Xadrez Verbal Podcast #395 – Explosões no Líbano

Mais um atentado contra Donald Trump! Analisamos essa notícia e sua suposta relação com a Ucrânia. Damos um peão pela nossa quebrada latino-americana e vamos ao Oriente Médio, com as explosões de pagers no Líbano. Giramos pelo mundo, a semana na História, Economia com a professora Vivian Almeida, peões da semana e dicas culturais fecham mais um programa da sua revista de política internacional em formato podcastal!

E esse programa tem o apoio da Alura!

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Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Em breve

Playlist das músicas de encerramento do Xadrez Verbal no Spotify

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Minutagem dos blocos, cortesia dos financiadores do Xadrez Verbal

00:04:55 – Giro de Notícias #01
00:24:00 – Coluna Aberta: Oriente Médio
01:05:35 – Efemérides: A Semana na História
01:11:40 – Match: América Latina
02:14:00 – Xeque: Europa
03:01:00 – Gambito da Dama: taxas de juros
03:14:00 – Giro de Notícias #02
03:33:45 – Peões da Semana
03:36:00 – Sétimo Selo
03:45:35 – Música de Encerramento

Você também pode assinar o podcast via RSS, além, é claro, de acompanhar o site.

A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3

 

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
Como sempre, comentários são bem vindos. Leitor, não esqueça de visitar o canal do XadrezVerbal no Youtube e se inscrever.

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9 Comentários

  • Avatar de João Pedro

    Olá, prazer a todos meu nome é João Pedro, mas também sou conhecido como Holy Stone. Vim aqui humildemente divulgar um projeto que faço parte e acredito que seja do interesse de muitos. Eu atualmente modero uma comunidade de fãs do Xadrez Verbal no Reddit, o r/xadrezverbal: https://www.reddit.com/r/xadrezverbal/

    Um espaço dedicado para prestigiar o incrível trabalho do Xadrez Verbal e também para discutir os seus assuntos recorrentes, como Politica Internacional, Historia, Economia e Atualidades. Nós desejamos construir um ambiente informativo e principalmente saudável. Um espaço para discussão e divulgação em que todos podem participar e interagir sobre os diversos assuntos complexos, mas importantes sobre o nosso mundo, claro, sempre se apoiando no Xadrez Verbal, uma das melhores fontes sobre os temas.

    Com isso tudo, venho convidar a todos os ouvintes e interessados a participar da nossa comunidade, a entrar e interagir no r/xadrezverbal. O Reddit funciona como um fórum anônimo, então caso queira criar uma conta apenas para participar da comunidade, sinta-se livre para tal.

    Claro, convido também o Filipe e o Matias, assim como qualquer outro/a jornalista, diplomata, economista, etc. Que queira ter um contato maior com a comunidade ali no nosso subreddit.

  • Avatar de Filipe Miranda

    Ouvindo a notícia sobre a eleição da Leila Dance, no Canadá, e os trocadilhos com o sobrenome, lembrei do ator britânico Charles Dance. Ele é conhecido pelos apreciadores da cultura pop como Tywin Lannister, o pai do Tyrion Lannister, na série Game of Thrones. Não sei se ele dança em algum momento da sua filmografia. Se não dançou, enfim a hipocrisia…

  • Avatar de Matheus Araujo

    Respondendo à pergunta sobre como se diz Caiçara em alemão: O mais comum é não traduzir e colocar o termo entre aspas e, às vezes, com uma explicação entre parênteses.

    Mas também encontrei no Linguee “traditionelle Fischerkommunen“ (comunidades tradicionais de pescadores) como tradução para “Comunidades Caiçara“.

    Abraços desde Berlim!

  • Edgar Vergopolem Ribeiro
    Avatar de Edgar Vergopolem Ribeiro

    Bom dia Filipe, Matias, Sylvia e Vivian. Ótimo programa como sempre! Tenho uma pergunta para o Filipe. Com os recentes ataques de Israel, como o governo do Líbano (e não o Hezbollah) tem reagido? Há algum movimento do governo para ser mediador entre Israel e o hezbollah, ou no caso de uma escalada ele se posicionaria de um lado ou do outro do conflito?

