Xadrez Verbal e Atila Iamarino – Especial Coronavírus #21

Programa de número 21 sobre a pandemia da covid-19 com o biólogo e virologista Atila Iamarino para trazer uma perspectiva diferente ao noticiário internacional. Aqui você terá, gratuitamente, as principais notícias sobre a pandemia e um estudo de caso sobre a pandemia no Senegal, junto com as análises do que está funcionando, o que não está e quais as lições para o Brasil!

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

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02:05:00 – Estudo de caso: Senegal
02:25:30 – Música de encerramento

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, que está no Apoia-se

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
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11 Comentários

  • Senti falta do Átila mencionar (até para contestar) a alegação que a África está lidando melhor com a Pandemia devido o uso massivo de Cloroquina.

    Que os países africanos estão usando cloroquina é fato. “No Senegal, quase metade das pessoas infectadas receberam a prescrição de hidroxicloroquina, informou à AFP o professor Musa Seydi do hospital de Fann, em Dacar. Todos os pacientes aceitaram, ‘sem qualquer exceção’, destaca.”

    O que fica para discussão é relação de causalidade entre o remédio e o resultado de controle da Pandemia.

    Fonte: https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/afp/2020/04/01/com-medo-do-virus-africanos-apostam-na-cloroquina.htm

  • Programa fenomenal como sempre!

    Aqui em Porto Alegre trabalho com atendimento jurídico e psicossocial a imigrantes e refugiados, POA tem uma das maiores colônias senegalesa no Brasil, e entre eles também foram pouquíssimos casos de suspeita e nenhum caso grave relatado até agora. Corre entre as instituições de atendimento a estas populações a hipótese que o fator religioso ajudou a reduzir contágio também. Como uma maioria congrega duma mesma vertente do islã é bem difundido entre eles o hábito de lavar as mãos diversas vezes ao dia desde muito antes da pandemia (já que lhes é obrigatório lavá-las antes de cada prece), além de regras de modéstia limitarem contato físico próximo com pessoas de fora da família (nada de “dar Oi” com beijinhos no rosto e abraços se não for alguém com quem se tem muita intimidade, por exemplo).

  • O Papa é pop! Acho que ele seria um governante muito melhor do que certos que vemos por aqui, com bom senso e humanidade. Xadrez verbal ajudando a manter nossa sanidade mental. Obrigado!!

  • Luis Eduardo Reis da Silva

    Muito bom!! Obrigado Atila, Filipe e Matias pelo ótimo conteúdo!!

  • Continuo encafifada com a distribuição geográfica da população.
    O fato é que Senegal tem cerca de 40% de sua população residente em áreas rurais (se não me falha memória) e fazendo uma comparação tosca com os dados brasileiros (onde os municípios com maior número de residentes em áreas rurais tendem a índices baixos de casos e/ou óbitos), não se poderia afirmar uma “ausência” de notificações tendo em vista que em áreas rurais se tem pouco ou nenhum acesso aos serviços de saúde? (Observei dados de outros países com distribuições similares, com 40 ou 50% de dos habitantes em áreas rurais e fiquei com essa pulguinha de novo atrás da orelha).

    E sobre as vacinas… diferente de outras cujos testes estão restritos aos profissionais da saúde, a da Janssen vai ser testada no Grupo Hospitalar Conceição tendo como único pré-requisito para voluntários “ser maior de 18 anos” (segue matéria do G1-RS no final, porque a fonte não foram as vozes da minha cabeça).

    Comentário aleatório: após a piadinha sobre a ilha de Reunião, acho que Filipe merece o prêmio “tio do pavê”.

    Matéria g1-RS sobre a vacina da Janssen: https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/noticia/2020/09/09/teste-de-vacina-belga-contra-covid-19-sera-feito-nos-hospitais-conceicao-e-clinicas-em-porto-alegre.ghtml

  • Olá, Xadrez verbal e Atila ! Há diversas vacinas sendo desenvolvidas no mundo e, se houve histeria com papel higiênico, imagine com as vacinas. Quero perguntar quais são os possíveis reflexos e riscos de se tomar 2, 3 ou 4 vacinas diferentes! Forte abraço deste orgulhoso padrim a todos!

  • Em homenagem ao brado retumbante do Filipe em relação ao barulho inesperado no começo da gravação eu deixo o remix do melhor hit da musica brasileira em 2020:

    Helicóptero filha da put*
    Avião do ca*alho
    Empatou meu podcast
    Atrasou os trabalho
    Mas o estúdio ta unido
    E decidiu o seguinte
    Não tem mole pra ruído em 2019 nem 20.

  • Pedro Ivo Costa Rodrigues

    Ola Filipe e Matias!

