Xadrez Verbal Podcast #166 – Chanceler no Brasil, Ásia e Brexit

Chegou no seu feed mais uma edição da sua revista semanal de política internacional em formato podcastal! Depois de um breve hiato com uma sexta-feira sem programa, voltamos com um programa maior, com três giros de notícias pelo mundo e uma quinzena na História! Passamos pela Ásia, com a Apec, a ASEAN, encontros bilaterais, crise no Sri Lanka, julgamento no Camboja, cogumelos na Coreia e um ministro que nunca usou um computador. E vai cuidar da cibersegurança!

De lá vamos para o Brexit, que está agradando um total de zero pessoas. Saiu um acordo preliminar e não gostaram no governo britânico, nem na oposição, nem na Irlanda, nem em Gibraltar, nem na Espanha. Aproveitamos e damos uma volta pelo Velho Mundo, da França ao Kosovo. Claro, passamos pela nossa vizinhança na América Latina, com as últimas do Odebrechtquistão e notícias brasileiras, com o anúncio do chanceler do governo eleito, o diplomata Ernesto Araújo. Economia com a professora Vivian Almeida, peões da semana e dicas culturais fecham mais um podcast do Xadrez Verbal!

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Dicas do Sétimo Selo e links

Site da Editora Contexto

Vídeo A História segundo os quadrinhos

Documentário Superheroes: A Never-ending Battle

Livro Contos de futebol, de Aldyr Garcia Schlee

Livro Linha divisória, de Aldyr Garcia Schlee

Música de encerramento Protect Ya Neck, por Wu-Tang Clan

Playlist das músicas de encerramento do Xadrez Verbal no Spotify

Canal do Xadrez Verbal no Telegram

Minutagem dos blocos, cortesia dos financiadores do Xadrez Verbal

  • 00:03:00 – Giro de Notícias #1
  • 00:26:50 – Coluna Aberta: Cúpula da APEC e Ásia
  • 00:59:10 – Efemérides: A Quinzena na História
  • 01:11:00 – Match: Brexit e União Europeia
  • 02:00:25 – Giro de Notícias #2
  • 02:21:03 – Xeque: Política externa brasileira e América Latina
  • 03:25:20 – Gambito da Dama
  • 03:35:40 – Giro de Notícias #3
  • 03:45:03 – Peões da Semana
  • 03:46:40 – Sétimo Selo

Ouça o podcast aqui ou baixe o programa. (clique com o botão direito do mouse e use a opção “Salvar como” para baixar)

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, que está no Apoia-se

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
Como sempre, comentários são bem vindos. Leitor, não esqueça de visitar o canal do XadrezVerbal no Youtube e se inscrever.

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86 Comentários

  • Arthur Gonzaga de Avila

    Olá Filipe e Mathias, espero que esteja tudo bem com os senhores! Sou eu aqui novamente o Arthur Avila, aqui de Rondonópolis – Mato Grosso, gostaria só de compartilhar com os senhores que a cidade aqui no MT, chamada SINOP, é uma sigla de uma empresa do Paraná, uma vez que a mesma veio para o estado e comprava terrenos para revenda e se não me falha a memória a sigla SINOP significa Sociedade Imobiliária do Norte do Paraná, bem é isso desde já agradeço a atenção e o excelente programa que produzem e mando um beijo no cotovelo dos senhores.

    • Como adendo: o nome pelo qual a batalha ficou conhecida se deve a cidade de sínope, que tem o nome como referência o filósofo Diógenes de sinope

    • Outro adendo… O nome da empresa correto é Sociedade Imobiliária Noroeste do Paraná. Isso porque atuou principalmente na parte do Paraná mais próxima ao Paraguai e ao Mato Grosso do Sul, a partir da década de 1960.

    • Bom dia, pessoal.

      Como foi tratado do Mais Médicos, aproveito pra sugerir a vocês e tod@s @s leitores um episodio de um podcast que acabamos de lançar que trata do programa.

      Somos médic@s e a grande maioria trabalha/trabalhou com o MM.

      O link para o episódio é http://medicinaemdebate.com.br/2018/11/podcast-medicina-em-debate-mais-medicos/

      Já está acessível também na maior parte dos agregadores. No sábado lançamos um complemento do debate.

      • O que você tem a dizer sobre a acusação que os médicos brasileiros são feios, bobos e chatos e não querem ir para o interior do Brasil por que são capitalistas malvados, já que é uma coisa discutida no cast do xadrez verbal e foi uma das bases da Dilma?

        • Aristóteles Cardona Júnior

          Mas quem fala isso, João? (eu postei aqui no lugar errado sem querer. Abri um novo tópico lá embaixo. Se quiser, falamos lá.

          • Aristóteles, boa tarde. Foi uma provocação. Acessei sei cast via feed e já baixei três programas, quero escutá-los com calma. Mas me pareceu relevante alguém da área se manifestar com relação à imagem demonizada que foi vendida dos médicos brasileiros em relação aos cubanos. Acho que seu posicionamento responderia as dúvidas de muita gente aqui.

          • Aristóteles Cardona Júnior

            Rsrs. Este assunto gera muitas paixões. De antemão, te sugiro escutar nosso podcast. Mas sobre o que você falou… Eu tô bem longe de entrar num processo de pura crítica a todo médico. Cada um busca o que é melhor pra si Na realidade, minha crítica é a corporação como um todo. O fato de termos poucos médicos, é estes poucos muito mal distribuídos, pra mim é um dado de realidade. E aí o governo tem obrigação de lidar com isso.

            Sobre o novo edital do Maos Médicos. Acho que temos que ter muita calma. Médicos inscritos não significa ainda que os médicos foram alocados. Vamos ver como serão as próximas semanas. Fora o fato de que muitos profissionais que já estão na atenção primária se inscreveram no mais medicos. É um jogo de soma zero, pois são profissionais que apenas mudaram seu vínculo, indo pro mais médicos.

            Há muito a se falar sobre isso e debater. No próximo fim de semana lançaremos um outro episódio do podcast com atualizações sobre o debate.

          • Eu sei que estão começando, mas uma dica: o audio ficou horrível. Muitas vezes tive que segurar o fone de ouvido contra a orelha para escutar direito. No mais, parabéns pela iniciativa.

          • Aristóteles Cardona Júnior

            Poise. Mas tá melhorando aos poucos… Inclusive estas falhas de variação. Obrigado pela dica

  • Bom sábado meninos!
    Que esta os encontre refastelados de tanto digerir paçoquitas!
    Lhes falo desde Ilha Solteira SP.
    Dica para o Sétimo Selo:
    https://www.netflix.com/title/80113612
    FAUDA é uma série bem bacana que envolve conflitos Israel Palestina

    • A série é boa, mas alguém por favor avisa o editor para remover a porcaria daquele filtro verde? A série não é Matrix “catso”

  • É grande, no começo assusta, mas você se acostuma. É estranho falar isso para todas as pessoas a qual eu indico o programa, mas vem funcionado. A última conversão que fiz com sucesso foi de meu amigo Cleiver, por favor mandem um abraço para ele!

    Parabéns pelo trabalho incrível!

