Xadrez Dominical – Revolução do Texas

Caros leitores, como os ouvintes do podcast do Xadrez Verbal souberam no último programa (ainda não é ouvinte? O programa mais recente, especial da AGNU, está aqui), no último dia Dois de outubro tivemos o aniversário de 180 anos do início da Revolução do Texas. O atual estado do Texas, parte dos EUA, era o território do Tejas, parte do México. Boa parte da população do território, entretanto, era de colonos dos EUA, anglófonos. Após a revolução, foi formada a República do Texas, país independente que, posteriormente, foi admitido como parte da federação dos Estados Unidos da América. O aniversário dessa curiosa história motiva um Xadrez Dominical da Revolução do Texas.

A primeira dica é um filme. Boa parte das dicas serão de filmes que se passam no Texas, não necessariamente sobre a Revolução Mexicana. O drama do grande Wim Wenders, Paris, Texas, vencedor da Palma de Ouro em Cannes.

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Sinopse do AdoroCinema: Um homem (Harry Dean Stanton) é encontrado exausto e sem memória em um deserto ao sul dos Estados Unidos. Aos poucos se recordando de sua vida, ele é acolhido pelo irmão Walt (Dean Stockwell), que é casado com Anne (Aurore Clément). Com eles vive também Alex (Hunter Carson), filho do homem sem memória, que aos poucos volta a se identificar com o pai.

A segunda dica é um dos maiores filmes de todos os tempos. O Texas, por sua história, geografia e sociedade, é palco de muitos, mas muitos, filmes de faroeste. Os Sete Magníficos e Por uns dólares a mais são alguns dos exemplos, mas a dica é o que é considerado o maior western de todos os tempos, a obra-prima de Sergio Leone: Era uma vez no Oeste, com Henry Fonda e Claudia Cardinale.

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Sinopse do AdoroCinema: Em virtude das terras que possuía serem futuramente a rota da estrada de ferro, um pai e todos os filhos são brutalmente assassinados por um matador profissional. Entretanto, ninguém sabia que ele, viúvo há seis anos, tinha se casado com um prostituta de Nova Orleans, que passa ser a dona do local e recebe a proteção de um hábil atirador, que tem contas a ajustar com o frio matador.

A terceira dica é um neo-western. Esse é o nome que se dá aos filmes que possuem uma temática e uma trama muito similar aos antigos faroestes, mas situados em décadas recentes ou atualmente. Onde os fracos não tem vez, dos irmãos Coen, indicado para oito Oscars, vencendo quatro, incluindo Melhor Filme e Melhor Direção.

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Sinopse do AdoroCinema: Texas, década de 80. Um traficante de drogas é encontrado no deserto por um caçador pouco esperto, Llewelyn Moss (Josh Brolin), que pega uma valise cheia de dinheiro mesmo sabendo que em breve alguém irá procurá-lo devido a isso. Logo Anton Chigurh (Javier Bardem), um assassino psicótico sem senso de humor e piedade, é enviado em seu encalço. Porém para alcançar Moss ele precisará passar pelo xerife local, Ed Tom Bell (Tommy Lee Jones).

A quarta dica é sobre um personagem. Figura importante da identidade recente do Texas, Chris Kyle é o maior atirador de elite da História e tema da cinebiografia Sniper Americano, de Clint Eastwood. Nascido e criado no Texas, o filme mostra parte da cultura texana e do legado local do personagem.

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Sinopse do AdoroCinema: Adaptado do livro American Sniper: The Autobiography of the Most Lethal Sniper in U.S. Militar History, o filme conta a história real de Chris Kyle (Bradley Cooper), atirador de elite das forças especiais da marinha americana. Durante cerca de dez anos ele matou mais de 150 pessoas, tendo recebido diversas condecorações por sua atuação na Guerra do Iraque.

A quinta e última dica é uma música. Um dos eventos mais importantes da Revolução do Texas e da história do estado é a Batalha do Alamo, evento inspirador de muitas obras; filmes, livros e músicas. Para sairmos um pouco do cinema, a música Remember the Alamo, na versão de Johnny Cash, com direito ao cinto de fivela grande, botas de cowboy e uma introdução histórica no clipe.

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sputnikA menção do post vai para um bipe. Hoje, dia Quatro de outubro, é o aniversário do lançamento do Sputnik, o primeiro satélite artificial, lançado do cosmódromo soviético de Baikonur, atual Cazaquistão. E o seu “sinal de vida” é um marco na exploração humana do espaço, com sua gravação preservada.

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