Fronteiras Invisíveis do Futebol #68 – Goiás

Viajamos ao Centro-Oeste para celebrar os 85 anos de Goiânia, capital planejada do Estado que toma emprestada o nome dos guayases, um dos muitos povos originários da região. Nossa guia no Planalto Central foi a professora Natália Pessoni – ouvinte e colaboradora do Xadrez Verbal – que nos apresentou a história goiana da chegada dos bandeirantes ao acidente com Césio 137. Também conhecemos de perto um dos maiores gramados do país – o Estádio Serra Dourada – onde muitos cabeças-de-área e centroavantes deram os seus primeiros passos!

Referências no programa

Em breve

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Filipe Figueiredo, é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.


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21 Comentários

  • Eu estudei com o filho do Túlio Maravilha. Vez ou outra ele ia ao colégio, mas como já era na época da baixa notoriedade do jogador, a garotava ignorava em grande parte. Até ganhei um autógrafo, mas não mudou em nada minha vida. É isso, continuem com o ótimo podcast

  • Felipe e Matias, um salve a vocês!

    Sou goiano de Itumbiara, mas resido em Brasília, e apreciei bastante o programa! Acompanho o Xadrez Verbal e o Fronteiras há uns dois anos já, e gosto muito! Parabéns pelos programas!

    Apesar de não ser muito do sertanejo, a música do fim não poderia ser outra que não um clássico sertanejo! Se a escolha tiver sido obra do Matias, parabéns!

    Passo para lembrá-los do meu conterrâneo Dante Amaral. Campeão mundial de vôlei, e campeão olímpico em 2004.

    Forte abraço!

  • O programa ficou bem bacana, parabéns! Em especial, interessante o tanto de jogadores de origem goiana que eu desconhecia (fora o Léo Jaime, claro). Sobre o Baltazar, cabe uma menção clubista: logo após ser campeão pelo Grêmio ele passou 1 ano pelo Flamengo e fez 26 gols na temporada. Lembro de na época ter maldito a contratação dele, mas mordi a língua quando ele fez o gol de honra no jogo de ida da final contra o Santos de Serginho Chulapa (isso ajudou a segurar a moral). Cabe menção também a “mão de Deus” do Túlio numa final de Copa America contra a Argentina.

    Grande abraço!

  • Opa, que beleza de programa!

    Abraços goianos (esmeraldinos)!

  • João O. Trindade Jr.

    Olá, boa tarde!
    Primeiramente, parabéns pelo programa! Escutou-o há anos, e peguei excelentes dicas!
    Sou professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro e doutorando na mesma em Teoria da Literatura e Literatura Comparada.
    Quero aproveitar que foi graças ao programa que tomei ciência de um livro chamado “Nacionalismos Espanhóis”, do FIlipe Vasconcelos Romão”, esgotadíssimo, mas finalmente consegui adquirí-lo. Pesquiso há anos cultura ibérica e esse livro é um excelente acréscimo.
    Faltou vocês acrescentarem, sobre Goiás, outros escritores, como José J. Veiga, cujo direito da obra foi recentemente adquirida pela Companhia das Letras e está sendo relançada. Inclusive, Bernardo Élis é um escritor Goiano de Corumbá que adentrou no hall dos grandes escritores ao fazer parte da Academia Brasileira de Letras.
    Parabéns e continuem com o excelente trabalho!

  • Ah, gostaria de adicionar que trabalhei na saneago com a Nurya Almeida da seleção paraolímpica de volei sentado que ganhou a medalha de bronze! Foi muito bonito ver os vídeos de comemoração das atletas e da equipe depois da conquista.

    O técnico da seleção brasileira José Guedes está há mais de década trabalhando em Goiás e consegue ajuda pública. As atletas treinam no Colégio Ateneu Dom Bosco, aqui perto de casa (antes mesmo da medalha tinha saído esse artigo aqui: http://globoesporte.globo.com/go/noticia/2016/03/de-goias-china-atletas-da-selecao-de-volei-sentado-viajam-para-torneio.html).

  • Excelente programa! Parabéns!

    Outro jogador destaque do Goiás foi o atacante Taxi, comemorava seus gols com o hit: “vou de Táxi”. Este ícone do futebol Esmeraldino jogou entre 1997/1998, após temporada de destaque pela Matonense Onde comandou o ataque da águia da Araraquarense para o Tri Campeonato de acesso.

    Além do Goiás e da Matonense, o jogador passou por São Caetano e Olímpia.

    Outro jogador que tem relação com Matonense e Goiás é o craque Grafite. Revelado no clube de Matão ( 12 J 3g) ele passou pelo Verdão antes de se transferir para o São Paulo, junto com o Cuca..Grafite fez 74 GOLS PELO GOIAS!!!

