Xadrez Verbal Podcast #444 – Trump interfere em Honduras

Donald Trump está muito interessado nas eleições em Honduras, ao ponto de libertar um grande narcotraficante. Passamos por essa e outras notícias de nossa quebrada latino-americana. Atualizamos você sobre o continente africano e também sobre as últimas da guerra na Ucrânia. Giramos pelo mundo, a semana na História, economia com a professora Vivian Almeida, peões da semana e dicas culturais fecham mais um programa da sua revista de política internacional em formato podcastal!

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Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Em breve

Playlist das músicas de encerramento do Xadrez Verbal no Spotify

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Minutagem dos blocos, cortesia dos financiadores do Xadrez Verbal

00:06:30 – Giro de Notícias #01
00:37:35 – Coluna Aberta: Guerra na Ucrânia e Velho Continente
01:16:30 – Efemérides: A Semana na História
01:20:15 – Match: África
01:46:45 – Xeque: América Latina
02:53:05 – Gambito da Dama: Tecnologias e economia
03:04:55 – Giro de Notícias #02
03:18:55 – Peões da Semana
03:21:00 – Sétimo Selo
03:26:45 – Música de Encerramento

Você também pode assinar o podcast via RSS, além, é claro, de acompanhar o site.

A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3

 

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
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9 Comentários

  • Avatar de wwanderson

    Prezado Matias e Filipe, 

    Saudações rubro-negras de um eneacampeão (que aceita dividir o asterisco). 

    Obrigado pela companhia neste ano – vocês que foram meu podcast mais ouvido em 2025 (por simplesmente 5.877 minutos).

    Como sugestão da brincadeira dos números, segue a linha de ônibus nº 445 da empresa Flores que faz a linha Xerém-Nova Iguaçu ligando a metrópole-mãe da Baixada ao famoso bairro do Zeca Pagodinha – via Belford Roxo.

    Foi por alguns anos minha companhia de volta pra casa das aulas de administração na Rural de Nova Iguaçu.

    Abraços, Wanderson Ferreira.

  • Avatar de Italo Maeda

    Bom dia, humildimente tenho que pedir pros nobres senhores reverem a noticia sobre “referendo da taxacao de grandes fortunas na Suica” pq muita gente ta usando essa nomenclatura mas ela é incorreta se n enganosa, seria sobre a taxacao das grandes herancas(que tb sao fortunas mas n seira um imposto recorrente, esse a suica ja tem), e como vcs tb passaram brevemente sobre talvez tenha tido uma votacao ruim pq atrelava a taxacao a um gasto fixo.

    linha de busao Austriaca 445 Götzis-Feldkirch

    abraco

  • slowlyexpert20374e0857
    Avatar de slowlyexpert20374e0857

    Oi, gente! Obrigada pelo trabalho de vocês, o qual é um dos sopros de informação e conhecimento sobre política e história em meio a tanta desinformação e a ondas de conservadorismo.

    Gostaria de pedir um abraço ao meu esposo, Nayron, pois fazemos um ano de casados no dia 30 deste mês, dezembro. Ele me apresentou o podcast há cinco anos, quando começamos a namorar. Hoje os programas fazem parte da nossa rotina, sejam nas faxinas, enquanto lavamos louça, ou nas disucssões sobre política.

    Desde já, agradeço-os!

    Yolanda

  • Avatar de larissasoares

    Algumas outras questões referentes ao caso da professora da Universidade e Oklahoma:

    Mel Curth, a professora, na realidade é uma teaching assistant (monitora?) e uma mulher transgênero. Ela não foi a única a corrigir o trabalho, visto que a outra instrutora da matéria, Megan Waldron, matéria também concordou com a nota – mas apenas Curth foi suspensa. O texto em questão foi publicado aqui e é mesmo tudo isso que o Filipe diz. Um copy-paste de pregação de igreja que, apesar das alegações, não chega a citar a Bíblia – afinal, não tem citação alguma!

    Ao receber a recusa de mudar a nota, a aluna em questão, Samantha Fulnecky, recorreu não ao processo interno de anti-discriminação da universidade, mas enviou e-mails ao governador de Oklahoma, Kevin Stitt, e ao antigo superintendente de educação, Ryan Walters. Obviamente isso fez com que o caso recebesse atenção imediata, inclusive da ONG do Charlie Kirk, Turning Point USA, o que a levou imediatamente para o espaço público da extrema-direita dos EUA. É interessante notar que essa não é a introdução da família de Fulnecky ao mundo político: a mãe dela, Kristi, já foi uma councilwoman e é uma advogada responsável por processar uma cidade pela obrigatoriedade das máscaras e por defender pessoas envolvidas na invasão do capitólio.

    Tudo isso aponta, na minha opinião, não só para o uso do argumento religioso pela extrema-direita como uma forma de anti-intelectualismo, como o Filipe apontou, mas para um caso bem cínico e direcionado de transfobia – de Fulnecky, que frequentemente se refere à professora como “ele”, dos veículos de extrema direita e, inclusive, pela própria universidade. A justiça da nota que Fulnecky recebeu não é a questão em causa, mas sim o fato de que isto permitiu a suspensão, especificamente, da professora transgênero. E, bem, apenas um destes grupos é sistematicamente perseguido pelo governo dos Estados Unidos.

