Xadrez Verbal Podcast #179 – Bolsonaro e Trump

Bolsonaro foi até Trump e você vai entender tudo sobre o encontro aqui neste programa. Passamos os fatos, as notícias e chamamos um time de primeira linha para te explicar tudo. O geofísico Sérgio Sacani, editor do canal Space Today TV no YouTube, vai nos explicar tudo sobre o acordo de Alcântara. A professora da USP Mariana Aldrigui vai explicar sobre turismo e a questão dos vistos.

O professor de Relações Internacionais da FGV Matias Spektor vai nos brindar com uma análise política sobre o encontro entre Trump e Bolsonaro. Pra fechar, um papo especial sobre OCDE e o Brasil com a professora Vivian Almeida, que é da casa. Também passamos pela Europa, com a última do Brexit, e fomos também até o Cazaquistão. Além disso tudo nós giramos pelo mundo, a semana na História, peões da semana e dicas culturais fecham mais um podcast do Xadrez Verbal!

Você nem sempre tem tempo, mas precisa entender o que acontece no Mundo, ainda mais porque o planeta está uma zona. Toda semana, Matias Pinto e Filipe Figueiredo trazem pra você as principais notícias da política internacional, com análises, críticas, convidados e espaço para debate. Toda sexta-feira você se atualiza e se informa.

Dicas do Sétimo Selo e links

Site da Editora Contexto

Livro O primeiro homem: a vida de Neil Armstrong, de James R. Hansen

Filme O primeiro homem

Site da OCDE

Filme O Carrasco de Roma

Série Atlanta

Música de Encerramento Misirlou, de Dick Dale

Playlist das músicas de encerramento do Xadrez Verbal no Spotify

Canal do Xadrez Verbal no Telegram

Minutagem dos blocos, cortesia dos financiadores do Xadrez Verbal

  • 00:17:40 – Giro de Notícias #1
  • 00:34:40 – Coluna Aberta: A chatice contínua do Brexit
  • 01:24:57 – Efemérides: A Semana na História
  • 01:33:10 – Match: Bolsonaro na Casa Branca e América Latina
  • 02:42:50 – Xeque #1: Acordo sobre a Base de Alcântara com Sérgio Sacani
  • 03:13:00 – Xeque #2: Sobre turismo e vistos, com Mariana Aldrigui
  • 03:33:25 – Xeque #3: Análise política do encontro entre Trump e Bolsonaro com Matias Spektor
  • 03:40:40 – Gambito da Dama: Bate-papo do Filipe com a professora Vivian Almeida sobre a OCDE e o Brasil
  • 04:05:00 – Giro de Notícias #2
  • 04:21:45 – Peões da Semana
  • 04:24:00 – Sétimo Selo
  • 04:31:15 – Música de Encerramento

Ouça o podcast aqui ou baixe o programa. (clique com o botão direito do mouse e use a opção “Salvar como” para baixar)

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A revista de política internacional do Xadrez Verbal é feita na Central 3, que está no Apoia-se

Filipe Figueiredo é tradutor, estudante, leciona e (ir)responsável pelo Xadrez Verbal. Graduado em História pela Universidade de São Paulo, sem a pretensão de se rotular como historiador. Interessado em política, atualidades, esportes, comida, música e Batman.
Como sempre, comentários são bem vindos. Leitor, não esqueça de visitar o canal do XadrezVerbal no Youtube e se inscrever.

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73 Comentários

  • Olá meus caros Filipe e Matias, me chamo Eduardo e falo de Paulo Afonso – BA onde curso Eng. Elétrica, ouço o podcast a um pouco mais de um ano e agradeço a vocês o excelente conteúdo. Venho também aqui representar o subgênero dos ouvintes que escutam o podcast enquanto fazem uma bagunça na Europa jogando EU4.
    p.s. Ainda espero gameplay de EU4 do Filipe no YT.
    Abraços.

  • Saudações senhores do doce de leite!

    Me chamo Francisco Hélder, sou professor substituto de arte da rede municipal de Fortaleza, vim mais uma vez agradecê-los pelo excelente conteúdo prestado sobre política internacional e pelas aulas de história que nos tem proporcionado nesses anos de xadrez verbal.

    Por favor, mandem um salve para o povo de Fortaleza e do restante do Ceará.

    Cordialmente,

    Hélder.

