A arte de ofender

– por Luisa Lemes

A arte de ofender ou “Porque as mulheres não têm obrigação de sorrir para você quando as aborda na rua”, ou ainda “Porque minorias não tem que ser compreensivas com as suas boas intenções”

Como disse Eliane Brum, magistralmente, em seu texto “A boçalidade do mal”:

“Desde que as redes sociais abriram a possibilidade de que cada um expressasse livremente, digamos, o seu “eu mais profundo”, a sua “verdade mais intrínseca”, descobrimos a extensão da cloaca humana. Quebrou-se ali um pilar fundamental da convivência, um que Nelson Rodrigues alertava em uma de suas frases mais agudas: “Se cada um soubesse o que o outro faz dentro de quatro paredes, ninguém se cumprimentava”. O que se passou foi que descobrimos não apenas o que cada um faz entre quatro paredes, mas também o que acontece entre as duas orelhas de cada um. Descobrimos o que cada um de fato pensa sem nenhuma mediação ou freio. E descobrimos que a barbárie íntima e cotidiana sempre esteve lá, aqui, para além do que poderíamos supor, em dimensões da realidade que só a ficção tinha dado conta até então.”

Tenho pensado muito nessas questões em função principalmente de algumas discussões das quais tenho participado. Numa época de recrudescimento de fascismos à esquerda e à direita, o exercício diário da política e da argumentação é tudo o que temos para não nos deixar envolver no maniqueísmo fácil que é desumanizar o outro.

Percebi que essas várias discussões permeadas por esse “expressar livremente” e “eu mais profundo”, tem em comum pontos que, via de regra, são aquilo que fazem as pessoas perderem a boa: os palavrões. E não, não são aqueles que te ensinaram a não dizer em frente dos seus avós (ou talvez, também). É curioso como as pessoas não se sentem mal de expressar uma “opinião polêmica” sobre mulheres, etnias, sexualidade e gênero mas se ofendem pessoalmente, e muito, quando alguém diz que aquela “opinião” é racista, sexista, homo/lesbo/transfóbica.

Porque, por mais que estejamos vendo “o que cada um de fato pensa sem nenhuma mediação ou freio.”, continuamos a partilhar do medo do julgamento social, do estigma. É o medo do rótulo, dos dedos apontados:

– “Olha, fulano é machista!”

Que injustiça! Um comentário polêmico e essas pessoas já se sentem a vontade para te ofender dessa forma? E o rótulo pesa. Faz com que as pessoas olhem para você e só vejam aquilo ali, grudado na sua testa.

– “E afinal, é só a minha opinião né? Eu só disse o que eu penso, e isso é meu direito, e não estou dizendo que o mundo tem que ser assim, apenas é o que eu acho. Aí só por isso as pessoas vem me acusar de coisas horríveis? Como se eu não fosse honesto? Como se não tivesse caráter ou valores? É um absurdo!”

Só que não. Não é um absurdo, não. Por muitas razões mas pretendo me ater apenas a duas.

Primeiramente, precisamos entender que não existe “só a minha opinião.” Você é um ser social que se constrói e aprende na relação com o outro e com o meio em que está inserido. A sua opinião não é “só” nada. Ela mostra como você percebe o mundo e essas relações, os outros e as realidades deles, o meio em que convive ou em quem cresceu, e tudo isso se relaciona aos outros. Então quando você emite uma opinião sobre questões políticas ou sociais está falando sobre os outros sim, sobre você em relação a eles, e ao conjunto social que o rodeia. Ou seja, a sua opinião afeta os outros, é sobre eles também que você está falando, e se é sobre eles também, você vai acabar ofendendo alguém se não pensar no todo ao emitir a “sua opinião”.

No mais precisamos perceber que a nossa insensibilidade com causas que não são nossas, e ao mesmo tempo a nossa liberdade de opinar sobre vivências que não temos é uma forma de subjugar quem é e vive, e essa postura é a ponta de uma linha cujo começo são, sim, os nossos preconceitos naturalizados. Em nenhuma área as pessoas respeitam o parecer ou as ideias de alguém que não conheça a fundo a questão da qual falará, que seja ou viva aquela realidade. Por que então, quando se trata de sociedade é diferente? Por que achamos que alguém que não é lésbica pode falar sobre o que é ser mulher e homossexual? Partimos do princípio de que de fora, sem saber o que é viver aquilo, sabemos mais. E melhor: nem ouvimos o que os outros tem a dizer.

E quando eles nos dizem:

– “Você está sendo lesbofóbico/racista/sexista/homofóbico/transfóbico/ preconceituoso/classista” ou traduzindo “VOCÊ ESTÁ OFENDENDO ALGUÉM!”