    Estive quase comentando ja a alguns eposodios mas sempre me esquecia (perdao pela falta de acentuacao, o teclado cirilico nao permite)

    Estava sempre prestes a cobrar mais noticias dos Balcas, em especial da Bulgaria, onde vivo com a minha namorada. Estava para enviar alguns links e materias quando finalmente mencionaram os acontecimentos em volume anterior. Antes da minha mudanca para o pais admito que busquei em vao algum Fronteiras Invisiveis sobre a Bulgaria, fica ai o pedido, alias, uma versao do podcast com o atila em um estudo de caso nos balcas seria muito bacana. Me contentei com os episodios sobre Iogoslavia e Servia, que possuem breves mencoes ao pais, episodios alias que me iluminaram ao mudar para o Kosovo em 2017, causando belissima impressao nos locais, que nao sabiam de onde vinha meu conhecimento sobre a regiao.

    Vivi tambem no Kosovo e fiz parte do meu mestrado em Ciencias Politicas no departamento anti corrupcao de la, com algumas aulas lecionadas na Universidade de Prishtina (ironico, eu sei). Quem me fez comecar a ouvir o podcast inclusive foi um ouvinte ja mencionado por voces, Bruno Moller, hoje em Zagreb, que era meu colega de Mestrado em Portugal.

    Aqui na Bulgaria ja estamos sendo avisado a nao sairmos de casa no dia 22, dia da independencia, e as historias sobre os ataques a civis e jornalistas estao causando choque na populacao, o encarceiramento de um jornalista dinamarques foi noticia por um bom tempo aqui. Em minha cidade, Stara Zagora ( Augusta Trayana no imperio romano) temos um movimento reduzido porem ainda assim violento da policia com relacao a protestos.

    Sempre ouvimos o podcast no trabalho (em uma ONG), em casa, em viagens, obrigado pelas sempre sempre sucintas atualizacoes sobre esse caotico mundo da politica internacional. Nao perdemos um episodio, seja da versao com Atila ou a original.

    Gostava tambem de enviar um abraco ao Bruno e ao Vinicius, tambem importante na minha introducao ao podcast e ex companheiros de casa no Porto!

    Obrigado por tudo e continuem com o excelente trabalho.

  • Excelente programa, como sempre. Escuto vocês enquanto estou roçando o mato do cemitério onde trabalho aqui em Campinas.
    Também sou coveiro, e é impressionante como o número de enterros sobe depois de 15 dias passados de algum evento de aglomeração (como sentido agora os efeitos do feriado de 7 de setembro) ou abertura de mercados não essenciais.
    Na prática, descobrimos que não corremos muito risco de contrair o vírus da pessoa que faleceu e está dentro do caixão, mas sim dos familiares que estão acompanhando o enterro. Há casos de passarmos meia hora dentro do túmulo junto com o falecido pelo vírus, e mesmo assim quando fizemos os testes, todos deram negativo. Lembrando que os caixões nesses casos são lacrados e os corpos são ensacados com 2 sacos.
    E o mais inacreditável: vários que trabalham comigo ainda acreditam que o vírus não é isso tudo!!
    Fica aqui a constatação do que tá acontecendo na prática que muita gente não acredita quando passa nos noticiários em geral.
    E meu muito obrigado a vocês por nos deixarem tão bem informados numa fase tão complicada 🙃
    Ps.: Atila, ainda na espera do vídeo do porquê os gatos olham pra cima por causa daquele filtro do Snapchat, na época eu tinha te enviado um vídeo do meu gato fazendo isso 😬😬

  • Não é um paper (ao menos ainda não), mas há um estudo de prevalência de anticorpos na população de Foz do Iguaçu que demonstrou a queda da prevalência.

    https://portal.unila.edu.br/noticias/inqueritos-sorologicos-mostram-queda-nos-niveis-de-anticorpos-contra-a-covid-19?fbclid=IwAR28DPjpIvHllHzmf8J3P0ITqEZ0hYR2qJnFDwIqBBba_yr4goBjfY0ydYQ

  • Jaime Fassin Junior, biologo de Londres

    Meu time de podcast dos sonhos foi realizado. A epidemia serviu à algo, afinal. Só queria dividir a idéia que veem ventilando nas radios inglesas. Com o deslumbre de um novo lockdown e os números crescendo novamente, depois das aulas terem voltado, vários programas de radio veem dizendo que a Suécia foi um exemplo de como lidar com a epidemia, que nada parou e que tiveram poucos casos, em relação ao que o Royal College havia calculado. E que deviamos seguir esse exemplo, mas não falam das particularidades do pais, como foi discutido no analise de caso sobre a Suécia. Pena que não da pra mostrar o podcast aqui. Grande abc a todos.

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