  • Arunam Zanvettor Guedes

    Nossa, nunca me decepcionei tanto com uma pessoa, que blasfêmia nunca ter assistido Star Wars, e nem é questão de qualidade, o melhor é O Império Contra-Ataca, mas ver todos os três da primeira trilogia e principalmente o primeiro é questão de clássico… Mesmo que não goste. Vou tentar nem pensar no resto pra poder gostar do Matias ainda… kk

    • Você não foi o único a se decepcionar… Matias partiu meu coração.

      • Pessoas que não gostam de Star Wars não merecem confiança.
        Afinal não existem pessoas que não gostam de Star Wars.
        Se alguém assistiu e não gostou, volta e assiste de novo porque assistiu errado!

        Ah, e o melhor episódio é o V

  • Nós gostamos da sessão de comentário sim! (e quando uso nós, tenho certeza de que represento a maioria). Só não gostamos de não ter nossos comentários/e-mails não lidos.

    Eduardo Cormanich

    • A interação com o público é uma das melhores coisas dos podcasts. Quem não gostar da leitura de comentários, é só pular. Poderiam fazer igual o Jovem Nerd e colocar um informe do tipo “quem não quiser ouvir a sessão de comentários é só pular para 22 minutos e 33 erdogolons”.

  • Alexis Petri Costa

    Nobody expects the Spanish Inquisition!

  • Felipe e Matias. Moro na Itália e escuto o podcast enquanto limpo a casa. Um dos meus colegas de casa, italiano, sempre me faz traduzir o que vocês falam pra ele (Especialmente os comentários sobre o Salvini e/ou DiMarco) e ri horrores quando você faz algum comentário e solta “cazzo!”, porque essa parte ele entende.

  • Estimados Felipe e Matias. Meu nome é Sanatiel e escrevo-vos de Paranavaí Noroeste do Parana, gostaria de pedir um salve e também que os ouvintes desse maravilhoso programa desta localidade se manifestem. Não deixo de ouvir um programa; Um forte abraço.

  • Agradável e útil, o trabalho de vocês…parabéns!
    Inoportuna e importunamente recomendo produzirem um fronteiras invisíveis sobre o Ceará, aproveitando a oportunidade de um clássico rei na primeira divisão e o fato de que tem muita coisa massa na história do estado.
    Paz!

  • Caros Filipe e Matias. Me chamo André e sou mestrando em Energia pela UFABC em Santo André. Lembro do tempo em que ficava com preguiça de ouvir o podcast por achar que ele era muito longo e que não teria paciência pra ouvi-lo até o fim. Hoje em dia fico triste quando ele tem menos de 4 horas de duração. Excelente programa como sempre e uma das coisas que mais me chamou a atenção foi o comentário de que o presidente Donald Trump não teria tweetado nada sobre a visita de Bolsonaro ao Estados Unidos. A que ponto chegamos em que para medir a importância da visita de um chefe de Estado a outro país teríamos que recorrer a uma rede social. Os tempos realmente mudaram!
    Um grande abraço!

  • Rafael de Paula Costa

    Olá Felipe e Matias, me chamo Rafael de Paula, moro em Goiânia (GO) e estou no sétimo período do curso de História da UFG. Conheci o Xadrez Verbal há mais ou menos dois anos e desde então ouço o podcast religiosamente toda semana, me interesso bastante por geopolítica internacional e o Xadrez é uma fonte muito segura de informação. Em relação ao político sérvio Radovan Karadzic e para melhor entendimento da Guerra da Bósnia, eu gostaria de recomendar para vocês e os queridos ouvintes, duas HQ’s do jornalista e quadrinista Joe Sacco: “Área de Segurança: Gorazde” e “Uma História de Saravejo”. Nesses dois livros em forma de história em quadrinhos, Sacco faz um belo trabalho jornalístico e histórico sobre o conflito na ex-Iugoslávia, com um requinte visual extremamente realista e chocante. Em “Área de Segurança, Gorazde”, ele detalha, através dos relatos dos sobreviventes, o Massacre de Srebrenica – do qual vcs falaram nessa edição do podcast – e “Uma História de Sarajevo”, Joe Sacco fala sobre o Cerco da cidade de Sarajevo, que durou 1.425 dias (05/04/1992 a 29/02/1996). E Karadzic foi condenado pelo Tribunal Penal Internacional por esses dois eventos, além de outros crimes de guerra. No mais, é isso. Parabéns pelo trabalho do podcast (que é o meu preferido da podosfera), e um forte abraço pra vocês, pra todos os ouvintes que moram em Goiânia, em especial aos ouvintes do curso de História da Universidade Federal de Goiás. FORTE ABRAÇO!