    Fraterno abraço.

    Mandem um Salve pro Jorge Borges, meu irmão, que faz aniversário em 02/11

  • Comentei lá na Central 3 mas não tive ctz se deu certo. Então tô comentando aqui também. Se aparecer lá, ignorem esse… é a mesma coisa
    O podcast ficou MT bom (já esperado de vcs dois e de suas participações especiais). Faltou MT coisa, mas é compreensível pelas limitações do podcast.
    Meu pai é torcedor ferrenho do Vila. Aki em Goiás temos o costume de dizer que não se torce para o Vila, se cultua. Isso pq o Vila acaba causando MTs sofrimentos e alegrias aos seus torcedores… principalmente com vitórias inesperadas e derrotas desnecessárias. É tanto que até meus 12 anos eu era junto de meu pai um torcedor ferrenho do Vila, mas a minha perca de interesse com o futebol e as constantes frustrações me fizeram parar de ir aos jogos…mas o Vila continua em meu coração. Agora que descobri que o Vila é de origem operária só me fez entender o pq que o time tem uma história tão sofrida, me pergunto se o vermelho do time está relacionado ao Proletáriado ou a sua origem clerical.
    Pretendo mostrar esse podcast ao meu pai e fazer ele não só conhecer mais a história de seu time e fazer com que ele se interesse por história…como eu que amo história e sociais, mas voltei a ter interesse no futebol graças a esse podcast
    Só queria dizer que vocês esqueceram de comentar que Goiás (principalmente Goiânia) é uma capital do rock e do MPB.

    No rock nós temos Beavers e Boogarins
    No MPB vc tem Chá de Gim

    Enfim, as pessoas focam muito no sertanejo pelo conservadorismo e romantizaçao da vida no campo, mas como a experiência empírica sociológica nos explica…quanto mais vc tentar suprimir algo…maior será sua força
    Em Goiás você tem uma subversão dessa realidade revoltosa e crítica, e quanto mais se tenta suprimir…mais forte é. É tanto que em 2012-2013, graças às manifestações estudantis, nos tornamos o único estado com uma carteirinha de passe livre estudantil, mesmo sem o apoio da mídia.

    Enfim
    O programa ficou MT bom, parabéns
    Abraço !

  • Lucas Mioto - Ariquemes/RO (Rondônia)

    Poxa, Filipe! Lendo meu comentário sobre o programa passado vc deve ter visto Lucas Mioto – Ariquemes/RO e disse “Lucas Mioto de Ariquemes, Roraima”, mas RO é Rondônia, Roraima é RR. Sou de Rondônia! Aliás, sigo aguardando o episódio do Fronteiras sobre Rondônia!

    Abraços!

  • Boa noite! Ótimo programa. O Arthur, campeão da Libertadores pelo Grêmio e atualmente no Barça, é de Goiás também. Avisa aí o Matias pra fazer um Meu Time de Botão do Goiás de 99. Só estrela naquele time campeão da B.

  • Não sei se por goianice ou por corujice, dona Eloiza, minha mãe, que nem gosta de ouvir podcasts, ouviu o programa todo e adorou. Ela disse também que não foi falado sobre o tombamento do centro histórico da Cidade de Goiás pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade em 2001 (e puxou minha orelha porque eu não me lembrei de sugerir isso no roteiro, rs). Como dica cultural sugiro visitarem, além da Chapada dos Veadeiros que o Matias lembrou, as cidades de Pirenópolis e Goiás Velho (apesar de os vilaboenses não gostarem muito desse nome, rs), essa última principalmente na época da Procissão do Fogaréu, que não é um desfile da Ku klux klan apesar dos chapéus pontudos e as tochas. E como dica gastronômica sugiro o empadão goiano, já que o pequi não agrada tanto assim paladar do resto do Brasil.

  • Bruno Leonardo Amorim

    Olá, rapazes!
    De certa forma, posso dizer que esse programa foi especial para mim já que Túlio Maravilha é talvez o melhor que eu já vi jogar pelo meu time, mesmo que eu me lembre pouco dessa época. Eu comecei a torcer pro Botafogo por conta de jogo de botão, me apaixonando à primeira vista pelo escudo do time e na mesma época, quando eu tinha 4/5 anos, o Botafogo foi campeão brasileiro. Acabei sofrendo muito com essa escolha, mas não tem problema porque eu tenho um lado meio masoquista kkk
    Então, mesmo sendo um motivo meio besta pela conexão com meu ídolo de infância, o programa foi incrível, me permitindo conhecer mais desse estado que eu conhecia pouco até então.
    Espero na próxima quinzena poder comemorar meu aniversário, no dia 16, com mais um programa incrível! E antes de pedirem bolo, posso até tentar enviar, mas é muito provável que no trajeto de Maceió-São Paulo ele chegue bem estragado. No entanto, se quiserem arriscar, é nóis!
    Abraços!