  • Francisco Hélder Lima

    Está pau a pua com o MDM em questão de tempo de programa!Mesmo assim,sendo um dos melhores podcast que ouço,uma hora a mais nunca é demais.

    Parabéns !

  • Felipe, quando você comenta sobre Polônia, Trump, etc, sempre faz questão de enfatizar que são de direitas. No caso da Tanzânia poderia ter dito que o governo está nas mãos do partido da revolução, de viés socialista marxista.

  • Eu sei que vocês são de esquerda, mas eu assisto vocês porque AQUI TEM INFORMAÇÃO! e mostra sempre os MELHORES MOMENTOS DO FILME, quer dizer, DA SEMANA, como diria Rogerinho do Ingá… só não gosto porque no final tem música E COMO TODO MUNDO SABE ONDE TEM MÚSICA TEM DROGA!

  • O Tratado de São Francisco não era aquele que fundou a Federação dos Planetas Unidos?

  • Thor Gabriel Martins

    Gente como faz para participar do grupo do telegram, tem como ou só e para apoiadores financeiros? Desde já agradeço atenção e o ótimo trabalho

  • Quatro Horas de Podcast é muito pouco para varar a madruga no AutoCad.

  • RENATO MOUTINHO SILVA

    Se não me engano, nessa edição vocês colocaram a informação que a música “I want to break free” é uma “ode” aos gays saindo do armário. Bom. Segundo o próprio Freddie Mercury, isso não é verdade:

    Um abraço!

    • Eduardo Oliveira Santos

      Na verdade eles disseram não conhecer o significado para quem compôs a música, mas que independente disso, ela acabou se tornando esse símbolo para a comunidade lgbt.

  • Finalmente voltaram!
    Fizeram falta na semana passada, afinal, o xadrez verbal é uma das minhas companhias durante as idas para o trabalho, que leva mais de 1h30min no trânsito de Florianópolis.
    Gostaria de mandar um beijo para a minha amiga Luciane que me apresentou o programa.

  • Péricles da Costa Lima

    Filipe, muito obrigado pela indicação da série The Heavy Water War. Muito boa!!!
    Aqui no curso de Jornalismo da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia, em Vitória da Conquista, eu e meu amigo Lucas Tinôco pregamos a palavra do VX e do Fronteiras Invisíveis para colegas e professores.
    Um grande abraço!

  • Eduardo Oliveira Santos

    Sobre ninguém estar satisfeito com o Brexit: Certa vez Jon Snow (As Crônicas de Gelo e Fogo), ao fechar uma negociação com o Banco de Ferro de Bravos, disse ter aprendido com seu pai, Eddard Stark, que uma negociação só é realmente boa se ambas as partes saem insatisfeitas.
    Muito obrigado pelo programa, escuto há cerca de três meses e não perco nenhum episódio.

  • Bom dia Matias e Filipe Figueiredo.

    Escuto vocês a pelo menos desde os meados de 2014/15, quando saia do Sul de Minas destino a P.Prudente-SP, e vice versa, trampar para meu pai em uma empresa familiar que cresceu podando árvore em linhas de transmissão de energia elétrica desde os anos 90. Hoje a Cia que absorveu tudo quebrou a empreiteira do meu pai, mas não é sobre isso o motivo pq estou m escrevendo.

    À três anos que conheço minha companheira, sempre que perguntava como estava indo durante minhas viagens, eu dizia o mesmo: “Castelo Branco, sem fim… Na mesma, até que pouco sono, estou escutando meu podcast xadrez verbal e blablabla…” Eis que então indo pra praia com a família dela, eu pergunto se posso colocar xadrez verbal pra eles escutarem tbm. !!! Surpresa, minha companheira muda seu universo de visão sobre mim! Não! Eu não estava escutando partidas de xadrez completas de horas!!! Kkkkkk O pior é entender como ela não achava que vivia com um gênio ou maluco que conseguia mentalizar uma partida de xadrez só ouvindo. Por horas……. Já fui mais interessante! Acho…
    Hoje ela escuta comigo e sua irmã à época tbm acreditava que eu tinha o dom de escutar partidas de xadrez como se futebol fosse.
    Peço um salve pras duas, Claudiana e Isadora.

    Vlw
    Daniel, 32 anos
    Cambuí – Minas Gerais

  • Olá….

    Em primeiro lugar, gostaria de dizer que sou fã incondicional do programa. Já escrevi isso no twitter várias vezes.

    Porém, gostaria de saber até quando vocês irão continuar tratando Cuba como vítima? Eles apenas estão colhendo o que plantaram, apenas isso. Se Bolsonaro muda de idéia/opiniao como muda de cueca, infelizmente não posso fazer nada. Mas Cuba está pagando pelas escolhas que eles fizeram.

    Também gostaria de dizer que não vou pagar de escutar o programa por conta da opinião ideológica de vocês.

    Um forte Abraço!!

    Watson Silva

    • Não há “tratar como vítima”. Há o criticar quando devido, e apontar quando não são devidas. Muito simples.

      • Bloco sobre Cuba no Xadrez Verbal é igual o bloco sobre futebol no Fronteiras Invisíveis, só ouve quem curte a parada o resto pula.

        Bom, mas socialismo é uma doença sem vacina, depois que pega é só tomando remédio pra controlar, e se parar ela volta pior.

  • Oi Felipe e Matias
    Eu ouvi partes do programa, então pode ter escapado, mas achei que iam comentar sobre a correspondencia que vazou ligada ao assunto dos médicos cubanos (a Folha publicou), em que o governo cubano menciona não querer “problemas” com medicos fugindo.
    Esse tipo de coisa pode ser colocada a público assim ou alguem na embaixada agiu de má (ou boa) fé?

  • Olá, Filipe e Matias!

    Aqui sou eu mais uma vez, Gustavo Ricarte, diretamente de Taiwan. Estou passando para comentar sobre os referendos que ocorreram aqui neste sábado, dia 24 de novembro.
    Dos cinco tópicos relacionados à união homoafetiva, apenas um foi aprovado, o que diz que “a proteção dos direitos dos casais do mesmo sexo em coabitação de forma permanente, seja garantida de outras formas que não a alteração do Código Civil”. Parece que a sociedade taiwanesa ainda é um bocado conservadora…
    Quanto ao referendo que se tratava do uso do nome TAIWAN nos eventos esportivos internacionais, esse não foi aprovado. Os defensores do referendo dizem que a derrota foi devido às fake news divulgadas pela oposição, as quais diziam que Taiwan seria proibida de participar de qualquer evento caso tentasse alterar o nome utilizado. Pois é, a gente vê fake news por aqui também!

    P.S.: Em um momento do programa, o Filipe cometeu um erro comum, mas que deixa os taiwaneses pê da vida: confundiu Taiwan com Tailândia. Deve ter sido uma “câimbra mental” mas é melhor tomar cuidado, hein Filipe?

    P.P.S.: Já disse em meu último comentário, mas como talvez vocês não se lembrem, eu repito antes que vocês perguntem de novo: Tenho 35 anos, moro em Taiwan há 10 anos, sou engenheiro, casado e pai de um casal, com minha esposa taiwanesa.