  • Olá Filipe e Matias! Meu nome é Eduardo Pandini e sou médico infectologista em Colatina-ES, além de membro da crescente comunidade de pessoas que ouvem o Xadrez Verbal enquanto jogam EU4 e CK2.
    Sobre o caso do político italiano Massimiliano Fedriga, o anti-vaxxer que foi internado com catapora, confirmo a informação de que contrair a doença na idade adulta é sim mais grave, podendo causar, entre outras coisas, uma pneumonia grave ou uma inflamação no cérebro que podem ser fatais. Além disso, pessoas que tiveram catapora no passado (mas não aquelas que foram vacinadas) albergam para sempre o vírus nos seus gânglios neurais, e com o envelhecimento ele pode surgir como lesões de pele muito dolorosas que chamamos de zóster (o popular “cobreiro”).
    Outro ponto que merece ser mencionado é o efeito rebanho, que ilustra muito bem o caráter coletivo da campanha de vacinação: algumas pessoas com imunidade baixa não podem receber a vacina, enquanto outras por algum motivo podem receber mas não ser imunizadas (ou seja, a vacina não funcionar). Nesses casos, as pessoas ainda estão vulneráveis à doença em questão (catapora, sarampo, etc), e quanto mais gente em volta estiver vacinada, menor a chance de o vírus chegar até elas.
    Um grande abraço e continuem o excelente trabalho!

  • O programa tá maravilhoso, sanou muitas das minhas dúvidas a respeito sobre OCDE e, gostei, especialmente, da participação do Sérgio Sacani, melhor cobertura e explicação sobre esse entrevero da base de Alcântara, muito obrigada!
    Muito importante, também, a ressalva sobre o ciclone que atingiu os países africanos, e é uma vergonha o BR não levar ajuda humanitária!

  • Caro Filipe e Matias, gostaria que dessem repercussao a essa noticia pq sei que voces tem contatos no Itamaraty e tem gente de la que ouve o programa.

    https://poenaroda.com.br/diversidade/consulado-brasileiro-em-paris-se-recusa-a-registrar-bebe-filho-de-duas-maes/

  • THIAGO SABINO DE OLIVEIRA

    Fala galera!

    Programa excelente, com ótimos convidados!

    Mas Filipe, o que anda acontecendo com o calendário? Trocou 2018 por 2008 umas quatro vezes no programa.

    Abraços!

  • Quem não está com o celular rachado não passou por 2019.

  • Igor Coura de Mendonça

    Pessoal!

    Vamos começar um My Maps no Google mostrando as cidades e países de onde estamos ouvindo Xadrez Verbal e Fronteiras Invisíveis do Futebol! http://bit.ly/2UaAa0g
    Só falar a cidade e aceitar qq endereço (não detalhem ruas por privacidade).

    Quem animar participe! http://bit.ly/2UaAa0g

  • Pingback: Bolsonaro e Trump, OCDE, OMC, Vistos, Temer e BID – Evidente

  • Ola caro Matias e Filipe, meus companheiros das corridas longas (20km) das sextas feiras!
    Gostaria de acrescentar sobre as Colinas do Golan.
    O problema la nao e apenas a agua. Antes da guerra dos seis dias, os vilarejos israelenses ao sope da colina eram continuamente bombardeados pelos Sirios. As colinas sao considerados um lugar estrategico pela sua posicao, alem de ser um lindo resort de ferias!
    Diferentemente da area chamada de Judeia e Samaria, que pela lei israelense ainda e um territorio ocupado, as colinas sao anexadas, sou seja, parte integra de Israel, sendo que seus habitantes nao judeus (a maioria druzos) tambem possuem cidadania israelense e todas as leis civis de Israel vigoram por la.

    Forte abraco!

  • Opa Filipe e Matias!

    Sempre escuto o programa, abraços de Recife! Mandem um abraço para minha mãe Rosângela que está entrando no mundo dos podcasts.

    • Só pra deixar um adendo aqui que o filme Monty Python em Busca do Cálice Sagrado também tem na nossa mais querida streamer de filmes e séries que não patrocina esse programa.
      Manda um salve pra mim no próximo programa Filipe e Mathias, sou a ouvinte do subgênero CACDista e jogadora de Euro Truck Simulator que promete um dia patrocinar vocês (quando passar no CACD pra ser mais exata).

  • Eu duvido muito que a Samsung vá dar celulares pra vocês depois de vocês mencionarem Samsung e granada não mesma frase.