Nós damos aquele exemplo de maturidade e raciocínio: Nos ofendemos mortalmente porque colocaram um rótulo feio nas nossas testas, e passamos a agir como crianças que só querem dizer que a culpa não é delas, que não foram elas que fizeram a bagunça, que “foi ele quem começou”.

Quando dizem que nós ofendemos alguém, nos vitimamos, em vez de minimamente refletir sobre a questão que nos foi colocada.

 Pensando um pouco sobre o quanto ser rotulado nos é incômodo, vem o segundo ponto: O quão desonesta e confortável é a nossa falta de empatia. Além de sairmos por aí distribuindo ofensas com a roupagem de “é só a minha opinião”, nem se quer damos ouvidos as pessoas de quem a “nossa opinião” trata. Não queremos ser rotulados em função do que dizemos, mas não cansamos de reforçar os estigmas que recaem sobre os outros, de anularmos a voz deles e trata-los como loucos quando nos apontam que nós estamos fazendo a eles aquilo que tememos que nos seja feito: Ofender e desrespeitar.

A desonestidade reside justamente em ignorar os privilégios de cada lugar social. Aceitamos a falácia da igualdade formal para silenciar quem está numa posição de vulnerabilidade em relação ao seu privilégio.

Igualdade formal x Igualdade de direitos

igualdade

Fazer isso é fácil, é confortável. Ninguém precisa se esforçar para reproduzir comportamentos que nos são ensinados desde criança, já são naturalizados. Não é esforço algum dizer coisas de um ponto de vista umbigocêntrico, afinal é o nosso ponto de partida desde sempre. Difícil mesmo é toda vez que pensamos em abrir a boca, parar e pensar de verdade, se aquilo pode ser ofensivo para alguém, se estamos silenciando outras pessoas, se estamos nos utilizando do nosso lugar privilegiado para abafar outros pareceres, ou para falar de realidades que não nos competem. Esse exercício diário é uma obrigação para cada um de nós que se importa o suficiente com qualquer assunto para emitir uma opinião sobre ele, de forma honesta. Mas aí você tem que escolher ser honesto né?

E escolhendo ser honesto e sair da nossa zona de conforto, nós ainda sim vamos errar, e muito. Ainda diremos uma série de ofensas e coisas atrozes, na mesma proporção em que ouviremos outras pessoas dizendo horrores que nós mesmos já dissemos no passado, e pensaremos: “Nossa, mas que pessoa insensível! Será que ela não vê o quanto isso é preconceituoso?”. É um exercício diário e para vida toda, é um comprometimento ideológico com uma discussão honesta e respeitosa, e você não merece estrelinha, nem parabéns por fazer isso. É o mínimo que você pode fazer por você – e o seu comprometimento com uma discussão madura e respeitadora, e pelo outro que você deixa de ofender cada vez que pensa antes de sair falando.

Só nesse momento, quando nós pararmos para pensar antes de dizer, e percebermos em nós e nos discursos dos outros o quanto as palavras que escolhemos e o lugar de onde falamos podem juntos ser uma ofensa imensa é que será possível perceber que nenhuma pessoa que você silencia ou ofendeu te deve um sorriso, muito menos simpatia. As suas boas intenções não resolvem uma vida inteira de erros e ofensas. Não sejamos infantis, de novo, essas pessoas não tem porque gostar de nós, estamos devendo – muitas desculpas, que elas não quererão ouvir possivelmente e têm todo o direito. A nós, cabe respeitar isso, agir da melhor forma sempre, com respeito e honestidade, que é tudo e tão pouco – a depender do seu lugar.


luisaxadrez

 

 

Luisa Lemes é Bacharela em História pela Universidade de São Paulo, Professora de Dança e Bailarina, Pós-graduanda em Arte e Educação pela Escola de comunicações e artes da Universidade de São Paulo. Textos de Luisa Lemes.

 

 


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27 comentários

  • Roberto Luis da Costa COSTA

    Isso ai e hoje esta um bom dia para se entediar ,de primi do se na cama.

  • Vlamir 'FІЯЭFФЖ' Bueno

    Vimos e vivemos tudo isso na WebKits, infelizmente, né, colega???

  • Fantástico, sempre exercitei o não julgamento e o respeito com os outros e isso realmente não é mérito nenhum, não passa de uma obrigação,

  • Bom texto Lu. E como está aí escrito, “bora praticar”!

  • O nome da moça é “Eliane” Brum e não “Elaine”.