    Abraços!

  • Tenho um protesto sobre esse programa, 4 horas de podcast e só 10 minutos de gambito da dama, isso não se faz.
    Obs. eu pensava que o quadro era “Cambito da dama”, eu achava meio ofensivo já que aqui no ceará significa perna fina.

  • Eu aguardei ansiosamente o programa para ver as notícias e comentários sobre o Mais Médicos. Acredito que foi relativamente breve e superficial.
    Matias comenta que “esta situação somente ocorreu, pois os médicos Brasileiros não preencheram as vagas.”
    Obviamente não haveria 18.000 brasileiros da noite para o dia para preencher todas as vagas do primeiro edital.
    Já no segundo edital, faltava vagas para brasileiros.
    Meus colegas todos tentaram vagas, minoria conseguiu.
    Posteriormente minha mulher tentou, aceitou ir para qualquer cidade, e também não conseguiu.
    Finalmente, no último edital já havia 10 brasileiros por vaga.
    http://www.anahp.com.br/noticias/noticias-do-mercado/no-mais-medicos-10-candidatos-por-vaga/
    Os Cubanos não só já não eram necessários, como também ocupavam vagas em lugares super concorridos e tinham preferência em relação aos brasileiros.
    Ao lado de minha casa em Petrolina-Pe, há uma AME (Posto de saúde) chamda Amélia Granja. Situa-se em um bairro nobre da cidade habitado por estudantes universitários e classe média alta. A AME é altamente concorrida pelos médicos, pois além de um salário bom, a quantidade de pacientes atendida é baixa, visto que a maior parte do bairro é de universitários ou de pessoas com plano de saúde. Havia um médico cubano em tal AME ocupando a vaga.
    https://g1.globo.com/pe/petrolina-regiao/noticia/2018/11/21/com-viagem-marcada-para-cuba-medico-diz-que-pretende-voltar-ao-brasil-para-recuperar-o-emprego.ghtml
    Já agora, com a saída dos Cubanos, há o preenchimento quase total das vagas
    https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2018/11/23/92-das-vagas-do-mais-medicos-ja-foram-preenchidas-diz-ministerio.ghtml
    Também, falaram que “Só estão falando mal, pois é Cuba”. Mas o programa contava também com médicos de outras nacionalidades que recebiam o salário integral e seus direitos humanos resguardados. Somente cubanos eram submetidos a condiçoes diferentes.
    Matias termina a observação falando que a medicina está doente, devido ao coorporativismo dos médicos brasileiros.
    Senti uma “passada de pano” para Cuba e um ataque gratuito aos médicos brasileitos.

  • Sobre o México na guerra, não teria sido a primeira? Esse caso foi o escândalo do telegrama Zimmerman, basicamnete os alemães utilizaram a infra dos telégrafos americanos para mandar uma mensagem para o México atacar os EUA, e quando veio a público (pelos britânicos) os EUA finalmente acabaram entrando na guerra.

    Tem um livro sobre isso da Barbara Tuchman.

    Na segunda guerra não tenho certeza de ter acontecido algo assim… foi ?

  • Sobre o sistema prisional dos Estados Unidos, tem um podcast chamado “Ear Hustle” (https://www.earhustlesq.com), é um podcast sobre a vida na Penitenciária Estadual de San Quentin (Califórnia), onde os presidiários fazem o podcast e contam as suas histórias de vida dentro dela.

    Um dos episódios da primeira temporada (1×08 – Left Behind), tem como tema The Three Strikes Law na Califórnia. Caso alguém curta podcast em inglês, é bem interessante.

    Um dos hosts do Podcast, Earlonne Woods, recentemente (semana passada) teve a sua pena comutada pelo Governador da Califórnia, Jerry Brown.

  • Felipe, tava sem nada pra fazer aqui e tive uma ideia de uma espécie de logotipo do Xadrez Verbal. Bem simples, veja se gostou:
    https://uploaddeimagens.com.br/imagens/xadrez_verbal-gif

    Se gostou pode usar =).

  • Pronto, agora deu pra curar a abstinência semanal com o podcast de quase 4 horas ❤
    O podcast tá tão bom, que passou voando, parabéns Filipe e Matias, vcs arrasam !

  • Que minuto falam do chanceler do binario?

  • Muito bom o podcast,pena que não tenho tempo para ouvir

  • https://g1.globo.com/rn/rio-grande-do-norte/noticia/2018/11/25/pescadores-contam-momentos-de-terror-em-barco-potiguar-atacado-a-gente-pensou-que-ia-morrer.ghtml

    Existem acordos pra lidar com esse tipo de situação? Nem sei por onde começar a refletir sobre esse evento…

    PS.: Manda um salve pros expatriados cearenses que lecionam em terra potiguar! Graças a vocês, eu, professor de Matemática, me dei melhor em Humanas que em Matemática (no ENEM)!!! Abraços, paçocas e beijos de Luz procêis!

  • Marcos Zeve Azevedo

    Olha, essa questão dos médicos cubanos eh um novelo de tantas pontas que nem sei por onde começar.

    Primeiro, como sou cirurgião bucomaxilofacial, vindo da Odontologia mas praticando dentro da área hospitalar a cirurgia do trauma de face, eu vi a posição de meus colegas médicos estando “de fora”. E, por amargo que seja constatar isso, a posição da classe médica de modo geral foi francamente corporativista e por vezes xenófoba.

    Eu posso clinicar e operar no Rio de Janeiro e não numa reserva indígena ou quilombo, mas trabalho na Baixada Fluminense. E nessa periferia a atuação dos médicos do programa já eh importante na atenção básica de saúde, visto em primeira pessoa por mim. Multiplique isso por áreas remotas do país, onde conseguir presença médica é um desafio, seja na atenção básica ou ainda mais na complexa. Então sim o programa eh extremamente importante e sua implantação e manutenção tinha e tem um potencial revolucionário na atenção básica de saúde.

    Dito isso, comparado aos outros profissionais brasileiros ou estrangeiros componentes do Mais Médicos, os cubanos sim eram explorados pelas condições impostas pelo governo cubano, pelo confisco da maior parte de seus honorários, movimentação de local de trabalho e restrições familiares. De novo, sou testemunha em primeira pessoa.

    Então, mesmo que constatando os benefícios a saúde pública brasileira trazidos pelo programa e a posição corporativista que observei da classe médica, eu sentia extremo desconforto em ver os médicos cubanos sendo utilizados como mão-de-obra barata e profissionais de segunda classe.

  • Se Kiribati fosse um país com um regime ditatorial que impedisse seus cidadãos (ou as famílias dos médicos) de saírem do país, acho que a reação seria a mesma. Ou, pelo menos, teria que ser no meu entendimento.

  • Filipe, boa tarde.
    Primeiramente, parabéns mais uma vez pelo programa. Ele é longo, arrastado, às vezes trata de assuntos que queremos pular, mas é insuperável. Comecei a acompanhar o programa em meados de 2014, quando me deslocava do Rio para Seropédica(tempo total de ida e de volta: de 4 a 5 horas por dia), e foi ai que peguei o hábito de escutar podcasts, e tive contato com o seu nesse interim. Confesso que em muitos podcasts discordo com certos posicionamentos de vocês, mas concordo que são uma das melhores fontes sobre o assunto.