    • Fábio Garcia de Souza

      Boa noite pessoal,
      Queria lhes agradecer pelo conteúdo exemplar e gratuito que vocês produzem e disponibilizam.
      Sou do subgênero de ouvintes que rouba gado no red dead 2 ouvindo o podcast.
      Quanto a política brasileira, podem falar a vontade, o interessante em acompanhar política internacional é perceber as narrativas que os atores políticos nos impõem normalmente não está correta.
      Por isso nos informamos pela imprensa e não pelos grupos políticos da moda.
      Mandem se possível um beijo para o meu irmão, viciado no programa Guilherme Garcia
      Grande abraço

  • Igor Coura de Mendonça

    Caros peões! Eu criei um My Maps para cada um colocar a cidade de onde escuta o Xadrez Verbal (não coloquem o endereço exato pois é público, apenas cidade e estado e um ponto automático de referência vai surgir).

    https://www.google.com/maps/d/edit?mid=1ICRkIKfbqbakBth0D4mVYJ86r9O7fqVk&usp=sharing

    Abraços!

  • Buenas.

    Ótimo programa.

    Já estive na cidade de Alcântara, alguns anos após a explosão. A cidade colonial, bem pequenina. Chegava-se de barco. Vale a visita pelo lado histórico, mas não dá pra chegar perto de um foguete ou coisa parecida. Lembro-me de ver uma estrutura em meio a um coqueiral infinito a uma grande distância… acho que era a base de lançamento. Dá pra corroborar as palavras do Sacconi. Falta muito pra virar algo mais funcional.

    Sobre o Cazaquistão… eles têm alguma coisa a ver com os Kazares/Khazares ou são só nomes similares?

    Tenho um livro fantástico chamado Dicionário Kazar, do ioguslavo (naquela época havia Ioguslávia) Milorad Pavitch, um precursor do hipertexto. É a história meio surreal de um povo lendário desaparecido, contado entre 3 dicionários, um cristão, outro muçulmano e um judeu. Com o passar dos anos, descobri referências históricas que teriam inspirado Milorad, como – por exemplo – um Rei que chamou representante das 3 religiões para escolher a de seu país… mas esse assunto de Kazária e sua relação com a Ioguslávia (se é que há) ainda me soa meio confuso, pra ser honesto.

    Enfim.., é mais uma curiosidade.

    Abs

  • Aos 45:56, quando falam sobre o lançamento que colocava o Reino Unido fora da Europa, eu me lembrei do Stadia (serviço de streaming do Google para video games) que aconteceu no dia 19 onde fizeram a mesma coisa.

  • Olá pessoal me chamo Gabriel, sou um ouvinte recente de vocês (iniciei em Janeiro desse ano) e já indiquei o programa para minha namorada Karoline. Ambos cursamos Ciências Contábeis na UESC em Ilhéus-Bahia. Por favor, peço que mandem um abraço pra ela em meu nome, para que ela me chame de fofo 🙂

  • Bom dia/tarde/noite Filipe e Matias. Me chamo André Luiz e sou de Ipatinga, MG, onde me formei recente em Administração. Já acompanho o podcast a uns dois anos, apesar de tecer poucos comentários – exceto uma ou outra frivolidade no Twitter. Gostaria de agradecê-los tanto pelo conhecimento que proporcionam, quanto pelos momentos cômicos, que não são raros.
    Sobre House of Cards, eu não sei quanto a série original, mas posso dizer que o livro – o primeiro pelo menos, visto que infelizmente ainda não li os demais – é muito bom, nada arrastado. Sobre o Brexit, considerando que mesmo passados dois anos eles não conseguiram chegar a um acordo, não vai ser em alguns dias que isso será resolvido. Por último, gostaria de saber a opinião de vocês sobre uma possível aproximação entre o MERCOSUL e a Aliança do Pacífico e suas possíveis implicações, tanto positivas quanto e negativas.

    Forte abraço!

  • Confesso que aproveitei a oportunidade para saber mais sobre o nome do bairro Flamengo aqui do Rio, quando foi mencionado o nome do time.
    Usei a wikipedia para rastrear, que segue abaixo.
    01) O Clube de Regatas do Flamengo (mais conhecido simplesmente como Flamengo, e popularmente pelos apelidos de Mengo, Mengão e Fla) é uma agremiação poliesportiva brasileira com sede na cidade do Rio de Janeiro. Fundado no bairro de mesmo nome[nota 1] para disputas de remo em 17 de novembro de 1895,[2][10] tornou-se um dos clubes mais bem-sucedidos e populares do esporte brasileiro, especialmente pelo futebol.
    02) Etimologia. Segundo a versão mais difundida, o nome Flamengo é uma referência ao navegador neerlandês Olivier van Noort, que tentou invadir a cidade no século XVI a partir da Praia do Flamengo. Os naturais dos Países Baixos eram historicamente designados por flamengos, por serem provenientes da Flandres.
    Cara, muito bom o programa de vocês onde podemos derivar aprendizado por várias áreas.
    abração.
    Fábio

