Xadrez Verbal Podcast #78 – Início de 2017

O primeiro podcast do Xadrez Verbal de 2017 vai te surpreender logo no primeiro minuto, mas calma, é momentâneo. Vamos tentar cobrir tudo que aconteceu no último mês, desde o programa de número 77. Infelizmente, giramos por todos os atentados terroristas que aconteceram desde meados de dezembro de 2016: Alemanha, EUA, Iraque, Síria e outros lugares. Assim como no final de 2016, fazemos uma Semana na História maior, para cobrirmos várias efemérides desde o início do ano.

Explicamos o histórico e o que pode acontecer na ilha de Chipre, que talvez seja reunificada em breve, encerrando um conflito de meio século. No Xeque, vamos aos EUA. As relações com a Rússia após acusações de cyberataques, os últimos atos de Obama como presidente do país, a mais recente coletiva de imprensa de Donald Trump e o suposto relatório que conta detalhes sórdidos de visitas do presidente eleito à Rússia.Giramos pelo mundo inteiro, recebemos a professora Vivian Almeida, peões e dicas culturais fecham esse programa especial!

capa-78

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Dicas do Sétimo Selo e links

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Livro Invasion 1914, de Ian Senior

Livro Eu sou Malala, de Malala Yousafzai

Livro O mundo segundo Star Wars, de Cass Sunstein

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3que está no Apoia-se


assinaturaFilipe Figueiredo, 29 anos, é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.


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34 comentários

  • Que bom estarem de volta! Belo texto do programa, estou ansioso para ouvir.

  • Como é bom ser sexta e vocês estarem aqui no feed. Sexta sem xadrezverbal é como feriado de domingo. Existe….mas não tem graça.

  • Ares, finalmente, sdds

  • Maldito corretor ortográfico

  • TRÊS FODENDO HORAS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    OBRIGADO

  • AI CARA MAS QUE PRAZEROSO

  • aqui no Brasill o que nao falta é Fake News esquedopatas

  • Tirando a parte da professora de economia que falou um monte de bobagem sobre Obama e seu “legado” – vai se meter onde não deve, dá nisso -, o program foi muito bom. Conheci o canal há pouco tempo, e já me tornei seguidor.
    Forte abraço.

  • Esse foi muito bom! Só tem uma pequena correção a ser feita: o termo para material comprometedor, em russo, é kompromat, não kompromita.

  • Perdoando desde já o herege Felipe por não adorar o Deus Vivo Humberto Gessinger, aponto que é comum na pré-temporada os times realizarem testes na sua equipe, e a preparação para o resto de ano é intensa. Nesse caso, o substituto de Matias se configura numa senhora contratação de caráter INTERNACIONAL. Matias tem seu lugar no time ameaçado? A sexta que vem dirá…

  • para a “especialista” em economia que falou de tudo menos de economia, aqui vai um artigo da ISTOE (Leonardo Attuch) bem explicativo:

    “Por maior que seja a boa vontade da imprensa americana e também internacional em relação a Barack Obama, o primeiro presidente negro da história dos EUA, a realidade é que ele deixa o cargo, na sexta-feira 20, como um derrotado. E nada expressa tão bem o fracasso de Obama como o simples fato de que o homem escolhido para sucedê-lo foi o fanfarrão Donald Trump – na prática, o maior legado de Obama ao mundo.

    Ele fracassou tanto internamente como na agenda global. Nos EUA, a precarização do trabalho e a crescente desigualdade alimentaram a revolta de amplos segmentos da sociedade que enxergaram em Trump uma esperança de retorno ao chamado sonho americano, em que as novas gerações poderiam sempre esperar progredir em relação às anteriores. Internacionalmente, Obama manteve a mesma política destrutiva no Oriente Médio, disparando mais de vinte e seis mil bombas, e também apoiou a derrubada de governos, inclusive na América Latina. Hillary Clinton, a candidata escolhida para sucedê-lo era a encarnação dessa geopolítica imperialista, incompatível com a dinâmica de um mundo multipolar.
    No entanto, com a derrota da guerrilha apoiada pelos EUA na Síria, Obama perdeu a sua última batalha militar e não foi capaz de derrubar o regime de Bashar Al-Assad, apoiado pela Rússia. Tal fracasso desencadeou uma patética histeria em Washington contra Moscou. Numa de suas últimas entrevistas, Obama classificou a Rússia como uma nação fraca, exportadora de matérias-primas, ao mesmo tempo em que atribuiu a “hackers russos”, controlados por Vladimir Putin, a vitória de Trump. Ficamos então combinados assim: os russos são fracos mas fizeram o novo presidente dos EUA.

    Obama deixou como legado, portanto, a queda do império americano. Não por acaso, diversos analistas enxergaram na vitória de Trump o fim da chamada “pax americana”, que pode ser também o prenúncio de uma era de desglobalização. Trump já ameaçou empresas como Fiat, Ford e Toyota, que pretendiam exportar carros para os americanos a partir de países emergentes, e segue em frente com seu ridículo plano de construir um muro na fronteira com o México. O novo presidente, de fato, é uma piada. Mas um dos responsáveis por sua ascensão é Obama.”

