Xadrez Verbal e Atila Iamarino – Especial Coronavírus #14

Programa de número 14 sobre a pandemia da covid-19 com o biólogo e virologista Atila Iamarino para trazer uma perspectiva diferente ao noticiário internacional. Aqui você terá, gratuitamente, as principais notícias sobre a pandemia e um novo estudo de caso sobre a pequena Islândia, junto com as análises do que está funcionando, o que não está e quais as lições para o Brasil!

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Dicas do Sétimo Selo e links

Matéria Por e-mail, região de Madri barrou idosos de asilos em hospitais, por Fernando Peinado

Repertório #07 – Atila Iamarino

Repertório #12 – OTO Mask com Indy Kapaz e Gustavo Pagotto Simões

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, que está no Apoia-se

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
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21 Comentários

  • Cada vez mais longo. Daqui a pouco o especial do Corona vírus vai virar o que? Um xadrez verbal normal.
    Parabéns pelo conteúdo

  • Caro Filipe.

    Você disse não saber se outro governo tinha colocado dinheiro em uma indústria com a contrapartida de novas tecnologias.
    Mas o Brasil fez isso recentemente com a Lei 13.755 (conhecida como Rota 2030). Dinheiro e incentivo fiscal à indústria automobilística com parâmetros objetivos para projetos de P&D de novas tecnologias energéticas.

    Não entro no mérito da qualidade da lei. Abraço.

  • Bernardo, de Berlim

    Bom dia Filipe com i e Matias sem h,
    fazia tempo que eu nao comentava, mas continuo sempre ouvindo. Parabens pelos programas sobre a pandemia e espero que voces gravem logo um novo fronteiras.
    Filipe, no comeco dos programas vc fala que o tempo agora é abstrato por causa da quarentena. Pois bem, recentemente cientistas conseguiram reverter o tempo em escala quantica. Voce deveria tomar credito por isso, pq faz tempo que já divulgava que seu tempo nao seguia a ordem linear. Nao deixem outros ganharem um nobel por isso pq esse gol é seu!
    Agora, o motivo que estou escrevendo é para dar um overview da situacao do dia-a-dia aqui na alemanha a qual estou vendo. Parece-me que em Berlim o povo nao está levando a sério de forma alguma a pandemia, a quarentena e as medidas de distanciamento social. Apesar de regras de ocupacao de locais públicos (como ocupacao maxima de sei la, 30% em restaurantes, algo assim) e de uso de máscaras, é muito comum ver pessoas e estabelecimentos as ignorando. Vi inclusive gente que sofre do mal que o Átila falou, de nao acreditar na seriedade da doenca/pandemia, pelo fato de o governo daqui ter, até agora, agido bem, como se o caso nao fosse sério simplesmente por nao ter havido caos aqui. Para mim, isso é burrice, alienacao ou falta de empatia.
    Abraços

    • Bernardo, de Berlim

      Oi Filipe e Matias,
      Gostaria de fazer um complemento ao meu comentário (na verdade, uma pergunta ao Átila: até agora, conheço 4 pessoas que se infectaram com o corona vírus (três tiveram sintomas mais “pesados” do que uma gripe e um foi assintomático – ainda bem nenhum caso grave, de ter que ir pra hospital, UTI, etc).
      O que me deixou curioso é que, em todos os casos, as pessoas infectadas não infectaram outras pessoas (os conjes, filhos, netos – ninguém, mesmo tendo contato, morando na mesma casa ).
      Teria uma explicação de como isso pôde acontecer, já que o vírus é tão infeccioso?

  • Queria dizer que um drive thru de uma igreja já tem aqui em Bauru (cidade lanche), até comentei com a minha tia que é religiosa e brinquei que iria lá fingindo querer comprar cerveja…

  • Caro Felipe, as medidas tomadas pelo governo Europeu, França, Alemanha e etc voltadas para o investimento em uma empresa desde que existam força de pesquisa e desenvolvimento cientifico nas áreas de preservação ambiental e energias renováveis pode se assemelhar a uma medida que o governo brasileiro tem em relação às concessionarias que administram as unidades brasileiras, o grupo Neoenergia por exemplo ter parcerias com os governos em pró da utilização de energias renováveis como a solar e a eólica.