  • Igor Coura de Mendonça

    Acrescento um defeito ENORME nos problemas de se ter “tecnocratas economistas ditando políticas econômicas em governos autoritários” – eles não conseguem ser CRITICADOS. Então se errarem alguma estratégia, por mais transamazônica que ela possa ser, como alertar o erro?

    O Eduardo Bueno vive dizendo em seu canal no YouTube que é indignado com a redação que ele teve de fazer falando sobre a transamazônica. Hahaha

    Democracia liberal e iluminista, baseada em evidência quando ela existe, mas sempre com plenárias para se decidir o que se fazer. É mei chatim mas é o mió que tem.

    #docedeviçosasempre

  • Caros Filipe e Matias,

    Parabéns novamente pelo programa. Sou ouvinte há poucos meses e já fui agraciado com uma menção há algumas semanas.

    Como professor de italiano e entusiasta da História e da Geografia, acabo tendo algum conhecimento sobre o país da bota.

    Gostaria de fazer uma correção: no programa 179 foi dito que o Friuli-Venezia Giulia (ou Friul-Veneza Júlia, em português), região presidida pelo anti-vacina Massimiliano Fedriga, era a região de Veneza e Udine (sílaba tônica no U).

    Muito bem, a cidade das gôndolas e sua província estão localizadas na região vizinha a oeste, o Vêneto. Veneza é capital do Vêneto. O Friuli-Venezia Giulia, a leste, tem sua capital em Trieste e Udine é outra importante cidade.

    A confusão deve-se ao fato de a Veneza Júlia ser uma região histórica que hoje é dividida por três países: Itália, Eslovênia e Croácia. A parte que coube à Itália foi posta junta ao Friuli e então formou-se o Friuli-Venezia Giulia. O termo foi criado no século XIX, logo após a Unificação, por um linguista que quis relembrar o fato de que houvera uma região do Império Romano chamada Venetia et Histria, mas que então se encontrava sob domínio austríaco. Foi uma forma de reivindicar, naquela época de expansão da Itália unificada, aquele território como culturalmente latino e, então, italiano.

    É isso.

    Muito obrigado pelo espaço.

    Cordiali saluti,

    Plínio Paulos
    Santos/SP

  • Olá Filipe e Matias!

    Desde já agradeço a indicação do filme Monty Python, que acabei vendo nesse final de semana depois de uma sessão de autoflagelo moral. Gostei muito da nova forma mais dinâmica como foram conduzidas as participações dos convidados especiais e gostaria de sugerir insolentemente a mudança do nome do quadro “Menino Neymar” pra “Menino Nakamura, Velho Mequinho, Momento Bobby Fischer, ou qualquer referência a enxadristas considerados no mínimo muito polêmicos!

    Peço também um beijo pra Cesa Gabriela, de Picos, no Piauí que sabendo disso vai ouvir o programa pela primeira vez essa semana!

    Um abraço!

  • Olá Filipe e Mathias, completando os dados sobre os eleitores do Bolsonaro nos EUA, em Governador Valadares, também conhecida como Valadólares, Jair Bolsonaro teve mais de 70% dos votos válidos no 2º turno, as declarações dele e do filho foram mal recebidas lá também.
    Abraço!

  • Sobre a localização estratégica das Colinas do Golã, veja esta imagem do Google Street View a partir da lanchonete Coffee Annan, que fica bem no alto da colina: http://bit.do/eMLic

  • Se eu fosse o Bolsonaro tomava cuidado ao andar. De tanto pano que o xadrez verbal passou para ele nesse programa, o chão deve estar super escorregadio. O programa é muito bom, porém seria legal, ao trazer convidados, trazer convidados de vários matizes políticos e ideológicos, pois é completamente bizarro ouvir que o “Trump fez concessões ao Brasil” sem sequer especificar quais”concessões” seriam essas. Obviamente não houve nenhuma.