    Creio que já me apresentei antes, mas sou professor da UERJ e, dentre minhas pesquisas, estudo muito história, cultura e sociedades medievais europeias e sociedades africanas. Sei que deixaria vocês sobrecarregados, mas não seria má ideia um novo quadro sobre política internacional histórica, comentando certos acontecimentos no contexto local/mundial, como a revolta dos malês e o contexto dos iorubás, no continente africano. Ou a política internacional portuguesa na época da aliança com o Rei do Congo, tendo como uma dessas consequências diretas o surgimento de Angola. Ou as relações de casamento entre a nobreza e como isso influenciou a relação de determinados países, como quando o mestre de Avis, em portugal, casou com a filha do duque de lencaster para ter apoio contra o rei da espanha, sendo que o duque era casado com a irmã do rei da espanha, e por ai vai. Geralmente esses pontos são citados esporadicamente no meio de um contexto maior, mas seria bem interessante uma política internacional histórica.

    Concordo com você, provavelmente essa questão dos mais médicos teria sido diferente se não fosse Cuba. Porém, achei que vocês se posicionaram demais nesse ponto, pois, em primeiro lugar, não comentaram que o “piti” do presidente cubano foi em relação à comentários do presidente eleito que não assumiu. Compreendo que você sempre comenta quanto a isso, mas, como você já disse em outros podcasts, as vezes é bom a pessoa dar um aviso, antes de tomar uma ação, como o caso do cancelamento da visita ao Egito. Faltou apontar que o mesmo presidente eleito também se manifestou oferecendo asilo e, principalmente, o caso da revalidação e do salário integral. Embora eu discorde por completo da escolha do nosso futuro presidente, essas questões não foram pautadas por vocês e, nesse ponto, a matéria ficou um tanto quanto rasa, parecendo mais o comentário de um blog qualquer. Peço que não compreenda isso como uma ofensa gratuita, apenas de alguém que acompanha seu material e achei a matéria deveras superficial. Parecia mais o comentário de um “torcedor” do que de alguém que se apresenta como um analista crítico.

    Quando ao marxismo cultural, um adendo: ele realmente existiu/existe. Não enquanto teoria da conspiração, da maneira como olavetes e bolsonaristas apregoam por todos os cantos, mas enquanto projeto. Gramsci passou um tempo na URSS e observou que o socialismo ali implementado não tinha nada a ver com o projeto de marxismo original. Gramsci re-lê o marxismo, sob influência da tradição política de maquiavel, e desenvolve muitas dessas premissas em “Cadernos de Cárcere” e “Os intelectuais da cultura”, por exemplo. E de Gramsci que surgem os conceitos modernos de hegemonia e intelectual orgânico. A teorização política de Gramsci e a filosofia de Lukács são a base desse marxismo cultural, o qual será aprofundado pela Escola de Frankfurt, com nomes como Adorno, Marcuse e Pollock. Esses “neo”marxistas, observando o motivo das premissas de marx não terem se concretizado, fazem o mesmo que Weber e outros já haviam feito ao apontar o erro de marx, de olhar tudo pelo viés econômico. Por isso, eles, além de marx, também releem, num viés marxista, kant, hegel, freud, weber e outros.

    Essa compreensão envolvia resolver justamente os grandes problemas do mundo, como a própria manutenção do poder, que é tratado por Gramsci, é a base de vários intectuais brasileiros como Rodrigo Faoro e Paulo Freire. Não tem nada de teoria da conspiração, mas é uma linha de pensamento bem diluída em vários meios. E isso não é ruim. A base do pensamento ocidental contemporaneo, muito desenvolvido ao longo do século XX, com nomes como Foucault, Derrida, Barthes e outros, tem uma influência de Saussure, mas um “pai”, Marx.

    Desculpe ter me alongado, mas achei importante tocar nessa questão.

    Abraços e continuem com o excelente trabalho!
    João

    • Aproveito a deixa do professor acima para salientar que o marxismo cultural é estudado nas escolas de comunicação, a exemplo da Facom/UFBA, onde é lecionado pela excelente professora Itânia Gomes na disciplina obrigatória Comunicação e Cultura Contemporânea, que é do sexto semestre tanto de Jornalismo quanto Produção Cultural, os dois cursos da Facom.

      Obviamente o objetivo da disciplina não é doutrinar alunos e sim compreender as teorias do que se convencionou chamar de “Estudos Culturais”, nome difundido pelos britânicos, com destaque para Stuart Hall. Assim como se estuda este viés “esquerdista” das teorias da comunicação, também estudamos os alemães (escola de Frankfurt), os americanos (teoria matemática da comunicação), dentre outros.

      Segue a ementa do curso: https://www.facom.ufba.br/portal2017/conteudo/files/COM106%202018.2_Programa%20de%20curso_versão%20final.pdf

      • acho que não fui claro acima. Quis dizer que assim como nesta disciplina estudamos os “esquerdistas”, ao longo do curso vemos teorias das mais diversas nacionalidades e inclinações.

        • Achei bem claro o que você disse. Desde a graduação eu já estudo a escola de Frankfurt. Em sentido strictu, nomes como Stuar Hall, Edward Said, Benedict Anderson, Homi Bhabha e tantos outros que não estão diretamente ligados à escola de Frankfurt, mas remetem muito de suas bases teóricas à estudos por eles iniciados. Aliás, recentemente a candidata ao governo do estado do Rio de Janeiro, Márcia Tiburi, que é artista plástica de formação e filósofa de atuação, lançou um livro chamado “como dialogar com fascistas”, escrito tendo como influência o princípio da figura autoritária defendido por Adorno. Você tem gerações posteriores e outros que não estavam diretamente ligados ao grupo, mas deles eram deficitários, como Lyotard, que vai trazer a teoria do fim das grandes narrativas, uma versão mais aprofundada da noção de “manutenção do consenso” de Gramsci. O campo de estudo é vasto.

          • Mas perae gente (João, Patrick e quem mais), tomar Escola de Frankfurt como “marxismo cultural” é justo um dos erros dessa teoria da conspiração. A análise da indústria cultural no capitalismo é diferente de uma “revolução silenciosa via a destruição da moral e dos bons costumes”.

          • Não, criatura. Eu estou dizendo que existe um ramo da comunicação que estuda o tal do marxismo cultural. Eu estudei em comunicação e cultura contemporânea e a “escola” que estuda isso se chama Estudos Culturais, encabeçada pelo Hall. Lá a gente lê Williams, Gramisci, etc… O que eu falei de escola de frankfurt é que, em outros momentos da faculdade, também estudamos isso. Ou seja, marxismo cultural é da casa das teorias da comunicação como qualquer outra.