  • Salve! Chamo-me Patrick, sou de Cabo Verde e vos acompanho a quase 2 anos, assim como o Fronteiras de Futebol e o Canal Nerdologia, no YouTube.
    Juntamente com o Atila Iamarino, vocês prestam um bom serviço público!
    Se posso fazer um pedido, por obséquio, dediquem dois minutos aos PALOPs (Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa), que além de algum de nós cabo-verdianos, de certeza que também têm audiência em Angola, Moçambique, Guiné Bissau e São Tomé e Príncipe.
    Cabo Verde é um arquipélago de 10 ilhas, com pouco mais de quinhentos mil habitantes, e neste dia conta já com 791 casos confirmados de Covid-19, 7 mortes e 354 recuperados. Fica aqui o link com as informações oficiais https://covid19.cv/
    Muito grato,
    Um abraço com morabeza 🙌🏾🇨🇻

  • Eu adoro o Xadrez Verbal. O Chaves queria ser Luis Pereira, eu quero ser o Átila.

  • Renato Florio Yabiku

    Sou fã assíduo e quase zerei o podcast na quarentena, porém acredito que vocês caíram em uma noticia tendenciosa sobre os zoológicos e o “boom” de filhotes. Primeiro que os dois zoológicos citados pela reportagem o Roev Ruchey Zoo e o Qalqilya Zoo não pertencem a nenhuma associação internacional de zoológicos, ou seja, são apenas exibições de animais. Os zoológicos modernos que são conduzidos pelas associações locais e mundiais são estruturas completamente diferentes na função e influencia para a sociedade, e operam com os pilares da conservação, pesquisa e educação ambiental, seguindo os mais altos padrões internacionais para manutenção desses pilares. Os zoológicos modernos não priorizam a exibição de animais e mantem com muito zelo suas populações, uma vez que elas são a base para conservação não apenas das espécies, mas também da viabilidade das populações. A reprodução não é necessariamente um objetivo do zoológico, uma vez que cada animal a mais gera um consumo de recursos, esses recursos precisam ser sustentáveis, ou seja, só podem nascer animais que realmente terão uma função na conservação da especie. Lembrando que o maior problema da perda das especies não é o numero de animais em si, e sim o ambiente natural viável para que eles possam viver em equilíbrio com o meio, por isso a reprodução é extremamente controlada nesses zoológicos. Em uma consulta rápida no ZIMS 360 (um tipo de central de relatórios de zoológicos que exibe dados desses zoológicos associados, incluindo nascimentos) não aponta nenhum boom de nascimentos. Em segundo lugar, as espécies citadas na reportagem, por exemplo avestruz, pavões e até os “raros” gansos egípcios não são animais de planos de conservação, ou seja, o nascimento desses animais apenas gera um numero maior de animais que consomem recursos e não tem influencia na conservação dessas especies (alias nenhuma das especies citadas passa por algum problema em relação ao numero de animais, ou seja, não deveriam estar sendo produzidas pensando nos pilares do zoológico e na sustentabilidade), não sei se me fiz entender, mas é contraproducente dizer que cria animais para salvar a natureza e para criar esses animais gasta mais recursos da natureza, um exemplo clássico são os elefantes em zoológicos brasileiros que somente a dieta é parte substancial do orçamento do zoológico e acabam comprando de produtores que desmatam para produzir, ou seja, tiram habitat de outras especies, para manter um exemplar de exibição, isso não é o que faz um Zoológico de verdade. Desculpe o comentário extenso, mas acredito que o podcast de vocês e excelente e essa noticia não condiz com o padrão de qualidade de vocês. Vou mandar sugestões de reportagens internacionais sobre zoológicos aqui no feed ao decorrer da semana, se me citarem por favor queria mandar um abraço ao meu amigo joão vitor peixoto que me apresentou o podcast quando eu era gerente de um zoológico no Peru e para minha namorada Larissa um eu te amo e obrigado por ela que acompanha vcs tbm quando estamos viajando juntos. Também tenho um podcast sobre zoológicos e faço muito jabá de voces lá. Um abraço !!!