  • Amanda Ramos de sousa DE SOUSA

    Oi, Filipe e Mathias, sou um recém formada em História pela Uespi ( Teresina- Piauí), conheci vcs através do btcast, além disso, em sala de aula,meu professor comentou sobre a existência de vcs, mas eu não tirava tempo para escutá-los , tinha preguiça( tô vencendo isso aos poucos) de escutar os podcasts, pois são muito grandes kkk, enfim, tô só passando pra dizer que eu perdi muito tempo da minha vida não escutando vcs, pois tenho aprendido muuuuuuito e me apaixonado por historia mais ainda, vcs são minhas companhias de ônibus lotado todas as manhãs.BEIJOS e manda abraço pra mim 🙂 AHH, meu nome é Amanda Ramos!

  • Filipe e Matias, comecei a ouvir o podcast por recomendação do Leonardo Machado e estou viciado. Faço Engenharia Química (não precisam se sentir culpados) mas sempre senti a necessidade de me aprofundar em história/política. Agora que ouço vocês me sinto muito melhor e muito mais informado do que acontece no nosso mundo REDONDO.
    Continuando nessa trajetória de me tornar uma pessoa mais “culta” e informada, queria pedir a indicação de livros que eu (e todos aqueles que estão no mesmo caminho) deveriam ler e de podcasts sobre nosso House of cards nacional (política brasileira).
    Super abraço e parabéns pelo trabalho incrível de vocês, não parem!

  • Filipe e Matias, gostaria de agradecer primeiramente ao belíssimo episódio da sexta passada, ficou fantástico, meus parabéns. Eu me identifico como algo entre um conservador burkeano e um liberal clássico, portanto tenho muitos conhecidos de direita. Alguns, de forma detestável, amam atribuir a vocês um rótulo de “esquerdistas enviesados”. Foi um prazer quase sádico vê-los ter que admitir uma admirável imparcialidade de vocês no episódio passado.

    Gostaria de comentar dois pontos em específico do programa. O primeiro é a defesa acalorada do Filipe sobre o Bolsa Família, da qual eu compartilho. O governo também tem o claro dever de ajudar a cuidar dos doentes e dos velhos, e de providenciar uma rede de proteção para todos aqueles que, sem culpa alguma, caem no desemprego, na pobreza, e na privação. Sobre a efetividade econômica do programa, existem duas matérias excelentes do Instituto Mercado Popular feitas pelos economistas Felippe Hermes e Pedro Cavalcante. http://mercadopopular.org/2015/08/bolsa-familia-o-que-se-ve-e-o-que-nao-se-ve/ e http://mercadopopular.org/2016/08/o-fracasso-do-fome-zero-e-o-sucesso-do-bolsa-familia/

    É até uma contradição o Bolsonaro bater tanto no Bolsa Família, quando este é um programa feito inspirado em ideias de Milton Friedman, o Chicago Dad.

    O segundo ponto foi o comentário do Filipe sobre regimes totalitários serem necessariamente corruptos e não geraram crescimento econômico. Existe um economista – sem clubismo, o maior economista vivo – que conclui isso através de dados empíricos. Ele argumenta que apenas democracias com instituições firmes e inclusivas. Ele também tem trabalhos mostrando os danos do Colonialismo. O nome dele é Daron Acemoglu e, para se interessar, recomendo os livros Por que as Nações Fracassam e Economic Origins of Dictatorship and Democracy. A página dele no MIT contém todos as publicações acadêmicas dele, há muitos papers legais sobre esse assunto lá.

    Gostaria de terminar dizendo que apoio a sessão de comentários e que também sou da turma que ouve o podcast jogando EU IV, CK2, mas também board games.

    Ah, e mandem um abraço para a galera do Grupo de Estudos Dragão do Mar, um grupo de estudos de Direito e Economia filiado à Universidade Federal do estado cuja a capital é Fortaleza, que homenageia um jangadeiro que se negou a transportar escravos entre o navio negreiro e o porto de Fortaleza. Isso deu origem ao movimento abolicionista cearense que culminou na libertação dos escravos de Redenção, 5 anos antes da Lei Áurea, no dia 25 de março de 1883.

  • Sobre os nomes no Casaquistão: ” Nursultan” realmente significa algo como “Sultão de luz”. Uma outra curiosidade é que “Astana” significa simplesmente “capital”

    Tem uma reportagem na Deutsche Welle dando essa informação e um colega do Casaquistão também me confirmou as traduções.

    Um grande abraço desde Gießen na Alemanha

    *Esqueci o link da matéria

    https://m.dw.com/pt-br/cazaquistão-rebatiza-capital-em-homenagem-a-ex-presidente/a-47996612?fbclid=IwAR24ArN0Y2FYzu23mUlw57JRNy3jOoWDy-HnQFFW4VxnvTDIgsBYQ7s5KXk

  • Filipe e Matias,

    Estou novamente aqui para falar de filigranas do Velho Continente.