  • bem vindos de volta! Mas gente, a musiquinha do giro de notícias estava um pouco repetitiva e cansativa! Atrapalhou um pouco a experiencia…

  • Olá Filipe e demais ouvintes. O Canhão El Cristiano (O Cristão), que recebeu este nome, pois foi feito com o bronze com o bronze oriundo de sinos de Igrejas Paraguais não foi devolvido pelo Lula. Ele continua em exibição no Pátio Epitácio Pessoa do Museu Histórico Nacional. Tive a oportunidade de vê-lo em uma visita no final de 2015.

    http://www.museuhistoriconacional.com.br/images/galeria03/armada/mh-g3a073.htm

  • Olá amigos, ótimo podcast! Comecei a escutar à pouco tempo, mas ao ouvir esse último episódio eu resolvi mandar um comentário na esperança de ser compreendido e melhorar o programa. Eu não pude deixar de notar que nesse vocês deixaram a desejar na música de fundo. Em alguns momentos eu simplesmente n consigo ouvir oque estão falando! Por favor, se possível diminuam o volume da musica de fundo ou troquem para um com menos batidas. Na parte da economista podem até tirar a música que ajuda a entender melhor. Obrigado desde já. Desejo todo sucesso do mundo!

  • Caro Filipe,

    considerando que a próxima sexta-feira 20/Jan é o “Inauguration Day”, sugiro fortemente que vocês adiem em pelo menos um dia o programa para cobrir a posse do Trump.

    Sugiro ficar em casa, pedir umas duas PIZZAS do Domino’s (são as melhores) e se deleitar com os shows (que artista se apresentará ???) e o esperado discurso de posse. Eu mal posso esperar por este momento.

    Gostaria que comentassem também no próximo programa a repercussão das recentes declarações de Trump em relação à “obsoleta” OTAN e a decisão desastrosa de Angela Merkel de receber um milhão de refugiados.

    Um grande abraço,

    Rodrigo Cardoso

  • XADREZ VERBAL IS FAKE NEWS!

    No mais, continuem o ótimo trabalho.

  • Excelente trabalho! Sei muito pouco sobre política internacional, mas o conteúdo nas maioria de vezes, é bastante didático. Fazem me interessar cada vez mais pelo assunto. Acho que ouvintes como eu podem ser parte de seu público alvo. Obrigado pelo podcast. Abrçs

  • Mais um ótimo programa, como sempre. Parabéns.

    Dois comentários, o primeiro é uma crítica que espero que seja construtiva, na parte do Giro de notícias a música foi alterada e pelo menos pra mim ela ficou muito incomodativa, sério, tive que parar de escutar algumas vezes para não ter dor de cabeça.

    O segundo comentário é sobre o que está acontecendo no Saara Ocidental. Acredito que seria muito interessante passar para os seus ouvintes todo a triste história dos saarauís, inclusive a curiosa posição brasileira (na minha opinião) de não reconhecer a região como país independente.

  • Acho que seria importante explicar em mais detalhes o que realmente estava em jogo sobre a “revogação do Comitê de Ética”. O Comitê de Ética dos EUA existe desde 1798 com a função de monitorar e regulamentar os padrões de conduta de políticos estadunidenses. O comitê sempre foi muito criticado, e o governo Obama resolveu criar um sub-comitê, o OCE (ou Escritório de Ética do Congresso) cuja função é a mesma do Comitê de Ética de 1798, mas com o aval pra sair acusando sem provas qualquer deputado a esmo, manchando histórico de muita gente, etc no melhor estilo McCarthista. Alegando redundância de dois comitês com a mesma função e com o propósito de cortar gastos deputados Republicanos decidiram votar pra derrubar o OCE, não o Comitê de Ética original. Mas como dito, no fim do dia o Trump mandou todo mundo baixar a bola e mudou a agenda. Pega mal? Sim, muito. Até porque poucos entenderam a existência de dois comitês. Caça-as-bruxas é legal? Pode até ajudar, mas não acaba com a corrupção. Existe redundância e dava pra economizar uma grana? Talvez.

  • Ótimo trabalho! Continuem fazendo a diferença!
    Só uma ressalva, tal como Rafael falou em outro comentário, as vezes a música fica alta e incomoda bastante.
    Eu acho que vale um teste de abdicar a música durante o conteúdo mais extenso do podcast.
    Abraços!

  • O podcast é muito bom e começaram bem 2017. Mas, a parte de economia está deixando a desejar já em muitos programas. Muito fraco, praticamente nada realmente de economia, muita divagação e enrolação. Quase nenhuma objetividade. Ou muda ou é melhor tirar esse quadro.

  • Excelente como sempre.
    Só uma sugestão: não colocar música no fundo pois atrapalha para ouvir a voz.

  • In Trump we Trust!