  • David Onezio Moraes

    Quando eu ouvi Filipe mandando Ariquemes, Roraima doeu um pouco, mas o Lucas já defendeu o estado comentando aqui. Sobre a musica de encerramento, digo com tranquilidade que essa foi a MELHOR musica de encerramento do fronteiras até hoje, quiça de todos os programas do xadrez verbal. Fale pro Mathias voltar com a flauta andina, saudades.

  • Bom dia! Acabei de ouvir o programa e gostei bastante! Costumo acompanhar vocês pelo xadrez verbal, mas devido ao meu bairrismo (sou goiano da gema, nascido na cidade de Goiás) resolvi ver o programa sobre o meu estado, mesmo eu não sendo fã de futebol.
    Uma curiosidade: até hoje, todas as tardes, o futebol ainda é jogado por amadores nos gramados do largo do chafariz (o primeiro lugar onde se jogou futebol em Goiás)
    Um correção: o PIB do estado de Goiás é o 9 e não o décimo sexto como vocês disseram (R$ 189,9 bilhões em 2017 – Instituto Mauro Borges).
    Abraços

  • Bom dia pessoal. Parabéns por mais um excelente Fronteiras! Comecei a ouvir essa edição goiana poucos dias depois de cortar o Tocantins (Norte Goiano), de Palmas à Goiânia pela BR-153. Fiquei feliz por terem citado o meu estado natal (Tocantins) e espero um dia ouvir um Fronteiras sobre o Toca, com participação do Palmas, Gurupi e Interporto! Gostaria de corrigir o Matias quando ele falou que os 30 anos de criação do Tocantins será ano que vem. Na verdade, ocorreu dia 5 de outubro do mês passado (2018). Gostaria que vocês mandassem um abraço para a turma V de Relações Internacionais da UFG!

    Abraços de Palmas!

  • Muito bom o programa, um dia aguardo um fronteiras invisiveis sobre os goianos metidos chique (DF)

  • Olá, pessoal.

    Foi minha estreia como ouvinte de vocês (dica do grupo Esmeraldinos Antifa) e gostei do trabalho!

    Algumas observações que não foram ditas:
    – Alguns jogadores de destaque nacional que tiveram passagens pelo Goiás e alguns com grande destaque: Dadá Maravilha, Aloísio Chulapa, Alex Dias, André Cruz (zagueiro), Evair, Dodô, Petkovic, entre outros.

    – Os fundadores do Goiás tinha origem ítalo-paulista (Lino Barsi). O verde esmeralda vem em referência ao Palestra Itália, vulgo Palmeiras.

    – O Vila Nova foi Campeão Sul-Americano, 1974… de basquete. Inclusive sendo 3° lugar no mundial de basquete.

    – O Atlético Goianiense por pouco desapareceu no início dos anos 2000, inclusive surgiu a ideia da fusão com o Galo Carijó, o Goiânia. Com a ajuda de empresários se reergueu e teve passagens pela série A.

    Um abraço e saudações esmeraldinas.

  • Que fabuloso! Ouço o Xadrez Verbal semanalmente pq é muitíssimo útil em meu trabalho, sobre o qual um dia podemos conversar em off, e ouço o Fronteiras por puro prazer. Contudo, no penúltimo episódio do Fronteiras me deparei com a França Ultramarina, que é justamente um dos assuntos em que trabalho, unindo o útil ao agradável. Ao fim daquele episódio pensei em propor um Fronteiras sobre meu estado natal, mas imaginei que seria motivo se riso. Qual não foi minha surpresa ao ver meu estado sendo tema dessa quinzena em um programa com pesquisas fenomenais e depoimento extraordinário da professora Natália.
    Os programas sempre são sensacionais e imparciais. Agradeço muito por seu maravilhoso trabalho, Filipe e Matias.
    Abraços!

  • Grande Filipe, Nesse episódio vc mandou um abraço para um ouvinte de Ariquemes/Roraima, na verdade a cidade fica no estado de Rondônia, é muito comum a confusão com as siglas (RR e RO). Sou de Porto Velho/Rondônia e ouço os dois podcasts há alguns anos, parabéns pela qualidade das informações.

  • Muito bom! Eu não conhecia muito sobre a história do estado de Goiás a não ser a do Césio-137, que foi em Goiânia (muito triste, por sinal).
    E a trilha sonora de encerramento é boa também. Grande música na voz da dupla Leandro e Leonardo.

    Abraços!

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