    Sobre a suspensão do Fidesz do PPE (Partdo Popular Europeu): foi dito no programa 179 que os conservadores britânicos, os Tories, integram o PPE.

    Na verdade, os centro-direitistas do Reino Unido há tempos não são muito entusiastas da União Europeia. Desde 2009, no governo Cameron, os conservadores integram como membros fundadores o grupo político ECR (Reformistas e Conservadores Europeus), que hoje tem 75 cadeiras das 751 do parlamento da UE. Também está nesse grupo o Lei e Justiça da Polônia, atualmente no governo do seu país.

    Abraços,

    Plínio Paulos
    Santos/SP

  • Olá Filipe!

    Parabéns pelo conteúdo do programa.
    Sou de Salvador e o dia de aniversário da cidade infelizmente não é feriado.
    Ahh, o apelo pela primeira capital é forte por aqui, a atual prefeitura utiliza como slogan inclusive.

    Forte Abraço.

  • Mateus Roberto Estanislau

    É meus caros, se estão achando que esse negócio de Brexit vai se resolver logo, pergunte a um indiano. Tenho certeza que eles vão dizer que os ingleses demoram muito para sair de algum lugar…

  • Olá Filipe e Matias, obrigado pela lembrança à “minha” cidade, Salvador!

    Gostaria de atentar para uma possível pequena imprecisão jurídica, o conceito de ilegal não se confunde com o conceito de crime. Alias a maioria dos atos ilegais do dia-a-dia não são crimes, por exemplo, o patrão que deixa de pagar o funcionário até o 5º dia útil do mês está cometendo um ato ilegal, porém não está cometendo um crime. Ilegalidade está relacionada à não conformidade, agir contra, ou em diversidade com a o ordenamento jurídico, seja ele qual for, açambarcando não só matérias de Direito Penal, e sim de todo o mundo jurídico. Daí termos como conversão ilegal (Direito de Trânsito), cobrança ilegal (Direito do Consumidor), ou ainda ordenamentos de esferas menores e privadas, como um golpe ilegal no boxe. Desta forma, é plenamente possível a existência de ilegalidade com ausência de crime. Em verdade, a ilegalidade é um dos 3 requisitos para a configuração do crime (Tipo penal + ilegalidade + imputabilidade), porém a ilegalidade, per si, não tem o condão de transformar o ato ilegal em crime, e ou autor em criminoso. Por tanto entendo que qualquer imigração que não siga as regras do ordenamento jurídico vigente no país de destino, é considerada uma imigração ilegal, o que não significa que o imigrante seja um criminoso, a menos que atendidos os demais requisitos. Outra observação é que a pessoa não pode ser considerada ilegal, juridicamente falando, pois somente atos podem ser legais ou ilegais.

    Parabéns pelo podcast, fonte de informação, estudo e entretenimento de primeira!

  • Bom dia, mando um abraço para o Matias e Filipe e para o meu filho Rafael Andrade Oliveira que ouve o seu programa no Chromecast na TV da sala.
    Gostaria que vocÊs comentassem no programa dessa semana é importante para a comunidade baltica aqui em São Paulo e Nova Odessa.
    A 70 anos atras 100000 pessoas na sua maioria mulheres e crianças foram deportados para a Sibéria,
    Abraços Fábio William

  • Para ser lembrado nas efemérides do proximo programa
    Pesquisadora que descreveu bolhas de sabão é a 1ª a ganhar prêmio Abel de matemática
    https://www1.folha.uol.com.br/ciencia/2019/03/americana-que-descreveu-bolhas-de-sabao-e-a-1a-a-ganhar-premio-abel-de-matematica.shtml
    Abraços – Fabio William

  • Nossa… Que obra! Muito bom. Abraços Pampeanos!

  • Thor Gabriel Martins

    Qual foi o programa que vocês fizeram uma analise do exército brasileiro? Gostaria de ouvir .

  • “Its gonna be a shitshow”
    Lord buckedhead em 2017 sobre o brexit

  • Olá Senhores,

    Me chamo Vinicius Eleodoro, trabalho no dito “Projeto de satélite feito entre NASA, INPE e o ITA para monitorar o clima brasileiro” em 1:38:35, tenho uma pequena correção: O Projeto SPORT (Scintillation Prediction Observation Research Task) é um projeto de estudo do clima espacial, mais especificamente do efeito de cintilação (que atrapalha a precisão de GPS e afins).