    Forte abraço!

  • Avatar de David

    Grande abraço para todos do programa!

    Complementando meu comentário do programa passado com os resultados finais das olimpíadas de Xadrez: no torneio absoluto o pódio ficou com a Índia vencendo com folga, seguida de 2º EUA e 3º Uzbequistão. Já no torneio feminino, 1º Índia, 2º Cazaquistão e 3º EUA.

    O destaque individual vai para o jovem indiano Gukesh, que desafiará o campeão mundial Ding Liren (China) pelo título mundial e fez uma das performances individuais mais impressionantes da história das Olimpíadas (8V 2E), vale ressaltar que ele tem 18 anos e se vencer o match em dezembro, se tornará o campeão mundial mais jovem da história do Xadrez, superando Garry Kasparov que foi campeão aos 22 em 1985.

    Os destaques políticos:

    • Na última rodada do torneio feminino, a equipe do Irã foi emparceirada contra Israel e se recusou a jogar. Perdendo por W.O. ;
    • Magnus Carlsen, atual número 1 do mundo e ex-campeão mundial que abdicou do título em 2022, ao ser homenageado na cerimônia final, fez um discurso contrário a restauração das federações da Russia e Belarus de Xadrez. Atualmente vários enxadristas russos tem jogado sob outras bandeiras como Sérvia, Eslovênia e até da Inglaterra;

    O Brasil terminou em 39º no Absoluto e 62º no feminino. Resultados próximos ao pré-rankeamento da competição.

  • Avatar de Andressa Paola

    Olá pessoal do Xadrez Verbal, Andressa Paola por aqui, ouvinte desde o final de 2019 que não fez História porque não tinha por perto. O que tinha na minha cidade era Licenciatura em Matemática (sim, minhas opções eram Matemática e História, não me julguem), e hoje estou em viagem para a Nova Caledônia (ilha no Pacífico, posse da França, perto da Austrália, para quem não lembra) para trabalhar no final da minha tese de doutorado com um professor da universidade daqui. Gostaria de complementar o trabalho de vocês com alguns comentários de alguém que está há três semanas no meio da bagunça dessa ilha (já que, se depender dos meus conhecimentos em matemática, não vou poder participar nunca – carinha triste).

    Em um dos primeiros dias que eu estava aqui, me disseram que eu precisava fechar os vidros do carro (estava de carona) quando chegasse próximo a uma praça, pois moradores relataram que naquela região haviam pessoas jogando pedras nos veículos que passavam. No segundo dia aqui, me apontaram uma fumaça subindo ao longe (não era tão longe assim, uns 4 km). Estavam queimando pneus em parte do sul da ilha, que está (peço desculpas pelo trocadilho) ilhada. Ninguém entra, ninguém sai (talvez forças policiais). Nada entra, nada sai. Desde maio.

    Me recomendaram a nunca caminhar sozinha nas ruas, mesmo de dia. Mesmo com outra pessoa junto. Melhor não andar muito mesmo. Houveram relatos de estudantes abordados fora (mas nos arredores) da universidade por grupos de pessoas portando facas e outros objetos cortantes. Situações não muito diferentes em outras regiões da cidade (a capital, Nouméa, onde estou).

    Cerca de 60% do comércio de Nouméa (principalmente grandes empresas européias) foi completamente destruído pelo fogo, colocado pelos manifestantes nos quatro primeiros dias do início do conflito, em maio. Postos de gasolina, revendas de carro, supermercados, de tudo um pouco. É maluco andar por algumas ruas aqui. De um lado, o mar de águas cristalinas, de um azul inexplicável. Do outro, destruição e fuligem, ferro retorcido, construções completamente inutilizadas. Imaginem como está a situação de desemprego…

    Há menos de duas semanas voltou a circular ônibus em Nouméa, a capital. O busão da cidade mesmo, entre bairros. Há meses não havia um único nas ruas, já que as instalações da empresa viária também foram depredadas e queimadas. Não se vê muitos ônibus entre cidades. Vi dois em uma viagem de duas horas de carro. Também foi completamente destruída pelo fogo uma escola profissionalizante aqui, com cursos de cabeleireiro, mecânico, coisas nesse sentido.