          • Filipe, longe disso. Como o Patrick também apontou, não estamos falando do Marxismo cultural enquanto teoria da conspiração espalhada por um bando de doidos por ai, mas como uma releitura do marxismo clássico à luz de outros conceitos, como questões culturais, sociais e comunicativas, mesclado com apontamentos de Freud, Weber, e ouros. A Escola de Frankfurt é sim a melhor representação dessa evolução de um marxismo econômico para um cultural, que buscava uma resposta para os erros da teoria marxista. É uma linha de pesquisa com vários desdobramentos, que vão dar origem a vários intelectuais, como Lacan, que irá reler a teorização freudiana.

            Ninguém aqui falou em “revolução silenciosa via a destruição da moral e dos bons costumes”, isso é papo de olavete. Mas os intelectuais desse movimento justamente buscavam entender as inconstâncias da sociedade a luz de um outro tipo de marxismo. Isso não é uma inconstância, intelectuais pensando sobre a própria sociedade, afinal, a sociologia já teve como nome o alcunha de “ciência ou filosofia burguesa”. Faz todo o sentido o intelectual internamente pensar nessas inconsistências.

          • Você deve estar pensando que estamos apontando para uma seita, mas é, na verdade, toda uma linha de estudo. JOhn Dewey, filosofo da educação, esteve envolvido com o grupo.Só para apontar, há um cientística político chamado Saul Alinsky, que faz uma releitura de Gramsci voltado para as organizações comunitárias. Ele tem um livro chamado “Regras para radicais: um guia pragmático para radicais realistas”, que, a despeito do título, é considerada a bíblia da militância política. Muita gente não conhece esse cara, tampouco sua obra, mas toda a filosofia política dele é a base de muitas organizações até os dias de hoje. Ele criou várias ong´s nos estados unidos de formação de estudos e capacitação políticas, e pelo menos dois grandes líderes sairam dela: Obama, formado diretamente por uma de suas ong´s; e Hillary Clinton, que atuou diretamente com ele e só não se dedicou mais ao projeto de formação de jovens lideranças por que ela mesma quis seguir carreira política, mas se tiver interesse, a Tese de doutorado dela é em homenagem ao Saul, que traduzida, seria algo como “Há apenas a luta”.

            O marxismo cultural é uma tradição de pensamento muito forte e, nesse ponto – fugindo dessa teoria de conspiração -, muito presente na própria intelectualidade, mesmo que muitos não a assumam ou sequer tenham ciência disso.

      • Uma pergunta Patrick, você que está um pouco mais informado, o pessoal que estuda esse negócio não concorda que é um termo muito vago, que nem dizer direita e esquerda hoje? Depois que esse termo virou moda nos ultimos dias, eu pesquiso, pesquiso e acho tantas definições e posições diferentes, tanto do pessoal que acha uma bobagem conspiratória, quanto do pessoal que leva a sério e diz combater isso. Outra, poderia me indicar livros sérios sobre o assunto?

  • Rafael Chabatura de Souza

    Programa foda, me vez ver com outros olhos o futuro chanceler brasileiro.
    Mas agora uma coisa, Filipi, você “criticou” os cogumelos na troca de produtos pelas Coréias, mas tu não sabe quais tipos de cogumelos eram. Tem uns que vendem em Amsterdam que são muito mais gostosos que mexerica.

    Um adendo, estou em Budapeste enquanto escrevo esse comentário e vi inúmeros moradores de ruas, parece que a lei aprovada pelo parlamento não surtiu efeito.
    E uma dúvida, conversando com um húngaro ele me disse que fazia umas duas semanas que o governo tinha proibido por lei manifestações populares, pesquisei e não achei nada que comprovasse. Você sabe de algo relacionado? Povo aqui tá puto com os casos de corrupção, não só aqui na real, mas em Blatslava e Praga também.

  • Bom dia piazada,
    Foi há pouco tempo que descobri o podcast Xadrez Verbal, e é de longe meu Podcast favorito, no começo assusta, mas vale muitíssimo a pena. Tem feito minhas viagens de ônibus e lavadas de louça muito bem informadas.
    Faço Química, na Universidade Federal da Integração Latino-americana, em Foz do Iguaçu.
    Beijos da tríplice fronteira…

  • Parabéns pela qualidade e quantidade do programa. Abraços riverinos da daqui de Teresina.

  • Olá, Felipe, Matias

    Gostaria de dar uma dica do filme que apresenta a fuga da população de Henan devido a invasão dos Japoneses durante a segunda guerra. Henan é uma província no centro leste da China e estima-se que ali morreram naquela oportunidade, mais de 3.000.000 de Chineses sendo que o filme aborda a questão da guerra civil, paralisada naquela época a fim de conter os invasores japoneses indo de Mao Zedong a fuga de Chiang Kai_Check para Formosa onde ali estabeleceu a Republica da China, hoje Taiwan. Trata-se de uma superprodução, com a participação de Tim Robins, dirigido pelo Feng Xiaogang, considerado o melhor diretor de filmes da China. Imperdível pelo conteúdo histórico além de excelente interpretação dos artistas.
    Abraços

    Janquiel Moscovici (Da China – Guangdong)

  • Pessoal

    Mais dois comentários de minha parte :

    1- Mesmo difícil, consegui baixar, utilizando VPN já que aqui eu não consigo baixar seus conteúdos sem o uso da mesma, todos os Fronteiras e todos os Xadrez Verbal desde o número 1 até o último publicado. Realmente vocês progrediram muito tanto na qualidade como na quantidade do conteúdo. Fica aqui meus parabéns por ambos os Podcasts mesmo eu não ser fanático por futebol no caso do Fronteiras, aproveito a parte que aborda a história mas acabo adentrando no assunto futebol que não chega a ser determinante no Podcast.

    2- Na realidade, não é bem um comentário mas sim uma crítica. Realmente, apesar de já ser seu ouvinte assíduo e fã, não consigo entender o quadro Cambito da Dama. A Viviane, sob meu ponto de vista ou ouvido, não consegue seguir uma linha de raciocínio. Ela acaba se perdendo e mistura os assuntos, repete sempre que pode a palavra “cognitiva”…. Realmente, já tentei ouvi-la por várias, digo muitas vezes mas realmente, ou eu estou certo na crítica ou não consigo acompanhá-la. Atualmente, eu pulo este quadro o que para mim, é uma pena já que encurta o programa mas enfim….
    Me perdoem se magoei. Não é a minha intenção, ok ?
    Grande Abraço aos Dois
    Janquiel Moscovici – Guangdong, China

    • Pensei que era só eu. Eu não entendo NADA do que ela fala, também. Talvez seja um problema de comunicação dela, mas não consigo escutar também.

  • Eu não acho que dá pra falar com pompas de desprezo em relação a quem acha que o Aquecimento Global é uma farsa. Existem provas muito contundentes de ambos os lados. Tomar partido para um lado ou outro, sem conhecer profundamente o assunto, é coisa de moleque.

  • Daniel Medeiros Almeida, MD

    Como fui trabalhar no programa “Mais Médicos” dos Estados Unidos.