  • Angelo Figueiredo

    Eu li e não concordei com praticamente nada. Como assim uma pessoa não pode dar a sua opinião? Então para que vivemos em grupo? A impressão de cada um sobre outros e si mesmo precisa ser debatido com bons argumentos, e não ser jogado para debaixo do tapete. Eu não tenho preconceito contra negros, mas se visse alguém fazendo comentários racistas eu iria rebate-los usando argumentos lógicos e científicos para refutar os absurdos. Rotular alguém de “homofóbico”, “xenófobo” e etc. a partir de um comentário talvez até infeliz de um indivíduo é simplesmente VITIMISMO, pois acha que só porque um grupo é vítima de um mal feito pela sociedade não pode ser criticado em certos pontos, além disso não acrescentar em nada para um debate saudável. Um exemplo é na Suécia, onde os muçulmanos arrumam muitos problemas, mas se criticar algo neles é islamofobia.

    • Eu creio, caro Ângelo, que essa questão de acusar as minorias de “vitimistas” é falta de empatia e conhecimento das pessoas. Creio que a crítica a má conduta de pessoas é algo que independe se você é parte ou não de um grupo de minorias. Porém, o que vemos são expressões de preconceito, reflexos dos “ensinamentos” do senso comum, baseado na moral e nos bons costumes machistas (se referindo as criticas ao feminismo e a homofobia). Este posicionamento baseado no senso comum, pode e deve ser desconstruído, chamando as pessoas para uma reflexão.

      • Angelo Figueiredo

        Não é caso de falta de empatia para com minoria pois até pertenço a uma minoria, porém o que eu vejo são pessoas oportunistas que entram em determinados movimentos para terem o direito de não serem recrimina dos, até mesmo em atos que eles estão errados. Por exemplo vemos que no Brasil os homens assediam de forma horrorosa na rua, inclusive os gays. O comportamento hétero é repreendido corretamente, porém se falar o mesmo dos gays é homofobia e não sei o que lá. Outro exemplo foi aquele vídeo do movimento negro fazendo baderna em uma aula de economia em uma universidade federal. É preciso discutir que nem toda generalização é totalmente sem sentido, pecando geralmente por aplicar a regra por causa de alguma estatística a todos os indivíduos.

    • Angelo,
      Sugiro que você releia o texto. Eu não propus de forma nenhuma que as pessoas não debatam. Quando eu falei sobre “a sua opinião” me referia a quando essa frase é usada para justificar posicionamentos que a pessoa acha “certo e ponto”, sem se quer ouvir o outro lado.
      No mais, quando você fala de vitimismo fica claro que uma releitura com calma esclareceria a questão.
      Obrigada pela leitura e pelo seu comentário, seja sempre bem-vindo!

      • Angelo Figueiredo

        Obrigado por me responder e desculpe se tive esse tom agressivo, pois não concordo que certos movimentos baseado em alguma ideologia fale sobre minorias. A questão é que o seu texto dá a entender que é preciso calar os discordantes, o que não concordo pois começa nesse patamar aí depois para cair na censura é um passo, ainda mais se o estado se meter pelo meio, o que muitos defendem. Acho que é necessário diferenciar opinião equívoca de incitação a violência. Na nossa sociedade algumas posições será de alguma forma ofensiva para outras pessoas. Um exemplo são os católicos que prestam cultos a imagens de Jesus, algo que provoca certa perturbação para os evangélicos. Eu não tenho medo ou vergonha de dizer algo ofensivo para ninguém e se achar ruim prove que eu estou errado, que me dê uma surra intelectual que eu paro de dizer asneiras ou pelo menos fico com a condição de descrédito frente as pessoas.

  • Gostei muito do texto, temos sim que rever nossas posturas e respeitar a dos outros.

  • Ao meu ver luisa, ao mesmo tempo que a internet da mais alcance para as pessoas expressarem suas opiniões de forma livre, ela também trás o anonimato. Pessoas que gostam de se fazer de politicamente correto ” online ” , em ”off” não praticam nada do que diz :s

    Gostei muito do seu texto, parabéns ^^ õ/ ‘

  • Livres para dizer o que pensa? Sim, pq não? Livres para opinar sobre algo do qual você “não é? Sim, só toma cuidado! Entender que tudo que se diz haverá outro dizer? Sim meu amigo, tu falou e agora vai ouvir!

    Parabéns pelo texto.