    Uma curiosidade sobre o projeto é que o nome SPORT é por causa do time de futebol… O PI do projeto morou no Brasil e torcia para o SPORT.

    Um abraço para todos os meus colegas do INPE, ITA e IEAv, em São José dos Campos e meus conterrâneos de Mogi das Cruzes (Final da linha Coral da CPTM). Agradecimentos especiais ao Professor Luiz Loures do ITA, que possibilitou tudo isso e à equipe do ITASAT – CEI (Centro Espacial ITA).

    Fico à disposição para contato futuro.

    http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/28859/ESPA%C3%87O%20-%20Em%20parceria%20com%20INPE,%20ITA%20desenvolver%C3%A1%20nanossat%C3%A9lite%20financiado%20pela%20NASA

    http://www.fab.mil.br/noticias/mostra/33543/ESPA%C3%87O%20-%20Conhe%C3%A7a%20os%20principais%20projetos%20de%20engenharia%20aeroespacial%20desenvolvidos%20pelo%20ITA

    http://www2.inpe.br/climaespacial/portal/joint-nasa-brazil-sport-cubesat-mission-will-unlock-complex-equatorial-phenomena-lay-groundwork-for-better-space-weather-prediction/

    Grato,
    Vinicius Eleodoro.

  • Marlon Wesley Maciel da Costa

    Olá caro Matias e Filipe, me chamo Marlon Wesley, sou engenheiro de materiais formado pela Universidade Federal do ABC (Santo André) e atualmente moro em Florianópolis. Ouço vocês sempre no início da semana quando faço minhas viagens a trabalho, principalmente no deslocamento Florianópolis-Chapecó.
    Estou de férias viajando pela patagonia chilena com a minha namorada Thayla (mandem um beijo pra ela), mestra em engenharia de alimentos pela UFSC. Conversando ontem com uma senhora em Puerto Natales comentei com ela que o Brasil quer copiar o sistema de aposentadoria do Chile, e que vi uma entrevista de um deputado brasileiro argumentando que os chilenos que agora estão se aposentando pela reforma do Pinochet recebem metade do salário mínimo, e ela disse que dependendo do caso chega a apenas 30% do salário mínimo, e disse também que esse é um tema muito sensível e muito discutido no Chile, pois muita gente está revoltada.
    Hoje em Punta Arenas, comentei que o Paulo Guedes é um “Chicago Boy”, e a nossa host do airbnb confirmou que os chilenos recebem cerca de 30-40% do salário que recebiam antes de se aposentar, e que o irmão do Sebastian Pinera está vendendo mundo afora um sistema que não deu certo como se fosse um milagre, e pediu pelo amor de Deus que não deixemos fazerem a mesma reforma.
    Grande abraço!

  • Caros Filipe e Matias. Sou Rodrigo Braga, engenheiro químico de São Paulo – SP
    Excelente programa! Estou só esperando a hora em que a admiração do governo Bolsonaro pelo Trump vai nos fazer adotar o sistema imperial usado nos EUA como sistema de medidas oficial do Brasil. Já vamos nos acostumando com 12 polegadas = 1 pé, 3 pés = 1 jarda, 1760 jardas = 1 milha, 128 onças = 1 galão, etc. além de temperatura em Fahrenheit e peso em libras.
    Esse negócio de gramas, graus Celsius, metros e conversões nas bases 10, 100, 1000 (mili, centi, quilo, etc) são coisas de países comunistas.

  • João Paulo Barbosa Araújo

    Moro em Košice (pronuncia-se Kochitze) na Eslováquia. A eleição aqui foi uma grata surpresa, principalmente pelo fato de toda a região viver uma onda nacionalista anti imigratoria gigantesca.

    Desde que mudei aqui, tinha receio de como um imigrante era visto. Isso me fez passar por duas curiosas experiência. A primeira, em um dia de manha, no parque da esquina de casa, vi muitos policiais, e um cara andando com uma faixa, “GO HOME”, respirei fundo e pensei, “lá vem”, no fim , descobri que ali estava o presidente em uma reunião com a OTAN. E a faixa Go Home era para o grupo.

    A outra experiência, foi quando fui parado por uma senhora eslovaca, que puxou papo, e quando ficou sabendo que eu era brasileiro, ficou maravilhada, mas disse, “pelo que vejo lá é muito “hard” para viver. Meu conselho a você, é que, se puder, fique sempre aqui na Eslováquia”

    Agora é esperar a eleição se confirmar. Grande abraço de um ouvinte assíduo

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