    Saudações aos caras que fazem meu QI parecer ser 20 pontos maior. Vocês pediram para que os ouvintes que moram no exterior possam compartilhar o que motivou a emigração. Sou cearense, de Fortaleza, e me esposa e eu nos formamos médicos na Universidade Federal do Ceara em 2007. Trabalhamos no Programa de Saúde da Família em algumas cidades do interior por dois anos e meio. Viemos para os Estados Unidos em 2010 para fazer residência médica. Hoje sou psiquiatra infantil e minha esposa é gastroenterologista pediátrica. Como bom cearense, o espírito de retirante acabou falando alto.

    Como a maioria dos médicos estrangeiros que chegam nos EUA para fazer residência médica, entramos com o visto J-1 (Exchange student / Alien Physician). Esse visto te permite viver nos EUA como médico residente. No entanto, a regra do visto diz que quando você termina sua residência, você é obrigado a retornar ao seu pais de origem e lá permanecer por no mínimo dois anos.

    O que seria então o “Mais Médicos” dos EUA? Todo ano, cada estado tem o direito de conceder a 30 médicos estrangeiros com J-1, a oportunidade de ficar nos Estados Unidos. Para isso, o médico deve aceitar trabalhar por 3 anos em uma área considerada carente (underserved). Esse programa é chamado de Conrad 30 Waiver. A prioridade é atenção básica a saúde, pediatria, saúde mental e dependência química. Normalmente esses médicos vão para pequenas clinicas em áreas rurais. Eles não podem pedir demissão (o visto temporário de trabalho é cancelado automaticamente). Você pode trazer o cônjuge, mas se ele/ela vem como dependente, ela não pode trabalhar. Você não pode pedir green card nesse período.

    Como vocês falaram: o Brasil não é uma ilha e o “problema de saúde” dos médicos não é exclusividade brasileira. Aqui a falta de médicos generalistas ou especialistas em áreas consideradas pouco rentáveis e a má distribuição desses profissionais se torna um problema de saúde publica também. Existem diferenças entre o Mais Médicos e Conrad 30. O modelo cubano tem suas críticas graves, principalmente no aspecto financeiro. Um amigo médico cubano aqui explicou que depois que Cuba descobriu como é rentável mandar médicos para o exterior, abriram-se faculdades de medicina em cada esquina, de qualidade muitas vezes questionável. No entanto, tirando o aspecto político que o programa brasileiro recebeu, no fundo o principio é muito parecido.

    Abs

    • Daniel Medeiros, atualmente estou nesse processo que você descreveu. Estou na etapa das entrevistas para a residência nos EUA, e provavelmente terminarei com visto J1 visto que poucos programas oferecem o H1B e não costumam ser universitários. Terei que participar do Conrad Waiver (“Mais médicos”). E isso mostra que dado os incentivos corretos, os médicos vão para regiões remotas.

  • Olá Felipe e Matias. Parabéns pelo Xadrez Verbal.

    Concordo com o colega Philippos. Também sou médico, adoro o programa de vocês, comecei a ouvir podcasts por conta do Xadrez Verbal e, por achar as analises sempre boas, estava ansioso pelo comentário a respeito do tema, até para ter mais conteúdo quando esse tópico surgisse em conversas com amigos. Infelizmente, minha impressão foi que a questão foi analisada de maneira rasa e com má vontade com os médicos brasileiros.

    Entendo que os médicos brasileiros se esforçam para queimar o seu filme, não faltam noticias a respeito disso. Acredito que a medicina brasileira precisa de algumas lições, incluindo humildade. Aqui vai um exemplo de uma triste notícia em que colegas médicos erraram feio.

    https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2013/08/1332417-cubanos-sao-chamados-de-escravos-por-medicos-brasileiros-no-ce.shtml

    Contudo, não acho que tomar partido para um lado sem analisar bem uma questão devido a chateação com uma classe profissional seja o melhor caminho.

    Hoje estou em São Paulo, mas na época estava no Ceará e assim como o colega comentou, vários amigos meus tentaram vagas, mas poucos conseguiram. Eram preteridos em relação aos médicos de fora. Deixo aqui meu testemunho para corroborar com a opinião do Philippos.

    A análise que ele fez foi precisa e com fontes. Basta ver agora como as vagas foram preenchidas e como, a medida em que editais eram lançados, mais brasileiros tentavam, porém não conseguiam.

    Resumir tudo a “só aconteceu por que era com Cuba” é uma visão estreita. Concordo que o fato de Cuba propagar uma ideologia diferente contribuiu para a posição do presidente eleito Bolsonaro (candidato que não votei e que discordo de praticamente tudo que fala e representa), porém o programa de fato é diferente para médicos cubanos. Isso é um fato. Os cubanos ganhavam menos que os outros e tinham menos direitos.

    https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2017/09/1922901-medicos-cubanos-reclamam-de-escravidao-em-trabalho-no-brasil.shtml

    Vale também pontuar que o presidente cubano foi algo intempestivo na sua decisão baseada em declarações de um presidente que ainda nem tomou posse.

    Tenho a impressão que o governo Dilma usou uma estratégia parecida com a de Bolsonaro nessa esfera. O presidente eleito costuma focar em temas pouco relevantes de uma área, lançando uma cortina de obscurantismo e desviando o foco do que realmente importa (vide a questão da maioridade penal na segurança e da escola sem partido na educação). Na área da saúde, o governo Dilma desviou o foco para os “defeitos da classe médica” e na falta de médicos como argumento para justificar grande parte dos problemas do SUS. Desviou a atenção de uma série de desafios que realmente impedem nossa saúde de melhorar (determinantes sociais de saude, tripla carga de doenças, gestão e auditorias, infraestrutura e condições de trabalho, fidelização dos profissionais da saúde e carreira dentro da saúde da família).

    Concordo com vocês que imparcialidade não existe. Vieses estão presentes em todas as opiniões. Contudo, acho que faltou um pouco de aprofundamento nesse tema.

    Espero que encarem a crítica numa boa. Parabéns pelo excelente programa.

    • João, obrigado pelo comentário extenso e completo. Como mencionado, talvez retornemos ao assunto com mais foco. No que concerne à política internacional, eu mantenho meu comentário: toda essa celeuma é explicada, em boa parte, pela questão das relações com Cuba e a figura de Cuba na discussão política brasileira. No caso de 90% dos outros países, nas mesmas condições de acordo, não existiria 10% da sensibilidade na discussão. Um abraço

  • Aristóteles Cardona Júnior

    Bom dia, pessoal.

    Como foi tratado do Mais Médicos, aproveito pra sugerir a vocês e tod@s @s leitores um episodio de um podcast que acabamos de lançar que trata do programa.

    Somos médic@s e a grande maioria trabalha/trabalhou com o MM.

    O link para o episódio é http://medicinaemdebate.com.br/2018/11/podcast-medicina-em-debate-mais-medicos/

    Já está acessível também na maior parte dos agregadores. No sábado lançamos um complemento do debate.

    • Ouvi o podcast, achei muito esclarecedor. Obrigada!
      O programa mais médicos ajudou muito o meu município, Jandira-sp. As vagas estavam lá, mas não apareciam médicos para preenche-las, e agora mais uma vez teremos dificuldades com a saúde.
      O prefeito vizinho (Furlan – Barueri-sp) já avisou aos outros prefeitos para arrumem logo mais médicos para preencher essas vagas porque ele vai fechar seu hospital para os outros municípios, se começar a lotar. É cada um por si. \o/

  • Olá Filipe e Mathias, tudo bom?