  • Olá a todos,

    Sou o Tiago de Lima Castro, 35 anos e me recuperando do covid, não tendo a mínima ideia de como peguei se só ia em mercado e farmácia para abastecer a casa, no meio de um doutorado…

    O programa foi bom como sempre.
    Compreendo a indignação do Felipe com a foto do pulmão… Tenho muitos familiares na área de saúde e o gosto por ver estas imagens é estranho mesmo rsrsrs

    No caso da declaração da OMS, que foi um pouco equivocada na forma e deu margem aos negacionistas usarem isso, e o estão fazendo a torto e direito, penso sobre a forma de divulgação dos dados. O fato de ser alguém especializado na área sempre dá força na divulgação, mesmo de um órgão como OMS. Não necessariamente um pesquisador sabe comunicar bem em público, e no caso, imaginar todas as possíveis distorções de sua fala por negacionistas.,
    Tanto nesta questão sem precedentes como essa pandemia, como em situações de mudanças climáticas, não seria interessante ter uma preparação de auxiliar de impressa visando pensar nas possíveis distorções de falas não muito precisas? Talvez até já se faça isso, mas fico imaginando se não é necessário esse tipo de estratégia em contexto com tanto negacionista tentando distorcer fatos sobre pandemia, mudanças climáticas, vacinas, entre outros.

    Parabéns pelo trabalho e tudo de a todos!

  • Olá,

    Capuchin Monkey significa macaco prego. Fica a dica 🙂

    • Renato Florio Yabiku

      Na verdade Capuchin é um termo genérico para todos os Cebideos, porém é mais usada para os Cebus imitator, que é o macaco do Ace Venura hehehe quando falam de macaco prego eles geralemente se referem como Brown Capuchin ou Tufted Capuchin

  • Boas noites. Mais um programa excelente. Assisti também ao repertório #12, também achei muito interessante. Vocês talvez não fazem ideia da dificuldade que é encontrar material de qualidade na área da saúde. Tentei achar um oxímetro com bom custo benefício e ou era “xing-ling” de zero confiabilidade, ou marca “padrão-ouro” custando mais de mil reais. Pensando um pouco nisso tenho duas sugestões: um pedaço do programa comentando sobre máscaras e equipamentos adequados ao uso cotidiano e profissional inclusive fortalecendo as iniciativas nacionais. Outra sugestão seria justamente mostrar iniciativas brasileiras de enfrentamento à covid que estão dando bons frutos, não para criar mais uma polarização (como se já não tivéssemos tantas), mas sim para dar méritos ao que produzimos aqui, bem como criar/sugerir modelos nacionais já testados para auxiliar gestores que estão perdidos rsrs

    OBS: Fiquei dos mais felizes de falarem meu nome kkkkkk, mas É Paulo FernandO… só não vou criticar, pois com certeza eu escreveria Felipe e Mathias.
    OBS2: O Atila escapou bem da brincadeira mas ainda sugiro imagens dele na vida real para confirmar a veracidade dos fatos heheheheh

  • Olá Pessoal! Sempre um prazer escutar vocês e mais ainda quando sinto que posso contribuir.

    Quanto ao comentário de que a Espanha no vai abrir a fronteira com Portugal é na verdade o inverso, Portugal que não quer a reabertura antes da volta da normalidade na Espanha. Como (vivo na Espanha) não podemos viajar entre províncias, até hoje somente podemos viajar entre províncias que estejam em fase 3 e que sejam da mesma comunidade autônoma. Mas se partir do dia 25 próxima segunda, se abrirá as fronteiras e se vamos ter livre movimentação, não faz sentido pra mim que eles não abram também.

