Xadrez Verbal Podcast #436 – Abertura da 80ª AGNU

Semana de abertura da Assembleia Geral da ONU significa o professor Guilherme Casarões nos brindando com sua expertise, comentando o discurso brasileiro. Abusamos da paciência dele e pedimos para comentar também o discurso da Palestina. Depois, passamos por todos os principais discursos dos dois primeiros dias, com Filipe Figueiredo comentando Trump e outros mais, Matias Pinto e Sylvia Colombo com nossa quebrada latino-americana e Vivian Almeida com as relações econômicas entre Argentina e EUA.

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Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Em breve

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Minutagem dos blocos, cortesia dos financiadores do Xadrez Verbal

00:06:00 – Abertura da 80ª AGNU e discurso de Lula (Brasil), com Guilherme Casarões
00:39:00 – Discurso de Donald Trump (EUA), com Filipe Figueiredo
01:23:35 – Discursos de Javier Milei (Argentina) e Gustavo Petro Colômbia, com Sylvia Colombo
01:28:25 – Discursos de Gabriel Boric (Chile) e Yamandú Orsi (Uruguai), com Matias Pinto
01:31:00 – Gambito de Dama: relações econômicas entre Argentina e EUA
01:39:05 – Música de Encerramento

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3

 

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
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8 Comentários

  • Avatar de Júlia Prado

    Olá, queridos e queridas do Xadrez Verbal.

    Que absurdo é esse? Episódio de uma hora???
    Brincadeiras a parte, episódio curto mas necessário e muito informativo. Estou muito curiosa pelos comentários sobre o discurso do Erdogan…

    Espero que vocês fiquem bem, fiquei um pouco preocupada com o “forças maiores” do Matias. Aguardo vocês na outra semana, ansiosamente pelo retorno. ♥

    Um beijão e fiquem bem!

  • Avatar de Lourenç

    O Filipe esqueceu de comentar que o xará dele de Espanha é o rei de Jerusalém quando comentou sobre a parte da Palestina do discurso 🤪

  • Avatar de Tomás LM

    Filipe primeiramente ótimo programa, segundo, no caso de uma guerra aberta entre Egito e Etiópia como que militarmente isso funcionaria? O Egito conduziria bombardeios? Teriam tropas na fronteira com outros países?….

  • Avatar de Guido

    Muito bom o programa. A comparação feita pelo mestre Guilherme Casarões entre os discursos do Trump e do Lula foi muito bem elaborada. Poderiam comentar o discurso do presidente da Indonésia? ele oferece enviar 20 mil soldados para Gaza? Essa oferta tem algum fundamento ou é apenas retórica?

    • Avatar de Rafael Faion

      Me peguei pensando o quanto seria interessante um Fronteiras Invisíveis do Futebol (em um eventual retorno) com a participação dos apresentadores do Futebol no Mundo, da ESPN. Todos parecem se interessar pelo xadrez da política internacional e, claro, por futebol!

      A amizade com o Ubiratan vocês já têm e a Copa do Mundo seria uma ótima deixa!

  • Avatar de mateusnagime

    Oi pessoal, muito obrigado por terem conseguido lançar o programa apesar de todos os empecilhos apontados e espero que estejam bem!

    No começo da Assembleia Geral procurei algum louquinho que fosse fazer resumo de todos e elencar os melhores discursos e o mais estranhos. Como não achei (apesar da al Jazeera ter feito um louvável tempo real de todos!), resolvi ser ele! rs No terceiro dia já fiquei cansado e agora tou ainda vendo os últimos a conta gotas…

    Mas bem, como vocês comentaram sobre os 2 primeiros dias e pediram comentários sobre os outros que chamaram a nossa atenção, resolvi abusar aqui com um comentário gigante:

    INDONÉSIA- Achei curioso o reconhecimento que Subianto fez pela segurança de Israel, algo até mencionado pelo Netanyahu.

    AUSTRÁLIA- Também a acusação de Albanese sobre dois ataques anti-semitas no país que teriam sido culpa do Irã, causando na expulsão do embaixador do país. O representante do Irã pediu direito de resposta, mas ignorou o caso concreto, lembrando só que anti-semitismo é algo que existe na europa há séculos. 

    Acho que meu discurso favorito de todos foi o do Gabriel Boric, achei forte como o Petro, mas de uma maneira mais estilosa (como Lula). Ainda na quebrada, achei curioso:

    PERU- a Boluarte falou que o governo dela é o mais estável da história recente, lembrando dos 5 presidentes em 5 anos.

    GUATEMALA – Bernardo Arévalo falou bastante das forças corruptas que criminalizam as lideranças indígenas e mencionou as eleições judiciarias para 2026 (se eu entendi bem).

    Ainda de maneira positiva, gostei também dos discursos de Nataša Pirc (ESLOVÊNIA), Alexander Stubb (FINLÂNDIA), e Dick Schoof (PAÍSES BAIXOS) ainda que um pouco protocolares e quase acadêmicos. Achei curioso como alguns países escolhem inglês para falar.

    PARAGUAI– Por outro lado, fiquei curioso pelos comentários de vocês sobre o discurso do Santiago Peña. Falou do Charlie Kirk, defendeu Israel, Taiwan… foi algo muito bizarro. Estive no Paraguai para os Jogos Pan-Americanos Junior de Assunção e era impressionante como ninguém lá parecia gostar dele dentre as pessoas com quem eu conversava. Recebeu muitas vaias nas cerimônias e mesmo quando aparecia… no período que eu estive, a cadeia 24h Biggie, maior do país, foi fechada e todo mundo dizia que era perseguição política porque os donos de lá eram opositores (mais sobre aqui https://www.abc.com.py/nacionales/2025/08/18/caso-biggie-santiago-pena-nego-persecucion-y-hablo-de-defensa-al-consumidor/)

    SÉRVIA- Alguém parecido com ele foi o Vucic, que ignorou totalmente os protestos e reclamou da violência política, mencionando Kirk e falando que o pessoal que vai protestar contra gaza na europa só faz por modinha…”no meu país também teve muito barulho e eu ouvi a população…”, disse em algum momento.

    ITÁLIA- Meloni foi meio caminho de Trump, disse que a economia verde está levando a um processo de desindustrialização antes de descarbonização, e que não dá para negar o aquecimento global, mas temos que discutir como lidar.

    HUNGRIA- O ministro das relações exteriores foi claro no “No War”, “No Migration” e “No Gender”, repetindo o mesmo discurso… nada de muito novo, mas muito triste.

    De resto, fiquei triste pela pouca menção ao Sudão (especialmente dos países africanos, parecia até que estavam com vergonha do que estava acontecendo). Fiquei decepcionado que a Hilda Heine não comentou nada sobre o incêndio nas ILHAS MARSHALL 

    PORTUGAL- Como curiosidades, fiquei com pena do tradutor do Marcelo Rebelo, que misturava português, inglÊs, francês e até teve portunhol.

    COREIA DO SUL- Achei bacana como o presidente da República da Coreia apontou a K-culture como prova da empatia universal, conectando pessoas de todo o mundo, através de fronteiras, culturas e línguas.

    CATAR- Na parte de esportes, o Xeique do Catar reafirmou que o país quer sediar os Jogos Olímpicos, “acreditando que não é só sobre esporte,  mas um meio para aproximar culturas, e promover paz e entendimento”;

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