    O dia 24 de setembro é a data de “comemoração” da posse da Nova Caledônia pela França, e as tensões aumentaram muito nos dias precedentes. A universidade encerrou suas atividades na sexta (20) no meio da tarde, no sábado foi completamente fechada (tanto quanto possível) e só se podia entrar apresentando documentos e motivação (há residência estudantil na universidade, então existe circulação de pessoas mesmo aos fins de semana). Pela cidade inteira, toque de recolher às 18h, quem estivesse circulando nesse horário seria revistado e precisaria de uma boa justificativa…

    Sábado e domingo a noite ouvi várias explosões de bombas da polícia (daquelas que servem para dispersar pessoas, não sei o nome), vindas da região de Mont-Dore, onde o negócio esquenta com frequência. O mesmo lugar onde aconteceram as duas mortes na semana passada.

    O clima é de tensão permanente misturado com uma tentativa de normalidade. Há bairros residenciais e condomínios que fizeram barricadas próximo às entradas, e os moradores se revezam durante a madrugada para ficar de guarda (é chamado de “vizinhos vigilantes”), principalmente quando as tensões aumentam. Há fechamento de estradas na entrada de várias cidades no final da noite, como tentativa de evitar atos de violência, mesmo em “dias de normalidade”.

    Tentei não colocar opiniões em nada aqui, apenas relatar coisas que vi e ouvi. A situação é muito mais complicada do que um “acho que” seguido de um parágrafo que “resolve milagrosamente” uma situação que envolve muitos aspectos culturais, socioeconômicos e de exploração.

    A saudade que eu tenho de um pratão de arroz com feijão é inadmissível, comida de francês é tudo esquisita.

    Se puderem, mandem um beijo pro meu namorado. Também doutorando em matemática, gremista até no nome (Danrlei) e ouvinte do Xadrez Verbal (há menos tempo do que eu).

    Um beijo na mucosa do pulmão de vocês (um pulmão saudável é sempre bom) e tomara que esperem eu voltar pro Brasil se quiserem fazer uma revolução por aqui.

  • Avatar de Cristiano Batista

    No final de semana, aproveitei que minha esposa estava viajando e maratonei os três últimos episódios que não pude ouvir nas semanas anteriores. Bati meu recorde pessoal de XV: 12 horas seguidas (ok, foram 9 pq eu ouço no 1.5x).
    Sobre o JAMES EARL JONES, na mesma semana em que vocês comemoraram a vida e a obra dele também mencionaram os 60 anos do “Dr. Strangelove”, só faltou ligar uma coisa a outra, lembrando que esse foi o filme de estreia dele nos cinemas. Ele é um dos tripulantes do B-52 que está prestes a jogar uma bomba termonuclear nos soviéticos.

    Abraços!

  • Felipe de Mendonça
    Avatar de Felipe de Mendonça

    Bom dia , Filipe, Matias, Vivian e Silvia. Fiquei triste por vocês não terem parabenizado as drogas por continuar ganhando a guerra às drogas. No comentário do Nixon dizendo que maconha não seria tão ruim. Continuem o bom trabalho. Aquele abraço.

  • Avatar de Raul Rosa

    Olá Meus queridos!

    Apenas uma pequena correção:

    Na ocasião da reforma da previdência e fundação do PSOL o Ivan Valente não estava presente, e sim Heloisa, Luciana, Babá e João Fontes. Valente entrou apenas em 2005 quando estava rolando o Mensalão!

    Um grande abraço e obrigado pelo trabalho de vocês.

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