, é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.


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12 Comentários

  • Prezados, boa noite. Como de costume venho parabenizar o ótimo trabalho de vocês, pois além de informativo o conteúdo me proporciona uma referencia para a disciplina de história e atualizada. Gostaria de pedir uma luz referente a qual conteúdo estudar, no quesito fuvest, claro, em sua área de especialidade, já que ambos(Matia e Filipe) são veteranos USP. Abraço.

  • Olá Felipe e Matias, parabéns pelo excelente trabalho. Gostara de informá-los que ouço o podcast de vocês durante o meu “commute” no metrô de Londres, procurando sempre me manter informado sobre quando vão explodir uma bomba por aqui (hehe). Sou brasileiro da serra gaúcha e faz 2 meses que me mudei para a terra da Rainha.
    Aproveito para fazer o jabá do podcast que eu participo, o Pelo amor de Deus que fala sobre o cristianismo e a bíblia.
    peloamordedeus.org.br

    Abraço e continuem me atualizando.

  • Oi pessoal do Xadrez Verbal, parabéns pelo pod, é excelente. Gostaria apenas de contestar o mito da “bomba hídrica” que teríamos contra a Argentina (reservatório de Itaipu). O rio da Prata é o estuário dos rios Uruguai e Paraguai, sendo seu nível influenciado pelo regime de marés do Oceano Atlântico, ou seja, para alagar B.A. teríamos que subir o oceano. A região mais atingida seria da Mesopotâmia argentina (Corrientes, Entre Rios…), porém a agua não possui nacionalidade ou diretivas militares, se a comporta for aberta alagaria certamente o sul do Paraguai, e provavelmente partes do Uruguai e Rio Grande do Sul. Além disso, estaríamos esvaziando o reservatório da nossa principal geradora de energia, por isso essa bomba hídrica não me parece muito funcional. Lembrando também, e ai o Filipe pode me corrigir, que o uso de barragens para atingir países inimigos é crime de guerra de acordo com a convenção de Genebra.

  • Parabéns pelo ótimo programa.

    O canal de vocês já é referência, então cuidado com a superexposição.

    O Filipe é quase onipresente na internet, daqui a pouco vai estar em algum podcast falando da manjadissima história da cerveja ou fazendo gameplay de Age of Empires no YouTube.

    Se for fazer favor jogue com os Hititas, eles dominam o ferro antes de toda a rapaziada, rsrsrs

    Abraços

  • Estou muito mal informado sobre política interna, o que vocês me recomendam para me manter por dentro da política no Brasil?

  • Ae, Filipe e Matias!
    Baixo podcasts em app de Android e não comento quase nunca, mas o de vocês merece minha vinda ao browser!
    Parabéns e muito obrigado pelo podcast! Se lançar camiseta com a marca de vocês eu compro! (Só jogando a ideia no ar…)
    Não vejo problema nas participações em outros podcasts, propaga o canal e as personas envolvidas nele. É como a internet e seus produtores de conteúdo independente funcionam. Ter pessoas como o Pirulla e o Iberê entre os convidados do Youtube Fanfest já denota como a discussão histórica e a divulgação científica podem ganhar espaços no meio online e todos só tem a ganhar com isso!

  • Conheci o episódio de vocês no penúltimo nerdcast e só na última semana já ouvi uns 10 episódios. Simplesmente sensacional! Vou indicar lá no grupo de política da Poli, onde existem opiniões retrógradas do mais alto nível.

    Num episódio recente que o Filipe tava falando sobre o final de mandato do Arnold. Bem, ele soltou essa linda nota sobre o aquecimento global.
    https://www.facebook.com/notes/arnold-schwarzenegger/i-dont-give-a-if-we-agree-about-climate-change/10153855713574658

    Att.

  • So explicando um pouco sobre o porque do acronimo daesh ser considerado pejorativo. O caso ‘e bem similar ao do Conselho Universitario: “daesh” ‘e pronunciado em arabe da mesma forma que a palavra “dahes” que significa “aquele que tras a discordia” ou algo nessas linhas segundo o the guardian. O ISIS odeia esse nome que costuma ser usado por seus inimigos mulcumanos (kurdos, milicias xiitas e yazidis) e ate baniu o uso do mesmo no territorio que controla.

    Tem uma boa discursao sobre como chamar o ISIS/ISIL/daesh nesse link (onde eu tirei essas informacoes):
    http://www.vox.com/2015/11/14/9734894/daesh-isis-isil

  • Já era para eu ter feito esse comentário no final de semana passado, mas o trabalho me impedia.
    Problema que tinha dois assuntos para comentar, mas só consigo lembrar de um agora.
    De qualquer forma, deixe-me apresentar, sou morador de Foz do Iguaçu e posso dizer com propriedade que é praticamente impossível inundar a Argentina com a explosão da barragem.
    De qualquer forma, se hipoteticamente a nossa querida barragem rompesse de inicio apenas Foz do Iguaçu e Ciudad del Este, no Paraguai ficariam totalmente submersas. Alguns quilômetros depois, a inundação perderia o ímpeto. Como nesse ponto a calha do rio Paraná é bastante profunda, a maior parte da água provavelmente seria absorvida pelo leito do rio. Depois disso, a hidrelétrica de Yaciretá, na fronteira entre a Argentina e o Paraguai, se encarregaria de conter a já diluída enchente.
    O único risco é se a barragem de Yaciretá se romper também. Como a região abaixo do lago dela é uma grande planície alagável, a água poderia inundar uma área de 500 a mil metros além de cada uma das margens do rio Paraná (que logo depois se une ao rio Paraguai). Aí, a enchente poderia atingir Buenos Aires, que fica às margens do rio da Prata, formado pela junção do Paraná com o rio Uruguai.
    Em relação aos lagos, a barragem da Samarco em Mariana tinha 62 milhões de m³, já o reservatório de Itaipu tem incríveis 29 bilhões m³, isso é quase 500 vezes mais.

    Parabéns pelo programa, já se tornou obrigatório para mim e para meus amigos que gostam de política. E adoro as piadinhas do Mathias.

  • Pingback: Os Comentadores #43 - Podcasts mudam vidas | Mundo Podcast

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