    Ótimo programa, acompanho-vos por indicação de um professor do cursinho. Abraços ao grande Thiago!

    Só queria fazer uma pergunta: o que vocês acham da ação da família Orleans e Bragança no STJ que pedem indenizações ao Estado sobre a proclamação da República?

    Obrigado desde já.

  • Pedro Paulo Rodrigues Rocha

    Olá, Matias e Felipe, eu comecei a ouvir o podcast no começo do ano. E lavar louças antes de conhece-los, era uma tarefa um pouco enfadonha, agora se tornou mais agradável. E sobre uma das efemérides relacionada ao pirata “Barba Negra”, eu quero dar uma dica de uma série de TV chamada “Black Sails”, que é sobre piratas, tem uma ótima produção, e está com todos os episódios disponíveis na Netflix. Um Abraço para vocês.

  • Olá!

    Meu comentário sobre o programa mais médicos, sem modéstia, me parece ter um pouco de lucidez por eu ser um médico que trabalha na atenção básica, inclusive tendo trabalhado em parceria com um amigo médico cubano e por eu ser militante de esquerda, mas geralmente minha abordagem desagrada ambos os lados por ser isento de paixões e com esforço imenso para ser pautado no pragmatismo:
    Em primeiro lugar há anos uma importação do modelo cubano de saúde pública desde a própria criação do Programa de Saúde da Familia criado ainda no governo do PSDB, onde agentes de saúde vão as casas das pessoas.
    A primeira pergunta que se faz é: faltam médicos no Brasil ? A resposta é sim e não! O Brasil possuía cerca de 2,06 médicos por habitante em 2001 o que o colocava em 69º no ranking de médicos por habitante, muito próximo de países como EUA (2,3) porém distante de Cuba em primeiro lugar 5,95 no entanto este é um dos principais produtos de exportação da ilha caribenha. Há má distribuição dos médicos no território nacional, isso é consenso, chegando a variar de 1/124 habitantes em Vítória ES, 1/302 na cidade do RJ, 1/471 no estado de SP até 1/4.466 no estado do Pará… e o que a imensa maioria da esquerda acredita é que os médicos não querem ir para o interior porque querem viver próximo ao conforto e ao eixo dos grandes centros urbanos, isso pode ter algum fundo de verdade porém na própria demografia do programa mais médicos vemos isso ser um pouco desconstruído, já que a maior parte dos cubanos vieram para SP,1394 médicos, MG 590 médicos cubanos e estados como Amapá 73 médicos, Acre 102, Pará 537, Amazonas 292. Os médicos brasileiros não querem ir para esse lugares não só pelo padrão de vida modesto mas pelo padrão de medicina baixíssimo praticados nesses lugares onde falta tudo. A esquerda pró medicina Cubana imediatamente argumenta que os cubanos exercem a medicina com pouco recurso e isso é fato, porém isso não corresponde uma medicina melhor, aliás sempre saliento que a medicina cubana é muito ruim, o que é bom em Cuba é a saúde pública, e o fato de poucos doentes em uma minúscula ilha torna possível resolver muito com muito pouco, no Brasil é diferente, a epidemiologia a distribuição e o perfil das doenças é totalmente diferente com um dificuldade territorial sem comparação em lugar nenhum do mundo… manter uma vacina sobre determinada temperatura pra vacinar um população ribeirinha no alto xingú longe de cidades não é uma situação corriqueira em lugar nenhum do mundo. E o paciente do Tapajós no Pará ou de Canhoba em Sergipe quando tem um “derrame cerebral” precisam de uma tomografia tanto quando um paciente da Vila Mariana em SP… e o médico seja na atenção básica do PSF ou num pequeno hospital do interior precisa de um lugar para referenciá-lo… infelizmente no interior os médicos apenas assistem pacientes morrerem num episódio agudo desses ou lentamente aguardando o SUS liberar um exame. No governo do PT entre 2005 e 2012 foram fechados 42 mil leitos de internação do SUS que já tinham um déficit imenso. O Brasil tem cerca de 904 mil pacientes na lista de espera para cirurgia eletivas… A esquerda simplesmente jogou o médico no centro da saúde pública brasileira ou por ignorância ou por atrito ideológico com a classe que claramente é corporativista, financista em grande parte, porém se esqueceu que existem agentes de saúde mal remunerados e que são escolhidos por questões politicas sem nenhum preparo, nenhum curso ao menos na área da saúde. Os enfermeiros são mal remunerados e mal aproveitados no contexto da saúde pública.
    O programa mais médicos foi criado mais por interesse cubano que brasileiro disso já sabemos, foi um bom programa mas com eficiência prática para muito pouca gente, porque pioraram a retaguarda no sentido de não fornecerem leitos de internação, exames, médicos especialistas… comparando seria como contratar mais pedreiros porém oferecendo a mesma quantidade de material e a mesma quantidade de serventes de pedreiro… O ator menos importante na atenção básica é o médico, a equipe é fundamental! O programa mais médicos quando foi criado foi mal estruturado, com médicos atendendo sem saber uma palavra em português tentando entender o que era “dor nos quartos’, “espinhela caída” e “lombeira”… Quando digo que a medicina cubana não é boa não é por qualquer sentimento de competição, aprecio o padrão de saúde pública o engajamento político e o senso de humanidade dos cubanos… mas isolamento econômico e cultural não produz ciência de qualidade… eles não são referência em nenhuma área da medicina… eles são excepcionais em prevenir doenças e cuidar de “saudáveis”! Para prevenção precisamos de mais condições sanitárias mais investimento em pesquisas e estudos, estratégias epidemiológicas, etc.
    Se me perguntarem o que acho do programa Mais Médicos, vou dizer que seu inicio e seu fim tiveram mais motivação ideológica do que buscando alguma eficiência… o governo do PT não discutiu com a própria classe médica sobre soluções pra má distribuição de médicos… impôs uma solução que nem sequer contemplava os médicos brasileiros que no inicio nem podiam se inscrever para o programa… o programa foi criado também para atender um pedido dos municípios que passaram a demitir seus médicos do quadro de funcionários e aderir ao programa pra que o médico fosse pago pelo governo federal aliviando a folha de pagamento! O fim do programa também é de motivação política, como uma promessa do Bolsonaro para reserva de mercado… já que o governo do PT promoveu um aumento de 600% da quantidade de médicos formando no Brasil e uma coisa é inegável sem o minimo de preocupação com a qualidade! A questão salarial é central… muitos médicos se sujeitariam a trabalhar em Ipueira no RN ou no morro do João no RJ ou no Capão Redondo em SP mas pelas condições de trabalho e de moradia exigem receber mais… em MG onde eu moro e trabalho não conheço e nunca vi nenhuma cidade que pagasse mais que o programa Mais Médicos, tanto que no estado as vagas foram todas preenchidas… porém no interior do Ceará teriam que pagar bem mais do que os R$11.000 oferecidos pelo programa… em Governador Valadares em MG a prefeitura paga R$ 5000,00 por 40 horas semanais com biometria! Muitos acham muito porém o preço minimo de uma faculdade de medicina (criadas no governos do PT atendendo também a lobbys políticos) gira em torno de R$ 7000,00.
    A solução para mim seria simples, federalizar a carreira médica, através de concurso que desse estabilidade ao profissional, que quando é demitido sai sem direito a nada… através da colocação em concurso escolher o local pra exercer a função.
    Gostaria de externar que a hostilidade exercida pelos médicos brasileiros aos colegas cubanos é repugnante e inadmissível!