  • Agradecendo em forma de comentário no post da publicação desse episódio do podcast auscultado a pouco.

    Obrigado por mais um episódio completo e abrangente e não preciso dizer inteligente nas análises e previsões e, não menos importante, divertido.

    O ano já promete muitas reviravoltas e talvez alguns revesses principalmente na política estadunidense (passei a adotar mais o termo para definir aquela nação bem mais após acompanhar o XV), assim como acredito que a situação na Venezuela deva se agravar tanto quanto a situação carcerária de certo país da América Latina.

    Vamos ver como a turma do G20 vai se comportar com a mudança de comportamento dos gastos e investimentos da China daqui pra frente.

    E que o XV volte com firme e forte, e se possível o Matias de volta, não menosprezando o nosso querido participante do Dragões de Garagem.

  • Excelente retorno mas apenas uma crítica… a nova musica de fundo dos quadros dá um sono danado!
    De toda forma, muito obrigado pelo ótimo trabalho.

  • João Paulo dos Santos

    Vocês não falaram que o relatório do “dossiê Trump” afirmava que Michael Cohen esteve em Praga, quando ele nunca esteve lá. Quanto ao caso Trump/CNN, esqueceram de comentar que o Obama durante os oito anos desmereceu a Fox News mais de uma vez, tendo tudo isso compilado em um vídeo da própria Fox, e foi ensurdecer o silêncio da CNN e de qualquer outro canal sobre isso. E finalmente, isso foi realmente ridículo, o Lucas utilizou a notícia da tortura do jovem pelos outros para criticar quem utilizou a notícia para criticar o movimento negro, aparente ficou mais indignado com isso do que com o fato da tortura em si. No mais, um programa razoável, adoro o Xadrez Verbal, mas está faltando aprofundamento nas notícias.

    • Se ele ficou mais indignado com isso, é um direito dele, o que não lhe dá o direito de chamar de ridículo.

      Se você acha que “faltou aprofundamento” pq não falamos que um político desmereceu um meio de comunicação que o criticava, desculpe, pra mim é o contrário.

      • João Paulo dos Santos

        Quanto CNN/Fox, o que critiquei foi o fato de vocês estarem comentando a relação Trump/CNN (muito justo, inclusive) e não falarem da relação Obama/Fox, que era muito parecida (e que ninguém fala), a não ser pelo fato do Obama, que é um orador excelente, conseguir trazer isso para o lado cômico, mas no fim das contas é a mesma coisa. E sim Filipe, tenho o direito de achar ridículo o fato (o fato, não quem o falou, no caso o Lucas) de ele dar mais importância a uma consequência de um crime do que o próprio crime, embora essa indignação esteja implícita em qualquer um de nós. E o aprofundamento que eu disse que está faltando é por acompanhar mais um podcast do mesmo estilo, também muito bom, mas que está indo mais afundo nessas questões mais polêmicas, olhando os dois lados da moeda, e, desculpa mas é o que penso, no último programa faltou isso, e se eu digo que faltou, é porque acompanhei os outros programas, baixei muitos dos mais antigos, e sei o quão preocupados vocês são em trazer as notícias de uma forma bem expositiva, diferente dos grandes meios de comunicação. Foram só críticas, não ofensas, se assim pareceu.

        • João Paulo dos Santos

          Enfim, me desculpo se te ofendi ou ao Lucas, não era minha intenção, eu só critiquei pq é minha opinião no final das contas, e pq gosto do programa. Abraços e sucesso.

          • Concordo com o João, pra quem não assistiu a cena onde o Trump se recusa a responder o jornalista da CNN fica bem superficial, ele não estava ”somente desmerecendo um meio de comunicação que o criticava” A CNN e a BuzzFeed publicaram/fizeram matérias acusando Trump/Associados sem provas e que depois ficou comprovado que eram mentiras.

  • Paulo Henrique Panazzolo de Albuquerque

    Estreia com o pé direito! Obrigado por serem minha fonte semanal de informações sobre o que acontece “por esse mundão afora”. Gosto muito quando falam da América Latina, e sou um fã do quadro da professora Vivian. Não achei o quadro desta semana tão ruim quanto falaram aqui, mas devo confessar que gosto mais quando ela fala de economia, especialmente quando focada em bem estar social. Entretanto, sempre podemos aprender algo de positivo, ainda que não esteja diretamente ligado ao tema 🙂
    Felipe, prometi que neste ano comentarei todos os casts do Xadrez Verbal, ainda que eu não tenha nada a contribuir. Me espere aqui semanalmente!

  • Flávio Augusto Graziano

    Caríssimos Filipe e Matias, em que pese a já comprovada excelência do conteúdo do podcast, observo que o mesmo não parece ocorrer no que tange à qualidade da edição de som e da música de fundo. Ao invés de contribuir com a experiência, o fundo musical, muito alto e repetitivo, dificulta bastante a compreensão das palavras e torna o programa muito mais cansativo do que deveria.

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