  • Matheus Oliveira

    Gostei do texto e concordo com muitas coisas que você falou, mas tem algumas coisas que me incomodaram.
    A primeira foi a relação Igualdade formal x Igualdade de direitos, que seria muito extenso explicar aqui!
    A segunda foi o parágrafo final. Sou negro e já escutei muitos comentários racistas, mas quando escuto algo assim tento explicar o porquê isso é racista! Claro que existem as pessoas que se defendem dizendo que é só a opinião delas, não estou falando delas! Mas muitos dos problemas raciais/sociais do Brasil está intrinsecamente ligado ao aprendizado e cultura (o que não minimiza), e portanto o mais eficaz é ensinar/explicar essas pessoas o porque isso ofende do que não gostar da pessoa ou não querer ouvir suas desculpas!
    O meu último comentário é sobre a invulnerabilidade das vivências pessoais (sei que você não usou esse termo, não quero colocar palavras na sua boca)! Muitos grupos ativistas (somente aqueles extremistas) usam esse argumento de que “você não vive, não tem direito de falar” como algo inquestionável e certo, mas eu comecei a perceber alguns problemas com ele. O primeiro é que quando fazemos isso também estamos definindo as pessoas pela sua raça/gênero/orientação sexual. Outro problema é que somos humanos imperfeitos, e isso inclui grupos ativistas. Já escutei de ativistas negros que a expressão “medo do escuro” era racista! Descordo! E não acredito que alguém precise ser negro para discordar também! Acho que o valor de uma crítica está na argumentação e não no físico da pessoa. Sim, eu sei que muitos (aparentemente a maioria) não usa uma argumentação, mas diz “essa é minha opinião”, mas devemos ter cuidado para não generalizarmos isso!
    No mais, bom texto, espero ler outros textos seus!

    • Matheus, também acho que a desconstrução é o caminho é quanto mais as pessoas se derem para explicar e debater maiores as chances dos preconceitos serem desconstruídos. O que eu coloquei é que as pessoas não têm a obrigação de serem simpáticas ou se explicar nada quando foram ofendidas. 🙂
      Obrigada pela leitura!

  • É verdade que se diz na “internet” muita coisa difícil de se qualificar, mas isso não quer dizer que muita das posturas da autora do texto sejam defensáveis sem mais.
    Em primeiro lugar, há um “quê” de utilidade em haver espaço para a expressão de determinadas opiniões até para que se possa saber quem as defende e que possa haver a possibilidade de um embate minimamente produtivo entre diferentes posições.
    E como assim ninguém nunca vai saber como é ser de um jeito ou de outro? Acaso não há a capacidade de empatia do ser humano? Acaso não existem descrições psicológicas acadêmicas ou não, não existem relatos pessoais e não existe diálogo? É claro que há uma reserva de experiências de que torna determinadas pessoas detentoras de saberes pelos quais só se pode saber quem passa por determinados eventos, mas isso não ocorre do modo como a autora relata. É possível sim a pessoas que não possuem determinada condição poder desenvolver um panorama mínimo a respeito de pessoas que possuem essa condição. Essas pessoas sem essa condição podem não experimentar os prazeres e as agruras das pessoas que a possuem, mas isso não quer dizer que elas não possam compreender de determinado modo suas características.
    Sobre ofensa e liberdade de expressão. Como diria Philip Pullman, ninguém tem o direito de passar uma vida inteira sem ser ofendido. Uma pessoa pode discordar do que outra diz não importa quem esteja certo ou errado ou não importar quem seja mais justo que outro. Uma pessoa poder responder a uma fala de outra. As pessoas podem até se educar mutuamente. Mas ninguém tem o direito de passar uma vida inteira sem ser ofendido por opiniões e crenças. É claro que existe um limite para o que uma pessoa pode dizer ou fazer a outra, mas isso não significa que alguém deva ter o direito absoluto e inalienável de jamais ser ofendido.
    Por fim. Deve-se ter muita cautela com esse tipo de discurso para que não se cometa aquilo que se censura e que se critica.

  • Um pouco mais.
    Quem foi que disse que homem espera um sorriso de volta quando aborda uma mulher?
    É claro que uma mulher não é obrigada a gostar de abordagens deselegantes, mas se veem (consultei as regências do verbo ver para fazer uma concordância e regência corretos, mas acabei ficando com preguiça) reclamações de abordagens como se todos os homens não tivesse educação ao abordar uma mulher. Isso não é verdade.
    E mais: é só o desejo feminino e são só as regras femininas que contam agora?
    Os homens não têm direito mais à expressão educada de seu desejo e de suas particularidades?

    • Diogo, sugiro uma releitura do texto se te aprazer. Em momento algum defendi de forma tão quadrada e definitiva nenhum dos pontos expostos, creio que as suas críticas se baseiam na ideia de que agir como propõe o texto nos levasse a um engessamento social e restrição de pensamento. A proposta do texto é justamente abrir as mentes e a comunicação.
      Obrigada pela leitura!

  • Com certeza o Homem deseja a mulher e tenta abordar por métodos deselegantes que ofende primeiramente a ela e logo depois o ofensor por não ter investido uma frase harmoniosa de pacacidade atrativa de amor a uma mulher que o atraio.
    Ser gosta de ser o melhor em tudo e não percebe que o Estado cita umas leis que nos cidadãos devemos adaptar como aconteceu nas conquistas de Alexandre o Grande em que cada conquista ele adaptava a cultura do conquistado com a helênica e outro exemplo jesus aceitou o discípulo grego mesmo sabendo que ele adorou os deses de lá

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