    Quanto a segurança, aqui eu me sinto muito inseguro em sair de casa, principalmente para comer. Ninguém respeita o distanciamento como se deveria, se a pessoa está de mascara, passa muito próximo de vc, tira a mascara para fumar e acaba tossindo muitas vezes bem próximo. Os bares não limpam as mesas quando deveriam desinfectar entre um cliente e outro.

    Un saludo já que um abraço nesses tempos é complicado!!!

  • Olá trio.
    Curiosamente, bem no momento em que eu ouvia o trecho do estudo de caso, falando sobre o sucesso da política de rastreio da Islândia, recebi a visita da agente comunitária de saúde da minha rua, fazendo várias perguntas sobre estado de saúde e possíveis contatos com infectados ou suspeitos de infecção. Moro numa cidade bem pequena, na região metropolitana de Goiânia, onde recentemente os casos confirmados de Covid -19 saltaram de 55 para 106 em apenas três dias. Só nesse momento os agentes começaram a fazer visitas gerais na cidade inteira. Sei que isso não é uma prática que esteja rolando no país inteiro, mas, aparentemente, aqui na minha cidade o susto fez com que começassem a fazer.

  • Oi pessoal!
    Já acompanhava o programa regular e estou adorando também o boletim semanal da Covid. Obrigada pelo trabalho informativo de. Vocês!

    Vocês poderiam falar, ainda q rapidamente, sobre a situação de Luxemburgo? Sei q é um local sui generis, mas adoraria ouvir a análise de vocês.
    Obrigada!

  • Olá caros falantes da central 3, tudo bem?
    Eu queria compartilhar a minha situação atual para destacar ainda mais a subnotificação no Brasil.
    Inicialmente meu pai esta internado devido a uma pneumonia a 12 dias no hospital particular do Bairro da Liberdade em São Paulo, e eu acompanhei os 7 primeiros dias dele. Ele estava melhorando, porem na quinta feira dia 18, Eu comecei a ter tosse, febre, cansaço e dores musculares, troquei de lugar com minha irmã, para não arriscar meu pai q é
    idoso, e fui no HU por não ter convênio, chegando lá eles me informaram q poderia ser covid, mas como meu caso não era de risco eles não poderiam fazer o teste. Fui para casa e me isolei para garantir que, seja lá oq fosse, eu não passasse para ninguém.
    Infelismente no dia seguinte meu pai teve os mesmos sintomas que eu e fez o exame pelo convênio dele. 3 dias depois saiu o resultado do meu pai e deu positivo para COVID-19, e minha irmã tbm começou a apresentar os mesmos sintomas.
    Liguei para os postos da região para q eu pudesse fazer o teste, tanto para garantir, quanto para notificar o agravo, mas todos falam q na rede publica só é liberado testes para casos extremos e risco de morte, e ainda cheguei a perguntar tbm q se caso eu esteja com COVID, se não for um caso grave ele não seria notificado, e me responderam q sim…

  • Olá meus caros, gostaria de saber se poderiam comentar esse estudo sobre a perda de anticorpos: https://www.the-scientist.com/news-opinion/studies-report-rapid-loss-of-covid-19-antibodies-67650
    Abraços

  • Boa tarde senhores, me chamo Rodrigo Reis, trabalho em um brewshop, com cerveja e estudo muito o assunto, tenho um comentário sobre Jesus transformar água em vinho. Na época e região, não era comum vinho e sim cerveja e outros fermentados, é convencional se assumir que Jesus transformou água em cerveja, e não vinho. Essa do vinho veio com os romanos que tratavam o vinho como uma bebida superior e a cerveja uma bebida de barbaros.

    https://stephenkneale.com/2016/11/23/did-jesus-actually-turn-water-into-beer/

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