  • Avatar de Lucas

    Saudações Filipe e Matias,

    Queria deixar uma humilde e desqualificada interpretação sobre a portaria do Itamaraty que regula os procedimentos quanto a Lei de Acesso à Informação (LAI). Digo desqualificada pq sou apenas um concurseiro iniciante que teve alguns contatos com à LAI. Mas, mesmo com um conhecimento superficial sobre o tema, fiquei curioso e fui atrás da leitura da portaria na íntegra. Algumas impressões que tive sobre ela confrontam o teor da portaria, mas outras questionam as críticas veiculadas na imprensa a respeito dela.

    Começando por esse segundo aspecto. Tendo a discordar da ideia que a portaria “criou novas hipóteses de sigilo”. Pelo contrário entendo que o art. 29 da portaria apresenta explicitamente situações passíveis de imposição de sigilo e todas estas são casos concretos que já são abarcados pela LAI, só que de forma genérica. Especificamente quando esta define que são passíveis de restrição o acesso a informações que possam “prejudicar ou pôr em risco a condução de negociações ou as relações internacionais do País, ou as que tenham sido fornecidas em caráter sigiloso por outros Estados e organismos internacionais;”.

    Ou seja, entendo que a portaria estabelece detalhamentos em relação a lei, o que é a relação comum entre normas destes tipos. A lei é mais genérica e abrangente cabendo a outros documentos, nesse caso uma portaria, trazerem a lei para a realidade detalhando e especificando “no que” e “como” a lei é aplicada. Nesse caso, o efeito aparenta ser justamente uma diminuição na discricionariedade dos agentes públicos para definir o que pode ser posto sob restrição de acesso. Assim nesse aspecto me parece que existiria um aumento de transparência.

    Falo “existiria” pq o mesmo art. 29 da portaria é onde está o aspecto indefensável e injustificável, que em muito supera qualquer ganho descrito até aqui. É justamente nesse artigo que está escrito expressamente que o sigilo “independe de classificação”. O que a LAI define é que informações podem ser postas sob sigilo e que este se dá em três níveis conforme a classificação (desconsiderando informações pessoais que entram em outro caso de sigilo). Esses níveis a dependem do prazo máximo que a informação tem seu acesso restrito e quem tem competência para decretá-lo.

    Cabe destacar que a portaria não fala diretamente que o sigilo é por prazo indeterminado, mas a consequência lógica é que a falta classificação tem esse efeito. E por fim também discordo da explicação do Itamaraty que isso é uma necessidade pela natureza das informações tratadas no órgão. Isto, pois, os chefes de missão diplomática já estão contemplados no rol de agentes públicos que podem classificar informações como ultrassecretas, com a única ressalva que o ministro da pasta deve referendar este ato posteriormente. Este é o nível máximo de sigilo, colocando prazo de 25 anos para restrição de acesso e que pode ser renovado uma vez. Parece-me que 50 anos é tempo suficiente para prevenir que o conhecimento de certas informações possa trazer prejuízo para a diplomacia brasileira.

  • Avatar de Júlia Prado

    Olá, meus queridos e queridas membros do Xadrez Verbal!

    Queria dizer aqui, além de agradecer pelo episódio, que fiquei muito feliz de ver vocês no meu TOP PODCAST no wrapped do spotify! Vocês me acompanharam pelo ano todo e isso me ajudou muito em vários aspectos. Muito obrigada e desejo muito sucesso para vocês!

    Sobre o episódio queria comentar rapidamente sobre o Congo que desde a primeira vez que ouvi sobre ele, tinha problemas sérios com Ebola. E fico feliz que agora a situação mudou, e para melhor.

    Um beijão para vocês e desde já, desejo boas festas!

  • Avatar de Lucas Genazio

    Salve Filipe e Matias,

    Primeiramente gostaria de fazer parte da brincadeira dos ônibus mandando a linha 445 que liga o Shopping Nova Iguaçu a Xerém (a terra de Zeca Pagodinho). É um dos melhores ônibus que têm na Baixada Fluminense, com motoristas rápidos e ambiente climatizado.

    Também gostaria de comentar sobre o número 444, que talvez alguns palmeirenses não curtam em referência aos eventos ocorridos no último dia 29/11, SRN por sinal

    Mas deixando a provocação futebolista de lado, muito obrigado por me fazerem companhia nas minhas viagens. Sou formado em História e taxista e fico longas horas em rodovias, já zerei o Repertório e o Fronteiras. Recentemente eu ouvi o episódio das fadas celestiais e não consegui deixar de pensar como é surreal essa história, se um dia puderem fazer um episódio especial contando todas as consequências desse caso acho que muitos ouvintes ficariam agradecidos.

    Muito obrigado pelo trabalho que vocês fazem e forte abraço

  • Avatar de Gabriel Lemes Rosa

    Não é linha de ônibus, mas já que o tema de números tem sido recorrente: no último sábado o Xadrez Verbal, que eu costumo escutar enquanto corro, foi minha companhia enquanto eu atingi a distância de 21km pela primeira vez. Foram 2h13min correndo ouvindo nossa querida revista semanal de política internacional em formato podcastal.

    Grande abraço pros caríssimos Vivian, Filipe e pro meu amigo pessoal Matias Pinto, que repostou minha retrospectiva do spotify.

    Vida longa ao Xadrez Verbal! E que venham as próximas marcas!

  • Avatar de Tiago (Roseta)

    Desde do fim do Padrim estou sem apoiar o Podcast, que gosto muito e quero continuar o apoio.

    Talvez eu tenha perdido o aviso no podcast ou em alguma rede social. Vocês ainda tem uma campanha de apoio? Ou posso só doar na campanha da Central 3?

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