    • Todos os médicos que eu já conheci ou já ouvi falar que clinicaram durante algum tempo em cidades interioranas saíram de lá por problemas de infraestrutura, não por preferência relacionada a conforto. Sou do interior do Maranhão, mas como moro do lado de Teresina-PI, acompanho bem o que acontece neste estado.

  • Sim! eu de novo… Gostaria que vocês mandassem um abraço para meu irmão Felipe Reis que me ensinou a ouvir Xadrez Verbal e é médico aí em São Paulo na Beneficência Portuguesa, reumatologista atleticano roxo e um grande nome da medicina… se precisarem consultar aí em SP procurem ele… ele atende vocês de graça! kkkkkkkk Sou muito fã de vcs queria um dia tirar um foto com vocês!

  • Bom dia, Xadrez Verbal!
    Sou médico do interior de SP e atualmente moro em São Luís – MA, justamente pela má distribuição de médicos no Brasil.
    Achei a abordagem de vocês sobre o programa Mais Médicos muito ruim, não está compatível com o restante do programa.
    Vocês se preocuparam mais em apontar erros do Bolsonaro e contra argumentar algumas bizarrices faladas por pessoas anti Mais Médicos do que em analisar os fatos.
    O que o Bolsonaro exigiu e ameaçou? Pq o governo cubano não aceitou? Pq saiu sem negociar?
    Qual a implicação de tudo isso no ambiente de política internacional? Vai mudar alguma coisa na nossa balança comercial? Como ficarão as relações Brasil-Cuba?
    Esses pontos, e outros mais, que eu esperava que fossem discutidos no programa.
    O Matias comentou que o salário do programa Mais Médicos não é desprezível. Quanto a isso eu gostaria de esclarecer que não é um salário. Na verdade o Mais Médicos é um programa de pós graduação, todos são alunos da área de atenção básica em saúde. Claramente isso foi feito para não precisar pagar direitos trabalhistas e ficar mais barato para o governo. (Não vou discutir os prós e contra do programa).
    Espero que da próxima vez procurem ser mais imparciais, como já são quando abordam outros temas.
    Continuem com o ótimo trabalho!
    Um forte abraço!

    Por favor, mandem um abraço para a minha esposa – Carol, que me faz ouvir o podcast 2 vezes! (Ela sempre está alguns minutos atrás de mim no podcast. Quando eu pego carona no carro dela tenho que escutar esses trechos de novo)

  • Tive que ouvir duas vezes a parte de Cuba e o mais médicos para ter certeza. Minha critica não é ideológica, mas fisiologia (vocal).
    Eu já ouvi o Filipe falar uma hora seguida sem parar para respirar, uma fala confiante e continua, de quem sabe sobre oque está falando, mas…. o nível de gagueira que acontece na hora de defender o mais médicos é “gritante”, se realmente vocês não estão passando pano pra ninguém, tenho certeza que vocês conseguem falar da mesma forma, confiante do que está dizendo é verdade, como quando vocês criticam as ações da Arabia Saudita.

  • Acompanho o podcast desde a edição 144 e gosto bastante, ouço durante o trânsito infernal do RJ.
    A forma como as informações são passadas, com fontes, é muito boa.
    Porém, preciso também deixar minhas críticas a respeito de dois assuntos:
    – Falar que Marxismo Cultural é teoria da conspiração não é verdade. Óbvio que os malucos aumentam e inventam muita coisa, mas não dá pra falar que não existe.

    – Em relação ao Mais Médicos, a opinião de vocês foi rasa e com o mesmo viés da imprensa. Culpar o médico brasileiro é injusto, pois saiu até em jornal que médicos brasileiros foram demitidos para que cubanos entrassem no programa. Além disso, a comparação do Matias sobre o repasse do governo de Cuba e o repasse da Unimed foi muito infeliz. Nem a Unimed nem qualquer outro convênio retém 75% da produtividade/salário do médico. É óbvio que a concentração nos grandes centros é um dos fatores da falta de recursos humanos no restante do país, mas existem soluções que não passam pelo financiamento de governo sob a alegação de fornecimento de médicos.

    Enfim, a posição política de vocês mais à esquerda não atrapalha o programa e não atrapalha a passagem da informação (na grande maioria das vezes). Continuo ouvindo tranquilamente, o programa tem muito mais pontos positivos do que negativos.

    Um abraço

  • Olá Matias e Filipe,

    Acabei de ouvir o programa (geralmente ouço indo e voltando para Monte Carmelo-MG, onde sou professora de direito internacional e direitos humanos). Acompanho o programa há mais ou menos 6 meses (quando comecei a estudar para o CACD), e gostei muito de saber da notícia sobre o jogador de Rugby queniano, morador de Bristol, que deixou de ser deportado devido a mobilização da comunidade.

    Morei em Bristol por 2 anos, onde fiz mestrado em direitos humanos, e trabalhei em uma ONG chamada Refugee Action. Nós sempre organizávamos mobilizações para tentar impedir deportações, em casos mais extremos chegávamos inclusive a fazer ligações em massa para a cia. aérea que iria transportar a pessoa, para pressiona-los a cancelar o vôo, para ganharmos tempo para encontrarmos alguma forma de fazer com que a pessoa pudesse permanecer no país de forma regular. Quase nunca funcionava, mas as poucas vezes em que funcionou a galera da ONG ia pro pub depois do trabalho comemorar.

    O pessoal de Bristol é muito progressista e engajado, dá orgulho de ver! Eu voltei para o Brasil no dia da votação do Brexit e não conseguia acreditar quando fiquei sabendo do resultado, pois Bristol funcionava como uma bolha pra mim (lá foi a 4a cidade da Inglaterra com maior votação pela permanência). Se tiver algum ouvinte visitando a Inglaterra, recomendo que passem uns dias em Bristol, não deixem de fazer o tour do grafite das obras do Banksy e de visitar o pub The Hatchet Inn, aberto em 1606 supostamente o pub favorito do Barba Negra (que nasceu em Bristol) e outros piratas da época. Só não se assustem com o aviso na porta: Watch the door, it`s covered in human skin.

    Parabéns pelo trabalho sensacional! Eu ouviria toda semana ainda que o programa tivesse umas 5 horas! Abraços!

  • eu ia fazer um comentário sobre o Mais Médicos, mas já tem muitos…

  • Obrigado pessoal! Conheço vcs a um tempo mas passei a ouvi-los mais frequentemente a 5 meses, quando me mudei para Montreal para estudar na McGill University. Vcs tem sido minha companhia semanal nas idas ao supermercado e academia haha. Um abraço congelante de -20°C!

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